Literatura e Justiça Social
SIMPÓSIO 1
SIMPÓSIO 1
Este simpósio abrigará trabalhos que problematizem como a literatura infantil e juvenil dá visibilidade a sujeitos e grupos não hegemônicos, como, por exemplo, povos indígenas, populações negras, membros de comunidades periféricas, pessoas em situação de migração e refúgio, pessoas com deficiência, neurodivergentes, pessoas LGBTQIAPN+, e crianças e jovens em contextos de vulnerabilidade social em diálogo com a Agenda 2030 da ONU. Nesta concepção, a literatura pode atuar como instrumento de transformação, não apenas representando a pluralidade cultural, mas também mobilizando leitores para a construção de sociedades mais justas e inclusivas.
O simpósio convida à reflexão sobre como a literatura pode promover multiplicidade de perspectivas, cidadania, equidade e inclusão, reafirmando seu papel ético, estético e político. Espera-se receber pesquisas que analisem obras literárias, práticas de mediação, políticas de visibilidade, projetos estéticos e debates teóricos que contribuam para uma formação leitora crítica e para a construção de sociedades mais justas e inclusivas, tendo como foco principal os
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 – Educação de Qualidade; 5 – Igualdade de Gênero; 10 – Redução das Desigualdades; 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
ODS 4 visa garantir educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida.
ODS 5 busca alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
ODS 10 propõe reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.
ODS 16 pretende promover sociedades pacíficas e inclusivas, assegurar acesso à justiça e construir instituições eficazes e responsáveis.
Palavras-chave: Literatura infantil e juvenil; Justiça social; Agenda 2030; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Direitos da infância e da juventude
E-mail para contato: cilcjpucsp1@gmail.com
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Os resumos serão recebidos até 15/10/2025.
Serão 15 minutos para apresentação de cada comunicação.
Ana Luiza Rocha do Valle é pesquisadora e educadora nas áreas de Literatura e Museologia. Atualmente, desenvolve pesquisa de pós-doutorado no Programa de Pós Graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC São Paulo. É doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela FFLCH USP, com passagem via PDSE CAPES pela Universidade Sorbonne Paris IV (França), e pelo Memorial Sighet (Romênia); mestra em Museologia pelo PPGMus USP, com passagem via BEPE Fapesp pelo Museu Literário Petofi (Hungria) e pelo Centro François Mauriac de Malagar (França). É técnica na mesma área pelo Centro Paula Souza (ETEC Parque da Juventude), bacharela em Estudos Literários pelo IEL Unicamp, e Licenciada em Letras Português pelo Claretiano. Licenciatura Letras Inglês em curso pela Uniplena. Atua como professora no Ensino Fundamental Anos Finais, em uma instituição da rede privada da cidade de São Paulo, desde 2022.
Janaina Freire é doutoranda em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP. Mestra em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP (2024). Pós-graduação em Arteterapia pelo NAPE - Núcleo de Arte e Educação (2022). Pós-graduação em Direito Educacional e em Gestão e Políticas Públicas na Educação, ambas pela Faculdade Campos Elíseos. Pedagoga formada pela Universidade Anhanguera (2017). Licenciatura em Artes pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2009). Graduação em Desenho Industrial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2001). Atualmente é professora de Artes da Prefeitura de São Paulo, ministrando aulas para o Ensino Fundamental I e II. Membro integrante do grupo de estudo em Literatura e Educação, da PUC-SP.
Adele Grostein é bacharel e licenciada em Letras pela FFLCH-USP com habilitação em Português e Linguística. Mestre e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. Bolsista CAPES. É membro do Grupo de Pesquisa Literaturas e Ancestralidades Negras (GP-LAN/PUC-SP/CNPq) e professora de Português em cursos pré-vestibular particulares e populares em São Paulo.
Marina Candido é graduada em Letras pela Universidade Cruzeiro do Sul (2010), especialista em Literatura pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014) e mestre em Literatura e Crítica Literária pela mesma instituição (2022). Doutoranda em Literatura e Crítica Literária com bolsa Capes pela PUC-SP, além de editora e autora de conteúdos didáticos e literários. Pesquisadora-fundadora do Grupo de Pesquisa Literatura de Ancestralidade Negra - GPLAN da PUC-SP.
Camila Porto é Graduada em Pedagogia (2007) com especialização em psicopedagogia (2009) e educação inclusiva (2010). Atua como Coordenadora Pedagógica na Rede Municipal de Ensino de SP, onde desde 2001 atua em escolas de educação infantil. É mestranda do programa de Literatura e Crítica Literária da PUC SP com bolsa CAPES, onde desenvolve pesquisa com infâncias negras e literatura. É também pesquisadora do grupo de pesquisa de Literatura de Ancestralidade Negra - GPLAN vinculada a PUC-SP.