Página criada pelos alunos da Química Forense da UFRGS: Amanda, Leonardo, Letícia, Tatiane e Wolmir
A adulteração é o ato de reduzir a qualidade de uma substância pelo acréscimo de outra substância a ela. Normalmente este ato é realizado com o intuito de: baixar custos, aumentar a vida útil do material, entre outros, muitas vezes promovendo outros efeitos prejudiciais como por exemplo: riscos à saude ou de morte (na adulteração do leite e de bebidas alcoólicas), riscos de alergias (na adulteração do álcool gel) e danos à performance e funcionamento do veículo automotor (adulteração da gasolina, etanol, diesel e biodiesel).
Estas modificações são consideradas ilegais de acordo com a Lei Nº 9.677, de 2 de julho de 1998. Entretanto, há uma linha tênue entre substâncias consideradas adulterantes e substâncias consideradas aditivos. A chicória pode ser adicionada ao café, com o objetivo de reduzir o custo, e ser considerada como aditivo alimentar, desde que tal feito seja declarado na embalagem. Caso contrário, trata-se de uma adulteração.
Nesta página, será possível encontrar pesquisas e descrições sobre quais são as adulterações realizadas em alimentos e combustíveis, assim como seus métodos de detecção e substâncias adulterantes adicionadas em cada caso.
O Instituto Combustível Legal (ICL) é um setor de combustíveis que atua no combate às fraudes. O site deles pode ser acessado nesse link: https://institutocombustivellegal.org.br/
Os vídeos abaixo se referem ao canal do youtube deles, onde são postados vários vídeos referentes a adulteração de combustíveis.
A pandemia e a necessidade de utilizar álcool em gel para a higiene das mãos fez com que surgisse vários produtos adulterados no mercado, com uma concentração de álcool inferior ao recomendado para que seja efetivo. Com o intuito de deixar o consumidor mais seguro em relação ao álcool que está utilizando, a Universidade Federal do Paraná oferece testes gratuitos para identificar se o produto é falsificado.
Laboratório no Departamento de Química da UFPR, em Curitiba, tem recebido de dez a 15 amostras de álcool gel por semana para análise da qualidade. Na foto, amostra sendo preparada para o exame. Fotos: Marcos Solivan/Sucom-UFPR
Reportagem disponível em: globoplay.globo.com/v/8998093/