USO: Coletivo
QUANTIDADE:
TOTAL DE PEÇAS: 105 cada unidade
RECOMENDADO: A partir de 7 anos
LOCALIZAÇÃO: E4P1
DATA DE PUBLICAÇÃO: 02/07/2026
PUBLICADO POR: José Adenualdo dos Santos Júnior
CATALOGADOR: Gabriel dos Santos (PROLICE).
USO: Coletivo
QUANTIDADE:
TOTAL DE PEÇAS: 105 cada unidade
RECOMENDADO: A partir de 7 anos
LOCALIZAÇÃO: E4P1
DATA DE PUBLICAÇÃO: 02/07/2026
PUBLICADO POR: José Adenualdo dos Santos Júnior
CATALOGADOR: Gabriel dos Santos (PROLICE).
O jogo Divisão e Multiplicação é uma ferramenta educativa projetada para auxiliar crianças a partir de 7 anos no aprendizado das operações matemáticas de forma divertida e interativa. Com uma mecânica que lembra um bingo, o jogo estimula o raciocínio lógico e o cálculo mental, tornando o estudo da matemática uma atividade mais prazerosa. O jogo dispõe de uma caixa contendo 8 cartelas de equações, 1 tabela de tabuada, 96 fichas com números e 1 saco plástico. O principal objetivo do jogo é ser o primeiro a completar sua cartela de equações. Para isso, os jogadores precisam resolver as operações de divisão e multiplicação presentes em suas cartelas e encontrar as fichas com os resultados correspondentes que são sorteados.
Modo de Uso:
Cada participante escolhe uma das cartelas que contém diversas operações de divisão e multiplicação.
As fichas com os números dos resultados são colocadas em um saco plástico.
Um jogador é designado para sortear as fichas, uma a uma, e anunciar o número em voz alta.
O jogador que tiver em sua cartela uma operação cujo resultado seja o número sorteado, marca o local com a ficha.
Vence o jogo quem preencher primeiro todos os espaços de sua cartela.
Potencialidades:
A necessidade de resolver rapidamente as operações para marcar a cartela agiliza o raciocínio matemático.
O jogo retira a matemática do campo abstrato e a insere em um contexto de regras, objetivos e competição saudável. Isso torna o aprendizado mais concreto e significativo para a criança, que passa a ver a multiplicação e a divisão como ferramentas para alcançar a vitória.
A repetição das operações durante a partida, em um formato dinâmico de bingo, auxilia na fixação da tabuada e na automatização dos cálculos mentais, sem a pressão e o tédio dos exercícios tradicionais.
O jogo permite a participação de 1 a 8 jogadores, promovendo a interação entre pais, filhos e amigos.
Ao apresentar as duas operações juntas, o jogo ajuda a criança a perceber de forma intuitiva a relação inversa entre dividir e multiplicar, um conceito fundamental para a resolução de problemas matemáticos.
O jogo exige que a criança não apenas calcule, mas também analise a sua cartela, identifique as operações correspondentes aos números sorteados e tome decisões rápidas, estimulando o pensamento lógico.
A criança precisa manter em mente os resultados que busca em sua cartela enquanto ouve os números que são sorteados, utilizando e fortalecendo sua memória de trabalho.
A dinâmica do jogo incentiva a rapidez de cálculo, tornando o raciocínio matemático mais ágil e eficiente com a prática contínua.
Um cálculo errado pode fazer com que a criança perca a chance de marcar um ponto. Essa situação natural do jogo ajuda a desmistificar o erro, mostrando-o como parte do processo de aprendizagem.
O jogo é um recurso pedagógico versátil, podendo ser utilizado para introduzir um conteúdo, reforçar a matéria já ensinada, em atividades de recuperação ou como uma recompensa divertida.
É possível adaptar as regras para diferentes níveis de conhecimento. Por exemplo, pode-se começar usando apenas as cartelas de multiplicação e, gradualmente, introduzir a divisão. Para os mais avançados, pode-se estipular um tempo para encontrar a operação na cartela.
O formato visual e concreto do jogo pode ser um aliado para crianças com diferentes estilos de aprendizagem, incluindo aquelas que possuem mais dificuldades com métodos de ensino tradicionais.
Fragilidades
Ênfase na Memorização em Detrimento da Compreensão: Esta é a principal fragilidade. O jogo é excelente para testar e reforçar a memorização da tabuada, mas faz muito pouco para ensinar o conceito por trás das operações. A criança não aprende o que a multiplicação (somas sucessivas) ou a divisão (repartir em partes iguais) realmente significam. Ela apenas associa uma equação a um resultado.
Se uma criança não sabe de cor o resultado de 64 ÷ 8, o jogo em si não oferece nenhuma ferramenta ou método para que ela chegue à resposta. Ele apenas a coloca em uma posição de "sabe ou não sabe", o que pode gerar frustração para quem ainda está aprendendo.
O aprendizado fica restrito apenas às operações impressas nas 8 cartelas. O jogo não capacita a criança a resolver operações que não estejam ali, como 7 x 12 ou 100 ÷ 10, se estas não fizerem parte do conjunto de cartas.
A mecânica de bingo faz com que a sorte (os números sorteados e a cartela que o jogador pegou) tenha um peso muito grande no resultado. Uma criança que domina a tabuada pode perder para outra com mais sorte, o que pode ser desmotivador e não recompensa diretamente o conhecimento.
A mecânica é sempre a mesma: sortear um número, procurar a operação e marcar. Após algumas partidas, especialmente para as crianças que já dominaram os cálculos, o jogo pode se tornar monótono e perder o seu apelo. Além disso, o jogo tem um nível de dificuldade estático. Ele não se adapta ao progresso da criança. Não há como torná-lo mais desafiador para quem já o domina, o que encurta sua "vida útil" como ferramenta de aprendizado.