SUGESTÃO DE CÂNTICOS:
Senhor, quem entrará
Ditoso o que anda
Onde há caridade verdadeira
Dou-vos um mandamento novo
Farol que me conduz
Vamos caminhado lado a lado
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SUGESTÕES PARA A CELEBRAÇÃO:
Homilia
Se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos Céus, diz-nos Jesus, este Domingo e dá vários exemplos.
O que é que Jesus tinha contra o farisaísmo? É que o farisaísmo ficava muito no formalismo, no mero cumprimento exterior das regras e dos ritos, não chegava ao coração. E Jesus quer uma religião que nasça e venha do coração e que não se fique só nas aparências, na fachada, na boa impressão das coisas, no fazer de conta sem a adesão do coração. Jesus quer vivência interior, autenticidade, que aquilo que expressamos e fazemos por fora seja expressão verdadeira do que sentimos e vivemos no coração, onde devem habitar os sentimentos de Deus. Se não somos autênticos naquilo que fazemos e mostramos, vindo de dento, caímos na falsidade e na hipocrisia, no disfarce, e vivemos, assim, uma falsa relação com Deus e com os outros.
Jesus não quer que vivamos no formalismo religioso, mas que adoremos a Deus no coração, acolhendo e cultivando os seus sentimentos no interior de nós mesmos e aderindo à sua vontade a partir do coração. Se a nossa vivência religiosa não brotar de dento de nós mesmos, não tem valor aos olhos de Deus.
Não é por acaso que escutamos muitas vezes este apelo do salmista: «dai-me senhor, um coração novo». Novo, igual ao de Deus. Se não acertarmos o nosso coração com o coração de Deus, podemos ser bons cumpridores de tudo e mais alguma coisa, mas não tem nenhum valor aos olhos de Deus, porque sem a verdade e a adesão do coração nada tem valor.