WhatsApp lançou funcionalidade para receber e enviar pagamentos diretamente pelo aplicativo. Veja como aplicar em seu negócio!
Em vigor desde 15/06/2020, esta funcionalidade, trata-se do envio e recebimento de dinheiro sem sair do aplicativo, tudo baseado na plataforma Facebook Pay.
Atenção: O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e o Banco Central suspenderam o funcionamento deste serviço em junho de 2020, porém em maio de 2021 foi liberado.
A funcionalidade será liberada aos poucos para os usuários do aplicativo e, por isso, talvez não apareça imediatamente no seu aplicativo. É uma funcionalidade que estará disponível tanto no WhatsApp quanto no WhatsApp Business, que aliada ao cadastramento de produtos/serviços no catálogo da sua empresa, poderá facilitar muito o processo de venda e cobrança.
Para enviar dinheiro o usuário precisará cadastrar seu cartão na plataforma Facebook Pay e escolher uma senha de 6 (seis) dígitos. Os recebedores do dinheiro também precisarão se cadastrar no Facebook Pay.
Para o cliente que ainda não usa o WhatsApp Business
INDIQUE Utilize o WhatsApp Business para manter as vendas
Transferências entre usuários
Para realizar transferências, é necessário que as duas pessoas tenham conta em alguma das instituições financeiras credenciadas (Banco do Brasil, Sicredi e Nubank).
As transações não têm taxa e são concluídas no mesmo dia, se respeitado o horário de funcionamento da instituição bancária, ou no próximo dia útil. Na função, apenas cartões de débito serão aceitos e é possível enviar até R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia, respeitando o limite de R$ 5 mil por mês.
Como receber dinheiro via WhatsApp Business?
Pequenos negócios que usam o Whatsapp Business poderão aceitar pagamentos através aplicativo. O Facebook Pay usa um provedor de pagamento terceirizado, a Cielo, para o processamento de pagamento.
No serviço oferecido via Whatsapp Business há a vantagem de não precisar ter uma conta em uma das instituições parceiras para receber pagamentos e não haver limite nas transações, apesar da taxa de 3,99% por transação e o dinheiro será recebido em até dois dias úteis. A Cielo também fornece serviços de pagamento adicionais, como:
A capacidade de receber pagamentos de clientes diretamente em suas contas bancárias
Rastreamento de todas as atividades de pagamento do cliente
Emissão de reembolsos
INDIQUE Como fazer pagamentos pelo WhatsApp para sua empresa - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ms/videos/veja-como-fazer-pagamentos-pelo-whatsapp-para-sua-empresa,2440f6ff1d8c2710VgnVCM1000004c00210aRCRD
Cuidado
Às taxas cobradas pelas operadoras para receber os pagamentos, em alguns casos é mais vantajoso receber o pagamento diretamente por transferências bancária.
Além do Facebook Pay, é possível usar opções de links de pagamento para concretizar suas vendas, seja pelo Whatsapp ou qualquer outro aplicativo de mensagens.
A Mão-de-Obra Direta (MOD) deve ser considerada como aquela que está diretamente ligada ao produto ou serviço.
De modo geral, pode ser calculada da seguinte forma:
- Calcular o salário do empregado com encargos.
- Dividir o valor calculado acima por 176 horas, que equivale a 22 dias (quantidade de dias úteis médios mensais por ano) vezes 8 horas.
INDIQUE: Cartilha Gestão da Micro e Pequenas Empresas - https://bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/E14A7DB666BB501483257425004F5728/$File/NT00037656.pdf
- O empresário, se quiser, pode também utilizar as h-H reais (hora-homem), ou seja, calculando um índice de ociosidade da MOD (mão-de-obra direta).
Exemplo:
Ociosidade = 5 % -> cálculo das h-H reais = 176 X 0,95 = 167,2 h-H.
Estoque é um investimento financeiro em recursos físicos, que permitirá a operacionalização na empresa, seja em comércio, serviço ou indústria.
Gestão de estoque é a atividade responsável por estudar esse investimento periodicamente para que a empresa possa alcançar equilíbrio para ter produtividade e manter a competitividade. Financeiramente, também é necessário avaliar custos e riscos.
É também o procedimento adotado para registrar e fiscalizar a entrada e saída de mercadorias e produtos. Essa administração do estoque deve ser utilizada tanto para matéria-prima quanto para mercadorias produzidas e vendidas.
A gestão permite que o administrador analise se os estoques estão sendo bem utilizados, localizados, manuseados e controlados. Busca garantir a máxima disponibilidade do produto, com o menor estoque possível.
O controle de estoque deve ser um procedimento diário. Uma gestão mal planejada reflete negativamente nos resultados das empresas, principalmente nos prazos de entrega de produtos ou na disputa com a concorrência.
Classificar os produtos em categoria abc, auxilia o gestor de produtos a enxergar quais são os itens que necessitam de maior ou menor controle devido ao seu impacto para empresa, tanto em preço, demanda, facilidade de reposição ou competitividade.
- Classe a: são os principais itens em estoque de prioridade alta, são materiais com maior valor devido sua importância econômica. 20% dos produtos correspondem a 80% do valor em estoque.
- Classe b: materiais que são considerados economicamente preciosos, logo atrás dos itens A. Eles recebem cuidados medianos. 30% desses itens correspondem a 15% do valor em estoque.
- Classe c: produtos que possibilitam menos esforços, não deixam de ser importantes pois sua falta pode inviabilizar a continuidade do processo. 50% dos materiais correspondem 5% do valor em estoque.
Vantagens do controle de estoque:
-identificar os produtos estratégicos para seu negócio;
-manter em estoque somente os produtos que são, de fato, necessários;
-diminuir custo com estoque de produtos desnecessários;
-comprar somente o necessário; -aplicar corretamente recursos financeiros;
-evitar perder o prazo de validade de determinados produtos.
Como controlar o estoque:
-identifique os principais produtos do estoque, definindo critérios de seleção dos produtos que terão seu estoque monitorado (volume, custo, validade, etc)
-mantenha atualizada as movimentações de estoque, registrando em formulário próprio as entradas e saídas do item do estoque, juntamento com seu respectivo valor.
-acompanhe os valores em estoque, registrando o fechamento de cada mês.
-revise periodicamente os estoques, buscando identificar produtos ou materiais que estão parados há muito tempo e que possam ser vendidos.
Verificar se as quantidades de produtos em estoque são suficientes para atender os clientes e não deixar faltar. Lembre-se que na organização de estoques, os produtos com data de vencimento mais recente devem ser armazenados na frente, para que sejam consumidos primeiro. Compras estratégicas não podem ser desconsideradas. Dependendo do produto e da promoção, pode valer a pena fazer uma compra maior.
Fonte: Base de conhecimento - Sebrae/SP
INDIQUE Os 5 pecados da gestão de estoque - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/os-cinco-pecados-da-gestao-de-estoque,e55075d380a9e410VgnVCM1000003b74010aRCRD
No curso Mantendo o estoque em dia, você aprenderá a importância de conhecer e administrar o estoque da sua empresa, mantendo-o organizado e otimizado. Entenderá, também, como o bom gerenciamento pode aumentar o seu lucro e fornecer o efetivo controle das saídas e entradas dos seus produtos. Quer receber o link?
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Qual o valor da sua empresa?
Uma empresa pode ser avaliada em diversas ocasiões e por diferentes motivos: para fins contábeis, depois da realização de uma transação ou aquisição, além de processos judiciais, por exemplo, nos quais os bens precisam ser divididos.
Utilizar essa ferramenta de análise de seu negócio tem vários benefícios, tais como:
Identificar as características que o valorizam;
Entender aspectos que o fazem valer menos;
Saber quanto pode ser investido;
Entender o crescimento ao longo dos anos;
Negociar, de forma justa, o valor da empresa com o societário.
Para isso, existe uma ferramenta que auxilia os empreendedores a estimar o valor da empresa: é o processo de avaliação da empresa. Para saber o valor da sua empresa, acesse este conteúdo e saiba mais: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/conheca-o-valuation-e-saiba-quanto-vale-sua-empresa,290732f8d0cbf410VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=Para%20isso%2C%20existe%20uma%20ferramenta,%C3%A9%20uma%20percep%C3%A7%C3%A3o%20de%20mercado
Após a leitura do artigo, se desejar pode agendar uma consultoria financeira e sanar alguma dúvida que tenha permanecido.
O ROI é uma abreviação para os termos “return on investment”, que pode ser traduzido para a língua portuguesa como “Retorno sobre o Investimento”.
De forma básica, o ROI permite saber quanto dinheiro a sua empresa gasta ou ganha com os seus investimentos feitos em diferentes canais.
Como calcular o ROI?
ROI = (Receita – Custo) / Custo
Por se tratar de um indicador econômico, o Retorno Sobre Investimento pode assustar os pequenos empreendedores, mas não se preocupe pois é muito simples calculá-lo.
Para obter o ROI, basta você subtrair o investimento total do ganho que você obteve e dividir esse valor novamente pelo investimento. Ou seja, você pode medir o ROI da seguinte maneira:
ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL
Assumindo, por exemplo, que o ganho obtido da sua empresa tenha sido 2 mil reais e o investimento inicial tenha sido de 500 reais, temos:
ROI = (2.000 – 500) / 500
ROI = 3
Isso significa que o retorno financeiro foi de 3 vezes o investimento inicial. E para você obter o ROI em forma de porcentagem, deve multiplicar o resultado do cálculo acima por 100. No exemplo citado, então, o retorno sobre investimento foi de 300%.
Para saber mais e ter acesso a materiais
INDIQUE O que é ROI e como calcular? - https://www.sebrae-sc.com.br/blog/o-que-e-roi-e-como-calcular/
O Prazo de Retorno do Investimento (PRI) é um indicador de atratividade de um negócio. Ele mostra o tempo necessário para que o empreendedor recupere tudo o que investiu.
O PRI é obtido sob a forma de unidade de tempo e consiste, basicamente, em uma modalidade de cálculo inversa à da rentabilidade.
Vamos a um exemplo: se uma empresa tem um PRI de dois anos e cinco meses, ela terá dois anos e seis meses após o início das atividades para recuperar, sob forma de lucro, tudo o que gastou no empreendimento.
Para calcular o PRI, em uma empresa nova ou em um investimento que vamos realizar, é preciso utilizar o valor do capital aplicado. Já quando se trata de uma empresa em atividade, podemos utilizar o valor do patrimônio total da empresa.
Vejamos a fórmula de cálculo para o PRI:
PRI = Investimento Total / Lucro Líquido.
Supondo que o valor do capital aplicado seja de R$ 45.000,00 e o lucro líquido no período seja de R$ 18.000,00, temos:
PRI = (45000 / 18.000) = 2,5 anos (02 anos e 06 meses).
Saiba como calcular o PRI
INDIQUE Prazo de Retorno do Investimento (PRI) - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/prazo-de-retorno-do-investimento-pri,90da5415e6433410VgnVCM1000003b74010aRCRD
A Demonstração do Resultado do Exercício, também conhecida como DRE, é um resumo financeiro dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa e sua função é a de informar se a empresa está obtendo lucro ou não nas operações pertinentes a um determinado período, geralmente de um mês.
Para fins legais de divulgação, ela abrange o período estabelecido como exercício financeiro, que normalmente vai de janeiro a dezembro (12 meses). Entretanto, também pode ser elaborada mensalmente para fins administrativos e trimestralmente para fins fiscais.
Os valores que compõem o DRE devem corresponder ao mês que está sendo analisado.
O DRE possibilita diversas análises, como a do Lucro Líquido ou Prejuízo. Se a empresa tiver com valor negativo pode significar:
• Faturamento abaixo do ponto de equilíbrio, faturamento necessário para pagar os custos e despesas.
• Custos Fixos elevados em relação ao faturamento.
• Formação dos preços de venda com margens muito baixas de lucro ou até mesmo zeradas ou negativas, possivelmente os preços estão sendo calculados sem a inserção dos custos fixos.
• Despesas financeiras muito elevadas, devido, provavelmente, ao desconto de cheques ou duplicatas.
Uma estrutura resumida de como fazer um DRE seria:
Receita Bruta
(-) Deduções e abatimentos
(=) Receita Líquida (1)
(-) CMV (Custos de mercadorias vendidas)
(=) Lucro Bruto (2)
(-) Despesas com Vendas
(-) Despesas Administrativas
(-) Despesas Financeiras
(=) Resultado Antes IRPJ CSLL (3)
(-) Provisões IRPJ E CSLL
(=) Resultado Líquido (4)
Para aprender a elaborar o um DRE
INDIQUE https://Como fazer um demonstrativo de resultados - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/como-fazer-um-demonstrativo-de-resultados,48f3ace85e4ef510VgnVCM1000004c00210aRCRD
O ponto de equilíbrio é um indicador de segurança do negócio. É ele que mostra o quanto é necessário vender para que as receitas se igualem aos custos; que indica em que momento, a partir das projeções de vendas do empreendedor, a empresa estará igualando suas receitas e seus custos.
Para calcular o Ponto de Equilíbrio (PE) em reais (faturamento), faça o seguinte:
PE = Custo Fixo / IMC (índice da margem de contribuição).
Portanto, inicialmente calcule:
• O valor total do custo fixo mensal.
• O índice da margem de contribuição.
Para calcular o índice da margem de contribuição utilize o DRE- Modelo de Demonstrativo de Resultados do Exercício. VEJA MAIS Sessão DRE
Exemplo DRE
Informações mensais.
Itens Valor %
1. Vendas (30.000,00) 100%
2. Impostos (3.000,00) 10%
3. Comissões (1.500,00) 5%
4. Custos das Mercadorias Vendidas (15.000,00) 50%
5. Margem de Contribuição (1-2-3-4) 10.500,00 35%*
6. Custos Fixos (7.500,00) 25%
7. Lucro Líquido (5-6) 3.000,00 10%
% = relação percentual do item com o valor das Vendas
* Índice da Margem de Contribuição - IMC
IMC = Margem de Contribuição / Vendas
IMC = 10.500,00 / 30.000,00 = 0,35 ou 35%
Assim, após ter em mãos as duas informações, custos fixos e o IMC, você poderá
calcular o Ponto de Equilíbrio - PE.
Para calcular o PE:
PE = Custos Fixos / IMC
PE = 7.500,00 / 0,35 = 21.428,57
PE = R$ 21.428,57
Não basta ter uma grande ideia para um negócio. É preciso investimento e experiência. Mas quando não se tem nem um e nem outro? O suporte necessário pode ser oferecido por um Investidor Anjo.
O termo surgiu nos Estados Unidos, especificamente na Broadway, para denominar indivíduos que financiavam produções teatrais.
O que é?
O Investidor Anjo é normalmente um ex empresário ou profissional bem sucedido em sua área de atuação, que tem experiência acumulada de uma carreira de sucesso e que esteja disposto a investir parte de seu patrimônio e também capital intelectual em busca de retornos financeiros.
O diretor da São Paulo Anjos, empresa que administra esse modelo de capital, Elcio Morelli explica “O que os investidores querem é retorno porque investem seus próprios recursos”.
O termo "anjo" é utilizado pelo fato de não ser um investidor puramente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar o empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso.
As áreas de investimento-anjo mais frequentes no país são startups (ideias ou projetos embrionários que precisam de investimentos), empresas já consolidadas que desejam inovar em sua área de atuação, projetos imobiliários, franquias, atletas e artistas.
Quais negócios de interesse do Investidor Anjo?
Negócios inovadores
Mercado com potencial significativo
Negócio com potencial de crescimento e alta rentabilidade
Valor do investimento abaixo de R$ 1 milhão
Os principais critérios levados em conta na hora de escolher as ideias são:
Possibilidade de inovação e execução.
Grande potencial competitivo no mercado.
Perspectivas reais de consolidação e de crescimento.
Limites de investimentos, preferencialmente, de R$ 100 mil a R$ 500 mil.
Como o empreendedor deve se preparar?
O empreendedor deve se organizar antes de apresentar suas ideias. Espera-se que nesse projeto esteja desenvolvido um modelo de negócio, que deve conter informações como o panorama de mercado e as perspectivas de crescimento e consolidação do empreendimento, além da ideia da empresa.
Feito isso, o projeto deve ser apresentado para avaliação dos possíveis investidores. Eles vão analisar as propostas e escolher aquelas que têm mais interesse de financiar. Depois, serão marcadas reuniões para debater o projeto.
Essa fase é fundamental para concretizar a transação, pois o investidor pode tirar dúvidas ou solicitar alterações na proposta. Se as negociações forem bem-sucedidas, acorda-se um contrato para definir as condições desse “casamento”. São estabelecidos direitos e deveres para ambas as partes, dando início à implementação da proposta.
Como funciona?
Com o investimento-anjo, haverá o financiamento total ou parcial da proposta de negócio. Isso possibilita que novos empreendedores ousem na concretização de suas ideias e não precisem recorrer a empréstimos ou a muitos sócios. Para quem recebe esse tipo de ajuda, outra vantagem é o fato de o financiador ser alguém com experiência de mercado.
A experiência do investidor-anjo é importante para auxiliar na implementação do negócio, pois ele poderá dar sugestões de mudanças na proposta ou orientações sobre como aumentar os investimentos e buscar novos parceiros.
O empreendedor pode contar com um ou mais investidores, isso dependerá da complexidade da proposta ou da necessidade de mais aportes financeiros.
Em geral, negócios locais, como lojas, prestadores de serviços ou negócios tradicionais estão fora do escopo de Investidores Anjo. O Investimento Anjo se destina a criação e desenvolvimento de negócios inovadores.
É comum que investidores anjo sejam compostos pelo chamado, em inglês, “3 Fs”: family, friends and fools.
Apesar da brincadeira, isso representa a realidade que é a de que os primeiros investimentos são provenientes da rede de contatos do empreendedor.
Mas há também diversos grupos de investidores anjo que atuam a partir de variadas plataformas como
INDICAR
Os custos fixos são aqueles que não variam em decorrência das vendas, ou seja, não importa de vendeu ou não, eles sempre existirão.
Exemplos: pró-labore, aluguel, salários e encargos, energia elétrica, telefone, etc.
Os custos variáveis, são diretamente ligados às vendas, oscilando conforme o aumento ou a redução das receitas.
Exemplos: compra dos produtos, impostos, e as comissões, por exemplo.
Você deve realizar os controles dos custos fixos, conhecidos também por indiretos, e os custos variáveis, os que estão diretamente ligados à comercialização dos produtos e serviços.
Nos custos fixos, existe um parâmetro que normalmente é deixado de lado pelos empreendedores, o pró-labore, seja para melhorar os resultados financeiros, ou porque o valor retirado é totalmente variável e de data incerta, o que acaba causando um transtorno para o controle do fluxo de caixa.
Portanto, o valor de retirada dos sócios ou proprietários deve ser fixado, como também as datas.
Conheça a cartilha “As 40 perguntas mais frequentes dos empresários”
INDIQUE As 40 perguntas mais frequentes dos empresários - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/bis/as-40-perguntas-mais-frequentes-dos-empresarios,5cd9438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD
INDIQUE: E-book Custos Fixos e Variáveis - https://atendimento.sebraemg.com.br/biblioteca-digital/content/ebooks-sebrae-custos-fixos-variaveis
Para implementar a maquininha no seu negócio o primeiro passo é se afiliar a uma das empresas (as credenciadoras) que viabilizam o serviço. Alguns exemplos: Cielo, Rede e GetNet.
Essas empresas cobram taxas de desconto, retendo um certo percentual em cada transação realizada. No entanto, é importante saber que há variações e, por isso, antes de escolher, analise bem as diferentes propostas.
Temos um parceiro que dispõe de vários modelos que você pode escolher, de acordo com sua necessidade. Já ouviu falar da AZULIS?
VEJA MAIS Sessão Azulis
Leve sempre às credenciadoras dados que demonstrem a robustez do seu comércio. Dessa forma, poderá conseguir maiores vantagens no processo de negociação.
Suas chances podem melhorar também, quanto maiores forem o número de pontos de vendas e a quantidade de “maquininhas” de que você precisará para passar os cartões.
Há outras questões que também devem ser analisadas:
É cobrada ainda alguma taxa de adesão e qual o valor?
Quanto custa o aluguel de cada terminal de captura?
Quais são as bandeiras aceitas?
E qual o número de cartões ativos no serviço?
Para receber as transferências de crédito que serão efetuadas por cada venda feita com pagamento via cartão, na maioria dos casos a empresa deve ter uma conta corrente.
INDIQUE Como aceitar e utilizar cartões para pagamento - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/saiba-como-aceitar-e-utilizar-cartoes-de-pagamento,3ce95d32eb521510VgnVCM1000004c00210aRCRD?origem=tema&codTema=3
O pró-labore é a remuneração que o sócio de uma empresa recebe por seu trabalho – uma espécie de recompensação, num valor fixo.
O pró-labore é pago às pessoas responsáveis pela administração da empresa (administradores). Ele, diferente do lucro, está sujeito ao Imposto de Renda de Pessoa Física e à contribuição para o INSS.
Serve para que se possa separar a vida financeira do negócio das suas necessidades pessoais de recursos.
Pró-labore NÃO é lucro
Lucro é o ganho sobre o capital que você investiu em seu empreendimento. Ele é apurado periodicamente. É o resultado da conta FATURAMENTO – (CUSTOS + DESPESAS). Só existe lucro em uma empresa quando houver resultado positivo após a apuração e este pode entrar como uma divisão dos lucros, diferente do pró-labore, que deverá ser pago ao sócio administrador a cada mês, independentemente de haver ou não lucro.
Outra diferença é que o pró-labore é pago apenas aos sócios que exercem alguma função no empreendimento, enquanto o lucro é distribuído a todos os sócios: tanto os que trabalharem nas atividades da empresa, quanto aqueles que investiram dinheiro nela, mas não participam das operações do dia a dia.
Calcule um bom valor
Para uma boa gestão e saúde financeira do seu empreendimento, o valor estipulado para o pró-labore deve ser calculado com muito cuidado.
O ideal é que se faça análise bem detalhada do quanto você gasta para manter seu negócio em funcionamento. Além disso, não se esqueça de prever também investimentos futuros.
Outro ponto que muitos empreendedores não prestam atenção diz respeito à variação da renda mensal. Desse modo, ganha-se mais em alguns meses, porém, menos em outros. A dica de ouro é se programar para fazer um caixa maior nos meses mais rentáveis.
Comprovante pró-labore
A emissão do documento que comprova o pagamento do pró-labore é feita por meio da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (Decore) pró-labore e deve ser emitida por um contador habilitado.
Peça ao cliente digitar no site de buscas conforme abaixo:
Infográfico: Tire as suas dúvidas sobre pró-labore - Sebrae - https://www.sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/Arquivos/Infografico_parcerias_serasa_sebrae_PRO-LABORE.pdf
Vídeo como calcular pró-labore: Planilha de cálculo do Pró-Labore? O Sebrae tem para a sua empresa! - https://www.youtube.com/watch?v=gV7g71jkL74
Administração do Capital de Giro
Para controlar o capital de giro é importante que o empresário registre as seguintes informações:
1) todos os valores das aplicações mensais de seu capital, tais como estoques, valores a receber de clientes etc.
2) gastos mensais referentes a fornecedores, salários, água, luz, etc; reduzindo das aplicações (1) os valores das despesas (2), o resultado desta operação é sua necessidade de capital de giro.
Analisando as informações, você pode tomar ações que:
-reduzam o ciclo entre a compra dos materiais e a sua comercialização. isto contribui para a redução da necessidade de capital de giro;
-reduzam a inadimplência de seus clientes;
-aumentam a relação entre pagar o fornecedor e receber do cliente. preferencialmente receba do cliente antes de pagar o fornecedor. Fique atento ao custo do parcelamento com o fornecedor;
-reduzam a necessidade de estoque;
-indiquem a necessidade de realização de promoções para gerar caixa.
Capital de giro é o montante de recursos necessário para a empresa fazer funcionar/operar.
Estes recursos podem ser utilizados para suprir as necessidades financeiras da empresa ao longo do tempo.
O recurso do capital de giro pode estar concentrado:
nos estoques
nas contas a receber
no caixa
no banco, etc.
O capital de giro é a diferença entre os recursos disponíveis em caixa e a soma das despesas e contas a pagar.
O capital de giro bem calculado e administrado proporciona:
1) Recursos de financiamento aos clientes (nas vendas à prazo);
2) Manutenção de estoques;
3) Garantia de pagamento aos fornecedores (compras de matéria-prima ou mercadorias de revenda), bem como o pagamento de impostos, salários e demais custos e despesas operacionais.
Administrar o capital de giro da empresa significa avaliar o momento atual, as faltas e as sobras de recursos financeiros e os reflexos gerados por decisões tomadas em relação a compras, venda e à administração do caixa.
O capital de giro se diferencia do capital fixo, investimento voltado à compra de imóveis, instalações, máquinas, equipamentos e etc., itens necessários para o início de processo físico de funcionamento da empresa.
Algumas dicas:
1. Identifique e corte gastos
Descubra custos que podem ser diminuídos e faça o que for necessário para cortá-los, pois empresas muitas vezes fecham as portas pela má administração do capital de giro.
2. Tenha muita disciplina
Não use seu capital de giro para cobrir alguma despesa.
3. Saiba negociar com fornecedores e clientes
4. Antecipe pagamentos a receber
Para ter mais dinheiro em caixa, você pode procurar instituições financeiras e receber delas os valores que teria somente no futuro..
5. Faça um empréstimo
Se a sua empresa precisa pagar dívidas e não tem dinheiro em caixa, o empréstimo é uma alternativa.
INDIQUE: Capital de giro: aprenda o que é e como funciona o da sua empresa - https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/artigosFinancas/o-que-e-e-como-funciona-o-capital-de-giro,a4c8e8da69133410VgnVCM1000003b74010aRCRD
Em todos os segmentos, seja industrial, varejo ou serviços, é muito importante saber os dados referentes à margem de contribuição.
Esse cálculo permite que o empreendedor conheça melhor suas opções de investimento, onde é possível economizar, melhorar as escolhas de fornecedores e trâmites internos.
Se é preciso comprar o que é vendido e ainda pagar algumas despesas que só ocorrem quando se vende, como é o caso de impostos sobre a venda e das comissões dos vendedores, quanto sobra para a empresa pagar despesas fixas e ter lucro? Essa é a margem de contribuição.
Mas por que esse nome: margem de contribuição? Isso tem um sentido:
Margem - porque é a diferença entre o Valor da Venda (preço de venda) e os Valores dos Custos e das Despesas específicas destas Venda, ou seja, valores também conhecidos por Custos Variáveis e Despesas Variáveis da venda.
Contribuição - porque representa em quanto o valor das vendas contribui para o pagamento das Despesas Fixas e também para gerar Lucro.
Para encontrar a Margem de Contribuição, é preciso realizar a seguinte conta:
Margem de Contribuição = Valor das Vendas – (Custos Variáveis + Despesas Variáveis).
Conheça um case completo para ilustrar esse assunto e aprenda a calcular a margem de contribuição.
O produto ou serviço pode ser cobrado de acordo com os custos de uma empresa, mas também deve levar em conta a oferta das lojas do mesmo segmento. Situações diferentes exigem valores de venda diferentes. Por exemplo, você não pagaria por 15 reais em um coco verde no mercado, mas provavelmente o faria no calor, durante uma viagem para uma ilha paradisíaca.
Outro fator crucial a ser considerado é o valor atribuído à empresa, ou seja, significado que ela propõe. Não adianta querer anunciar seu produto como espetacular, se você não tiver alguma razão para cobrar mais caro que outros concorrentes.
O diferencial é fundamental para se destacar e ganhar mais.
O que é preço de venda
É o preço que se cobra dos clientes em relação ao que foi adquirido por ele. Em escalas pequenas, poucos centavos parecem insignificantes, mas em uma escala enorme de produção, cada centavo faz a diferença. Esse é um dos importantes motivos de entender o cálculo de preços.
Todo valor deve ser suficiente para conseguir quitar os custos e despesas. Para saber o preço de venda, faça o seguinte cálculo:
Preço de venda = custos + despesas + lucro.
Custos envolvidos
O preço de venda proposto na sua empresa não deve considerar apenas o valor das matérias primas e dos custos dos serviços ofertados. Nesse cálculo entram diversas despesas, incluindo luz, água, telefone, aluguel, limpeza, salários, e outros gastos.
Ao somar as despesas e custos, será possível chegar ao valor mínimo necessário, para que a empresa consiga se manter sozinha, sem injeção de dinheiro externo. A empresa está com R$ 0,00 de dívidas e de lucros. A partir desse ponto, tudo que entrar monetariamente será lucro.
Todo o dinheiro recebido a mais jamais deve ser distribuído aos sócios. Afinal, é o lucro da empresa, não dos empresários. Não misture suas contas pessoais, enviando-as para empresa pagar. Tais atitudes são prejudiciais para o empreendimento e inviabilizam o cálculo do preço.
Custos fixos
Analise primeiro os custos que você terá para fazer e para vender um serviço ou produto. Caso exija-se valores altíssimos para a produção, pode ser inviável conseguir vender. Afinal, provavelmente existirão concorrentes que oferecem soluções iguais ou parecidas por muito menos.
Os custos fixos são aqueles pagos mensalmente com o mesmo valor. Eles nada mais são que a soma dos produtos gastos na produção, que alteram (diminuem ou crescem). Um bom exemplo é o salário dos funcionários.
Custo variáveis
Os custos variáveis dependem da produção e venda de um negócio. O dinheiro é proporcional ao aumento da aquisição dos compradores e quantidade de produção. Exemplos de custos variáveis: matéria prima, embalagens, entregas, fretes e outros.
Veja como este tipo de custo funciona na prática:
Em um mês, uma mulher fabrica dez vestidos, no mês seguinte ela fabrica vinte das mesmas peças. O consumo dos tecidos irá duplicar, porque ela passou a produzir mais para vender mais.
Além destas duas distinções de custos, existem outras três categorias em que podem ser encaixados. Conheça:
CPV – é o custo dos produtos vendidos, em que geralmente as próprias empresas produzem o que vendem, sem que haja a terceirização.
CMV – é o custo das mercadorias vendidas, ocorre em empresas que terceirizam produtos, trabalhos e outras atividades.
CPS – é o custo dos serviços prestados, é encontrada em negócios que vendem serviços para seus clientes.
Faça o cálculo
Primeira etapa – some todos os custos fixos: aluguel, conta de luz e água, salários, materiais para escritório e todos aqueles que não são afetados pela produção.
Segunda etapa – divida o custo fixo total pela quantidade de produtos.
Terceira etapa – separe os custos variáveis, exemplo matéria-prima e embalagens.
Quarta etapa – obtenha o preço salarial pago pelos produtos (considerando que a produção é terceirizada), que deve ser acrescido aos custos fixos.
Quinta etapa – precifique e a margem de lucro desejada, calcule os impostos e as comissões (os três itens devem aparecer em forma de porcentagem). São chamados de Custo Total de Vendas (CVT).
Sexta etapa - após calcular todos esses dados, você poderá encontrar o Mark updivisor (MKD), que mostra a quantia cobrada por um produto para saber o seu lucro real. A formula é representada da seguinte maneira:
MKD = (100 – CTV) / 100
Sétima etapa– é o cálculo relacionado à venda, para descobrir o preço ideal. Com o resultado do MKD em mãos utilize-o como na fórmula abaixo:
Preço de vendas = Custo do produto / MKD
Manual Como Elaborar o Preço de Venda - https://www.sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/UFs/MT/BIS/como%20formar%20o%20pre%C3%A7o%20de%20venda.pdf
A função do fluxo de caixa é a de informar sobre a situação da movimentação diária dos recursos financeiros, com as informações de pagamentos, recebimentos e o saldo, de forma diária e acumulada.
O resultado acumulado do fluxo de caixa, quando negativo, pode significar que a empresa está gastando mais que a sua receita permite.
As causas podem ser:
• Os prazos para pagamentos, oferecidos aos consumidores são maiores que os prazos que os fornecedores oferecem à sua empresa;
• O valor das parcelas das compras realizadas em datas sazonais, como por exemplo, Natal e Dia das Mães, são mais altos que o saldo de caixa;
• As compras para a composição de estoque estão muito elevadas, em relação ao giro de estoque efetivo da empresa;
• As retiradas de pró-labore estão além das possibilidades da empresa;
• Os juros bancários elevados.
Já o saldo do Fluxo de Caixa positivo, significa que a empresa está conseguindo cumprir as suas obrigações, realizando o oposto dos itens citados acima.
Se existe uma empresa, precisa também existir o fluxo de caixa para controlar todos os saldos. Sem esta ferramenta, seria como administrar a empresa com os olhos vendados.
Para você entender como funciona o fluxo de caixa, aprender a fazê-lo, e ter um melhor controle das finanças da sua empresa, acesse o material que vou te indicar.
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