Gabriel Ferreira Boeno
Vinicius de Oliveira
Yan Zanatta
O que é lenda?
São histórias que não existem.
Tem lendas que são de terror como:
Maria Sangrenta, Maria Degolada(lendas urbanas)...
09/04/2010
NEGRINHO DO PASTOREIO
Era uma vez um estancieiro muito mau. Entre os Escravos de sua estância havia um negrinho encarregado de pastorear alguns animais.
Certo dia, o menino, que vivia sofrendo severos castigos do estancieiro perdeu um animal do pasto.
Foi a conta.
Apanhou uma barbaridade e, depois todo machucado, foi mandado procurar o animal extraviado. Como estava anoitecendo ele pego um toquinho de vela, acendeu-o e o saiu campeando. Mas nada, o dia chegou e ele não achou o animal.
Foi novamente castigado e apanhou até morrer. O patrão mandou jogar o corpo do menino junto a um formigueiro.
Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece", disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.
Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.
E depois disso, entre os andantes e posteiros, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio.
Então, muitos acenderam velas e rezaram um Padre-Nosso pela alma do judiado. Daí por diante, quando qualquer cristão perdia uma coisa, o que fosse, pela noite o Negrinho campeava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.
Desde então e ainda hoje, conduzindo o seu pastoreio, o Negrinho, sarado e risonho, cruza os campos. Ele anda sempre a procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus donos, quando estes acendem um coto de vela, cuja luz ele leva para o altar da santa que é sua madrinha.
Nome: Gabriel, Vinícius e Yan
Lenda da Seibo
A lenda conta sobre uma índia.
Era uma vez uma índia feia de uma tribo, um dia os brancos vieram e raptaram-na.
Ela ficou muito triste, um dia o guarda pegou no sono e ela fugiu. Ele acordou,
Ela deu uma facada e correu para mata os guardas pegaram e ficaram tão furiosos que ela tinha matado o guarda que queimaram ela , começou a sair fumaça e ai nasceu uma árvore bem verdinha com umas flores e essa flor se chama SEIBO.
Palavras que aprendemos em espanhol
AEROPORTO=aeropuerto SAÍDA=salida BISCOITO=biscocho
AVIÃO=avión VISTO=visa
JANTAR=cena CARDÁPIO=menú
ALMOÇO=almuerzo CINZERO=cinicero
MÃE=madre CHAVE=llave
PAI=padre LAVANDERIa=lavandería
ASSENTO=asiento AMOFADA=almohada