Com linguagem dinâmica, objetivo do projeto é levar parte da história de Patos de Minas a diversas regiões do município.
Patos de Minas ganhou exposição que aborda um pouco da história Notícias da formação do município. O “Projeto Museu Vivo e Itinerante” realiza sua primeira exibição esta semana, dentro das atividades da 8ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais. Com telas que trazem uma visão histórica geral de Patos, a ação visa fomentar a educação para o patrimônio buscando valorizar a história local. Durante a semana, os quadros ficam expostos no saguão da sede administrativa da prefeitura.
Iniciativa da Dimep, o “Projeto Museu Vivo e Itinerante” traz 20 telas que procuram construir um panorama de fatos marcantes do percurso histórico de Patos de Minas. Na exposição, são abordados temas como miscigenação, escolas do município, bens tombados e registrados e Festa Nacional do Milho. A linguagem mais dinâmica, semelhante à utilizada nas histórias em quadrinhos, tem o propósito de chamar a atenção do público, despertando curiosidade e atraindo interesse pela narrativa histórica.
Segundo o diretor da Dimep, Alessander Freitas do Amaral, o “Projeto Museu Vivo e Itinerante” possui importância fundamental para que as pessoas possam conhecer mais a respeito de Patos e da formação de Minas Gerais. “A exposição permite que as pessoas saibam um pouco mais sobre nosso estado e município, possibilitando reconhecer nosso passado e valorizar nossas raízes e nossa cultura”, informou Alessander.
Para dar continuidade ao trabalho de educação e valorização do patrimônio histórico e cultural, após a exposição na prefeitura, o projeto será levado para as escolas do município (tanto da rede pública quanto privada).
Fonte: Prefeitura de Patos de Minas
Neste 17 de agosto, comemora-se o Dia Nacional do Patrimônio Cultural. A ocasião é importante pois permite reflexões sobre a cultura corporificada em bens materiais e imateriais, os quais ajudam a construir a identidade de um povo. Para celebrar a data, o Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) promove, de 17 a 22 de agosto, debates sobre o patrimônio cultural. A programação poderá ser acompanhada virtualmente pelo YouTube do instituto.
Para o secretário de Cultura de Patos de Minas, Ivan Rosa, a data evidencia o reconhecimento da função do patrimônio cultural na formação da identidade individual e coletiva. “Os bens materiais e imateriais têm papel fundamental na constituição de uma sociedade. Ao reconhecê-los e respeitá-los, é possível rememorar o passado, valorizando o presente e projetando, a partir deles, um futuro melhor para todos”, destacou o representante da pasta.
Com o objetivo de possibilitar discussões acerca da preservação da cultura por meio do patrimônio, o Iepha organiza também a 8ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, que será realizada em centenas de municípios mineiros entre os meses de agosto e setembro. O evento traz como tema Caminhos do Patrimônio: contemporaneidade e novos horizontes. Patos de Minas terá programação especial, marcada pela inauguração do Projeto Museu Vivo e Itinerante e realização do 1º Fórum Municipal de Educação para o Patrimônio Cultural e Difusão. No município, as atividades da 8ª Jornada acontecem em setembro e serão divulgadas oportunamente.
Fonte: Site Prefeitura de Patos de Minas
Do total de 853 municípios mineiros, Patos de Minas figura entre os 20 mais bem pontuados no ICMS Patrimônio Cultural referente a 2021 e em primeiro lugar no Alto Paranaíba e Noroeste Mineiro. A classificação, feita pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), consta no resultado provisório publicado no dia 18 de junho pelo instituto. A nota 18,13 resultará em quase R$ 400 mil para o município investir em suas referências culturais, valor que pode variar dependendo da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Governo de Minas Gerais.
Esse resultado é fruto de ações e projetos realizados pela Secretaria Municipal de Cultura (Sectel), por meio da Diretoria de Igualdade Racial, Memória e Patrimônio Cultural (Dimep). O repasse de parcela da receita do ICMS arrecadado no estado para que os municípios preservem seu patrimônio cultural está previsto na Lei Robin Hood (Lei nº 18.030/2009), legislação de incentivo do Governo estadual que, bem gestada pelo Executivo local, torna-se fonte direta e muito significativa de recursos.
Segundo o diretor da Dimep, Alessander Freitas, a nota obtida consolida Patos de Minas como referência regional em cultura e patrimônio cultural. “O sucesso é consequência do ótimo trabalho realizado pela equipe da Dimep, da participação ativa e efetiva do Conselho Deliberativo de Patrimônio Histórico e Cultural (Condepahc) nos processos que lhe dizem respeito e da gestão democrática e correta do recurso específico.
ICMS Patrimônio Cultural – Programa de incentivo à preservação do patrimônio cultural do estado por meio do qual é feito o repasse de recursos para os municípios que preservam seu patrimônio e suas referências culturais através de políticas públicas relevantes. Para que os municípios recebam o ICMS Patrimônio Cultural é necessário comprovar que possuem ações de gestão para preservação desse patrimônio.
A Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sectel), por meio da Diretoria de Igualdade Racial, Memória e Patrimônio Cultural (Dimep), anunciou na quarta-feira (16) a realização do 1º Festival do Patrimônio Cultural de Patos de Minas. O evento ocorrerá entre os dias 21 de junho e 12 de julho, de forma virtual, e busca valorizar os bens culturais protegidos pelo patrimônio histórico e cultural da cidade. Haverá premiação para os melhores trabalhos.
O tema do Festival é “Patos de Minas: sua cultura, suas raízes – base para um novo mundo”. Os interessados poderão participar enviando vídeos em que retratam a execução de alguma das sete manifestações artísticas e culturais selecionadas: Congadas (Congado e Moçambique); Folia de Reis; Capoeira: roda e ofício dos mestres; Violas: o fazer e o tocar em Minas Gerais; Feitio da pamonha; Modo artesanal de fazer queijo minas; e Artesanato.
Depois de inscritos, os trabalhos serão submetidos à avaliação de uma Comissão de Seleção, que definirá quais apresentações serão premiadas. O valor destinado como premiação para cada categoria é de R$ 7.500,00, sendo que o montante será dividido e contemplará um limite máximo de 15 candidatos, levando em consideração a qualidade do trabalho apresentado (ainda que com equipamentos amadores). Isto significa que, neste caso, cada grupo contemplado pelo prêmio receberá R$ 500,00.
Para participar do festival, os interessados devem inscrever-se no período de 21 de junho a 12 de julho de 2021, no Museu da Cidade de Patos de Minas (Avenida Getúlio Vargas, 78). O edital completo com informações sobre o processo de inscrição e de análise dos trabalhos pode ser lido clicando aqui!
Fonte: Site Patos Hoje
A Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sectel), por meio da Diretoria de Igualdade Racial, Memória e Patrimônio Cultural (Dimep), realizará, de 21 de junho a 12 de julho de 2021, o 1º Festival do Patrimônio Cultural de Patos de Minas. O objetivo é a valorização e difusão dos bens culturais protegidos pelo patrimônio histórico e cultural por meio de apresentações audiovisuais produzidas por pessoas físicas (de ordem formal ou informal), com o tema “Patos de Minas: sua cultura, suas raízes – base para um novo mundo”.
Serão sete categorias contempladas: Congadas (Congado e Moçambique); Folia de Reis; Capoeira: roda e ofício dos mestres; Violas: o fazer e o tocar em Minas Gerais; Feitio da pamonha; Modo artesanal de fazer queijo minas; e Artesanato. O valor destinado como premiação para cada categoria será de R$ 7.500,00, sendo que o montante será dividido e contemplará um limite máximo de 15 candidatos, levando em consideração a qualidade do trabalho apresentado (ainda que com equipamentos amadores), ou seja, R$ 500,00 por candidato/grupo contemplado.
Para participar do festival, os interessados devem inscrever-se no período de 21 de junho a 12 de julho de 2021, no Museu da Cidade de Patos de Minas (Avenida Getúlio Vargas, 78). O edital completo com informações detalhadas sobre o processo de inscrição e de análise dos trabalhos encontra-se publicado nas páginas da Prefeitura de Patos de Minas e do MuP
Fonte: Site - Prefeitura de Patos de Minas - 16/06/2021
O material é composto por livros, quadros, fotos e brasões
O Museu da Cidade de Patos de Minas (MuP) recebeu recentemente a doação de diversificado acervo que conta a história da genealogia da família Caixeta. O responsável pela pesquisa e compilação do material é o administrador Antônio Caixeta, que, durante 35 anos, dedicou-se a investigar a origem do sobrenome e o histórico da família. Ele reside em Goiânia e desde 1986 concentra parte do seu tempo nesse trabalho.
Caixeta é um sobrenome bastante comum em vários estados brasileiros, sobretudo em Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná. A pesquisa concluiu que Minas é o berço dessa família, e os primeiros moradores que carregaram o sobrenome instalaram-se especialmente nas regiões de Ouro Preto e Patos de Minas.
Dados do estudo revelam que os antepassados dos Caixetas viveram na região da Espanha conhecida como Catalunha. Posteriomente, devido ao movimento de migração, alguns foram para Portugal e outros para a Itália. No Brasil, a história da família remonta a meados do século XVIII.
A decisão de doar o acervo para as instituições de Patos de Minas (arquivo e museu) resulta do fato de o município ser uma das regiões de origem dessa família em Minas Gerais. “Minha intenção é que o trabalho realizado torne-se acessível para o público em geral e que as informações levantadas sirvam às gerações futuras”, informou Antônio Caixeta.O material é composto por itens como livros, quadros, fotos e brasões. Além de enriquecer o acervo do MuP, a doação possui grande importância para o trabalho de pesquisadores da região, de Minas e do Brasil, que podem ter acesso à história da genealogia dessa família.
Fonte: Site Prefeitura de Patos de Minas. 26/05/2021
O Museu de Patos de Minas ampliou o período de funcionamento e, agora, recebe visitação também das 18h00 às 22h00 todos os dias da semana, inclusive domingos e feriados. De segunda a sexta-feira, o MuP continua aberto a partir das 07h00. A mudança é um convite a mais para a população da cidade e da região conhecer a exposição “Patos de Minas: fragmentos de uma história”, aberta ao público no m do ano passado.
“É uma exposição moderna e tecnológica, um quebra-cabeça que, ao ter suas peças anexadas, apresenta ao público a história do nosso município em diferentes vertentes. Temos muito orgulho dessa mostra. Ela marca a reinauguração do MuP em grande estilo, depois de concluída a obra de reforma e restauração da Casa de Olegário Maciel, que abriga o museu. É um projeto inteligente, dinâmico e interativo”, explica o historiador da Diretoria de Memória e Patrimônio Cultural, Geenes Alves.
A exposição foi desenvolvida por uma equipe multidisciplinar, e a curadoria é de responsabilidade do museólogo e historiador João Otávio Coelho.
Fonte: Site Patos 1
MuP está instalado no imóvel onde o político morou com a família, vinda para o município em 1858
Recentemente o Museu da Cidade de Patos de Minas (MuP) recebeu valioso e diversificado acervo que pertenceu a Olegário Dias Maciel. Quadros da família, uma espada da Guarda Nacional, bengalas personalizadas e medalhas de honraria estão entre os objetos doados.
O acervo foi doado por Gaspar de Faria Júnior, filho de Nísia Caixeta de Faria, que era sobrinha neta de Olegário Maciel. Contudo, foi Maria Antônia de Medeiros (na foto abaixo) a responsável por intermediar a doação dos objetos, que se encontravam em Belo Horizonte, ao MuP.
Olegário Dias Maciel nasceu em Bom Despacho (MG) em 1855. Era filho do coronel Antônio Dias Maciel e de Flaviana Rosa da Silva Maciel. Em 1858, transferiu-se com a família para Patos de Minas, onde o pai tornou-se fazendeiro. Fez os estudos preparatórios no Colégio Caraça, em Minas Gerais, e formou-se em engenharia pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, então capital do Império, em 1878.
Olegário Maciel foi engenheiro e político brasileiro de destaque, ocupando a vice-presidência e a presidência de Minas Gerais. Ele foi também um dos líderes da Revolução de 1930, movimento que conduziu Getúlio Vargas ao poder no Brasil.
Fonte: Site Prefeitura de Patos de Minas