Opondo a tradição francesa de utilidade subjetiva, herdada de J.B.-Say, ao predomínio das filosofias utilitaristas que dominaram o liberalismo britânico sob a influência de John Stuart Mill, Rothbard enumera neste artigo as principais obras e intelectuais do liberalismo francês do século XIX, destacando todo o legado político, intelectual e editorial da Escola Francesa na defesa do laissez-faire.
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Discorrendo sobre o importância de Frédéric Bastiat para a Escola Francesa de economia, Murray Rothbard explora neste artigo o seu legado intelectual e teórico na defesa do laissez-faire. Destacando seus maiores escritos e suas maiores contribuições enquanto militante da liberdade, Rothbard evidencia Bastiat como uma figura-chave do liberalismo no século XIX.
A contribuição intelectual de Gustave de Molinari foi considerada já pelos liberais de sua época a "culminação lógica" das visões de laissez-faire por eles defendidas. Isso não impediu entretanto que ela tenha sido rejeitada desde então pelo seu aparente radicalismo. Rothbard aborda neste texto a vida e obra do grande precursor do anarcocapitalismo moderno.
Político, administrador, filantropo e intelectual, Turgot foi praticamente o primeiro homem em uma posição de poder a reduzir o tamanho do Estado e a atacar os privilégios dos monopólios. Se todas as suas conquistas se perderam no tempo, seu legado influenciou a muitos e ainda influencia. Neste ensaio, Jim Powell, especialista em história da liberdade, traz a trajetória desse que foi um dos maiores defensores do livre mercado do século XVIII.