A coruja-buraqueira, também chamada caburé-do-campo, coruja-do-campo, coruja-mineira, corujinha-buraqueira, guedé, urucuera, urucureia e urucuriá, recebe o nome de "buraqueira" por viver em buracos cavados no solo
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Nome científico: Athene cunicularia
Peso: 150 g (Adulto)
Classificação superior: Athene
Estado de Conservação: Pouco preocupante
Espécie: A. cunicularia
Super-reino: Eukaryota
A coruja-buraqueira é pequena. Quando adulta, chega a medir de 23 centímetros a 27 centímetros e a pesar entre 170 gramas e 214 gramas. Tem uma envergadura entre 53 centímetros e 61 centímetros. Tem a cabeça redonda, seus olhos são amarelos brilhantes, seu bico é acinzentado, as asas são, geralmente, marrons com várias manchas amarelas.
Algumas de suas características, como cor dos olhos, bico e a altura, variam de acordo com a subespécie. Seus pés são longos e cinzentos, apropriados para andar geralmente marchando. Possui uma cauda curta. Sua visão e seus voos suaves são adaptados para caça. Enxergam cem vezes mais que o ser humano e também tem uma ótima audição.
A coruja-buraqueira possui um comportamento peculiar, além dos próprios feitos pelas corujas, por ser vista durante o dia e ficar pousada, ereta, em locais expostos ou no solo, em postes, troncos, muros, em cimas de cactos etc.
Tem o hábito de ficar sobre uma perna, o que não é copiado por outras corujas. Utiliza um buraco não somente para assentamento, mas para descansar, esconder-se, como um refúgio durante o dia e construir ninhos, normalmente ocupados por um casal.
É uma predadora de pequeno porte com hábito carnívoro-insetívoro, sendo considerada generalista por consumir as presas mais abundantes de acordo com a estação, tendo preferência por roedores.