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O ano era 2020. Seria o primeiro ano de oferecimento da disciplina de Química Forense da UFRGS depois de um longo hiato de três anos. Isso porque o seu idealizador e fundador, o professor Valter Stefani, deixou precocemente os palcos da vida e das ciências forenses. Coube a mim, professora Leandra Campo, tocar esse barco no meio de uma pandemia de proporções mundiais. O que fazer diante de uma modalidade de ensino que, até então, me era desconhecida? Como entregar para os estudantes que tanto aguardavam o retorno da disciplina algo que fosse interessante e instigante ao mesmo tempo? E a pergunta que não queria calar: como fazer com que os estudantes se envolvessem? Como não tornar enfadonho um assunto que desperta tanto interesse dos jovens? E, do turbilhão de perguntas aparentemente sem respostas que povoam o imaginário de um(a) professor(a), surgiu a ideia de fazer uma página web com os conteúdos que eu havia selecionado para trabalhar com a turma. Com o amadurecimento da ideia, me dei conta de que ela se enquadrava em uma perspectiva de sala de aula invertida, o que me deixou mais entusiasmada ainda!
Convido vocês a conhecer o resultado desta ação pedagógica e navegar pela coleção de informações que foram competentemente compiladas pela turma e que se divide em quatro tópicos: Adulterações, Falsificação de obras de arte, Envenenamento e Explosões e Incêndios.
A equipe da Química Forense UFRGS 2020/1 construiu esta página como parte integrante do processo pedagógico orientado pela Professora Leandra Campo do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul .
A ideia foi fazer uma compilação de notícias vinculadas na mídia, textos de teses e dissertações, vídeos e artigos científicos, com a perspectiva de contribuir para o aprimoramento e dar visibilidade à Química Forense.