JAMA Network
O estudo analisou 1626 casos de miocardite no sistema de registros passivo nacional (USA)
Foram considerados relatos de miocardite identificados dentro do período de 7 dias posterior a aplicação das vacinas.
Encontrou-se um excesso de casos em múltiplos estratos de idade e sexo. As taxas de miocardites foram maiores, após a segunda dose da vacinação, especialmente em:
Adolescentes do sexo masculino na faixa etária entre 12 e 15 anos (70,7 milhões doses da BNT162b2);
Adolescentes do sexo masculino na faixa etária entre 16 e 17 anos (105,9 milhões doses da BNT162b2);
Jovens do sexo masculino na faixa etária entre 18 e 24 anos (52,4 milhões doses da BNT162b2 e 56,3 milhões doses da mRNA-1273);
O Japão está avisando seus cidadãos sobre sérios efeitos colaterais relacionados com as vacinas para COVID-19. Foi adicionado um rótulo nas vacinas, avisando sobre o risco de miocardite.
Adverse events following COVID-19 vaccination in young Japanese people: A case-control study of the risk of systemic adverse events by a questionnaire survey. (medRxiv October 5, 2021)
Covid Breaking News: Japan Places Myocarditis Warning On Jabs.
CDC altera periodicidade das doses de vacina, pois identificou a ocorrência de inflamações cardíacas. (6/2/2022)
Epoch Times (jan, 4 - 2023)
Mais de 260 atletas e ex-atletas nos USA morreram de paradas cardíacas ou outros problemas graves após tomar as vacinas COVID-19.
Os dados mostram que, de 2021 a 2022,
Pelo menos 1.616 paradas cardíacas ou outros problemas médicos importantes foram documentados globalmente em atletas vacinados
1.114 foram fatais.
ex-atletas americanos representaram 279 das mortes.
Atletas têm menor chance de parada cardíaca e morte súbita cardíaca em comparação com não atletas.
Um estudo de 2016 nos EUA calculou que os não atletas, em comparação com os atletas, têm uma chance 29 vezes maior de morte súbita cardíaca.
Uma das razões é porque “os atletas são rastreados para as causas comuns de morte súbita no campo de jogo”
Os jogadores são rastreados para cardiomiopatia hipertrófica, que representa quase 50% das mortes cardíacas súbitas em atletas, bem como outras anormalidades cardíacas menos comuns.
A triagem intensiva é o que torna os esportes de nível competitivo mais seguros do que as atividades esportivas cotidianas, argumentou McCullough.