Uma organização, seja ela o tamanho que for, sempre envolverá pessoas!
Seja para realizar o pagamento dos funcionários, quanto repassar informações do dia-a-dia, apresentar novos colaboradores, promover a integração da equipe, há sempre um gestor de pessoas envolvido nessas atividades.
O primeiro passo para estruturar a política de recursos humanos é a conscientização e a apropriação desta ideia, e mesmo que há uma pessoa focada somente nisso, não impede que os próprio sócios da empresa se preocupem em realizar ações voltadas para os colaboradores.
Uma sugestão de início é analisar quais são os pontos críticos do ambiente, e planejar ações para melhorá-las. Pode até mesmo envolver uma pesquisa com os próprios funcionários, para saber o que eles esperam da empresa.
Promover momentos de integração com a equipe só tende a melhorar o ambiente. Um exemplo é a implantação de um ritual de café da manhã em um dia específico da semana, ou a realização de reuniões semanais com os colaboradores. São ações simples e podem render bons resultados.
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Através da Gestão estratégica de pessoas você aprende a melhor forma de se usar a gestão de pessoas a seu favor e como essa ação pode gerar resultados diretos no sucesso da sua empresa.
Com informações sobre Recrutamento e Contratação entenderá a importância de selecionar as pessoas corretas para compor seu quadro de funcionários e como isso impacta na eficiência da sua empresa.
Na estruturação das informações, é importante descrever os processos e procedimentos, por exemplo, contratação de pessoas, orientação aos novos colaboradores, controle de benefícios.
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A melhor maneira de manter a motivação da equipe é através de um líder proativo e seguro.
Você consegue identificar ferramentas e estratégias que permitem gerenciar com eficácia os processos de atrair, desenvolver e reter profissionais talentosos em sua equipe de trabalho?
Investir na valorização dos profissionais é fundamental para o crescimento do negócio. Equipes motivadas são mais produtivas e deixam os clientes mais satisfeitos.
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Descrever um cargo consiste em enumerar todas as tarefas e responsabilidades
atribuídas ao seu ocupante.
Vale ressaltar, que quando vamos descrever um cargo, não podemos levar em consideração a pessoa que ocupa atualmente, e sim o que esse cargo deve realizar, quais são as suas atribuições.
É o conjunto de normas e procedimentos que visam estabelecer e/ou manter estruturas de salários equitativas e justas na organização.
Em uma organização, cada cargo tem o seu valor individual. Outro fator importante, é que seja baseado em um sistema lógico de comparações internas e externas dos cargos e de seus respectivos salários.
É o processo que visa escolher, entre os candidatos recrutados, os mais qualificados ou que se identificam mais com as características da vaga (escolher os mais aptos), visando manter ou aumentar a eficiência e o desempenho do pessoal, bem como a eficácia da organização. A seleção constitui a escolha da pessoa certa para o lugar certo.
Alguns exemplos de etapas que podem compor o processo de recrutamento:
a) Entrevistas de seleção
É o momento que vamos coletar informações complementares e conhecer o estilo de cada candidato, observando conhecimentos, habilidades e atitudes que interferem em seu comportamento e conduta, procurando identificar características profissionais, sociais, intelectuais e pessoais.
Você deve se preocupar sempre em fazer perguntas que tenham algum objetivo.
Para uma entrevista bem-sucedida, antes de perguntar ao candidato, você deve se perguntar: porque preciso dessa informação?
b) Testes de seleção
Tem como objetivo medir aspectos intelectuais, de personalidade ou técnicos relativos à cada profissão ou cargo. Devem ser preparados considerando o cargo e as características dos mesmos, assim como os aspectos pessoais envolvidos em cada função.
Existem dois tipos de testes:
Conhecimento – verificam o real conhecimento dos candidatos, mas devem ser preparados de acordo com a realidade de cada empresa e de cada função. Podem ser: testes gerais (cultura geral e línguas) ou específicos (de cultura profissional e de conhecimentos técnicos);
Psicológicos – é um complemento para o processo de seleção, que possibilita visualizar ou constatar características de comportamento pessoal, social ou cognitivas dos candidatos. Os testes psicológicos só podem ser aplicados por psicólogos.
c) Técnicas de simulação ou dinâmicas de grupo
São atividades em grupo, conduzidas por profissionais qualificados, que visam simular situações ou casos específicos, onde os participantes vivenciam e participam com suas opiniões e sua visão pessoal sobre as mesmas.
Podem ser adaptados em forma de jogos que permitem observar e avaliar as posturas e as maneiras de reagir de cada participante à determinada tarefa, fazendo a ligação com os aspectos profissionais. A capacidade de trabalhar em equipes tem sido muito valorizada no momento atual.
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Após todas as análises de recrutamento e seleção e a escolha do melhor perfil, a empresa terá o candidato apto para assumir o cargo.
Procede-se então a sua contratação.
Para tanto, você deverá obedecer a uma série de procedimentos para admissão previstos na legislação vigente.
INDIQUE VÍDEO 5 dicas l O que você precisa saber antes de contratar um novo funcionário
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INDIQUE Conheça os processos de contratação de funcionários
Se enxugar a folha é uma forma rápida de reduzir despesas, nem sempre isso é feito com o critério necessário: a demissão começa sempre pelo maior salário e pode trazer mais estrago do que se imagina.
Reduzir pessoal em proporção maior que o necessário pode afetar negativamente o negócio e seria o mesmo que “acertar no remédio, mas errar na dosagem”.
Perdas serão inevitáveis, mas podem ser melhor administradas se a reestruturação for feita com cuidado, afinal o capital humano é um bem valioso que precisa ser administrado e preservado.
Antes de qualquer ação, escreva o planejamento da redução.
1. Avalie cada colaborador medindo o que ele custa e o que ele traz de retorno para a empresa. Não adianta demitir alguém que custa 2.000 e precisar de dois de 1.000 para fazer o trabalho.
Demissões mal conduzidas criam tumulto.
2. Planeje a saída das pessoas, verificando quem vai realizar a tarefa do que saiu e se há condições e conhecimento dos remanescentes para isso. Aproveite o momento para entender melhor os talentos de quem ficou, dando oportunidade para colaboradores mostrarem suas aptidões em outras funções.
3. Minimize problemas trabalhistas fazendo desligamentos com a orientação da Contabilidade e de um advogado, se possível. Épocas de dissídio, cargos com estabilidade definida na CLT ou em Convenções Coletivas devem ser observadas sob pena de reversão da demissão ou custos maiores.
4. Faça a demissão deixando claro o seu motivo, agradeça a permanência do colaborador na empresa e comunique aos demais como deverá ser o andamento do serviço. Lembre-se que cada demissão provoca insegurança nos remanescentes e é melhor colocar as cartas na mesa, falando com clareza sobre os objetivos da empresa, os planos para vencer os dias difíceis, evitando fofocas, boatos e rumores que afetam negativamente o ambiente interno.
5. Evite que a saída do funcionário traga mais transtornos futuros: agir com delicadeza, oferecer carta de referência, lista de sites de cadastro de currículos, grupo de vagas nas redes sociais são atitudes positivas e relevantes para quem ficará desempregado e fortalece a imagem positiva da empresa.
Para saber como demitir um funcionário
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Feita a contratação e antes de se dedicar ao trabalho, o funcionário deverá passar por um processo de integração à empresa, como objetivo de facilitar a sua adaptação.
Neste processo, o empregado vem a ter uma visão global da empresa, de sua história, de seus objetivos, de sua sistemática de trabalho, etc.
Deverão também ser informados os direitos e deveres do funcionário na empresa, datas de pagamentos, adiantamentos, entre outros.
Não é fácil começar a trabalhar em uma nova empresa. Tentar se habituar com pessoas desconhecidas em um novo ambiente, fazendo procedimentos diferentes sob os olhares atentos de supervisores, é um processo que pode colocar muita pressão no novo contratado. É necessária uma inclusão do novato com os outros empregados, já acostumados com esse meio social.
A integração, ou onboarding, é um processo pensado para amenizar esse momento de ambientação do novo colaborador, fazendo com que ele se sinta parte da empresa. A atividade consiste basicamente em apresentar o novo ambiente e alinhar o empregado com os objetivos e valores da corporação, para que ele possa entregar bons resultados desde o início. O funcionário precisa passar por essas orientações para entender como a corporação funciona e como ele vai se encaixar nessa nova estrutura.
A responsabilidade pela integração de novos funcionários não deve ficar somente nas mãos do RH. Os outros setores da companhia devem estar cientes dessa adaptação e trabalhar para que tudo ocorra de maneira harmoniosa.
Esse processo de habituação traz inúmeros benefícios, como melhora no convívio organizacional, equipes unidas e integradas com sintonia na realização de tarefas, gerando uma entrega maior e de melhor qualidade em menos tempo. A retenção de talentos também é positiva para a empresa. Colaboradores insatisfeitos dificilmente permanecem; sendo assim, é importante priorizar a satisfação do contratado no seu período de adequação ao novo ambiente de trabalho.
Quando um novo colaborador não se sente bem integrado podem acontecer consequências negativas para o clima organizacional, afetando a produtividade.
Como essa integração acontecerá depende muito das particularidades de cada empresa e do que é prioridade que o colaborador saiba de imediato. Uma empresa de grande porte pode optar, por exemplo, por uma visita guiada pela estrutura para ajudar o novo funcionário a se orientar melhor. A abordagem depende do perfil da empresa, e o mais importante é que esses processos aconteçam com sinceridade e com um tratamento contextualizado com o perfil do empregado.
Apesar da sua importância, algumas empresas subestimam os efeitos do onboarding em suas organizações. Além de ensinar os funcionários sobre suas futuras atividades, é fundamental que os profissionais entendam os valores da companhia. Quando se trabalha alinhado aos valores, em um bom clima organizacional, e existe um sentimento de pertencimento com a organização, todos só têm a ganhar.
Nem sempre as pessoas sabem exatamente o que fazer no seu trabalho. As empresas precisam ensinar seus empregados a executar as suas tarefas da maneira como elas desejam e como a consideram correta. As pessoas motivadas apresentam uma enorme aptidão para o desenvolvimento, que é o potencial para aprender novas habilidades, obter novos conhecimentos, modificar atitudes/comportamentos e liberar sua criatividade.
O sucesso de um negócio depende de muitos indivíduos, não apenas o líder, trabalhando de maneira conjunta. Toda a equipe que compõe a empresa é responsável por levá-la ao bom desempenho, mas para isso, é necessário que seja capacitada para alcançar tal resultado.
O treinamento de pessoal é uma ferramenta essencial neste processo de otimização dos funcionários à empresa e seus processos. Contar apenas com experiência prévia pode se mostrar arriscado, tendo em vista que o indivíduo pode estar acostumado a um ritmo diferente de andamento das tarefas (ou não tenha experiência prévia nenhuma). É isso que o treinamento visa corrigir, desde uma breve orientação acerca da função a ser exercida pelo funcionário a palestras e/ou cursos fornecidos para aprendizado geral.
A manutenção da equipe de pessoal deve ser constante, atualização, capacitação, informações contínuas do negócio, solucionará possíveis pontos fracos da equipe de pessoal.
Algumas dicas para o treinamento da equipe:
1. O empresário qualificado
2. Capacitação da Equipe
3. Habilidades do bom atendimento
4. Motivação de pessoal
5. Contrate um consultor de Recursos Humano
INDIQUE:Como treinar e motivar sua equipe em 5 passos
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São técnicas utilizadas com a finalidade de obter informações sobre o comportamento profissional do funcionário, face ao posto de trabalho que ocupa na empresa.
Em resumo, é um conceito dinâmico, pois os empregados estão sendo continuamente avaliados, seja formal ou informalmente, nas organizações.
INDIQUE Avaliação do desempenho como forma de reconhecimento ao funcionário
É preciso contar com pessoas comprometidas. Afinal, gerenciar é obter resultados através das pessoas.
Mas, em algumas empresas atingir resultados é uma missão quase impossível. Vejamos as razões porque isso normalmente acontece:
1º. Os colaboradores não sabem claramente o que é esperado deles;
2º. Não foram suficientemente treinados;
3º. Há carência de indicadores de desempenho.
Estabelecer normas e procedimentos por escrito para padronizar as operações, facilita o trabalho de organizar e integrar os novos funcionários, como também para implantar e administrar novas filiais.
A tarefa número um da gerência é obter resultados.
Portanto, se você exerce essa função mas não atinge os resultados esperados possivelmente é qualquer coisa, menos um Gerente.
Para ter sucesso o Gerente necessita mobilizar os associados a jogarem de acordo com as regras do jogo e a maximizarem o seu potencial.
A principal responsabilidade nesta função é usar sua capacidade de liderança para aumentar as vendas e os lucros através do seu esforço e o da sua equipe.
Principalmente no varejo, a ociosidade é muito grande e sem definir claramente o papel esperado de cada funcionário rasga-se dinheiro. Portanto, nunca caia na armadilha de admitir novos empregados se não dispor de tempo suficiente para integrá-los e treiná-los adequadamente.
Além do treinamento inicial, cabe a cada parceiro associado se atualizar sempre, através de novas informações pertinentes ou necessárias à sua profissão.
Estabeleça indicadores. O que não se mede não se controla. Tudo o que queremos melhorar precisa ser medido.
Não queira ser onipresente para estar sempre junto a cada pessoa que trabalha com você.
Agir de acordo com a legislação vigente e ficar protegido contra problemas futuros, é fundamental que você conheça as diversas formas de contratação para decidir qual a melhor para seu negócio.
As várias opções facilitam a escolha do empresário pela modalidade mais indicada, seja a de menor custo ou a mais ideal para o rendimento do processo produtivo.
Confira as informações e orientações sobre contratos com carteira assinada, por meio de estágio ou pela contratação de Jovem Aprendiz, assim como contratação temporária e terceirização.
Veja as formas de contratação de funcionários que você, empresário de um pequeno negócio, pode adotar:
Carteira assinada: quando um funcionário trabalha de forma fixa, a maneira mais segura de contratação é com a carteira assinada, registrada com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nesse caso, o empregador é responsável pela garantia do 13º salário, FGTS, recolhimento de INSS, parcela do vale-transporte e de alimentação, além de férias.
Estágio: a vontade de aprender e uma atuação sem vícios são características positivas nessa modalidade. Dessa forma, o empregador pode preparar o estagiário para efetivação futura. Os encargos são menores, sendo que a contratação deve ser intermediada por um agente de integração. A carga horária de trabalho do estagiário pode ser de, no máximo, seis horas diárias.
Jovem Aprendiz: possibilita a contratação de adolescentes entre 14 e 17 anos, que estejam cursando regularmente o ensino médio, não sendo exigida necessariamente experiência profissional. Para tanto, a empresa já precisa ter, no mínimo, sete funcionários. É feito um contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e de prazo determinado, com duração máxima, em regra, de dois anos. As micro e pequenas empresas podem contratar os jovens facultativamente, mesmo as que fazem parte do Simples Nacional.
Dentro desta opção, ainda existe o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa, criado pelo Governo Federal e que incentiva a inserção dos jovens no mercado de trabalho, com prioridade aos que vivem em situação de vulnerabilidade e os alunos de escolas públicas. As micro e pequenas empresas podem contratar, nessa modalidade, com redução de custos.
Contratação temporária: se a empresa possui necessidade urgente de um tipo de serviço, como períodos de volume extra de trabalho, ou atividades por tempo determinado, pode recorrer ao contrato temporário. A contratação deve ser intermediada por uma empresa de recursos humanos especializada. A empresa que optar por essa modalidade tem as seguintes vantagens: atendimento a demandas de serviço extraordinárias, isenção de custos adicionais como férias, 13º salário, INSS e FGTS.
Terceirização: é quando uma empresa contrata serviços de outra para execução de uma atividade específica. Os benefícios desse tipo de vínculo são: diminuição de custos com mão de obra, decréscimo do desemprego, redução de custos com encargos previdenciários e trabalhistas e alta capacidade de produção.
Equipe motivada, meta atendida! Aprenda como treinar e gerir uma equipe de vendas, desde a seleção de pessoal até a motivação para alcançar resultados.
Algumas dicas:
Crie um bom ambiente: trabalhar em um local onde exista uma boa convivência no ambiente é parte importante da qualidade de vida.
Treinamentos e capacitações: uma boa equipe se mantém atualizada e em constante busca de conhecimentos técnicos.
Estimule a cooperação: como em qualquer ambiente, a empatia e cooperação são pontos que devem ser constantemente nutridos. Promova reuniões com todas as áreas e dê oportunidade para que os colaboradores exponham suas dificuldades do dia a dia.
Direcionamento e feedback: um bom direcionamento, acelera processos e reduz ruídos na comunicação durante os projetos. Além disso, é responsabilidade do gestor auxiliar ao time na tarefa de enxergar as possíveis falhas e também os pontos de acerto.
Reconhecimento: não há nada melhor do que ser reconhecido por todo esforço e estudo colocados durante a trajetória de produção. Dê atenção e considere qualquer ideia ou iniciativa que provenha da sua equipe.