BRUNO BENTOLILA- SME RIO DE JANEIRO; SME-NOVA IGUAÇU- SUPLENTE
BRUNO BENTOLILA- SME RIO DE JANEIRO; SME-NOVA IGUAÇU- SUPLENTE
EDUARDA MOURA- SME RIO DE JANEIRO- SECRETARIA DE GÊNERO E DEFESA DOS DIREITOS LGBTQIA+
FERNANDA AMARAL- SME RIO DE JANEIRO- SECRETARIA DE SAÚDE E DIREITOS HUMANOS
FLAVIA GALLOULCKYDIO- SME RIO DE JANEIRO; SEEDUC RJ- SUPLENTE
FLAVINHA RODRIGUES- SME RIO DE JANEIRO- SECRETARIA DE IMPRENSA
MARCELE RIBEIRO- SME RIO DE JANEIRO- SECRETARIA DE COMBATE RACIAL E EM DEFESA DOS POVOS ORIGINÁRIOS
MARLI BERRETARI- SEEDUC RJ- SECRETARIA DE APOSENTADOS
RAMON RODRIGUEZ- SEEDUC RJ- SECRETARIA DE CULTURA, FORMAÇÃO SINDICAL E ASSUNTOS EDUCACIONAIS
REBECA DE SOUZA- SEEDUC RJ- COORDENAÇÃO GERAL
VIVIANE LAVANDEIRA- SME RIO DE JANEIRO; SEEDUC RJ- TESOURARIA
QUEM NÓS SOMOS?
A Chapa 23 surgiu no contexto de importantes batalhas travadas pela base organizada da Regional 3 contra vícios e desvios de antigas direções, sendo composta por educadoras/es das Redes Estadual e Municipal do Rio de Janeiro que fazem parte, hoje, do Campo Classista, Combativo e Independente. O campo atua em diferentes espaços do SEPE-RJ, como em direções de regionais/núcleos e representações de base, contribuindo para a luta por uma educação pública, gratuita, universal e de qualidade, referenciada nas demandas do povo, combatendo a burocracia e o imobilismo sindicais.
A chapa é formada por profissionais da educação engajadas/os no movimento sindical há mais de uma década. Nesse período, atuamos como base e ocupamos cargos de representação debase e na direção da Regional 3 nas gestões 2018-2021/2022-2025, SEM LICENÇA SINDICAL, e contribuímos em diversas frentes. Dentre nossas lutas, destacam-se a da organização das finanças da Regional 3; do combate ao aparelhamento político-partidário do sindicato; do enfrentamento ao assédio moral e perseguições políticas; da criação de COMITÊS DE LUTA nas escolas; da politização, organização e mobilização das/dos profissionais de educação, SEM PERSONALISMO, fazendo que o SEPE chegue no chão das escolas e garantindo o protagonismo de trabalhadoras/es; do combate às violências que profissionais da educação sofrem dentro e fora do sindicato, sobretudo as mulheres; do apoio às diversas campanhas e greves, com ações combativas, que avancem na pauta de reivindicações da categoria e na construção de uma educação pública equitativa.
Hoje a nossa atuação na Regional 3 é referência no movimento sindical e o nosso objetivo é continuar colaborando para a construção de um sindicato autônomo, classista e combativo. CLASSISTA em oposição à fragmentação e corporativização da categoria, AUTÔNOMO com relação aos interesses do eleitoralismo e COMBATIVO, pois apostamos na luta e na força da categoria e não meramente em corridas de gabinete e no sistema judiciário.
COMO ENTENDEMOS O CONTEXTO EM QUE VIVEMOS?
A Educação Pública tem sido alvo de diversos ataques: contrarreformas, cortes de verbas, congelamento de salários e Planos de Carreira, ampliação da jornada de trabalho e privatizações. Os diferentes governos aplicam a mesma receita liberal de desestruturação da Educação Pública prescrita pelas potências imperialistas, que orientam “fazer mais com menos”, ou seja: menor “custo”, maior precarização. Capitalistas avançam sobre o orçamento público, pisam em nossos direitos e ampliam o terrorismo de Estado sobre os pobres e pretos, transferindo aos trabalhadores/as os efeitos perversos de sua própria crise geral. Temos visto os Estados se reacionarizarem, como na reeleição de Trump. No Brasil, generais voltam à cena política e a extrema-direita avança com a anuência da falsa esquerda (PT e cia.). Avolumam-se as guerras de ocupação e a tensão entre as grandes potências, mostrando o desespero dos que buscam em vão prolongar a vida desse falido sistema. A luta pela Educação é parte integrante da resistência popular, da defesa intransigente dos direitos fundamentais do povo – inclusive o de fazer GREVE – e da construção de uma nova sociedade. Temos que enfrentar as investidas covardes dos tubarões da Educação, que nos massacram em prol do lucro, e combater as traições/humilhações a que somos submetidos/as no próprio SEPE.
DEFENDEMOS PARA A REDE MUNICIPAL
● Revogação imediata da Lei 276/2024;
● Melhores condições de trabalho;
● Climatização nas creches e escolas;
● Valorização salarial para todos/as os/as trabalhadores/as;
● Abertura de concurso público;
● Convocação para aprovados/as em concursos;
● Contra a burocratização e gerencialismo (como as parcerias público-privadas, sistema 3.0 e demais planilhas);
● Contra o assédio moral e perseguição política;
● Contra as políticas de reestruturação pedagógica e meritocracia, que falseiam a educação, sobrecarregando trabalhadores/as, aumentando a violência escolar e culpabilizando servidores/as e estudantes;
● Contra o fascismo e fanatismo religioso;
● Manutenção das eleições para direções de escola;
● Formação de COMITÊS DE LUTA no chão da escola e eleição de representantes;
● EJA (Educação de Jovens e Adultos) presencial;
● Garantia da qualidade na Educação Infantil e Educação Especial;
● Autonomia pedagógica e contra os desvios de função.
DEFENDEMOS PARA A REDE ESTADUAL
● Revogação do “Novo Ensino Médio”;
● Cumprimento da lei do piso nacional do magistério e do plano de carreira;
● Reajuste salarial;
● Abertura de concurso público;
● Convocação para aprovados/as em concursos;
● Pagamento do piso regional para funcionários/as concursados/as e terceirizados/as;
● Luta pelo plano de carreira para funcionários/as concursados/as e terceirizados/as;
● Defesa da regularização profissional de Animação Cultural, de suas pendências trabalhistas e salariais e da migração dos ex-FAEP;
● Contra a avaliação “Segunda Chance” (política de certificação é expulsão de estudantes com distorção idade-série, negação do direito à aprendizagem e desmonte da EJA);
● Climatização das escolas;
● Contra o desmonte da previdência;
● Fim das perseguições políticas e assédios a educadores/as;
● Fim da criminalização das greves;
● Desmilitarização da corregedoria da SEEDUC;
● Autonomia pedagógica e contra os desvios de função;
● Contra a burocratização e gerencialismo (como as parcerias público-privadas, sistema Conexão, que visa o controle e piora a qualidade do ensino);
● Contra o autoritarismo e gestões neoliberais, que responsabilizam docentes e estudantes pelo fracasso escolar;
● Apoio ao movimento estudantil e à construção de grêmios autônomos;
● Formação de COMITÊS DE LUTA no chão da escola e eleição de representantes;
● Manutenção das eleições para direções de escola;
● Contra as políticas de exclusão, que causam o aniquilamento social e negam o futuro, sobretudo da juventude preta, pobre e periférica.
Este material foi feito pelo coletivo DA ESCOLA AO SEPE, DO SEPE À ESCOLA. Todas e todos que quiserem e puderem contribuir com a impressão e divulgação de nossos materiais, tanto para apoiar as eleições locais quanto para o Sepe Central, fiquem a vontade para fazê-lo! Nossas chapas não contam com nenhuma vinculação político-partidária e são financiadas pela política de solidariedade ativa das companheiras e companheiros. Se junte à nossa campanha! Por um sindicato classista, combativo e independente dos patrões, dos governos e dos interesses eleitoreiros!
OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!
Vim de longe, vou mais longe
Quem tem fé vai me esperar
Escrevendo numa conta
Pra junto a gente cobrar
No dia que já vem vindo
Que esse mundo vai virar
No dia que já vem vindo
Que esse mundo vai virar
Noite e dia vêm de longe
Branco e preto a trabalhar
E o dono, senhor de tudo
Sentado, mandando dar
E a gente fazendo conta
Pro dia que vai chegar
E a gente fazendo conta
Pro dia que vai chegar
Marinheiro, marinheiro
Quero ver você no mar
Eu também sou marinheiro
Eu também sei governar
Madeira de dar em doido
Vai descer até quebrar
É a volta do cipó de arueira
No lombo de quem mandou dar
É a volta do cipó de arueira
No lombo de quem mandou dar
(Arueira, geraldo vandré, 1968)