Você já se perguntou por que, mesmo desejando viver uma história diferente, acaba revivendo as mesmas dores?
Às vezes, repetimos padrões afetivos porque aquilo que nos é familiar parece mais seguro, mesmo quando nos machuca.
Não significa que você queira sofrer, mas talvez existam feridas que ainda precisam ser compreendidas.
A mudança começa quando você deixa de perguntar apenas “por que o outro me machuca?” e passa a refletir: “o que me faz permanecer onde dói?”
Você não precisa continuar repetindo a mesma história.
É possível construir novas escolhas, começando pelo autoconhecimento.