DADOS GERAIS
Gentílico: Guarapariense
População estimada [IBGE 2021]: 128.504 pessoas
População no último censo [IBGE 2010]: 105.286 pessoas
Densidade demográfica [IBGE 2010]: 177,10 hab/km²
Área territorial [IBGE 2020]: 589,825 km²
Bioma: Mata Atlântica
Mesorregião [IBGE 2020]: Central Espírito-santense
Microrregião [IBGE 2020]: Guarapari
Distância de Vitória: 42,95 km (em linha reta) / 51 km (por estradas)
FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA - BASE LEGAL
Elevada à categoria de freguesia (ou paróquia) com a denominação de Aldeia dos Índios pelo Alvará de 11 de janeiro de 1655.
Elevada à categoria de vila, com a denominação de Vila de Guarapari, pela Provisão de 01-01-1679, instalada em 01-03-1679.
Elevada à categoria de cidade com a denominação de Guarapari, pela Lei n.° 28 de 19-09-1891.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Guarapari, Rio Calçado e Todos os Santos. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.
HISTÓRIA
Em 1569, o Padre José de Anchieta percorreu as terras do Espírito Santo como visitador dos jesuítas, encarregado de estabelecer novas aldeias para a catequese dos índios. Nesta ocasião ficou determinado que fosse fundado numa dessas povoações Guarapari. A localização era totalmente favorável, pois julgavam por bem fundar aldeias e residências sempre às margens dos rios ou embocaduras, facilitando assim as entradas que necessitavam fazer a procura de novas levas selvagens.
No alto de uma colina levantou-se um convento para os missionários e uma igreja devotada a Sant’Ana, recebendo este lugarejo o nome de Aldeia do Rio Verde ou Aldeia de Santa Maria de Guaraparim.
Para a inauguração da aldeia e da igreja, o padre José de Anchieta compôs a mais expressiva de suas obras literárias, o “Auto Tupi”, escrito em língua tupi, que reverenciava Maria Imaculada, tendo como personagem a alma de Pirataraka, índio falecido. O Padre José de Anchieta foi evangelizador, músico, poeta e primeiro teatrólogo do Brasil, muito popular entre os índios, tendo falecido no dia 9 de junho de 1597. O padre Antonio Dias, missionário sertanista, e outros trouxeram para Guarapari índios do interior das tribos termiminós e tupiniquins, tornando a aldeia uma das mais prósperas.
Em 1° de janeiro de 1679, por mercê de D. Pedro, o donatário Francisco Gil de Araújo eleva a aldeia de Guaraparim à categoria de vila. Com o crescimento da vila os jesuítas abandonaram em definitivo a aldeia, permanecendo fixado ao sul da Capitania em Reritiba, hoje a cidade de Anchieta.
Em 1835, foi criada a comarca de Guarapari pela Lei Provincial de 1835, compreendendo o Rio Itapemirim, Beneventes e Guarapary. A administração da vila era feita pelo presidente da Câmara, cargo que hoje corresponde ao de prefeito. O primeiro presidente da Câmara Municipal de Guarapari foi o comendador Sr. Ismael de Paula Loureiro, nomeado pela Princesa Isabel.
Em 24 de dezembro de 1878, Guarapari passou de vila a município, mas durante alguns anos ainda pertenceu à cidade de Anchieta. O serviço telegráfico foi inaugurado em 1888.
Fonte: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/es/guarapari/historico
Fonte:
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/es/guarapari/historico
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/es/guarapari/panorama
https://www.guarapari.es.gov.br/pagina/ler/14/historia
https://www.guarapari.es.gov.br/pagina/ler/2/simbolos-municipais
http://br.distanciacidades.net/distancia-de-vitoria-a-guarapari