.Ione.
Ione Oliveira, sou do assentamento de reforma agrária Gameleira, em Cajari, na Baixada Maranhense, e atualmente resido na zona rural de São Luís. Sou administradora, militante da Marcha Mundial das Mulheres e da Rede Emaranhadas, promovendo a autonomia econômica das mulheres por meio da economia popular e solidária, gerando renda com o objetivo de combater a violência doméstica e contribuir para a emancipação dessas mulheres. Integro o Fórum e o Conselho Estadual de Economia Solidária, instrumentos de articulação da sociedade civil em contraponto ao capitalismo. Sou presidenta da Associação Mulheres Unidas da Cidade Nova, instituição formada por mulheres que busca fortalecer políticas públicas e enfrentar os grandes empreendimentos que impactam ambientalmente nosso território. Seguiremos em marcha, até que todas sejamos livres!
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Ione Oliveira, se tedawa upé munhãgawa yby Gameleira upé cajari, yeiwara maranhense, uyi amurari yby kaá suí São Luís. Mumurikuaçawa, maramunhãsá maxari aráwara kunhãitá iní Emaranhadas, ruruá kunhãitá ri piterupi mirawara idepederisawa rikuyarasawa katu, munhã rikuyara irumu suí marãgawa çasisawa suí uka pitimú arãma idepederisawa kwá kunhãitá. amunhã pisaçawa mukuaritá Estadual suí rikuyarasawa suí katu, kúyeçereçawa suí instrumentos mirasawa katu muyereusawa capitalismo. apurungitá kirimbá tuba kunhã itá muatirisawa tawasú pisasú, mbuesawarukawara amunhã ri kunhã itáwaá piamuíra kirimbásawa pulitikaitá arã pawá marãsawa wasú apurakí tá waá yamunhã puxi piterupi kaá yané ybyasú. watásawa maxari, té waá pawá yasú imutara.
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Ione Oliveira. Soy del asentamiento de reforma agraria Gameleira, en Cajari, en la región de la Baixada Maranhense, y actualmente resido en la zona rural de São Luís. Soy administradora y militante de la Marcha Mundial de las Mujeres y de la Red Enmarañadas, promoviendo la autonomía económica de las mujeres a través de la economía popular y solidaria, generando ingresos con el objetivo de combatir la violencia doméstica y contribuir a la emancipación de estas mujeres. Integro el Foro y el Consejo Estatal de Economía Solidaria, instrumentos de articulación de la sociedad civil en contrapunto al capitalismo. Soy presidenta de la Asociación Mujeres Unidas de Cidade Nova, una institución formada por mujeres que busca fortalecer políticas públicas y enfrentar los grandes emprendimientos que impactan ambientalmente nuestro territorio. ¡Seguiremos en marcha hasta que todas seamos libres!
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Ione Oliveira. I am from the agrarian reform settlement Gameleira, in Cajari, in the Baixada Maranhense region, and I currently live in the rural area of São Luís. I am an administrator and an activist with the World March of Women and the Rede Emaranhadas, promoting women’s economic autonomy through the popular and solidarity economy, generating income with the goal of combating domestic violence and contributing to the emancipation of these women. I am a member of the State Forum and the State Council of Solidarity Economy, instruments for civil society articulation in opposition to capitalism. I serve as president of the Associação Mulheres Unidas da Cidade Nova (United Women of Cidade Nova Association), an organization formed by women that works to strengthen public policies and confront large-scale enterprises that cause environmental impacts in our territory. We will keep marching until all of us are free!
.Paula.
Paula Sassaki Coelho é mãe, psicóloga de formação e atua na área da saúde mental há mais de 15 anos, sendo defensora e aprendiz da saúde pública e coletiva. Integra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) há mais de uma década, contribuiu nos setores de educação e de gênero do estado de São Paulo e atualmente atua no setor de Saúde. Atua em territórios na região metropolitana de São Paulo, mas já esteve em outros estados e regiões do país em diversos assentamentos e acampamentos de reforma agrária, podendo aprender a partir da diversidade da luta pela terra. É mestra e doutora na área de Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). Atua enquanto educadora popular com experiência principalmente com mulheres, sujeites LGBTQIAP+ e a partir da interface com a saúde, qualidade de vida e cuidados individuais e coletivos.
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Paula sassaki Coelho mãya, akanga katu suí umbué apuraki pusãga upé akanga piri mukui pu piri yepé pu akayú, yupimá yubué pusãga mira itá retana. piterupi mira yapuraki tá kaásawa ti yby (MST) piri suí yepé mukui pu akayú, upitimu arama mbuéteçawa umbué São Paulo upé uyí munhã piterupi pusãga. munhã apuraki ybyasú itá temá maíri São Paulo upé, watá siía amu itá ybyasú tá mira mairíwara são paulo upé, watá retana amú tedawa siía temá itá reté sēdawa muiri sēdawa kaá suí munhã yby, yapuderi yayumbué ri maramunhã siía ri yby. Tuxawa mbué kwawasá pusãga sēda suí kirimbá akanga mira itá ri uka umbuesara wasúauí São Paulo upé (usp). Apuraki mbuéteçara mira itá irumu kunhã tá, mira itá LGBTQIAP+ ri ruá irumu pusãga ekobé suí Katu yacuidari ucuidari Ixé siía mira itá.
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Paula Sassaki Coelho es madre, psicóloga de formación y actúa en el área de la salud mental desde hace más de 15 años, siendo defensora y aprendiz de la salud pública y colectiva. Forma parte del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST) desde hace más de una década, ha contribuido en los sectores de educación y de género del estado de São Paulo y actualmente actúa en el sector de Salud. Trabaja en territorios de la región metropolitana de São Paulo, pero también ha estado en otros estados y regiones del país, en diversos asentamientos y campamentos de la reforma agraria, pudiendo aprender a partir de la diversidad de la lucha por la tierra. Es magíster y doctora en el área de Psicología Social por la Universidad de São Paulo (USP). Actúa como educadora popular, con experiencia principalmente con mujeres y personas LGBTQIAP+, desde la interfaz con la salud, la calidad de vida y los cuidados individuales y colectivos.
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Paula Sassaki Coelho is a mom, a trained psychologist, and has worked in the field of mental health for over 15 years. She is a defender and lifelong learner of public and collective health. She has been part of the Landless Rural Workers’ Movement (MST) for over a decade, contributing to the education and gender sectors in the state of São Paulo, and currently works in the Health sector. She works in territories in the metropolitan region of São Paulo, but has also been in other states and regions of the country, in various agrarian reform settlements and encampments, learning from the diversity of struggles for land. She holds a Master’s and a PhD in Social Psychology from the University of São Paulo (USP). She works as a popular educator, with experience primarily with women and LGBTQIAP+ people, focusing on the interface between health, quality of life, and individual and collective care.
.Jeferson.
Jeferson Nascimento, formado em Ciências Sociais, é mestrando em Ciências Sociais pela UFRN. Criado em um assentamento de reforma agrária no interior do estado do Rio Grande do Norte, foi nesse território que se forjou enquanto ser humano, militante, ativista e pesquisador. Neto de agricultores, fui ensinado desde cedo sobre o poder da terra e os segredos da natureza. Minha avó, uma mulher muito sábia, transmitiu parte desses saberes, que hoje carrego comigo e compartilho por onde passo.A universidade dá palco a esse jovem que pesquisa seu próprio território em meio aos conflitos socioambientais, reconhecendo que seu assentamento é potência, e que a escassez existe apenas na mente do colonizador.
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Jeferson Nascimento, umbué kwawasá mira itá, wasú maité kwawasá mira itá ri UFRN. Munhãwa yepé upé piterupi ybyasú paranã wasú kureya, usú kwá ybyasú waá munhã aba, maramunhã Sara, Apigá Katu ekobé apurungitá apuraki. Anama apuraki kupixawa, usú umbué pisasú retana kirimbáwa yby kirirí kaáçawa. Se tamuyã, yepé kunhã kwawasá retana, upuringitá piterupi kwá kwawasá, waá uyí aruri Ixé arã apurungitá mamé asasá. uka yumbuesara apurungitá kwá pisasú waá apuraki se ybyasú pepiterupi tuká mira kaásawa ybyasú, yasikuau waá yby kirimbá waá kuaíra ií aikué akanga kariwa.
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Jeferson Nascimento, graduado en Ciencias Sociales, es estudiante de maestría en Ciencias Sociales en la UFRN. Criado en un asentamiento de la reforma agraria en el interior del estado de Rio Grande do Norte, fue en ese territorio donde se forjó como ser humano, militante, activista e investigador. Nieto de agricultores, aprendí desde muy temprano sobre el poder de la tierra y los secretos de la naturaleza. Mi abuela, una mujer muy sabia, me transmitió parte de estos saberes, que hoy llevo conmigo y comparto allí por donde paso.
La universidad da escenario a este joven que investiga su propio territorio en medio de los conflictos socioambientales, reconociendo que su asentamiento es potencia y que la escasez existe solo en la mente del colonizador.
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Jeferson Nascimento holds a degree in Social Sciences and is a master’s student in Social Sciences at UFRN. Raised in a land reform settlement in the interior of the state of Rio Grande do Norte, it was within this territory that he was shaped as a human being, militant, activist, and researcher. The grandson of farmers, I was taught from an early age about the power of the land and the secrets of nature. My grandmother, a very wise woman, passed on part of this knowledge, which I now carry with me and share wherever I go.
The university provides a platform for this young researcher who studies his own territory amid socio-environmental conflicts, recognizing that his settlement is a source of strength and that scarcity exists only in the mind of the colonizer.
.Arumã.
João Diego da Luz Melo, conhecido como Arumã potiguara, é indígena da etnia potiguara, morador da Aldeia Mundo Novo, em Monsenhor Tabosa (CE). Jovem liderança e militante do movimento indígena, integra o Movimento Potigatapuia, que reúne os povos Potiguara, Tabajara, Gavião e Tubibatapuia no território indígena Serra das Matas, em processo de demarcação. É professor da Escola Indígena Povo Caceteiro, falante fluente da língua tupi nheengatu — cooficializada no município —, além de artesão e atuante na comunicação e nas mídias digitais em defesa da cultura, da língua e dos direitos do seu povo.
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João Diego da Luz Melo, kakuau putiguara arumã, aba mira putiguara, amurari taba ywaka pisasú upé, monsenhor tabosa pe’ó ikó (CE) pisasú Tuxawa maramunhã Sara mira potigatapuia, waá pisika mira putiguara, tabayara, Wirá wasú, tubiba tapuia aba ybyasú twitters kaá itá, watá arã surí. Umbuessara uja uyumbuesara mira kutara mira irumu, apurungitá Katu nheeng tupi nheengatu – yapurugitá ybyasú —, kwawasá irumu pu itá munhã apurungitá mídias digitais arã çupirû maiçawa nheeng pókatú né mira.
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João Diego da Luz Melo, conocido como Arumã Potiguara, es indígena del pueblo Potiguara y residente de la Aldea Mundo Novo, en Monsenhor Tabosa (Ceará, Brasil). Joven liderazgo y militante del movimiento indígena, integra el Movimiento Potigatapuia, que reúne a los pueblos Potiguara, Tabajara, Gavião y Tubibatapuia en el Territorio Indígena Serra das Matas, actualmente en proceso de demarcación. Es docente de la Escuela Indígena Povo Caceteiro y hablante fluido de la lengua tupi nheengatu — cooficializada en el municipio —, además de artesano y activo en la comunicación y en los medios digitales en defensa de la cultura, la lengua y los derechos de su pueblo.
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João Diego da Luz Melo, known as Arumã Potiguara, is Indigenous from the Potiguara people and a resident of Aldeia Mundo Novo, in Monsenhor Tabosa (Ceará, Brazil). A young leader and activist in the Indigenous movement, he is part of the Potigatapuia Movement, which brings together the Potiguara, Tabajara, Gavião, and Tubibatapuia peoples in the Serra das Matas Indigenous Territory, currently in the process of demarcation. He is a teacher at the Povo Caceteiro Indigenous School and a fluent speaker of the Tupi Nheengatu language — co-officialized in the municipality — as well as an artisan and an active communicator in digital media in defense of his people’s culture, language, and rights.
.Lucrecia.
Lucrecia Greco pesquisa há mais de 20 anos desde diversos âmbitos os atravessamentos entre corporalidades, memoria, ambiente, cuidados performance e políticas. É doutora em antropologia, pesquisadora do CONICET (Argentina) e formada em diversas técnicas corporais artísticas e de cuidado. Particularmente desde a dança butoh, Agama fo, performances afrolatinoamericanas, yoga, massagem e técnicas de cuidado dos bons viveres, assim como do tango e da antropologia do corpo e da performance, tem desenvolvido pesquisas colaborativas, performances e oficinas, desenvolvendo uma crítica sentipensante, corporal á crise socioambiental da humanidade capitalista. Trabalha maiormente com povos indígenas, quilombolas e tradicionais do Brasil e Argentina.
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Lucrecia Greco apurungitá piri suí mukui pu piri pi pu akayú retana upé yasasá piterupi pirasawa, kwawasá tendawa, maãnhana, watásawa pulitika itá. umbuesara mira itá kuawasá, nheereçawa kunhã CONICET (argentina) umunhã retana watasawa umbué píraçawa pinimaçawa suí remakatu. yupirugawa purasí butoh, Agama fo, wataçawa afrolatinoamericanas, yoga, asasá pu píra yapurakí itá suí remakatu katu ekobé, yawé mamé tango mbueçawa píri watáçawa, rikú suíwara apurungitá irumu amu mira itá, wataçawa mbuewa , yamunhã yepé apurungitá aeteçawa mbuesawa, pírisara muiri puxí mirasawa kaáçawa putari wasú. apurakí wasú retana irumu mira itá aba itá, mira pixuna itá kwawasá Pindorama Argentina upé.
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Lucrecia Greco investiga desde hace más de 20 años, desde diversos ámbitos, los entrecruzamientos entre corporalidades, memoria, ambiente, cuidados, performance y políticas. Es doctora en Antropología, investigadora del CONICET (Argentina) y está formada en diversas técnicas corporales artísticas y de cuidado. Particularmente desde la danza butoh, Agama fo, performances afrolatinoamericanas, yoga, masaje y técnicas de cuidado vinculadas a los buenos vivires, así como desde el tango y la antropología del cuerpo y de la performance, ha desarrollado investigaciones colaborativas, performances y talleres, elaborando una crítica sentipensante y corporal a la crisis socioambiental de la humanidad capitalista. Trabaja principalmente con pueblos indígenas, Quilombolas y tradicionales de Brasil y Argentina.
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Lucrecia Greco has been conducting research for over 20 years, from diverse fields, on the intersections between corporealities, memory, environment, care, performance, and politics. She holds a PhD in Anthropology, is a researcher at CONICET (Argentina), and is trained in a wide range of artistic and care-based bodily techniques. Drawing particularly from butoh dance, Agama fo, Afro-Latin American performances, yoga, massage, and care practices linked to buen vivir, as well as from tango and the anthropology of the body and performance, she has developed collaborative research, performances, and workshops, articulating a sentipensante, embodied critique of the socio-environmental crisis of capitalist humanity. She works mainly with Indigenous, Quilombola, and traditional peoples in Brazil and Argentina.
.Rafael.
Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira Freitas, natural de Fortaleza-CE, possuo doutorado em Antropologia (UnB), mestrado em antropologia (UFC/UNILAB) e bacharelado em Ciências Sociais (UFC) e em Estatística (UFC). Tenho experiência na área de cuidados, saúde mental, movimentos sociais e políticas públicas, com ênfase nas áreas e técnicas da antropologia da saúde e da doença, narrativas e emoções. Tenho buscado integrar análises antropológicas e estatísticas sempre que possível. Minhas pesquisas até o momento lidaram principalmente com saúde mental e cuidado em ambientes acadêmicos, em movimentos sociais e em ambientes de trabalho. Estou interessado em entender como construir bem estar a partir de diversas experiências de vida e sua relação com políticas públicas e modelos socioeconômicos.
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Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira Freitas, munhãwa suí Fortaleza/Ceará, rikú mbué mbuesawa mira ekobé itá (UnB), mbuesawa mira ekobé itá (UFC/UNILAB) mbuewa kwawasá mira itá (UFC) amu Estatística (UFC). urikú çããgawa tedawa yakú, katumawa akanga, kití mira itá pulitika mirasawa, irumu piri tedawa wasá mbuesawa çããgawa pira, yapurungitá maitéreté. urikú piamuíra mpaurá anariçawa mbuesawa estatísticas mamé puderiwa. se nhêêneusawa té kwiri muçepí piri irumu katumawa akanga remakatu kiti suí mbue, kuīkaçawa suí mira itá tēdawa suí apurakí. Uikú yaputary muītedēri mayé munhã pukena muiri suíwara siía kudaçawa suí ekobé muatiçawa irumu pulitika mira eté apuraki tá rikuyara mira eté.
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Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira Freitas, Ceará, Brasil. Soy doctor en Antropología (Universidad de Brasilia – UnB), magíster en Antropología (UFC/UNILAB) y licenciado en Ciencias Sociales y en Estadística (Universidad Federal de Ceará – UFC). Tengo experiencia en las áreas de cuidados, salud mental, movimientos sociales y políticas públicas, con énfasis en los campos y técnicas de la antropología de la salud y la enfermedad, así como en narrativas y emociones. He buscado integrar análisis antropológicos y estadísticos siempre que es posible. Mis investigaciones hasta el momento se han centrado principalmente en la salud mental y el cuidado en ámbitos académicos, en movimientos sociales y en entornos laborales. Me interesa comprender cómo se construye el bienestar a partir de diversas experiencias de vida y su relación con las políticas públicas y los modelos socioeconómicos.
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Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira Freitas. I am from Fortaleza, Ceará, Brazil. I hold a PhD in Anthropology (University of Brasília – UnB), a Master’s degree in Anthropology (UFC/UNILAB), and Bachelor’s degrees in Social Sciences and in Statistics (Federal University of Ceará – UFC). I have experience in the fields of care, mental health, social movements, and public policies, with an emphasis on the areas and methods of the anthropology of health and illness, as well as narratives and emotions. I have sought to integrate anthropological and statistical analyses whenever possible. My research to date has focused primarily on mental health and care in academic environments, social movements, and workplace settings. I am interested in understanding how well-being can be built from diverse life experiences and how this relates to public policies and socio-economic models.
.Jocyele.
Jocyele Marinheiro é mestranda em Antropologia Social pela UFRN, com formação em Ciências Sociais. Atua junto a populações e comunidades tradicionais no Rio Grande do Norte, desenvolvendo pesquisas e ações voltadas à cultura popular, memória, meio ambiente e pertencimento. Tem nas artes cênicas um ponto de partida, com trajetória como atriz e poetisa, articulando pesquisa acadêmica, arte e educação a partir de uma linguagem poética e acessível. Também atua com crianças e adolescentes no projeto Poetizar para (r)existir, por meio de oficinas poéticas e reflexões pedagógicas sobre a poesia como espaço de cuidado, escuta e formação no contexto escolar.
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Jocyele Marinheiro umbué wasú kwawasá mira itá ri UFRN, irumu apuraki awasá mira itá. Apuraki irumu rendá yby itá paranã wasú muaka upé, yamunhã apurungitá watá, arama awasá mira, awasá tuyú, piterupi kaá puti upé. Arikú pinimasá purasí yepé upé suí yupirugawa, irumu watasawa irumu kunhã waá apurungitá nheengari yamunhã apurakí apurungitá acadêmica, pinimasá, umbuétesawa piterupi nheega puranga katu. watá pawá irumu tainá itá pisasá mira itá apuraki puranga apurungitá arama ekobé, ri piterupi suí umbué puranga kwawasá pedagogicas upurungitá puranga irumu kiti suí maãnhana, apiçakaçawa umbué uka umbuesara upé.
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Jocyele Marinheiro es maestranda en Antropología Social por la UFRN, con formación en Ciencias Sociales. Actúa junto a poblaciones y comunidades tradicionales en Rio Grande do Norte, desarrollando investigaciones y acciones orientadas a la cultura popular, la memoria, el medio ambiente y el sentido de pertenencia. Tiene en las artes escénicas un punto de partida, con una trayectoria como actriz y poetisa, articulando la investigación académica, el arte y la educación a partir de un lenguaje poético y accesible. También trabaja con niñas, niños y adolescentes en el proyecto Poetizar para (r)existir, a través de talleres poéticos y reflexiones pedagógicas sobre la poesía como espacio de cuidado, escucha y formación en el contexto escolar.
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Jocyele Marinheiro is a master’s student in Social Anthropology at the Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), with a background in Social Sciences. She works with traditional peoples and communities in Rio Grande do Norte, developing research and initiatives focused on popular culture, memory, the environment, and belonging. Her work is rooted in the performing arts, with a trajectory as an actress and poet, articulating academic research, art, and education through a poetic and accessible language. She also works with children and adolescents in the project Poetizar para (r)existir (“Poetize to (r)exist”), through poetry workshops and pedagogical reflections on poetry as a space of care, listening, and formation within the school context.
.Débora.
Débora Sobreira é formada em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB), estudante de Jornalismo e ilustradora com foco em arte digital. Tem experiência no campo cultural, com colaborações para o MídiaNINJA e cobertura jornalística do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. No campo ambiental, atuou como voluntária de comunicação no CEMAVE/ICMBio e como ilustradora na Pantanal Zine, publicação que arrecadou fundos à ONG SOS Pantanal para o combate às chamas que assolaram o bioma em 2020. Tem interesse nas temáticas de cultura digital, fauna e flora e histórias de vida.
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Débora Sobreira uyumbué kwawasá miraitá ri ukambuesarawasú suí Brasília (UnB), yayumbuesara suí nheereuçawa mpinimasawa irumu mee pinimasá dijitawa. uriku çaãgawa tendá maiçawawara, irumu pitimugara arãma MídiaNINJA pupekasawa nheereçawa 58º yadabukurí suí Brasília cinema pindoreçawa. tendá upé kaásawa, upurakí mayé pitimugara suí apunrungitá CEMAVE/ICMBio mayé mpinimasawa pantanal zine, nhee apurungitá waá upisika rikuyara muiri ONG SOS Pantanal arã kubatery muiri tatá waá yapisika puxi kaáwasú 2020. urikú gãna maiteçawa suí maiçawa dijitawa, sooçawa matupá apurumgitá suíwara ekobé.
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Débora Sobreira es licenciada en Ciencias Sociales por la Universidad de Brasilia (UnB), estudiante de Periodismo e ilustradora con enfoque en arte digital. Tiene experiencia en el campo cultural, con colaboraciones para MídiaNINJA y cobertura periodística del 58º Festival de Brasília del Cine Brasileño. En el campo ambiental, se desempeñó como voluntaria en comunicación en el CEMAVE/ICMBio y como ilustradora en Pantanal Zine, publicación que recaudó fondos para la ONG SOS Pantanal destinados al combate de los incendios que afectaron al bioma en 2020. Tiene interés en las temáticas de cultura digital, fauna y flora y historias de vida.
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Débora Sobreira holds a degree in Social Sciences from the University of Brasília (UnB), is a Journalism student, and works as a digital illustrator. She has experience in the cultural field, collaborating with MídiaNINJA and covering the 58th Brasília Brazilian Film Festival. In the environmental field, she worked as a communications volunteer at CEMAVE/ICMBio and as an illustrator for Pantanal Zine, a publication that raised funds for the NGO SOS Pantanal to support firefighting efforts during the 2020 wildfires that devastated the biome. Her interests include digital culture, fauna and flora, and life stories.
.Vini.
Vinicius Chaves (iniv) é Ilustrador e Designer. Nascido e crescido na região Agreste do Rio Grande do Norte, vivenciou os dilemas da água provenientes das irregularidades climáticas. Partiu para a capital do estado onde pôde integrar-se à universidade. Foi lá que consolidou sua base técnica e teórica na graduação de Licenciatura em Artes Visuais na UFRN.
Durante seu percurso acadêmico, dedicou-se ao estudo da forma e da cor por meio da gravura e da pintura, conhecimentos que até hoje estruturam sua prática artística. Atuou como bolsista ilustrador CNPq na publicação de um conjunto de e-books para o “Projeto Boas práticas sobre a covid-19 no Rio Grande do Norte, na Paraíba e Ceará”. Também como Ilustrador colaborador na obra LIbras 54: Glossário de Termos Feministas e Antirracistas (UFRN).
.Ana.
Ana Gretel Echazú Böschemeier (ela/dela) é antropóloga, escritora e tradutora. Pesquisadora da Fiocruz (Brasília) e líder do Grupo DGP/CNPq Boas Práticas – Coletivo de Pesquisa, atuou como assessora técnico-científica no Ministério da Igualdade Racial (Brasil). Desenvolve pesquisas participativas junto a comunidades tradicionais quilombolas, indígenas, maricultoras, dentre outras, assim como de movimentos sociais populares, incluindo população em situação de rua e catadoras/es. Integra a Human Rights Commission da IUAES, o Leadership Board da ITD - Inter and Transdisciplinary Alliance (2025–2027), a UNOSSC Global Communities of Practice, além de ter sido indicada e selecionada como especialista no European Institute for Gender Equality. Em 2025, recebeu o prêmio Youth for Peace (UNESCO). É embaixadora do Parent in Science. Dedica sua trajetória à democratização do conhecimento científico, articulando saberes em perspectiva interseccional e interepistêmica.
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Ana Gretel Echazú Böschemeier (U/I) mbueçawa, kuatiaraçara suí yepé nheenga arã amu. Mbuetesara Fiocruz (Brasília) Tuxawa mirasawa DGP/CNPq Katu murakí tá - siía mira itá suí mbuete, apuraki mayé umbuessara tekinu kwawasá ministério yaweçawa raçawara (pindorama). Munhã nheêreuçawa yaparticiparisawa irumu muiri tendawaitá kwawasá quilombolas, abaitá, yapurakí ií piterupi amu, Yawé mayé suí kuīkaçawa mirasawaitá, irumu muiri mira itá mariwara catariçaraitá. Munhã piterupi Human Rights Commission suí IUAES, Leadership Board da ITD - Inter and Transdisciplinary Alliance (2025–2027), a UNOSSC Global Communities of Practice, asuí waá usú amumuçerana mayé mira kwawasá European Institute for Gender Equality. 2025, upisika prêmio Youth for Peace (UNESCO). mainãsara Parent in Science. meereté ekobé muiri supiwa kwawasá kuyeçerisawa, watásawa katu apurungitá resá çarú interseccional e interepistêmica.
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Ana Gretel Echazú Böschemeier (ella) es antropóloga, escritora y traductora. Investigadora de la Fiocruz (Brasilia) y líder del Grupo DGP/CNPq Boas Práticas – Coletivo de Pesquisa, se desempeñó como asesora técnico-científica en el Ministerio de Igualdad Racial (Brasil).
Actúa en investigaciones participativas junto a comunidades tradicionales quilombolas, indígenas y maricultoras, entre otras, así como con movimientos sociales populares, incluyendo población en situación de calle y recicladoras/es. Integra la Human Rights Commission de la IUAES, el Leadership Board de la ITD – Inter and Transdisciplinary Alliance (2025–2027) y la UNOSSC Global Communities of Practice, además de haber sido seleccionada como especialista por el European Institute for Gender Equality. En 2025 recibió el premio Youth for Peace (UNESCO). Es embajadora del movimiento Parent in Science. Dedica su trayectoria a la democratización del conocimiento científico, articulando saberes desde una perspectiva interseccional e interepistémica.
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Ana Gretel Echazú Böschemeier (she/her) is an anthropologist, writer, and translator. She is a researcher at Fiocruz (Brasília) and leader of the DGP/CNPq Research Group Boas Práticas – Coletivo de Pesquisa. She previously served as a technical-scientific advisor at Brazil’s Ministry of Racial Equality. She conducts participatory research with traditional communities — including Quilombola, Indigenous, and shellfish-harvesting communities — as well as with grassroots social movements, including people experiencing homelessness and waste pickers. She serves on the Human Rights Commission of the IUAES, the Leadership Board of the ITD – Inter and Transdisciplinary Alliance (2025–2027), and the UNOSSC Global Communities of Practice, and has been selected as an expert by the European Institute for Gender Equality. In 2025, she received the Youth for Peace Award (UNESCO). She is an ambassador for Parent in Science. Her work is dedicated to the democratization of scientific knowledge, fostering dialogue among knowledge systems from an intersectional and inter-epistemic perspective.