"Você sabe como são os conselhos. A gente só aceita quando estão de acordo com o que faríamos de qualquer maneira" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"Um dia, um dia em sua totalidade não é uma coisa, mas muitas. Ele se transforma não somente de acordo com a luz que vai crescendo e caminhando em direção ao zênite e entra em declínio mais uma vez, mas na textura e no humor, no tom e significado, envolto em milhares de fatores relativos à estação, ao calor ou ao frio, a ventos parados ou múltiplos, retorcidos por odores, sabores e as tramas de gelo ou de grama, de botão ou de folha ou de galhos nus pretejados. E, à medida que o dia se transforma, o mesmo acontece com seus súditos, insetos e pássaros, gatos, cães, borboletas e pessoas" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
(Sobre o norte-americano) "Conseguiram combinar com êxito pirataria e puritanismo, que, no fundo, não são coisas assim tão diferentes. Ambos nutriam desprezo intenso pela oposição e ambos viviam de olho na propriedade alheia. Quando as duas coisas se combinaram, produziram um bando de macacos sobreviventes, resistentes a tudo" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"Por mais errado que um sujeito esteja, ele vai ter uma teoria para explicar porque está errado" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"O simples fato de estar vivo significa ter cicatrizes" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"Vou me vingar da maneira mais cruel que você pode imaginar. Vou deixar para lá" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"O dinheiro não transforma a doença, apenas os sintomas" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"A reputação de quem tem dinheiro é quase tão negociável quanto o dinheiro em si" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"Não existe essa coisa de dinheiro bastante. Só há duas medidas: sem dinheiro e dinheiro que não basta" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".
"Nenhum homem conhece de fato os outros seres humanos. O máximo que pode fazer é supor que são como eles mesmos" - John Steinbeck, em "O inverno da nossa desesperança".