Nessa página apresentamos os(as) integrantes que constróem o projeto Guardiãs da Costa: Tecnologia e Tradição com Perspectiva de Gênero para o Futuro dos Oceanos no Nordeste do Brasil.
.Leticia.
Me chamo Letícia Gomes, sou moradora da comunidade de Pitangui e educadora em formação no curso de Pedagogia. Faço parte do projeto Guardiões da Costa (Global Fishing Watch - GFW), , onde contribuo para a valorização da pesca artesanal e dos pescadores da minha comunidade, sob a liderança de Ana Gretel e demais colaboradores.Tenho grande interesse pela educação inclusiva, pelo desenvolvimento de crianças atípicas e por projetos que promovem impacto social. Também gosto de música, leitura e de servir com amor à comunidade.
.Izabela.
Izabela Tavares é residente da comunidade de Pitangui, no município de Extremoz (RN), e graduanda do curso de licenciatura em História pela UFRN. Possui uma atuação ativa na área da Educação, realiza estágio voluntário no setor de Arqueologia do Museu Câmara Cascudo e integra o projeto Guardiãs da Costa (Global Fishing Watch - GFW), sob orientação de Ana Gretel. Entre suas principais áreas de interesse incluem: saberes tradicionais, movimentos sociais, inclusão e diversidade.
.Ruan.
Eu sou Ruan, jovem pesquisador da cidade de Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte. Curso o Ensino Médio na Escola Interventor Ubaldo Bezerra, sou curioso, me interesso por coisas novas e faço parte do Projeto Guardiãs da Costa (Global Fishing Watch e Coletivo Boas Práticas).
.Denize.
Denize Baracho, mulher Negra, Mãe solteira,sonhadora ,Técnica em Aquicultura, Ativista Ambiental liderança de comunidade tradicional de mulheres comunicadora Social, hoje dedicada maior parte do seu tempo ao desenvolvimento do seu filho atípico mas ama estar em campo idealizando e capacitando pessoas mulheres pescadoras e pescadores para um novo conceito de cidadania e desenvolvimento buscando as políticas públicas e a Economia Solidária.
.Gretel.
Ana Gretel Echazú Böschemeier (ela/dela) é antropóloga, escritora e tradutora. Pesquisadora da Fiocruz Brasília, dedica sua trajetória a aproximar a ciência das pessoas, construindo pontes entre diferentes saberes e experiências. Ao longo de sua caminhada, tem desenvolvido pesquisas participativas com comunidades quilombolas, indígenas, maricultoras e outros grupos tradicionais, além de movimentos sociais populares, como a população em situação de rua e catadoras e catadores. Também atuou como assessora técnico-científica no Ministério da Igualdade Racial. Integra redes e espaços internacionais voltados aos direitos humanos, à pesquisa interdisciplinar e à cooperação entre saberes, como a Human Rights Commission da IUAES, o Leadership Board da ITD – Inter and Transdisciplinary Alliance, a UNOSSC Global Communities of Practice e o European Institute for Gender Equality. Em 2025, recebeu o prêmio Youth for Peace, da UNESCO, e atua como embaixadora do Parent in Science. Ama gatos e plantas, gosta de caminhar, viajar e traduzir — práticas que também alimentam sua forma de olhar o mundo e de construir conhecimento. Seu trabalho é movido pelo compromisso com a democratização do conhecimento científico, sempre em diálogo com a justiça social, a diversidade e a construção coletiva.
.Raquel.
Mini bio: Raquel Assunção Oliveira é pesquisadora no Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI), na área de Gestão da Informação e Popularização do Conhecimento. Coordena a linha de pesquisa ''Compostagens e constelações de imagens: investigações e práticas no encontro entre os saberes'' no Grupo de Pesquisa Coletivo Boas Práticas (DGP/CNPq), que atua junto a lideranças de comunidades tradicionais e movimentos sociais. Integra o projeto Guardiãs da Costa (Global Fishing Watch). É doutora (UFRN) e mestre (UFPE) em Comunicação, com experiência na docência universitária (UFRN; UERN; UnP). Dentre os interesses atuais de pesquisa, destacam-se: imagem; experiência estética; cultura digital; publicidade; design gráfico; consumo; cinema; artes visuais; epistemologia; vigilância algorítmica; popularização científica. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8213296308094058
.Daniel.
mini bio: Daniel Yazlle, antropólogo com formação em biologia. Gosto de pesquisar, analisar dados e automatizar coisas. Trabalho no setor tecnológico como engenheiro de automação de qualidade de software, programando em diferentes linguagens como Python e C#. Moro em Salta, Argentina. Me interessa a demografia e a ciência de dados, especialmente a interseção entre métodos quantitativos, fontes digitais e mensuração de fenômenos sociais como pobreza, desigualdade e opinião pública.