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Antonieta de Barros [AB01]

Antonieta de Barros foi uma política e jornalista catarinense que lutou contra o racismo e o machismo. Nascida em Florianópolis em 1901, foi eleita para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, tornando-se a primeira mulher a assumir o cargo de deputada no estado e a primeira deputada estadual negra em todo o Brasil.

Antonieta atuava como professora, escritora e jornalista. Fundou o jornal A Semana entre 1922 e 1927, e ali falava de seus ideais contra a discriminação de gênero e racial. Em 1937, escreveu o livro Farrapos de Ideias, com o pseudônimo Maria da Ilha. Anualmente, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina concede a Medalha Antonieta de Barros a mulheres que combatem a desigualdade de gênero.

— JARID ARRAES (2017)

▼ Baixar e imprimir

Vídeos sobre a heroína:

Heróis de Todo Mundo - Antonieta de BarrosOs episódios da série 'Heróis de Todo Mundo' resgatam a história e a contribuição dos heróis do povo para a cultura afro-brasileira. A série integra o projeto social A Cor da Cultura.
Show da História - Antonieta de BarrosA primeira mulher negra, no Brasil, a ser nomeada Deputada Estadual vem ao Canal da História falar sobre sua experiência com educação. Ela também falará sobre a Revolução de 1930 e a extensão das noções de cidadania que caracterizam positivamente o início da Era Vargas.

Outros estudos sobre a heroína:

Antonieta de Barros: protagonista de uma mudança - GeledésNascida em Florianópolis, Santa Catarina, em 11 de julho de 1901, Antonieta de Barros foi precursora da luta de políticos afrodescendentes no Parlamento brasileiro

Fragmentos do cordel

Conto aqui neste cordel

Uma história inspiradora

De uma preta muito forte

Que foi tão batalhadora

E com sua inteligência

Se mostrou norteadora.


Era uma catarinense

De Antonieta nomeada

Sendo de origem pobre

Teve a vida permeada

Por muita dificuldade

E por luta semeada.


Ela ainda era criança

Quando órfã se tornou

O seu pai que faleceu

E na vida lhe deixou

Com a mãe que a criava

E que muito lhe inspirou.


Tinha 17 anos

Quando conseguiu entrar

Na escola normalista

Para mais se dedicar

Aos estudos que gostava

Querendo aperfeiçoar.


No entanto é preciso

Uma coisa mencionar

Inda era os anos 20

Quando ela foi estudar

Veja só que grande feito

Ela estava a desbravar!


Pois não era só mulher

O que já era difícil

Era Negra num passado

De racismo, de suplício

Bem pior que atualmente

E sem sucesso propício.


Tinha muito envolvimento

Com o assunto cultural

E ainda em vinte e dois

Ela fundou um jornal

Que chamou de A Semente

Escrevendo para o tal.


(...)


Deputada Federal

Antonieta Se tornou

A primeira do Estado

Como assim se registrou

E foi a primeira Negra

Que o país efetivou.


Então veio a ditadura

De Estado Novo conhecida

E depois de sua queda

Ela fez-se embravecida

Conquistando muito mais

Grandemente merecida.


Antonieta foi incrível

Na política um destaque

Foi a pura pioneira

Sempre pronta para o combate

A primeira mulher negra

Para vários dos debates.


Fonte:

ARRAES, Jarid. Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis. São Paulo: Editora Pólen, 2017.

FOTO: Divulgação do site encontroteca.com.br

KONTAÊ - Heroínas negras brasileiras - 2019

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