WONDERLANE (2022), Xavier de Santos
Sinopse:
Relembrando memórias e histórias dos dias nas ruas a brincar, que agora não são mais a norma, WONDERLANE é uma lembrança nostálgica das curiosas e aventureiras liberdades do passado. Um filme de dança inspirado por um coletivo de fotógrafos que, há cinquenta anos atrás, capturaram ruas e assim, a arte perdida de brincar ao ar livre.
GARDEN SCENES OF YESTERYEAR (2022), Vasco d'Ayala
Sinopse:
A melancolia e aborrecimento de uma jovem rapariga numa família abastada na segunda metade do século XX e as suas constantes tentativas de escapismo a partir de devaneios elaborados. Um retrato da relação alienante de Mara com os pais no seu dia-a-dia e em contextos das inúmeras e repetitivas festas opulentas, sejam estas em luxuosos palácios ou em sua casa. Tudo isto é um crescendo para o desespero de Mara.
BAUPROBE (2022), João Calixto
Sinopse:
Antes do verbo, outras coisas havia. Em volta de rochas, no céu à deriva, desenharam-se números, linhas e círculos. Rasgaram-se teorias. Em experiências simples, o carnaval abriu-se quando as mãos foram em busca de ideias que apenas existem nas coisas. No início era o papel.
IMPRESSIONS OF LIGHT (2022), Juliana Julieta
Sinopse:
O trabalho partiu de um fascínio por superfícies refletoras como forma de compreender a própria identidade como algo sempre contextual, mutável, distorcível, fragmentária, metamórfica ou, simplesmente, altamente reflexiva e em permanente recriação. Ondas a cair, desintegrando o todo, recompondo-se e mantendo uma certa unidade constitutiva/fundadora, mesmo para algo que está sempre em fluxo, tomando novas formas e manifestações. “el camiño és una red” instável, cheio de ligações rizomáticas, algo que tecemos à medida que avançamos.
PERHAPS THE BUTTERFLIES MURDERED HIM (2019), Maria Leal
Sinopse:
Para X o mundo é uma constante, algo já definido. Após ler a fábula “The Butterfly Dream” a sua realidade é distorcida. Vagueando pelas ruas frias, X questiona-se se o que está a viver é real ou uma mera ilusão.
SOMEWHERE IN OUTERSPACE THIS MIGHT BE HAPPENING SOMEHOW (2019), Paulo Malafaya
Sinopse:
Um poema visual onde documento e reflito à cerca do último ano e meio da minha vida, selecionando e organizando vídeos que tenho filmado com a minha câmara portátil desde a época. Uma ode a mim mesmo e ao que me rodeou este tempo, influenciada pelos filmes diarísticos de Jonas Mekas e pelo caráter introspetivo e intimista presente no monólogo do filme “Container” de Lukas Moodysson.
AZUL E PRATA (2020), João Coroa Justino
Sinopse:
Sete anos de filmagens pessoais transfiguradas num poema cinematográfico em sete estrofes, Azul e Prata propõe um olhar pessoal sobre o intangível e o desconhecido, impulsionado pelo desejo latente de trabalhar conceitos como o tempo e a memória, o dia e a noite, a vida e a morte.
HOW TO BE A CANDID WOMAN (2022), Francisca Dores
Sinopse:
Crítica à representação e educação das mulheres, ao longo dos anos, através do cinema e dos meios de comunicação social.
ULTIMATE BLISS (2022), Miguel de Jesus
Sinopse:
“Querida Marisa, Agora, um planeta inteiro nos separa. 17990 quilómetros, para ser preciso. No limiar deste paraíso, só há uma coisa que posso fazer. Esperar. E por fim, o Ultimate Bliss virá ao nosso encontro, baby.” Um filme-diário e um exercício de memória, sobre um futuro que tem tanto de remoto como de selvagem.
A STRAIGHT STORY (2021), João Garcia Neto
Sinopse:
Uma viagem de comboio entre Poznań e Lublin, na Polónia, transforma-se, em A Straight Story, num ensaio foto-fílmico intimista e cinéfilo.