Por: Carla, Matilde, Sandro e Vitória (9ºB)
Supõe-se que o SARS-CoV-2 tenha sido introduzido na espécie humana por transmissão zoonótica, ou seja, a partir de uma espécie animal. Vírus muito semelhantes foram identificados em morcegos e em pangolins, mas não é ainda claro o envolvimento destes animais na emergência do SARS-CoV-2 na espécie humana. As investigações continuam no sentido de esclarecer este processo para que melhor nos possamos defender de novas introduções.
A Covid- 19 é uma doença provocada por um dos vários coronavirus conhecidos, neste caso, o SARS-CoV-2.
A COVID-19 transmite-se pessoa-a-pessoa por contacto próximo com pessoas infetadas pelo SARS-CoV-2 (transmissão direta), ou através do contacto com superfícies e objetos contaminados (transmissão indireta).
A transmissão por contacto próximo ocorre principalmente através de gotículas que contêm partículas virais que são libertadas pelo nariz ou boca de pessoas infetadas, quando tossem ou espirram, e que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
Os sinais e sintomas da COVID-19 variam em gravidade, desde a ausência de sintomas (sendo assintomáticos) até febre, tosse, dor de garganta, cansaço e dores musculares e, nos casos mais graves, pneumonia grave, síndrome respiratória aguda grave, septicémia, choque sético e eventual morte. Foi também observada anosmia (perda do olfato) e em alguns casos a perda do paladar (disgeusia), como sintoma da COVID-19. Existem evidências da Coreia do Sul, China e Itália de que doentes com COVID-19 desenvolveram perda parcial ou total do olfato, em alguns casos na ausência de outros sintomas. Nas crianças também são habituais sintomas como dor de cabeça (cefaleias), vómitos e diarreia
Até hoje não há nenhum tratamento oficial para este vírus, mas através de vacinas que ainda estão a ser melhoradas, ameniza os sintomas mais graves. Quando as pessoas estão infetadas e sofrem com graves implicações os profissionais de saúde administram medicamentos para ajudar os pacientes com as dores e com o desconforto. Na prevenção recomenda-se a etiqueta respiratória, o uso de máscara, o afastamento de pelo menos 2 m entre pessoas, e a lavagem frequente das mãos. Em 2021 foram administradas as primeiras vacinas em Portugal.
Até dia 10 de junho de 2021 houve, ao todo, devido a este vírus, 17 037 óbitos em Portugal e a nível mundial cerca de 3,76 M. Em Portugal houve 855 milhares de infetados e no mundo 175 milhões.