Defender não é agredir.
É proteger-se com inteligência e respeito pelos limites — legais, físicos e humanos. A proporcionalidade é o princípio que orienta o quanto e como reagimos a uma ameaça.
Em Portugal (e em quase todos os países), a lei reconhece o direito à legítima defesa.
➡️ Mas só se a reação for proporcional à agressão.
Exemplo:
Empurrão ≠ soco no rosto
Tentativa de roubo ≠ fratura intencional
Se exagerares, podes passar de vítima a arguido.
A defesa pessoal eficaz não vive de raiva nem de impulsos.
➡️ Vive do autocontrolo e clareza sob pressão.
Quem treina aprende a medir o risco, a ler o agressor, e a escolher a resposta mais justa e segura — nem mais, nem menos.
Responder com violência desnecessária pode:
❌ Causar lesões graves
❌ Escalar o conflito
❌ Comprometer a tua imagem, carreira ou vida social
✅ A melhor defesa é aquela que resolve a situação sem destruição.
Ser eficaz não é ser brutal.
➡️ É ser preciso, rápido, adaptado e fluido.
A força certa, no momento certo, no lugar certo.
Mais do que força física, isso exige treino técnico e mental.
No nosso treino, a proporcionalidade é praticada desde o primeiro dia:
✅ Treinamos como evitar, neutralizar e controlar
✅ Trabalhamos respostas progressivas, adaptadas ao nível da ameaça
✅ Ensinamos a proteger com consciência e firmeza — sem agressividade cega