Inicialmente o Edifício chamou “San Thiago[1]” com projeto do arquiteto José[2] Maria da Silva Neves.
Foi construído no início do ano de 1944 e concluído em 1945, pelos engenheiros construtores Francisco Azevedo e F. Palma Travassos, em terreno ocupado pelo antigo casarão do Marquês de Três Rios.
Edifício “San Thiago”, Imagem da capa da Revista Politécnica,n. 150, dez. 1945.
Fonte: CARAM, 2014, p.166
Propaganda dos engenheiros construtores do Edifício “San Thiago”.
Fonte: CARAM, 2014, p.166. Revista Politécnica, n. 150, dez. 1945.
Abaixo estão as plantas dos andares tipo:
Planta do térreo, do Edifício “San Thiago”.
Fonte: CARAM, 2014, p.166. Fonte: Escola Politécnica (1946).
Planta do 1o e 2o pavimento do Edifício “San Thiago”.
Fonte: CARAM, 2014, p.166. Fonte: Escola Politécnica (1946).
Anexo I. Mapa do Perímetro de Tombamento e Área Envoltória sobre planta cadastral do município de São Paulo.
Fonte: Diário Oficial Poder Executivo - Seção I, p.45, 11 de junho de 2015.
Anexo II. Mapa do Perímetro de Tombamento e Área Envoltória sobre planta cadastral do município de São Paulo.
Fonte: Diário Oficial Poder Executivo - Seção I, p.46, 11 de junho de 2015.
[1] O edifício recebeu este nome em homenagem ao professor Rodolpho Baptista de San Thiago, antigo diretor da Escola Politécnica, entre 1928 a 1930.
[2] Segundo CARAM: Neves foi bastante influente no meio acadêmico e profissional. No ano de 1931, ingressou na Diretoria de Obras Públicas, da Secretaria da Viação e Obras Públicas. Em cargo de comissão, dirigiu e desenvolveu projetos na Seção de Arquitetura do Serviço de Prédios Escolares, entre 1935 a 1937. Lemos (1985b, p. 9 apud Ficher, 2005, p.212), resgata aspectos da personalidade e da amplitude do conhecimento cultural de Neves: “Silva Neves era um arquivo ambulante e foi a pessoa mais explorada dando entrevistas para os estudantes... Tudo que o Flavio Motta e o Benedito Lima de Toledo escreveram, que todos escreveram sobre São Paulo, foi o Silva Neves quem contou. Metade do que se sabe sobre o Ramos de Azevedo, foi ele quem contou... Ela sabia coisas incríveis, intimidades, sabia coisas engraçadas e nunca se repetia”.