Meus queridos, como vocês estão? De 24 a 28/8/2020 não tivemos postagens no Blog devido ao “descanso” promovido pelo governo.
Estudamos Iluminismo e Processo de Independência dos EUA, e fizemos revisão na última aula on-line.
Essa semana, iniciaremos nossos estudos sobre a REVOLUÇÃO FRANCESA e a ERA NAPOLEÔNICA.
Como são assuntos densos e extensos, usarei 2s videoaulas do CMSP (Revolução Francesa parte I e II) e um texto resumo. Após as aulas on-line, com as explicações, postarei os demais vídeos e textos.
REVOLUÇÃO FRANCESA: Ás vésperas da Revolução, que iniciou-se em 1789, somente o 3º Estado pagava impostos e eram excluídos devido às rígidas regras sociais da França Absolutista. O rei Luís XVI gastava excessivamente com a Corte e as guerras, além dos Estados Gerais (Parlamento) não ser convocado desde 1614. Para superar a crise, o rei, auxiliado por seus conselheiros, propõe cobrar impostos do 1º e 2º Estados. Estes, quando souberam, exigiram a demissão dos conselheiros. O rei chama para ministro das Finanças o economista Necker (burguês, do 3º Estado), que sugeriu que os Estados Gerais fossem convocados para auxilíá-los. Surgiu um impasse: a votação seria por Estado ou por “cabeça”? (1º + 2º Estados = 569 membros; 3º Estado = 578 membros). Rei ameaça dissolver os Estados Gerais e o 3º Estado tranca-se na sala do jogo da péla e declaram-se em Assembleia Constituinte. O povo, nas ruas, com medo de punições para o 3º Estado, invade a Bastilha (prisão de Paris), no dia 14/07/1789; invade castelos, saqueou e matou os nobres, com ajuda, inclusive, das mulheres. Divulgaram a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em agosto. A Constituição ficou pronta em 1791, garantindo a igualdade jurídica e a liberdade econômica. Para a burguesia (comerciantes, banqueiros), a Revolução poderia terminar mas, o restante do 3º Estado (camponeses, operários, artesãos, mendigos), queria melhorar suas condições de vida e dividiram-se em Girondinos e Jacobinos. Os Girondinos eram os burgueses, que defendiam o voto censitário, a escravidão nas colônias, eram contra a reforma agrária e sentavam do lado direito da sala de reuniões. Os Jacobinos defendiam a República, o voto para todos, a abolição, a reforma agrária e o tabelamento de preços, sentando-se do lado esquerdo da sala (Marat, Danton, Hébert, Saint-Just, Robespierre). Quando um dos grupos chegava ao poder, colocava seus planos em prática e desagradava aos demais, sendo que de 1791 a 1799, sucederam-se diferentes formas de governo e de constituições na França, ora sob domínio Girondino, ora sob o controle Jacobino (com apoio dos sans-culottes=sem calças). Ocorreu também a fuga e execução do rei na guilhotina, o período do “Terror” (40 mil mortes), e o Diretório (5 membros girondinos governando). Com a ameaça de invasão de países estrangeiros absolutistas (Áustria, Prússia e Espanha), os girondinos ofereceram o poder a Napoleão Bonaparte, um general que defenderia os interesses girondinos e, ao mesmo tempo, por ser respeitado pelo povo, os manteria sob controle e enfrentaria os inimigos externos. Assumiu em 1799, com o título de Cônsul, aos 30 anos.
Entrar com o Google Meet, aula de 02/09/2020, às 09h35min.
meet.google.com/ott-vdtz-boz
Participar por telefone
(US) +1 225-414-2592
PIN: 194 723 917#