1. Cartazes de propaganda Nazi e Comunista (anos 30).
2. Alois Hitler, pai de A. Hitler.
3. Clara, mãe de A. Hitler (cerca de 1875).
4. Adolfo Hitler nos seus primeiros anos de vida.
5. O jovem Adolfo com 10 anos.
6. Aquarela pintada por Adolfo Hitler.
7. Hitler fardado durante a I Guerra Mundial.
8. Adolfo Hitler, Führer da Alemanha em 1934.
9. Assinatura de A. Hitler.
10. Nikita Khruschov ao general I. Tiulenev, junto ao rio San, na recém demarcada fronteira entre a União Soviética e a Alemanha, no que era antigo território polaco, «deixe que os alemães cometam os seus crimes, porque depois apareceremos como libertadores». 29 de Setembro de 1939.
11. Ekaterina Dugashvili, mãe de Estaline.
12. Fotografia do pai de Estaline, Vissarion Dugashvili. Impressa na sua campa
13. Ficha de Identificação de Estaline no arquivo da polícia política do Czar (Okhrana) em São Petersburgo (c.1911).
14. O tenente Yakov Djugashvili, filho mais velho do primeiro casamento de Estaline, foi cercado e capturado pelos alemães a 16 de Julho de 1941.
15. Ekaterina “Kato” Svanidze, primeira mulher de Estaline (Foto de 1904).
16. Estaline, Lenine e Kalinine (foto do VIII Congresso do Partido Comunista da União Soviética), Março de 1919 (Foto retocada).
17. Estaline em 1945 durante a Conferência de Berlim. Esta imagem está disponível na Divisão de Impressos e Fotografias da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos sob o número de identificação digital cph.3a14367.
18. Brazão da União Soviética. Note-se o paradoxo de que o símbolo nacional da União Soviética não representa as fronteiras desse país que são substituídas pela sobreposição da foice e do martelo à totalidade do globo (segundo a Constituição da União Soviética).
19. Cartaz de propaganda soviética dos anos 30, representando a amizade dos camponeses polacos com o Exército Vermelho.
20. Ordem n.º 00485. Uma cópia do Dep. de Kharkov da Direção Principal de Segurança do Estado da NKVD (GUGB). Assinatura: Serviço de segurança dos arquivos secretos da Ucrânia, F. 16, Op. 23-sp, S. 20-24.
21. Crianças órfãs sem abrigo ”besprizornyi” de Leninegrado reunidas sob a “proteção” da polícia política. O paradeiro da maioria perdeu-se no tempo.
22. Pavlik Morozov ( E-D 3.º primeira fila): única fotografia conhecida com a sua imagem.
23. Extrato do “The New York Times” de 27 de Novembro de 1924, em que J. Goebbels compara Hitler a Lenine.
24. Felix Dzerzhinsky em 1918. Responsável da Vecheka (Comissão Extraordinária para Combate à Contrarevolução e Sabotagem de todas as Rússias).
25. Proposta de Beria, de 29 de Janeiro de 1942 para executar 46 generais. Despacho de Estaline: “Fuzilar todos os nomes da lista”.
26. Os primeiros cinco marechais da União Soviética em fotografia de Novembro de 1935. (Da esquerda para a direita): Mikhail Tukhachevsky, Semyon Budyonny, Kliment Voroshilov, Vasily Blyukher, Aleksandr Yegorov.
27. Célebre fotomontagem da fotografia original em que Nicolai Yezhov é apagado após ter caído em desgraça junto de Estaline. Os romanos sancionavam a memória dos caídos em desgraça apagando as referências à sua existência (Damnatio memoriae). Já os egípcios haviam tentado fazer o mesmo com o faraó Akhenaton, sem resultado. Os soviéticos nada aprenderam com as lições do passado.
28. Albert Kahn, arquitecto prussiano de origem judaica, naturalizado americano, abriu escritório em Moscovo, tendo aí projectado a construção de 521 fábricas de vertente militar entre 1930 e 1932.
29. Mulheres e crianças eram indiscriminadamente enviadas para o trabalho forçado em condições que conduziam à sua morte prematura. Fotografia tirada em 1932 durante a construção do canal Mar Branco-Báltico.
30. Nesta imagem captada em 1932, durante a construção do canal Mar Branco- Báltico, é possível observar as violentas condições de trabalho dos condenados. Por ordem de Estaline o canal deveria ser construído em tempo recorde e sem a utilização de equipamentos mecânicos. Dando cumprimento a essas imposições, o canal foi construído com uma profundidade que não comportava o calado da maioria dos navios.
31. Imagem de militares alemães, em 1932, junto a uma viatura Magirus ARW, no campo de testes da fábrica de Kazan na União Soviética, cedido pela gentileza de Estaline.
32. Uma imagem vale por mil palavras! Contrariamente ao Exército Vermelho que se encontrava totalmente mecanizado, em 1941 a Wehrmacht ainda tinha de confiar a sua logística ao transporte hipomóvel.
33. Dada a incapacidade da indústria alemã em produzir os equipamentos necessários, mesmo o transporte de peças de artilharia pesada alemã, teve de ser entregue ao esforço dos animais.
34. Inverno de 1941. A incapacidade da logística alemã em acompanhar a velocidade das divisões motorizadas concorreu para o que as tropas de Hitler não pudessem atingir Moscovo antes do pico do Inverno Russo.
35. Cadeia de produção em série de tanques T-34/76 em Tankograd, nos Urais. Note-se a dimensão das instalações, o grande número de equipamentos em montagem e apesar da pouca qualidade da imagem, a qualidade do ar que parece estar semi-obscurecido por partículas em suspensão.
36. Imagem das mesmas instalações, agora durante a fase de montagem das peças de artilharia. Pelo formato da torre, julgamos que esta fotografia terá sido obtida em 1943.
37. Linha de montagem do tanque “Tigre” alemão. Comparativamente com as imagens anteriores, note-se o muito menor número de viaturas em acabamento e a utilização intensiva de máquina-ferramenta.
38. Assinatura a 23 de Agosto de 1939, em Moscovo, do Tratado de Não-agressão Germano-Soviético. Observe-se o semblante de felicidade de Estaline em contraponto com a circunspecção dos restantes presentes. Simples tradução facial de amor à paz ou a satisfação “do gato que prepara para comer o rato?”.
39. Caricatura de 1939 sobre o “casamento” entre Estaline e Hitler. Quanto tempo irá durar?
40. Texto em alemão do protocolo secreto delimitando as esferas de influência da URSS e da Alemanha, assinado por V. Molotov e J. Ribbentrop. Esta foto do documento foi preparada pela defesa do ministro alemão durante os Julgamentos de Nuremberga.
41. Primeira página do “The New York Times” de 1 de Setembro de 1939, anunciando o ataque das tropas alemãs à Polónia.
42. Primeira página do “Paris- -Soir” de 18 de Setembro de 1939, anunciando a entrada das tropas russas na Polónia.
43. General soviético S. Krivoshein confraterniza com os seus camaradas de armas alemães durante a ocupação da Polónia.
44. “Metade para ti, metade para mim!”. Oficiais soviéticos e alemães discutem em Setembro de 1939, os pormenores da ocupação da Polónia, na presença tutelar de uma fotografia de Estaline.
45. Encontro entre as tropas soviéticas, vindas de Leste e as americanas, vindas do Oeste, a 25 de Abril de 1945, em Torgau, nas margens do Rio Elba. A União Soviética iniciou a II Guerra Mundial como aliada dos nazis contra as democracias e terminou como aliada das democracias contra os nazis.
46. Assinatura a 2 de Dezembro de 1939, em Moscovo, do “Tratado de Assistência Mútua e Amizade” entre a União Soviética, representada por Molotov e a República Democrática Finlandesa, representada por Otto Kuusinen. Todos os presentes nesta fotografia eram dirigentes do regime soviético e todos recebiam instruções directamente de Estaline.
47. Equipamento soviético abandonado e destruído durante a batalha da estrada de Raate em Janeiro de 1940. A utilização de tanques rápidos T-26 em espaços confinados, reduzidos a acções defensivas, revelou-se desastrosa.
48. Imagens de um fragmento da coluna soviética destruída na batalha da estrada de Raate. Cercados e imobilizados os soviéticos foram facilmente dizimados ou tiveram de fugir.
O cenário voltaria a repetir-se em Junho de 1941, na Bielorrússia e Ucrânia.
49. Soldado soviético equipado com pistola-metralhadora PPSh-41. É fácil perceber as semelhanças com a arma finlandesa na figura seguinte.
50. Soldados finlandeses equipados pistola-metralhadora Suomi KP-31.
51. Bomba russa de fragmentação lançada sobre as povoações finlandesas, conhecidas como “cestos de pão de Molotov”.
52. Dicionário militar Russo- Alemão.
53. Dicionário militar Russo-Estoniano.
54. Dicionário militar Alemão-Russo.
55. Fac-símile da primeira de doze páginas do manuscrito de Maio de 1941, do Major-general A.M. Vasilevzki, dirigido a Estaline e assinado por Timoshenko e Jukov, em que se propõe um ataque à Alemanha através do Sul da Polónia. Os carimbos, rectangular e oval, indicam que o documento foi transferido em 1948 para o Departamento Operacional da Stavka.
56. Cartaz de propaganda mostrando Voroshilov e Estaline como “construtores” do Exército Vermelho. Com a queda em desgraça de K. Voroshilov, pouco tempo depois de terem sido impressos, estes cartazes tiveram de desaparecer.
57. Imagem de um tanque T-28, abandonado sem evidência de qualquer problema, na beira de estrada soviética, enquanto as tropas alemãs continuam a sua marcha para Leste.
58. Imagem do Panzerkampfwagen IV, o mais poderoso tanque alemão disponível em Junho 1941. Note-se o canhão curto, as lagartas estreitas e a diferença de dimensão relativamente ao “obsoleto” T-28.
59. O tanque rápido BT-7 (Bystrokhodny tank) era literalmente capaz de voar. A sua agilidade tornava-os extraordinárias máquinas para exploração de rupturas da Frente inimiga, contudo a sua fraca blindagem inibia-os de qualquer capacidade como arma defensiva. Milhares foram destruídos ou abandonados no Verão de 1941.
60. Troféu capturado pelos alemães e posto em bom uso pelos seus novos proprietários.
61. Os alemães utilizaram estes “beutepanzer” essencialmente na protecção de itinerários e combate a partisan.
62. A comparação esclarece qualquer dúvida. O Tanque T-34 capturado e posto ao serviço dos alemães pode ser comparado com o Panzer III estacionado na sua rectaguarda. Note-se a blindagem inclinada, a dimensão do canhão e a largura das lagartas do T-34.
63. Mesmo unidades de elite como a Panzer Grenadier Division Großdeutschland, incluíam no seu inventário os apreciados T-34.
64. Fábrica de Tractores de Cheliabinsk nos anos 30.
65. Dois tanques pesados KV-1 Ekranami, inutilizados e abandonados pelas suas tripulações numa estrada da Ucrânia, no verão de 1941. Após a reparação das lagartas foram por certo rapidamente recolocados ao serviço dos alemães. Estes equipamentos não tinham qualquer equivalente no exército alemão e só em condições muito especiais poderiam ser destruídos pelas armas de que a Wehrmacht dispunha.
66. Panzer 38(t). Este tanque de origem Checoslovaca acabou por ser adoptado pelas forças alemãs atendendo às suas características superiores ao Panzer I e Panzer II. Em Junho de 1941 constituíam uma parte substancial das forças blindadas alemãs.
67. Panzer I. Esta máquina, desprovida de canhão, representava uma fracção importante dos blindados disponíveis no inventário alemão. Para os soviéticos este equipamento seria utilizado como um mero tractor de artilharia.
68. Fotos comparativas do tanque japonês Tipo 89 I-Go e do tanque soviético BT-7. Apesar de ter sido o primeiro tanque construído em série utilizando motor diesel, a sua blindagem e armamento tornaram-no obsoleto em 1940.
69. “Peace for our time”. Fac-símile do compromisso assinado a 30 de Setembro de 1938, por Neville Chamberlain e Adolfo Hitler, comprometendo-se a resolver futuras divergências entre a Alemanha e a Grã-Bretanha por meios pacíficos.
70. As duas fotos acima foram tiradas no início da Operação Barbarossa. O aspecto físico debilitado dos prisioneiros soviéticos e o vestuário não regulamentar, não resulta da sua exposição a longos combates que ainda não tinham ocorrido, mas ao facto de se tratar de homens arregimentados nas misérias dos Gulags e directamente descarregados na frente de combate.
71. Gigantesco tanque KV-2 abandonado pelos soviéticos em Junho/Julho de 1941, sem que aparentemente se possa detectar qualquer sinal de confronto com o inimigo ou tentativa de destruição pelos seus proprietários.
72. Tractor de artilharia soviético “Komintern”, equipado com o motor de um tanque T-24, foi construído de rebocar peças de 152/ 203 mm. Foram produzidos cerca de 1800 exemplares. A foto representa um desses exemplares capturado e utilizado pelos alemães.
73. Tractor blindado soviético T-20 Konsomolets. Estavam disponíveis mais de 6000 unidades em Junho de 1941. Apesar de utilizado como tractor de artilharia, as suas capacidades de combate eram equivalentes ao do Pz-I alemão.
74. Tractor de artilharia STZ-5 (Fábrica de Tractores de Estalinegrado). Dada a crónica falta de equipamentos deste tipo no seu inventário, os alemães aproveitavam todas as unidades que capturavam em seu beneficio.
75. Quem não tem cão caça com gato! Em falta de viaturas especializadas, como o tractor “Komintern” destruído na beira da estrada, os alemães tinham de recorrer a simples viaturas comerciais impróprias para o “todo-terreno” para rebocar a sua artilharia anti-tanque.
76. No início da guerra, cansados da violência de Estaline, os Ucranianos acolheram as tropas germânicas como libertadores.
77. Em Julho de 1941, as atrocidades do regime de Estaline ainda não tinham sido substituídas pelas de Hitler. Os bálticos e ucranianos acreditavam que os alemães não poderiam ser piores do que os russos e eventualmente poderiam mesmo restabelecer a sua liberdade e independência.
78. Imagem da reunião de Hitler com Molotov, na presença de um tradutor, ocorrida em Berlim, a 13 de Novembro de 1940. Na sequência das exigências de Moscovo expressas neste encontro, Hitler terá concluído que a guerra com a União Soviética era inevitável.
79. Fac-símile da primeira e última página da “Directiva 21” –Operação Barbarossa, assinada por Adolfo Hitler em 18/12/1940.
80. Tropas soviéticas capturadas após a queda das primeiras neves do Outono de 1941. O vestuário não regulamentar, a diferença de idades e o aspecto macilento parecem indicar que se trataria de homens recém arrancados às profundezas de um qualquer Gulag, para servirem de “carne para canhão” na Frente de combate.
81. Edital de mobilização geral na União Soviética. Note-se que a data de mobilização (23 de Junho de 1941) se encontra manuscrita.
82. Soldados alemães, montados em cavalos como os seus antepassados, ultrapassam um moderníssimo tanque soviético pesado KV-1, abandonado na margem da estrada sem qualquer dano aparente. O tanque encontra-se virado no sentido do movimento das forças alemãs, o que nos leva a admitir que também ele se afastava dos combates, até ter sido abandonado de urgência.
83. Tanque T-34 capturado intacto pelos alemães em Julho de 1941.
84. Soldado alemão posa orgulhoso em frente a um tanque soviético KV-1, abandonado intacto pela sua tripulação.
85. Tanque soviético capturado pelos alemães, assegura a protecção de uma linha de água.
86. Tanques soviéticos KV-1 e KV-2 capturados pelos alemães ainda antes de serem descarregados dos respectivos transportes ferroviários.
87. Obus B-4 soviético de 203 mm, capturado pelos alemães em Julho de 1941. Esta peça era determinante no ataque a zonas urbanizadas ou fortificadas, mas atendendo à sua escassa capacidade de se movimentar para enfrentar o inimigo que poderia surgir de qualquer direcção, absolutamente ineficaz em processos defensivos.
88. Tanques Soviéticos destruídos a 24 de Junho de 1941, na Batalha do Triângulo Dubno-Lutsk-Brody. Foto Wikimedia.
89. Roman A. Rudenko, procurador soviético nos julgamentos de Nuremberga e comandante do Campo de Concentração de Sachsenhausen, na Alemanha, após 1945.
90. Foto do massacre de soldados alemães pelos soviéticos, ocorrido a 3 de Julho de 1941, junto de Broniki, na estrada de Rovno, na Ucrânia.
91. Soldados soviéticos “confraternizam” como uma mulher alemã em 1945.
92. Gabriele Kopp, autora do livro Warum war ich bloß ein Mädchen?, em idade próxima daquela em que sofreu violações sucessivas pelas tropas soviéticas.
93. Libertador soviético.
94. Célebre foto de Yevgeny Khaldei, tirada em 2 de Maio de 1945. Note-se que o oficial que apoia o soldado Abdulkhakim Ismailov a hastear a bandeira vermelha sobre as ruínas do Reichstag, ostenta um relógio em cada pulso.