Nutrição é a ciência que estuda as relações entre os alimentos e nutrientes ingeridos pelo ser humano e possíveis estados de saúde e doença. O trabalho do Nutricionista reside, majoritariamente, na orientação de uma alimentação adequada, a fim de manter o organismo equilibrado e saudável.
A Nutrição Funcional difere de outros tipos de abordagem da nutrição, como a nutrição clínica ou a nutrição esportiva, porque se concentra na bioquímica, fisiologia e em como os alimentos e seus componentes nutricionais podem afetar positivamente a saúde e bem-estar geral. As necessidades nutricionais individuais variam de acordo com uma série de fatores, incluindo idade, gênero, peso, altura, nível de atividade física, estado de saúde geral e histórico médico.
Por exemplo, uma pessoa ativa que pratica exercícios físicos regularmente pode ter necessidades nutricionais diferentes de uma pessoa sedentária, enquanto uma pessoa com uma condição de saúde específica, como diabetes ou pressão arterial elevada, pode ter necessidades nutricionais diferentes de uma pessoa sem essas condições.
A Nutrição Funcional estuda a fundo os alimentos e as vias metabólicas em que eles atuam, bem como leva em conta as diferenças individuais, e busca identificar os alimentos e suplementos que podem ser mais benéficos para cada indivíduo, a fim de melhorar a saúde geral e o bem-estar. Isso pode incluir a incorporação de alimentos funcionais, como aqueles com altos níveis de antioxidantes ou outras substâncias benéficas para a saúde, bem como a exclusão de alimentos que podem ser prejudiciais para determinadas condições de saúde.
É importante lembrar que a Nutrição Funcional pode ser aplicada de forma preventiva, equilibrada e até complementar, mas sempre com o objetivo de ajudar no tratamento convencional, promovendo de forma natural o equilíbrio das funções metabólicas de cada indivíduo.
Alguns dos diferenciais da nutrição funcional incluem:
1-Personalização: A nutrição funcional leva em conta as necessidades nutricionais individuais e como os alimentos podem ser usados para prevenir ou tratar doenças específicas.
2-Enfoque na prevenção: A nutrição funcional tenta identificar os alimentos e suplementos que podem ser mais benéficos para a saúde geral e bem-estar, a fim de prevenir doenças.
3-Uso de alimentos funcionais: A nutrição funcional inclui a incorporação de alimentos funcionais, como aqueles com altos níveis de antioxidantes ou outras substâncias benéficas para a saúde.
4-Exclusão de alimentos prejudiciais: A nutrição funcional capacita a detecção de alimentos que em determinadas situações, e muitos deles saudáveis, mas que podem ser naquele momento, prejudiciais à saúde e, quando necessário, orienta a retirada desses alimentos da rotina alimentar.
5-Formas de abordagem: Sejam elas preventivas, equilibradas ou complementares às praticas médicas, sempre tem o objetivo promover mudanças alimentares estruturadas, ao ponto que o indivíduo ganhe saúde e não precise mais fazer dietas.
Sinais e sintomas
Em vez de limitar-se à prescrição de dietas com os alimentos funcionais tidos como saudáveis (porque o que é saudável para uma pessoa pode causar doença à outra), a Nutrição Funcional rastreia os sintomas, sinais e características de cada paciente e os relaciona com a carência ou excesso dos nutrientes, corrigindo os desequilíbrios nutricionais que geram sobrecarga no sistema imunológico e desencadeiam “processos alérgicos” tardios, os quais acabam por provocar doenças crônicas como: obesidade, depressão, fibromialgia, artrite reumatoide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, desordens estéticas e alteração na performance física.
A Nutrição Funcional – há mais de 10 anos no Brasil – conta com o respaldo científico do The Institute For Functional Medicine (IFM – EUA) e do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF) fundado em 2004.
Nutrição Clínica Funcional possui cinco princípios básicos: a individualidade bioquímica, o tratamento centrado no paciente, o equilíbrio nutricional e a biodisponibilidade de nutrientes, a saúde como vitalidade positiva e as interconexões em teia de processos bioquímicos que engloba: os desequilíbrios nutricionais, estruturais e hormonais, o estresse oxidativo, a ecologia gastrintestinal, a destoxificação do organismo, as alterações imunológicas e a interação corpo-mente.
Vitalidade Positiva significa atingir a saúde integral e não apenas a mera ausência de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis, modulando por meio de nutrientes e fitoquímicos todas as reações bioquímicas envolvidas neste processo. Desta maneira, as pessoas realmente serão saudáveis e felizes, não apresentando depressão, enxaqueca, TPM, queda de cabelo, hiperatividade, constipação e olheira.
Vitalidade Positiva é Viver com Vida, é ver as pessoas na melhor idade, gastando seu dinheiro da aposentadoria em viagens, bailes de terceira idade e passeios, e não como nós estamos presenciando atualmente, onde pelos menos 70% do dinheiro da aposentadoria é gasto nas farmácias.