Antônio Rodrigues de Lemos Augusto - 01/04/2021
Reza a lenda que perguntaram para meu filho, Caio, quando ele tinha uns sete anos, se acreditava em Papai Noel e em Coelho da Páscoa. Ele respondeu: “No Papai Noel, acho que não. Mas o Coelhinho da Páscoa existe sim!” E, na Páscoa seguinte, lá estava ele colocando a cartinha para o Coelho, junto com um lanchinho básico, porque esse negócio de distribuir ovos pelas casas é cansativo...
A Páscoa obviamente tem um significado fortíssimo para muitas religiões. Admito que não sou religioso. Não tenho qualquer religião, o que não se confunde com ateísmo. Nunca entendi bem a teoria da Páscoa, nem mesmo nos meus tempos de criança católica em primeira comunhão. Mas esse negócio de entender nem sempre é necessário nesta vida para se saber da importância de algo.
De qualquer maneira, desde quando meu filho respondeu com tanta certeza sobre a crença dele no coelhinho da Páscoa, sempre é esta a história que me vem à cabeça nesta data. E isso porque foi quando a descobri na forma mais plena:
Páscoa, para mim, é o retorno à simplicidade e à inocência. Talvez porque o que há de bom em cada um de nós sempre tenha origem em uma dessas duas palavras.
Simples assim!
Feliz Páscoa a todos!!!