Equipe responsável:
Coordenador: Pablo Lemos Berned
Colaborador Docente: Demétrio Alves Paz
Colaborador TAE: Lucas Rodrigues Piovesan
Bolsista: Vanessa Antunes (2024-2025).
Bolsista: Mariani Reisdorfer Silva (2025-2026)
Voluntária: Maria Eduarda Lima de Freitas (2025)
O projeto de extensão “Patrício, escuite!” destina-se a realizar entrevistas com autores e demais agentes culturais, a fim de sistematizar perspectivas distintas sobre a produção, circulação e valorização de obras literárias no âmbito local. As entrevistas serão semi-estruturadas, a fim de valorizar opiniões, memórias, situações e digressões dos entrevistados, constituindo-se como um registro histórico da história literária local.
ROTEIRO DE ENTREVISTA / “─ ESCUITE, PATRÍCIO!”
Iniciativa estimulada pela obra Momento literário, de João do Rio (1907)
Perguntas de João do Rio
Para sua formação literária quais os autores que mais contribuíram?
Das suas obras qual a que prefere? (Especificando mais ainda: quais, dentre os seus trabalhos, as cenas ou capítulos, quais os contos, quais as poesias que prefere?)
Lembrando separadamente a prosa e a poesia contemporâneas, parece-lhe que no momento atual, no Brasil, atravessamos um período estacionário, há novas escolas (romance social, poesia de ação etc.) ou há a luta entre as antigas e as modernas? Neste último caso quais são elas? Quais os escritores contemporâneos que as representam? Qual a que julga destinada a predominar?
O desenvolvimento dos centros-literários dos Estados tenderá a criar literaturas à parte?
O jornalismo, especialmente no Brasil, é um fator bom ou mau para a arte literária?
Perguntas para as entrevistas “─ Escuite, Patrício!”
Pode apresentar-se e apresentar sua obra literária?
Quando começou a escrever? Quais foram as suas motivações para começar a escrever? Das suas publicações, qual a que prefere?
Quais são as suas principais referências de literatura? Como elas se manifestam em seu processo de escrita?
Em relação à literatura contemporânea nacional e regional, quais autores que você lê e conhece? Há algum diálogo da sua obra com a deles?
Como você percebe a circulação e a valorização de sua obra na região?
Para você, o que seria necessário para fomentar a leitura na região?