A ARTE REALMENTE É UMA COISA DIFÍCIL DE DEFINIR (2023), Bruno Teixeira
Sinopse:
Hermínia Mesquita dá aulas de pintura há 18 anos. A sua formação inicial foi em línguas estrangeiras (inglês e alemão), mas o seu gosto pela pintura vem já da sua infância. Tem aulas de pintura no G.A.R.T. - Grupo de Artistas e Amigos da Arte e hoje ela própria dá aulas para interessados pela pintura.
ESTA SOU EU (2024), Bruno Teixeira e João Vieira
Sinopse:
Magda nasceu em Nova Lisboa, filha única de uma família antiga de Angola. Lá aprendeu a andar, falar, escrever. Era feliz, não sabia o que era o racismo ou o colonialismo.
Os caminhos de ferro de Benguela fazem parte da história da sua família. Todos os comboios são sagrados. O de Benguela era o mais sagrado.
Esta é Magda!
GESTO (2011), António Borges Correia
Sinopse:
António tem 18 anos e é surdo profundo. Quer estudar cinema fora de Portugal e tornar-se realizador. Ao mesmo tempo, vive o seu primeiro amor com Irina, uma jovem surda que não o compreende. Pela primeira vez na vida, o mundo de António está a desabar. Mas talvez valha a pena perder o mundo para conquistar o universo onde surdos e ouvintes se descubram num mesmo gesto.
A CASA DAS MÃES (2015), Philippe Costantini
Sinopse:
"A Casa das Mães" debruça-se sobre a instituição social "Casa de Santo António" em Lisboa, que presta apoio prático e emocional a cerca de vinte mães adolescentes. Durante os dois ou três anos de residência as jovens são preparadas para uma vida auto-suficiente que lhes permita cuidar dos seus filhos. O caminho para esse objetivo entre a infância e a idade adulta é difícil e acidentado: as rotinas diárias, as relações sociais, a auto-estima e a responsabilidade não são óbvias e colidem por vezes com as necessidades, interesses, medos e sonhos destas jovens mães.
CLANDESTINA (2023), Maria Mire
Sinopse:
Para pensar as atuais práticas de dissidência política, mergulhamos no passado e acompanhamos a vivência de uma jovem artista. Convidada a entrar na clandestinidade em Portugal na segunda metade do século XX, Margarida Tengarrinha, desempenhou um importante papel na resistência antifascista, tornando-se falsificadora por militância política. Através do anacronismo temporal, CLANDESTINA é como uma missiva a um tempo porvir, uma premonição da possibilidade trágica da História se estar a repetir.
PT.ES (2011), Pedro Sena Nunes
Sinopse:
Contagem crescente até à desmistificação de uma ponte que liga e separa um país do outro. Portugal e Espanha, distanciados por fragmentos de memórias, imagens, objetos, vozes e ruínas. O tempo esgota-se. Paira a ansiedade da fronteira e a força de acreditar que é possível mudar. Num mundo de contradições, as desigualdades subsistem. Estamos perante um quebra-cabeças num mapa de ideias e lembranças.
BISSAU VILA MORENA (2023), Manuel Loureiro
Sinopse:
Guiné-Bissau, 25 de Abril.
O grupo “Teatro do Oprimido” festeja com um Amílcar Cabral gigante e cravos.
Ouve-se uma Grândola que se canta Bissau, juntando assim os símbolos das lutas dos dois países pela liberdade.
Em Bolama, a força da cultura e tradição manifesta-se, numa terra que parece abandonada, excepto pelos seus habitantes.
61-63 (2021), Ricardo Gomes Santos
Sinopse:
O soldado que chega a um lugar, sem saber ao que vai, para onde vai, vê-se confrontado com uma violência atroz, com a morte, com a escassez e solidão. Deixa para trás a sua família, amigos e uma vida que conhece, a única relação. com o passado de cada um faz-se somente por meio de cartas, por vezes escassas, e fotografias.
A CADA SEGUNDO (2023), Patrícia Maria Sobreiro
Sinopse:
A Cada Segundo é um documentário autobiográfico sobre a morte na perspetiva da autora, que cresceu com a existência de uma agência funerária na família. É um ensaio sobre a morte repartido em sete pequenos capítulos. Embora seja sobre a morte o tema central, o filme é, na sua essência, sobre o milagre da vida, vivido a cada segundo.
ÁGUA MORNA (2023), Pedro Caldeira e Paulo Graça
Sinopse:
Sem nunca ter tido instrução para tal, um senhor nonagenário dedicou parte da sua vida à construção de esculturas e cenários em madeira.
MEMÓRIAS EM MOVIMENTO (2023), Gabriel Andrade
Sinopse:
"No dia 1 de Abril de 2022, o meu avô faleceu, e eu perdi-me. Acho que o meu trajeto mudou quando, poucos dias após a morte dele, alguém me ofereceu uma pequena câmara de VHS. “Memórias em Movimento” é uma jornada visual que leva o espectador a refletir sobre a presença momentânea na terra e coloca questões sobre a natureza de uma memória."
FITAS CIRÚRGYKAS (2021), Edgar Pêra
Sinopse:
UM PHILME DE EDGAR PÊRA PARTIR DE IMAGENS DE DOMINGOS OLIVEIRA SANTOS CIRURGIÃO-CINEASTA.
ALMA ANCIANA (2023), Fábio Mota e Helen Esther Aschauer
Sinopse:
Um documentário íntimo e poético que acompanha o dia a dia na vida e lutas dos cidadãos idosos num mundo instável, através dos olhos dos seus netos. Três histórias contrastantes passadas em Portugal, Áustria e Cuba criam um retrato honesto e de empatia que explora os temas dos cuidados de saúde, a família e a vontade de continuar a viver num mundo de circunstâncias sociopolíticas altamente imprevisíveis, marcado por guerras, doença e uma pandemia global.
TEMPOS DE ESCOLA (2024), Francisco Torres
Sinopse:
Em 2023, a Escola Superior de Teatro e Cinema celebrou 50 anos. No Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, Manuel Mozos conduziu o processo de identificação do espólio da escola, colaborando com Francisco Torres para, juntos, mergulharem no passado da escola que os formou.
PARA LÁ DA MARGEM (2024), Henrique Mesquita Montes
Sinopse:
Um homem e o seu espírito navegam em concordância com a natureza. Pelo dia, pela noite, pelos alvoroços das imprevisibilidades, navega no rio como navegamos todos pelas nossas vidas.
PANO DA TERRA (2019), João Meirinhos
Sinopse:
Um documentário etnográfico de João Meirinhos e Tânia C. Neves sobre as tecedeiras da Vila de Mértola, a fábrica de tecelagem de Reguengos de Monsaraz e a última fiadeira da região, localizada na aldeia de São Pedro de Sólis. Contam-nos como este árduo trabalho moldou as suas vidas numa sociedade demasiado apressada para uma tradição com seus ritmos muito próprios. Um trabalho de paixão a todos os níveis.
EM ANO DE SAFRA (2023), Sofia Bairrão
Sinopse:
Numa comunidade do centro de Portugal cujas raízes se entrelaçam com as do montado de sobro, acompanhamos um ciclo de extracção de cortiça. Os olhares de uma filha e de um pai revelam tensões e desafios para manter viva esta arte ancestral num momento de crise de saberes, de práticas e, sobretudo, de continuidade.
EDITOR CONTRA (Doc, 2022), Luís Alvarães
Sinopse:
A vida de Fernando Ribeiro de Mello, uma das mais controversas personalidades do século XX português, fundador das Edições Afrodite
Antes do 25 de Abril de 74, as Edições Afrodite de Fernando Ribeiro de Mello publicam uma vasta coleção de livros proibidos, apreendidos e destruídos pela Censura do Estado Novo. Depois da revolução, como continuar a "Editar Contra"?
A partir do livro homónimo de Pedro Piedade Marques, o documentário de Luís Alvarães relembra a vida de Fernando Ribeiro de Mello, uma das mais controversas personalidades do século XX português, fundador das Edições Afrodite, a partir da qual, antes do 25 de Abril de 1974 publicou uma vasta coleção de livros proibidos e censurados pelo Estado Novo.
Através de testemunhos e encenações o documentário evoca a ousadia e as aventuras de um editor que fez da irreverência o seu traço mais digno, antes e após a revolução, possibilitando uma aproximação às particularidades mais intrépidas do mundo da literatura portuguesa do século XX.
BRUMAS DA MEMÓRIAS: OS PORTUGUESES CONTRA O III REICH
(Doc, 2024), Ricardo Clara Couto
Sinopse:
“Brumas da memória: os portugueses contra o III Reich” conta a fascinante e quase desconhecida história dos emigrantes e exilados portugueses que, em solo francês, enfrentaram os exércitos de Hitler. Integrados na resistência ou nas forças da França Livre, centenas de compatriotas espiaram, sabotaram, conspiraram e bateram-se pela derrota dos nazis, pagando muitas vezes a audácia com a própria vida. Através dos exemplos do legionário Rogério Flores, dos Leonel de Pinho, pai e filho, da militar Hortense Antunes, do revolucionário Alberto Alexandrino dos Santos, da secretária Ermelinda dos Santos Viana e da corajosa família Azevedo Neves, rompemos o véu de silêncio que se abateu sobre estes heróis e homenageamos o sacriNcio de quem lutou pela Liberdade.