A proteção oferecida pela imunidade natural é bastante durável. Potencialmente maior do que a imunidade adquirida pela vacinação.
Como devem ser as políticas públicas, diante dessa constatação?
Faz sentido a obrigatoriedade de vacinação, para aqueles que já foram naturalmente imunizados?
A imunidade natural não tem sido reconhecida nas políticas públicas, o que levanta questões científicas e éticas.
A imunidade natural é suficiente?
O risco de efeitos adversos é aceitável diante de um eventual aumento da imunidade pela vacinação de pessoas que se recuperaram da COVID-19?
Não há um consenso entre os médicos e pesquisadores sobre a respostas para essas perguntas. (Portanto, cada pessoa tem que poder decidir sobre tomar a vacina ou não)