Oi! Como estão? Vamos para o último Bimestre! Mesmo on-line e com Pandemia, a vida segue!
Essa semana vamos para um estudo de caso, ocorrido durante a Guerra Fria: a Revolução Cubana.
Usarei uma videoaula e um texto resumo.
CUBA: habitada por “índios” até 1492, quando Colombo chega, em nome da Espanha, e tornam-se colônia até 1898, quando, com a “ajuda” dos EUA, fazem a Guerra de Independência. A partir daí são dominados pelos norte-americanos através da Emenda Platt, de 1901, que facilitava a influência dos EUA no Caribe e América Latina e criava um dispositivo legal para interferir em Cuba, tornando a ilha um protetorado norte-americano ( Doutrina Monroe = América para os “americanos”; política do Big Stick = grande porrete: devido ao presidente Theodore Roosevelt usar em seu discurso o provérbio africano que diz “fale com suavidade e tenha à mão um grande porrete”). As riquezas cubanas e até o cargo de presidente eram indicados pelos EUA. No início da década de 1950, os irmãos Fidel e Raul Castro juntamente com alguns amigos, tentam roubar armas de um quartel para tomar o poder mas são presos, julgados e exilados no México. Lá planejam um ataque à Cuba e aliam-se à Ernesto Guevara de La Serna (“Che”), médico e revolucionário argentino. Chegam à Cuba e são recebidos à tiros, sendo que dos 80 guerrilheiros, sobram 12, que escondem-se na Sierra Maestra, de onde organizam a guerrilha. De 1956 a 59, lutam contra a burguesia cubana e os norte-americanos. Vencem e, em 1961, iniciam a implantação do socialismo na ilha, com apoio da URSS: reforma agrária; alfabetização de todos; nacionalização das multinacionais, fazendas, bancos; investimentos em Habitação, Saúde, Educação, transporte coletivo, Cultura. “Che” ajuda nessa tarefa; casa-se e forma família com uma cubana; segue para África e Bolívia, onde pretendia disseminar a revolução. É assassinado em 1967, aos 39 anos. Quando a URSS volta a ser capitalista, em 1991, os EUA arrocham o Bloqueio Continental à Cuba.