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26° Encontro da Nova Consciência = COMO APOIAR?

postado em 13 de jan de 2017 09:24 por Encontro da Nova Consciência   [ 22 de fev de 2017 16:12 atualizado‎(s)‎ ]

CLIQUE e Plante uma Nova Consciência: https://goo.gl/0JEg5c


26° Encontro da Nova Consciência
- UM PLANETA PARA TODOS -

Data: 24 a 28 de Fevereiro - 2017
Local: Colégio Estadual da Prata
Campina Grande - Paraíba - Brasil

Como apoiar

Criamos uma campanha de arrecadação virtual no site Catarse, uma plataforma de Crowdfunding*.
Nosso trabalho é filantrópico, sendo o Encontro da Nova Consciência um evento gratuito e aberto aos visitantes (palestras, shows e mostras culturais). Precisamos da ajuda de todos para realizarmos as atividades propostas.

CLIQUE e Plante uma Nova Consciência conosco: https://goo.gl/0JEg5c


Vídeo do YouTube

O projeto

Como você lida com as transformações que ocorrem no mundo contemporâneo?

Como está agindo diante destas mudanças? Qual a sua participação para a construção de uma cultura de paz como um dos alicerces para uma sociedade mais justa?

Sim, você sabe que existem pessoas que decidiram fazer da sua vida um projeto de engajamento pessoal ajudando voluntariamente instituições que agem por uma sociedade mais justa menos desigual e mais integrada harmonicamente ao eco-sistema diverso do planeta. Agora vai saber também que existem pessoas que, como você, podem contribuir à distância apoiando eventos que trabalham para a consolidação de uma Nova Consciência.

*Crowdfunding é o simples ato de arrecadar dinheiro na internet para projetos de: filantropia , ONGs, cultura, atletas, ativismo, games, pequenos negócios, entre outros.


#novaconsciencia @ongnovaconsciencia


Presídios da Paraíba oferecem AULAS de YOGA a detentos

postado em 18 de ago de 2016 05:55 por ONG Nova Consciência

Apenados do Presídio Silvio Porto, em João Pessoa, estão participando de aulas de yoga. As aulas fazem parte de um projeto permanente e são ministradas pelo professor Abraão Carvalho, sempre às terças-feiras. Nesta semana, as aulas de yoga serão iniciadas também no Presídio Feminino Júlia Maranhão, também na Capital.

“Atualmente 16 apenados estão na prática regular de yoga. Já estamos na segunda semana de aulas”, disse o professor Abraão Carvalho, destacando que o projeto foi viabilizado a partir de parcerias com a UFPB, através da COEP, e do Redes do Bem.

Conforme o professor de yoga, a experiência é gratificante. “O mais gratificante é o resultado. Alguns choram, outros querem saber mais… Outros já pegaram na biblioteca do presídio livros sobre espiritualidade para ler”. Abraão comentou que planeja iniciar as aulas também para os agentes penitenciários.

Abraão Carvalho é coordenador administrativo da Associação de Yoga da Paraiba. Ele também dá aulas de yoga no colégio IPEI e é diretor no Canal Namastê (canal de vídeos no YouTube). Tem turmas de yoga em João Pessoa e Campina Grande.

Para entrar em contato com Abraão Carvalho,
basta ligar para os seguintes números: (83) 9 8816 8757 ou 9 9338 4910.

Facebook cria botão "Doar Agora" para organizações sem fins lucrativos

postado em 29 de dez de 2015 11:21 por ONG Nova Consciência   [ 29 de dez de 2015 11:52 atualizado‎(s)‎ ]

O Facebook introduziu no final de 2015 o botão call-to-action "Doar Agora" para organizações sem fins lucrativos. O botão pode aparecer tanto nas fanpages quanto em posts e links de anúncios feitos por elas.

O objetivo desse acréscimo é fazer com que as pessoas que apoiam as causas de uma determinada causa consigam contribuir com ela de uma maneira fácil.

O botão te redireciona para uma página externa.
A facilidade, na prática, se dá quando o internauta é encaminhado diretamente para a página onde deve ser feito o pagamento da doação. Ou seja, sem a necessidade de acessar o site da entidade e procurar onde doar. Desta forma, supondo que os internautas que acompanham a organização diariamente já conhecem o trabalho desenvolvido por ela, uma ferramenta que facilite o processo de doação de forma direta pode encorajar essas pessoas a efetivá-la de fato.

Atualmente todas as páginas que são classificadas como "organizações sem fins lucrativos" já possuem esse botão.







A fã page da Organização Nova Consciência já está utilizando esse recurso. Acesse o link abaixo para contribuir com nosso trabalho:


Doações e Patrocínio







Turismo de eventos e o desenvolvimento da Paraíba

postado em 27 de set de 2015 10:55 por ONG Nova Consciência   [ atualizado em 22 de fev de 2017 16:23 por Encontro da Nova Consciência ]


O Turismo de eventos é entendido como o deslocamento de pessoas com interesse em participar de eventos focados no enriquecimento técnico, cientifico ou profissional, cultural incluindo ainda o consumo e entretenimento. Tendo como principais sub-categoria o turismo de congresso e o turismo de convenção.

Vídeo do YouTube

O turista deste segmento caracteriza-se pela sua efetiva presença como ouvinte, “participante” ou palestrante em congressos, convenções, assembleias, simpósios, seminários, reuniões, ciclos, sínodos, concílios, feiras, festivais, encontros culturais entre outras tipologias de evento.

Esta modalidade de Turismo pode ser sub-categorizada observando a relação da tipologia de evento e o seu público alvo, entidade organizadora ou finalidade.

Classificação:
Congresso - Sub-categoria que tem como membros de uma entidade de classe, profissional, setorial de uma mesma área do conhecimento.

Convenção - O público focado neste segmento é exclusivamente interno. Participantes de um partido, empresa, religião com o objetivo de motivar, treinar, integração de grupos ou mesmo lazer.

Feira - Tendo caráter comercial focado habitualmente em um específico segmento de mercado consumidor.

Festival - Evento artístico cujo espectador é atraído por um estilo artístico podendo ser musical ou mesmo literário.

Para o planejamento do Turismo o mercado de eventos constitui-se como uma atividade que agrega valor ao produto turístico permitindo minimizar os efeitos da sazonalidade em destinos que antes viviam exclusivamente de temporadas turísticas[1] .

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Paraíba Inesquecível!
(Unforgettable Paraíba!)

Um Lugar para não esquecer

É só checar com quem já conhece: a Paraíba é um lugar para você não esquecer, jamais. Começa que aqui fica o ponto extremo oriental das Américas, a Ponta dos Seixas, em meio a uma sucessão de praias paradisíacas, entre as quais se distingue a de Tambaba, a única onde se pratica o naturismo no Nordeste brasileiro. A capital do Estado, João Pessoa, fundada em 1585, é a terceira cidade mais antiga do Brasil, possuindo valiosíssimo patrimônio histórico, artístico e cultural. E o interior do Estado tem sítios arqueológicos de renome mundial, como o Vale dos Dinossauros e a Pedra do Ingá, além de cenário deslumbrantes para a prática do ecoturismo e do turismo de aventuras, como a Pedra da Boca e o Lajedo de Pai Mateus. Sem contar Campina Grande, a cidade que mais cresce no agreste nordestino, promove anualmente O Maior São João do Mundo. Guarde a Paraíba para sempre na sua lembrança. E volte sempre.


Vídeo do YouTube


A place to remember
Institutional Video of the Government of Paraiba. Showing the potential of Paraiba Tourism.

 Just ask those who have been there: Paraíba is a place to remember forever. It all starts with the easternmost site of the Americas, know as Ponta dos Seixas, amid paradisiacal beaches, among which the outstanding Tambaba, the only naturist beach in Brazil’s northeast region. João Pessoa, capital of the state, was founded in 1585 and is the third oldest city in the country, whith a valuable historic, artistic and cultural heritage. The countryside has archeological sites known worldwide, such as the Dinossaur Valley dando Pedra do Ingá, resides wonderful sceneries for ecotourism and adventure travel, such as Pedra da Boca and Pai Mateus rocky formato. Not to mention that Campina Grande, the most thriving city in the northeast’s Agrestic region, promotes every year the Biggest Saint John’s festivities in the World. Keep Paraíba in your memories and do come back.



Encontro da Nova Consciência
O Pensamento da Cultura Emergente

Data: durante o Carnaval
Campina Grande - Paraíba - Brasil

#CulturadePaz #Carnaval #NovaConsciência

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O que é o Encontro da Nova Consciência?

Vídeo do YouTube

Todos os anos durante o carnaval, a cidade de Campina Grande, Paraíba-Brasil, se transforma em um espaço para a ciência, a cultura, a Arte, as Tradições Religiosas e tudo o que diz respeito ao Patrimônio Cultura Imaterial. É o Encontro da Nova Consciência, evento que já é realizado há duas décadas, sempre com grande sucesso de público de todo o Brasil, constando nos calendários de turismo de eventos nacionais.

Trabalhando nesses 24 anos com uma proposta de Cultura de Paz, o Encontro mudou a face da cidade que esvaziava no período de carnaval. Hoje a cidade recebe turistas de todo o Brasil, lotando a rede hoteleira, restaurantes, bares e serviços, mudando totalmente a economia local, que já funciona hoje com o sistema de hospedagem alternativa, por ser grande o número de pessoas que procuram opções que não sejam carnaval. Aqui acontece o Almaval - o Carnaval da Alma; celebração de valores que envolvem corpo - mente - espírito.

Vídeo do YouTube

O Encontro da Nova Consciência é um evento único no mundo conseguindo envolver em um período de cinco dias, as maiores personalidades nacionais e internacionais, para a abordagem de temas de interesse da humanidade, exercitando a tolerância, o diálogo Inter-Religioso, o Desenvolvimento Sustentável e Inclusão Social. Com inúmeros eventos paralelos, envolvendo pessoas de todas as idades e segmentos, o Encontro da Nova Consciência já conquistou seu espaço na mídia especializada e de massa com abrangência nacional, já tendo sido alvo de muitas reportagens nos meios de comunicação de maior alcance de público. A participação nas palestras e shows do Encontro é gratuita e não é necessário se inscrever para frequentá-lo, já que este é realizado por uma organização sem fins lucrativos.


NOVA CONSCIÊNCIA E TURISMO - VEJA mais VÍDEOS SOBRE O TEMA:
Conheça mais sobre o evento na Sala de Imprensa, onde poderá encontrar artigos especiais sobre o Encontro:
https://sites.google.com/site/ongnovaconsciencia/download





A IMPORTÂNCIA DO INVESTIMENTO EM EVENTOS TURÍSTICOS 

O Turismo de Eventos tem elevada importância para uma cidade ou região, para o país como um todo, com vasto campo ainda a ser explorado. O turismo incentiva o desenvolvimento socioeconômico local, contribuindo para geração de empregos, rendas e criação de infra-estrutura que beneficia não só o turista, como a população da cidade.


Em um momento que é necessário contornar os efeitos da "alta e baixa estação", visando fomentar o turismo em diferentes épocas do ano, para existir um maior equilíbrio da demanda, o Turismo de Eventos apresenta-se como uma solução ideal para os destinos turísticos. Isso porque os promotores realizam seus eventos em época de baixa temporada, quando encontram facilidades em reunir um número significativo de participantes, ao mesmo tempo em que possuem vários locais dispostos a sediá-los. O turista não depende de férias para viajar e existem centenas de eventos que acontecem ao longo do ano, sendo possível, ainda, a criação de outros, dependendo do município ou região.

Um evento movimenta um grande número de profissionais durante a sua realização, provocando uma grande movimentação econômica nas cidades sedes. É importante observar que o turista de eventos é motivado por interesses profissionais, mesclando atividades de trabalho e lazer, tornando-se um consumidor com grande potencial de consumo do item diversão. Outro aspecto importante do Turismo de Eventos é o fato do turista retornar depois, com a família, para os locais que mais lhe agradaram.

A partir desses conceitos, os congressos e os seminários, têm um papel importante no desenvolvimento do turismo regional. Eles se apóiam na necessidade das empresas pós-industriais de obterem e trocarem informações. Sendo assim, tanto as organizações e os encontros, como as convenções e exposições ocupam lugar de destaque no Turismo de Eventos. Seu desenvolvimento abrange um amplo e diversificado conjunto de atividades econômicas, com importância destacada no setor de serviços, na indústria e no comércio em geral. 

Portanto, em termos econômicos o Turismo de Eventos pode gerar muitos benefícios, tais como incremento na receita global do local-sede do evento, (um turista participante gasta três vezes mais do que um turista comum); melhora a imagem da cidade-sede do evento (o participante é um elemento divulgador do local). Além do emprego e da receita, e, igualmente, melhorias na infra-estrutura como conseqüência do desenvolvimento do turístico.

No aspecto social, a atividade do turismo, em região economicamente subdesenvolvida, pode oferecer meios de manter um nível de atividade econômica, o suficiente para evitar a migração de pessoas para as áreas mais desenvolvidas de um país.



Inovação e pioneirismo são marcas do setor de turismo na Paraíba
Turismo na Paraíba

Turismo na Paraíba: experiência que encanta
Feiras nacionais, vivências brejeiras e a experimentação de quem vive do solo e do artesanato local são alguns atrativos para turistas e investidores que conhecem a terra onde o sol nasce primeiro.

Inovação e pioneirismo, qualidades de todo bom empreendedor, também são características marcantes do setor de turismo na Paraíba. Para além de atrativos já consolidados como o Maior São João do Mundo, em Campina Grande, e a badalada Tambaba, a mais famosa praia de naturismo do Brasil – localizada na Região Metropolitana de João Pessoa -, o setor tem buscado no diferencial sua marca para encantar visitantes do Brasil e do Mundo.

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Apesar de um litoral de belas praias e uma Capital “onde o sol nasce primeiro”, a Paraíba, eleita como melhor destino nacional em 2013, tem conquistado cada vez mais turistas com cenários interioranos, experiência rural, acolhida familiar, artesanato e contato direto com a natureza – do Litoral ao Sertão. E o Sebrae na Paraíba tem desenvolvido projetos e auxiliado nesse crescimento do setor.






Turismo de eventos e de negócios





Fortemente focado na capital João Pessoa, o turismo de eventos e de negócios é marcado pela parceria entre o Sebrae na Paraíba e o Convention Bureau, com a realização de eventos nacionais e internacionais, de caráter desportivo a desfiles de moda até o setor de tecnologia, a exemplo da Google Business Group, da Conferência Brasil-Canadá 3.0 e da RoboCup – este um dos maiores eventos de tecnologia do mundo.

Isso se deve, entre outros motivos, a entrega do Centro de Convenções de João Pessoa – uma área de 19 mil metros quadrados e capacidade para aproximadamente três mil visitantes. Com um projeto arrojado e recém-inaugurado ganharam força projeções sobre a diminuição na sazonalidade desse tipo de turismo na capital paraibana e a ampliação de oportunidades com a chegada de eventos de grande e médio portes.

Mas os eventos acontecem em todo o Estado, a exemplo dos festejos juninos, em Campina Grande, e da Festa do Bode Rei, realizada no município de Cabaceiras - a chamada “Roliúde Nordestina”. Nesse sentido o Sebrae na Paraíba tem realizado levantamentos sobre o turismo de eventos e negócios com foco nos microempresários, empresários individuais e empresários potenciais.

O setor tem gerado demanda especializada em diversos segmentos como gastronomia, atendimento, realização de eventos, hotelaria, transporte, entre outros. Até dezembro de 2016 o Sebrae projeta para 130 o aumento no número de eventos captados no Estado e 80% de aquecimento na ocupação hoteleira local.

Para contribuir no alcance dessas metas o Sebrae na Paraíba tem oferecidos cursos, consultorias, palestras, oficinas, orientação técnica e até a promoção de eventos. (leia mais em eventos). Esse investimento é justificado, já que o turista de eventos e de negócios gasta no mínimo três vezes mais do que o chamado turista de lazer.

Turismo de Experiência





O projeto de Turismo de Experiência foi iniciado pelo Sebrae na Paraíba em 2013 e até 2016 vai contemplar 18 municípios paraibanos, principalmente das regiões do Brejo e Cariri do Estado – lugares de riqueza natural singular, cenários urbanos e rurais históricos e gente acolhedora. São com esses elementos, aliás, que turistas e investidores estão redescobrindo a Paraíba a partir de roteiros interioranos.

Tendência mundial, o turismo de experiência busca na vivência com a comunidade visitada uma emoção única ao aliar cultura local, contato com a natureza, aventura e clima caseiro, sem abrir mão do conforto.

“Esse tipo de experiência atrai turistas bem informados, que buscam produtos com identidade cultural forte, querem partilhar saberes e fazeres com a comunidade e isso a Paraíba tem de sobra. Há casos de pessoas que se emocionam, choram. É algo muito especial para quem recebe e é recebido”, declara Regina Amorim, gestora do setor de Turismo do Sebrae na Paraíba.

Pelas experiências bem sucedidas na Paraíba, a Revista da Confederação Nacional do Comércio (CNC) publicou artigo sob o título Caso de sucesso na Paraíba: turismo rural criativo e de experiência. “A Paraíba tem se tornado referência nesse tipo de turismo para outras unidades do Sebrae no Brasil afora”, comemora Regina. No caso do turismo de experiência, os principais parceiros são as prefeituras e as associações locais.

Opções não faltam no Estado. Alguns municípios têm ganhado destaque nacional e rompido fronteiras brasileiras com suas marcas. É o caso de Pilões, no Brejo paraibano, e seu artesanato feito com fibra da bananeira, ou de Boqueirão e suas trilhas ecológicas por lajedos e inscrições rupestres ou o acampamento rural para os mais ousados.

Na lista das localidades já contempladas com o projeto do Sebrae na Paraíba estão ainda Bananeiras, Conde, Pitimbu, Lucena, Cabedelo e Areia. Até o final de 2014 farão parte do roteiro oficial do Turismo de Experiência os municípios de Cabaceiras e Ingá.

As possibilidades de negócios no setor tem chamado a atenção para oportunidades de empreendimentos para microempresários, empresários empreendedores individuais e potenciais de meios de hospedagem, alimentação fora do lar, agências de receptivo, grupos culturais e agronegócios localizados na capital João Pessoa (destino indutor), Mata Paraibana e Agreste, Campina Grande (destino indutor) e Cariri.

Um caso de sucesso no Turismo de Experiência é o município de Areia, no Brejo paraibano. Escolhido para compor o “Estudo Nacional de Turismo da Experiência e sua Oferta”, publicação elaborada pelo Sebrae Nacional em 2013, o município foi único representante não apenas do Estado como de toda a Região Nordeste.



Não é à toa, em pleno brejo paraibano, Areia tem clima europeu em alguns períodos do ano e simpatia nordestina todo o tempo. Ali são encontrados engenhos do período da Civilização do Açúcar readaptados para hospedagem, artesanatos, culinária típica com toques refinados, apresentações culturais, passeios fotográficos ou de bicicleta, além de um visual de serras para contemplar sem moderação. Um celeiro de oportunidades para quem quer investir em cultura local, esportes radicais e acolhida diferenciada.

Está em Areia, também, mais um foco do pioneirismo do turismo paraibano: a primeira Pousada Boutique do Brasil – a Villa Real, que ganhou destaque do Sebrae Nacional por suas características arquitetônicas, paisagísticas e de inovação em negócios. No local, praticamente todo o material exposto aos turistas e clientes está à venda - de peças do artesanato local a equipamentos de antiquário. Tudo condizente como o clima do Brejo, com a acolhida da Villa. Se você se interessou e quer saber como abrir uma pousada boutique procure um especialista Sebrae na Paraíba.


Eventos

Caminhos do Frio




Realizado em parceria com o Governo do Estado, o Caminhos do Frio é um dos eventos de maior destaque no calendário do Turismo de Experiência na Paraíba. Durante seis semanas, turistas de todo o País contam com uma agenda de atividades culturais, gastronômicas e esportivas em sete cidades do Brejo paraibano. O termo “frio” em pleno interior paraibano se justifica já que em alguns desses locais a temperatura pode chegar a 12º.

Em 2014 integraram o Caminhos do Frio as cidades de Areia, Pilões, Solânea, Serraria, Bananeiras, Alagoa Nova e Alagoa Grande. Cada uma conta com atrações locais e nacionais, oficinas, oferta gastronômica diferenciada e atividades esportivas. Uma possibilidade de novos negócios para empreendedores dos setores de alimento, esportes e cultura.

RuralTur




O pioneirismo na realização de eventos relacionados ao turismo na Paraíba e a convergência de oportunidades apresentadas ao setor, no Estado, têm na RuralTur – Feira de Turismo Rural - seu representante mais forte. Ali reúnem-se para expor produtos e serviços e debater tendências e rumos do setor agências de viagens, restaurantes, meios de hospedagem e empreendedores que atuam com o turismo rural, de negócios, de experiência e artesanato. Eventos paralelos, como o Encontro de Lideranças do Turismo Rural e o Encontro de Caminhadas na Natureza, também integram a RuralTur.

Desde a primeira edição, em 2005, o evento se tornou referência no País inteiro. Em dez edições – a mais recente em 2014 – a RuralTur foi sediada na pioneira Paraíba, mas sempre se colocou como um produto nacional. Produzindo informação qualificada e gerando negócios para o turismo rural há uma década, a Feira assumirá oficialmente sua nacionalidade e terá caráter itinerante a partir de 2015, quando será realizada no Rio Grande do Norte.

“Desde o início pensamos a RuralTur para ser um evento itinerante e nacional. Tanto que mudamos a nomenclatura pensada inicialmente, que era ‘Feira Regional’, e mantivemos um olhar mais abrangente. A Paraíba foi sede da Feira nesses dez anos e agora vamos apoiar e participar do que começou aqui compartilhando experiências com empreendedores de outros Estados.

Além do Rio Grande do Norte, em 2015, já estão inscritas para sediar o evento os Estados do Ceará (2016), Pernambuco (2017), Rio Grande do Sul (2018) e Goiás (2019). Isso mostra a dimensão que a RuralTur conquistou”, enfatiza a gestora de Turismo do Sebrae PB, Regina Amorim.

Conheça o Hotsite da Ruraltur

Projetos

Pioneirismo na Hospedaria Rural de Quilombo




Um dos destaques no Turismo de Experiência na Paraíba é a implantação da primeira hospedaria rural de Quilombos do Brasil(quiçá do mundo), no Quilombo Caiana dos Crioulos, localizada na zona agrícola do município de Alagoa Grande, Brejo paraibano. Ali estão sendo instalados poucos leitos dentro de um padrão diferenciado de Turismo de Experiência. O visitante poderá participar da cultura local, na ciranda dos quilombolas, e de caminhadas pela região. Outra atração prevista no local é a oficina de produção e a venda das chamadas Ecobijús.

Oportunidades comerciais na BR-230


A legendária Transamazônica, que começa na Paraíba e aqui conta com estrutura rodoviária exemplar, também tem sido foco de estudos pelo Sebrae na Paraíba. O projeto “Oportunidades comerciais na BR-230” contempla 25 municípios localizados nas quatro mesorregiões do Estado: da Mata Paraibana, do Agreste Paraibano, da Borborema e do Sertão Paraibano.

Vídeo do YouTube

A proposta é que sejam realizadas três tipos de intervenções ao longo dos 531 quilômetros de rodovia que cortam o solo paraibano:
Aprimorar: atuando junto a empreendimento já existentes, no sentido de contribuir para a melhoria da qualidade dos negócios, aumento da produtividade e planejamento adequado de investimento e expansão desses empreendimentos;
Recuperar: realizar ações de recuperação de empreendimentos existentes, mas que não têm conseguido obter resultados satisfatórios e cuja projeção é de piora do quadro empresarial. Nesse caso, o foco está em oportunidades que receberam investimento e merecem uma intervenção para que possam gerar os benefícios sociais esperados.
Construir: muito além de realizar obras físicas, a proposta aqui é focar na reconstrução de um novo conceito de negócio que se tornará referência para outras rodovias brasileiras. Mix de produtos e oportunidades, oportunidade e emprego e renda e produção e comercialização de bens estão no foco dessa intervenção e desse projeto com um todo.

É grande o impacto estimado com esse projeto. Além de analisar desde de postos de combustíveis a atrativos culturais e esportivos às margens da BR-230, ele deve gerar, em estimativa, mais de três mil empregos, atingir positivamente 622 novos empreendedores e beneficiar uma população de 14.500 pessoas.

Para saber mais detalhes sobre o projeto Oportunidades comerciais na BR-230 procure o Sebrae na Paraíba, fale com um especialista, proponha um plano de negócios e boa viagem ao mundo do bom empreendedorismo.
Oportunidades de Negócio


Turismo

Mas, se o seu plano de negócios em Turismo na Paraíba não inclui o circuito sol e mar, os eventos ou a atuação em modelos já consolidados, vale conferir na lista a seguir algumas ideias empreendedoras que devem ser destaque no setor nos próximos meses, apoiadas pelo Sebrae na Paraíba:
Aos mais alternativos e despojados está sendo projetado um Hotel de Barracas no Estado para mochileiros e aventureiros que buscam hospedagem econômica sem perder a segurança, comodidade e a experiência do contato com a natureza;
Aventura no turismo rural é outra proposta em elaboração, que envolverá caminhantes e praticantes de esportes radicais – de bikers a jipeiros;
Das trilhas off-road para o asfalto, o Sebrae na Paraíba está construindo um projeto de Turismo de Experiência na BR-230, a conhecida Transamazônica, que no Estado é uma das estradas mais bem conservadas. A idéia é criar roteiros de experiência ao longo de cidades localizadas à margem da rodovia ou próximas a ela, cruzando e conhecendo parte do solo e atrativos paraibanos. (leia detalhes em “projetos”)
Todas essas propostas integrarão o projeto “30 dias na Paraíba sem repetir roteiro”, que está sendo formatado para ser apresentado em um site bilíngüe, onde o visitante terá oportunidade de customizar seu roteiro de acordo com o tempo de estada e perspectiva de experiência local.

Pólo em Campina Grande e Criação da Abratur-PB

Estudos têm apontado para a necessidade de expandir cada vez mais o turismo de experiência na Paraíba e por isso estuda-se a formação de um pólo do setor em Campina Grande, segunda maior cidade paraibana e conhecida internacionalmente por suas atrações culturais (Maior São João do Mundo) e pela excelência em pesquisa e produção de tecnologias da informação e comunicação (TICs).

Diante de tamanha fertilidade no turismo rural paraibano, o Sebrae na Paraíba tem estimulado a criação de uma unidade da Associação Brasileira de Turismo Rural no Estado. Alguns empreendedores já se mobilizaram no sentido de dar os primeiros passos para a nova Abratur-PB.

Como Participar?

Os negócios em Turismo na Paraíba fomentados e apoiados pelo Sebrae contam com um modelo de participação partilhada. Em um primeiro momento são realizados encontros coletivos, de integração, entre empreendedores e aqueles que desejam saber mais sobre o setor, as oportunidades e desafios. Momento de somar informação e conhecimento para minimizar os riscos de investimentos.

Para que se chegue até aí – ou mesmo para aqueles que ainda não sabem o foco do seu negócio - cabe aos que desejam ingressar ou saber mais sobre o setor procurar o Sebrae na Paraíba e receber orientações de um especialista que ouvirá e orientará o empreendedor disposto a estudar esse nicho de mercado, elaborar um bom plano de negócios e investir no Turismo no Estado.


Conheça o Turismo em
outras cidades paraibanas:
CLIQUE NO LINK:

https://drive.google.com/drive/folders/0ByugdrMFiyUdOTZXWXpiS3BRaE0



Revista Partiu Brasil

Publicado em Segunda, 06 de Julho de 2015, 00h00 | por MTur 

A revista é uma publicação da campanha #partiubrasil -  ação integrada de promoção e publicidade do Ministério do Turismo, que incentiva os brasileiros a viajarem pelo país e os profissionais do setor a comercializarem destinos nacionais. O objetivo é promover a variedade de destinos e roteiros dos 26 estados e do Distrito Federal, assim como a diversidade de atividades turísticas como aventura, sol e praia, gastronomia e diversão.

Revista Partiu Brasil (Download - PDF) - Julho de 2015


Vídeo do YouTube

PARAÍBA
www.portal.paraiba.pb.gov.br

CONDE
Passeios de um dia em bugue ou van levam de João Pessoa até duas das mais famosas praias do litoral sul. Tambaba tem a particularidade de ter sido o primeiro ponto de nudismo do Nordeste. Se não for de seu agrado, há um pequeno trecho destinado a quem prefere manter o traje de banho.
Coqueirinho, menos isolada e bastante movimentada nos fins de semana, é igualmente bonita, cercada de coqueiros, rochas e fontes de água.

JOÃO PESSOA
Predinhos baixos ao longo de toda a orla dão a João Pessoa um clima simpático e agradável. Passear pelo calçadão entre as praias de Cabo Branco, Tambaú e Manaíra é um esporte adotado por todos. A praia preferida dos locais é a do Bessa. Para um pôr do sol clássico, a Praia do Jacaré (fluvial, sobre o Rio Paraíba), ao som do Bolero de Ravel.
Um passeio cultural imperdível: ao Centro Cultural São Francisco, um belíssimo conjunto de arte barroca. Um toque moderno: a Estação Cabo Branco de Ciência, Cultura e Artes, projetada por Oscar Niemeyer (uma vez lá, não deixe de visitar a Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas). Uma comprinha original: alguma prenda feita com algodão ecológico, adotado efusivamente pelo comércio local (bons locais são as barraquinhas da Feirinha de Artesanato de Tambaú e o Mercado de Artesanato Paraibano). Uma comida sertaneja: podem ser duas? A paçoca (carne de sol assada e desfiada, socada no pilão com farinha) e o rubacão (uma mistura de feijão, arroz, charque, queijo e legumes).



FONTES:

- Turismo Cultural: Ministério do Turismo (Brasil) - Apostila em PDF:

- EMPRESA PARAIBANA DE TURISMO S/A - PBTUR
Av. Almirante Tamandaré, 100 - Tambaú
CEP: 58039-903 - João Pessoa - Paraíba - Brasil
Fone: 55 83 3214-8187 . FAX: 55 83 3247-7011
Toll free: 0800 281 9229

- http://www.revistaturismo.com.br/artigos/eventos.html

- http://ecoviagem.uol.com.br/noticias/turismo/encontros-e-eventos-de-turismo/

- http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/pb/sebraeaz/Turismo-na-Para%C3%ADba

www.pb.agenciasebrae.com.br  / Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

MTur - Ministério do Turismo
http://www.turismo.gov.br/publicacoes/item/200-revista-partiu-brasil/200-revista-partiu-brasil.html





Amigos da Nova Consciência homenageiam Pedro Camargo

postado em 25 de jun de 2015 13:23 por ONG Nova Consciência   [ 27 de jun de 2015 11:08 atualizado‎(s)‎ ]












PARTIU O "mestre sem cerimônias" da Nova Consciência

postado em 25 de jun de 2015 09:51 por ONG Nova Consciência   [ atualizado em 22 de fev de 2017 16:23 por Encontro da Nova Consciência ]

ATUALIZADO EM 15/03/16

Vídeo do YouTube


Uma produção do Cultura Remix e da ONG Nova Consciência
https://www.youtube.com/channel/UCaUSLOm6vb1XOOGdSefUVmA
ORIGINAL: https://www.youtube.com/watch?v=mdMTFJfq-DY


Ao Mestre (Sem Cerimônia) com Carinho.

Perda é processo de despedaçamento. Falta é estado de incompletude. Luto é descoberta de não sermos inteiros. Estamos de luto. Somos falta. Perdemos Pedro Camargo. Aplica-se a ele o que disse Bertolt Brecht, o teatrólogo alemão: “Há homens que lutam um dia e são bons; há outros que lutam um ano e são melhores; há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis” – por isso necessário que Pedro Camargo continue conosco, por isso necessário que ele não nos deixe, além do que, necessário lembrar também do que nos falou John Donne, poeta inglês do século dezessete: “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti” – e por isso hoje eles dobram por nós, com a irreparável perda de nosso Mestre de Cerimônias Sem Cerimônia, nosso querido Pedro Camargo. E apenas porque existem pessoas que mesmo quando partem para sempre, para
sempre ficam, neste 25º. Encontro da Nova Consciência, sobre o palco, uma cadeira vazia e uma rosa branca apenas assinalam o lugar de sua presença e de nossa saudade.

De todos que fizemos, fazemos, faremos estes Encontros da Nova Consciência.



Cineasta Pedro Camargo morre aos 74 anos

Além do cinema, ele trabalhou como professor, compositor e publicitário

POR O GLOBO
24/06/2015 14:04 / ATUALIZADO 24/06/2015 18:02

Cineasta Pedro Camargo morreu aos 74 anos - Reprodução

RIO — O cineasta, publicitário, compositor, tarólogo e professor Pedro Camargo morreu na madrugada desta quarta-feira, aos 74 
anos, por complicações de cirrose hepática, doença da qual se tratava há anos. Camargo dirigiu "Estranho triângulo" (1970), "Eu transo... Ela transa" (1972) e "Amor e traição" (1979). O velório será a partir das 14h da próxima quinta-feira e a cremação às 18h, no Memorial do Carmo.

Nascido em São Paulo, em 1941, Pedro Geraldo Camargo Rocha veio para o Rio de Janeiro aos três anos. É filho único do segundo casamento da mãe, mas teve cinco irmãos de um casamento anterior. O primeiro contato com a arte veio através da música, nas aulas de piano que a mãe insistia que fizesse. Aos 7 anos, foi apresentado ao cinema por uma amiga vizinha que trouxe uma câmera de 8 milímetros, ancestral a Super 8, e um projetor dos Estados Unidos.

Na juventude, descobriu o teatro e integrou o Teatro Jovem do Rio de Janeiro, grupo semi-profissional inspirado no Teatro de Arena de São Paulo. Lá, encenou “A mais-valia vai acabar, seu Edgar”, de Oduvaldo Vianna Filho e “Aconteceu em Irkutsk”, de Alexei Arbusov.

No início dos anos 60, mudou-se para Bauru, São Paulo, onde uma das irmãs morava. Estagiou na TV Bauru onde teve contato com Walter Avancini, Antonino Seabra, David Grinberg. Compôs a trilha musical de programas da TV Continental, como a telepeça "Para viver amanhã", e dos programas "Brincando de show" e "O show é o Rio", na TV Excelsior.

Como publicitário, trabalhou na área de criação das agências OBRA (Organização Brasileira de Rádio) e McCann-Erickson, onde fez jingles para clientes Coca-Cola, Manchete e Ponto Frio. Teve a sua primeira música gravada "Sozinha de você", em 1964, em parceria com Durval Ferreira, interpretada por Tita.

Camargo também deixou sua marca na bossa nova. No ano seguinte, foi lançada a primeira gravação de "Chuva", composta com Durval Ferreira, no disco "Os gatos". Dick Farney, Elizeth Cardoso, Claudete Soares, Manfredo Fest, Baden Powell foram alguns dos nomes que regravaram a música. Tom Jobim selecionou a versão em inglês “The day it rained", feita por Ray Gilbert, para um disco americano, mas a primeira gravação estrangeira foi de Silvinha Telles para o disco “It Might As Well Be Spring”, lançado nos Estados Unidos. Lá fora, Sarah Vaughan e o Mitchell Ruff Duo, grandes nomes do jazz, fizeram suas versões da composição de Camargo.


A estreia profissional no cinema veio na década de 70, com "Estranho triângulo", sobre um triângulo amoroso em plena ditadura militar, com Carlos Mossy, José Wilker e Leila Santos. Dois anos depois, lançou "Eu transo, ela transa", filme que conseguiu driblar a censura da época apesar das insinuações sexuais. Em 1973, Camargo dirigiu "Os primeiros momentos", filme com Odete Lara e Paulo Porto, que esteve no Festival de Gramado indicado a melhor filme em 1974. No ano festival, adaptou "Chapeú de sebo", de Francisco Pereira da Silva para o cinema com "Amor e traição".

Em 1976, entrou em contato com o tarô pelo livro “Um Novo Modelo do Universo”, do filósofo russo P. D. Ouspensky. Começou a praticá-lo em 1983. Em 1991, foi editor da versão brasileira da revista espanhol "Año Zero" por um ano. Frequentou encontros da Organização Nova Consciência, em Campina Grande, Paraíba, entre outros eventos para debater a prática, como o Fórum Nacional do Tarô. É autor do livro "Iniciação ao tarô" (1992), da editora Nova Era.

Em 1986, Camargo começou a dar aulas na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Ele inicialmente substituiu o cineasta Sílvio Tendler na disciplina "Cinedocumentário". Depois, foi convidado pelo Departamento de Comunicação da universidade para assumir a cadeira "Introdução ao cinema", que lecionou até 2011.

Assista abaixo as últimas entrevistas de Pedro Camargo realizadas nos bastidores do 24° Encontro da Nova Consciência:

Vídeo do YouTube


Vídeo do YouTube



Saiba mais:
- http://www.apalavraonline.com.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=2&Itemid=128&id_noticia=12295
- http://oglobo.globo.com/cultura/cineasta-pedro-camargo-morre-aos-74-anos-16539827#ixzz3e5qKj9a8

ENCERRAMENTO e Homenagens a Pedro Camargo - 25° Encontro da Nova Consciência
- https://www.youtube.com/watch?v=Ca9nmLS36k8

Homenagem a Pedro Camargo: Amigos da Nova Consciência enterram suas Cinzas numa Palmeira
- https://www.youtube.com/watch?v=vdT59pRphWo

24° ENCONTRO DA NOVA CONSCIÊNCIA

postado em 16 de jan de 2015 07:20 por ONG Nova Consciência



“DESAFIOS PARA UM FUTURO POSSÍVEL”


De 13 a 17 de Fevereiro de 2015

Todos os anos durante o carnaval, a cidade de Campina Grande (PB), se transforma em um

espaço para a ciência, a cultura, a Arte, as Tradições Religiosas e tudo o que diz respeito

ao Patrimônio Cultura Imaterial com o Encontro da Nova Consciência, evento que já é

realizado há quase vinte e cinco anos, sempre com grande sucesso de público de todo o Brasil,

constando nos calendários de turismo de eventos nacionais.

Trabalhando em todos estes anos, com uma proposta de Cultura de Paz, o Encontro mudou

a face da cidade que esvaziava no período de carnaval. Hoje a cidade recebe turistas de

todo o Brasil, lotando a rede hoteleira, restaurantes, bares e serviços, mudando totalmente

a economia local, que já funciona hoje com o sistema de hospedagem alternativa, por ser

grande o número de pessoas que procuram opções que não sejam carnaval.

Em Campina Grande acontece o Almaval - o Carnaval da Alma; celebração de valores que

envolvem corpo - mente - espírito. O Encontro da Nova Consciência é um evento único

no mundo conseguindo envolver em um período de cinco dias, as maiores personalidades

nacionais e internacionais, para a abordagem de temas de interesse da humanidade,

exercitando a tolerância, o diálogo Inter-Religioso, os Direitos Humanos, o Desenvolvimento

Sustentável, Inclusão Social, Ciência, Cultura, e outros tantos temas.

Ao longo destes anos tiveram partilhando seus conhecimentos e visões, expoentes em suas

respectivas áreas como Leonardo Boff e Paulo Coelho, e um grupo imenso que ultrapassam

os mil palestrantes, dentre eles, representantes da então Secretaria de Especial de Direitos

Humanos, da qual ontem e hoje o Encontro sempre se constituiu como parceiro, organizando

eventos para discussão dos temas da diversidade religiosa, procedendo lançamento da

Cartilha e Vídeo Direitos Humanos e Diversidade Religiosa, e sempre congregando ativistas,

pesquisadores e lideranças em torno destas discussões.

O 24o Encontro da Nova Consciência acontece de 13 a 17 de fevereiro no SESC Centro e tem

como tema central “Desafios para um futuro possível”. Religiosos e não religiosos, filósofos,

artistas e pesquisadores estarão discutindo, durante cinco dias de carnaval, sobre nossas ações

no presente e as implicações que elas terão em um futuro não mais desejável, mas possível.

Com inúmeros eventos paralelos, envolvendo pessoas de todas as idades e segmentos, o

Encontro da Nova Consciência é um evento gratuito, não sendo necessário fazer inscrição. A

programação do evento, em breve, estará sendo divulgada pelo Facebook na fanpage da ONG

Nova Consciência e no site www.novaconsciencia.com.br

Dossiê dos Alimentos Saudáveis - Você fiscaliza o que anda comendo?

postado em 4 de dez de 2014 05:20 por ONG Nova Consciência   [ atualizado em 23 de fev de 2017 03:16 por Encontro da Nova Consciência ]


o-q-sao-alimentos-organicosFeira Orgânica de Gramado. Foto: Vanessa Fuhrmeister Candido



Alimento orgânico é aquele isento de qualquer tipo de contaminante que ponha em risco a saúde ambiental ou humana, seja dos produtores ou dos consumidores. Por ser produzido livre de insumos artificiais como os adubos químicos, os agrotóxicos, as drogas veterinárias, aditivos químicos sintéticos (corantes, aromatizantes e emulsificantes), hormônios, antibióticos e de organismos geneticamente modificados, é considerado mais saudável.

Mais que isso, para ser considerado como orgânico, o alimento deve ser produzido sob os princípios da agricultura orgânica ou agricultura biológica, isto é, num ambiente de produção sustentável, que contempla o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais. A agricultura orgânica está relacionada ao desenvolvimento sustentável.

Este sistema de produção tem como objetivo a autossustentação da propriedade agrícola ao longo do tempo, a maximização dos benefícios sociais para o agricultor, a minimização da dependência de energias não renováveis na produção, a oferta de produtos saudáveis e de elevado valor nutricional. A agricultura orgânica é uma forma de agricultura que se baseia em técnicas como a rotação de culturas, adubação verde, compostagem e controle biológico de pragas.

Os métodos empregados na agricultura orgânica são aplicados e regulados em muitos países, baseados, em grande parte, nas normas estabelecidas pela Federação Internacional dos Movimentos de Agricultura Orgânica (IFOAM), uma organização internacional que reúne organizações de agricultores orgânicos ao redor do mundo desde 1972. De acordo com a organização, 88 países, incluíndo o Brasil, contam com leis sobre a produção de alimentos orgânicos.

A procura de alimentos livres de aditivos químicos têm aumentado na mesma proporção da busca por saúde e qualidade de vida. Ainda com base em relatório da IFOAM, o mercado de alimentos orgânicos cresce rapidamente: em 1999, movimentava 15,2 bilhões de dólares em todo o mundo; em 2012, atingiu 63,8 bilhões. A demanda tem impulsionado um aumento semelhante em terras agrícolas voltadas para produção orgânica que tripiclaram em extensão, ao atingir aproximadamente 37,5 milhões de hectares em todo o mundo, o que representa 0,87% do total das terras agrícolas no mundo.

Orgânicos no Brasil

A produção e comercialização de alimentos orgânicos no Brasil foram aprovadas pela Lei 10.831, de 23 de dezembro de 2003 e regulamentadas em 27 de dezembro de 2007. com a publicação do Decreto Nº 6.323.

De acordo com a legislação, para ter o nome "orgânico" ou "produto orgânico" no rótulo, o produto deve conter, no máximo, 5% de ingredientes não-orgânicos. Produtos que tem uma porção maior de ingredientes não-orgânicos serão identificados como "produtos com ingredientes orgânicos", uma vez que a parte orgânica deve ser, no mínimo, 70%. Aqueles que estiverem abaixo deste percentual não podem ser comercializados como de qualidade orgânica.

Para que possam comercializar seus produtos como "Orgânicos", os produtores devem se regularizar através de uma certificação por um Organismo da Avaliação da Conformidade Orgânica (OAC) credenciado junto ao Ministério da Agricultura (MAPA); ou se organizar em grupo e se cadastrar junto ao MAPA para realizar a venda direta sem certificação. A diferença está em que o produtor sem certificação só pode realizar vendas diretas ao consumidor (feiras), enquanto que o produtor certificado poderá comercializar seus produtos (que receberão selo que atesta a qualidade de orgânico) em feiras, supermercados, lojas, restaurantes, hotéis, indústrias, internet.


10 motivos para consumir orgânicos

Nem precisa pensar muito. Leia abaixo e descubra as vantagens de consumir produtos orgânicos!

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.

2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.

3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.

4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.

5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.

6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.

7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.

8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.

9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico.

Fonte: Ambiente Brasil

Leia on-line a cartilha: Por que consumir orgânicos





5 motivos pouco conhecidos que fazem você engordar



As informações aqui apresentadas podem ser surpreendentes para a maioria das pessoas, principalmente porque, quando se fala em ganho de peso, o foco sempre são as calorias. Apesar de que as calorias sejam cruciais para o aumento de peso, há uma série de outros fatores ambientais e de estilo de vida que desempenham um papel muito mais significativo, principalmente porque a maioria das pessoas não percebem que elas são afetadas por eles, e, portanto, falham em enfrentá-los. Estes fatores são:

1: Antibióticos nos alimentos e em remédios

O que a maioria das pessoas não consegue entender é a forte ligação entre o nosso microbioma e ganho de peso. Provas convincentes sugerem uma ligação complexa entre o uso excessivo de antibióticos e ganho de peso.

Há uma tendência comum das pessoas a tratar todas as suas infecções com antibióticos, tais como quando experimentam um resfriado ou gripe. O problema com o uso excessivo de antibióticos é que eles eliminam as boas bactérias no seu intestino. As bactérias benéficas (probióticas) são, de fato, tão cruciais para a sua saúde que os pesquisadores compararam-as a "um órgão recém-reconhecido."

Os EUA usam cerca de 13 milhões de quilos de antibióticos a cada ano para criar animais. Isso representa cerca de 80 por cento de todos os antibióticos utilizados nos EUA. Na pecuária, os antibióticos são usados tanto para evitar doenças quanto para promover o ganho de peso. A pesquisa sugere que carne banhada em antibióticos tem o mesmo efeito de ganho de peso em humanos que a consomem.



2: Outras drogas causadoras de ganho de peso na pecuária

boi-muscolosoOutros medicamentos usados para engordar o gado têm efeitos de ganhar peso nos humanos. A ractopamina é um exemplo. Esta droga beta-agonista trabalha como promotora de crescimento, aumentando a síntese de proteínas, assim, tornando o animal mais musculoso.

Na medicina humana, beta-agonistas também são encontrados em medicamentos para a asma, e o ganho de peso persistente é de fato uma queixa comum entre os pacientes de asma que utilizam Advair (uma droga beta-agonista) - tanto é que o fabricante adicionou o ganho de peso nos efeitos colaterias na pós-propaganda. 

Outros países já proibiram o uso de potenciadores de crescimento em animais, e por boas razões. Estes fármacos têm sido conhecidos por causar infertilidade, defeitos de nascimento, deficiência, e até mesmo a morte.


3: Produtos químicos desreguladores endócrinos

Muitos produtos domésticos comuns contêm desreguladores endócrinos, alguns dos quais são estruturalmente semelhantes aos hormônios, como o estrogênio e, portanto, podem afetar as funções corporais normais de uma pessoa. Exemplos incluem o bisfenol-A (BPA), PCBs, ftalatos, triclosan, defensivos agrícolas, e retardadores de fogo. 

Certos produtos químicos agrícolas, o glifosato, em particular, também podem afetar seu peso por obliteração das bactérias intestinais saudáveis. Uma pesquisa recente mostrou que o glifosato provoca extrema perturbação das funções e ciclos de vida de micróbios e, preferencialmente, afeta as bactérias benéficas, permitindo que patógenos cresçam.

Nos EUA, a grande maioria do glifosato que as pessoas estão consumindo vem de produtos geneticamente modificadas (GM) como açúcar, milho, soja e trigo desidratado convencionalmente crescido. Além de alterar a sua flora intestinal, o glifosato também aumenta os efeitos prejudiciais dos outros resíduos químicos de origem alimentar e toxinas ambientais.


4: Adoçantes artificiais

Mais uma vez, há um equívoco enorme quando se trata de adoçantes artificiais. Eles são comercializados como "diet", no entanto pesquisas sugerem o contrário. 

Foi comprovado que os adoçantes artificiais estimulam o apetite, aumentam a vontade de comer carboidratos, e estimulam o armazenamento de gordura e ganho de peso. Estes adoçantes enganam nosso cérebro em pensar que está recebendo o açúcar, e quando chega sem açúcar, o cérebro sinaliza que precisa de carboidratos. Aí está um ciclo promotor de ganho de peso. 

Um estudo citado em um artigo recente do Democrat & Chronicle, "descobriram que bebedores frequentes de refrigerantes diet tiveram circunferência da cintura aumenta que eram 500 por cento maior do que os não-bebedores de refrigerante diet."


5: Propagandas de junk food dissimuladas

As crianças são o principal alvo para o marketing de comida industrializada (junk food, ou comida sem valor). Vemos isso em filas de supermercados, onde barras de chocolate, doces e refrigerantes estão estrategicamente colocados nos níveis olhos das crianças. Este tipo de marketing deve estar funcionando, pois uma em cada três (1/3) crianças nos EUA hoje são consideradas obesas. Este tipo de estilo de vida é obviamente prejudicial para as crianças, tanto física quanto emocionalmente.

As crianças estão agora expostas ao marketing via licenciamento da marca, posicionamento do produto, escolas, marketing dissimulado, marketing viral, DVDs, jogos e na internet. De acordo com um relatório de 2013 pelo Instituto de Medicina (IOM), crianças com idade entre 2-11 vêem agora uma média de mais de 10 anúncios de alimentos de televisão por dia.

O relator Especial das Nações Unidas sobre o direito à alimentação, Olivier De Schutter advertiu recentemente que "a obesidade é uma ameaça de saúde global maior do que o uso do tabaco." A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) também emitiu recentemente uma declaração de posição sobre a obesidade e o câncer, em que eles também afirmam que "a obesidade está alcançando rapidamente o tabaco como a principal causa evitável de câncer."

Durante a cúpula anual deste ano da Organização Mundial de Saúde, De Schutter pediu às nações que unissem forças para colocar regulamentações mais rigorosas em alimentos não saudáveis, dizendo: "Assim como o mundo se uniu para regular os riscos do tabaco, uma convenção ousada em dietas adequadas deve ser agora concordada."


Como evitar estes fatores engordativos?

Uma das principais formas de evitar o ganho de peso é examinar a qualidade dos alimentos que você está comendo, e não a quantidade (calorias).

Alimentos orgânicos não contém conservantes químicos nocivos, hormônios ou pesticidas que causam ganho de peso. Fique longe de alimentos excessivamente processados pois você só vai ficar frustrado quando descobrir que o alimento que você está comendo está atado com os fatores de ganho de peso acima mencionados.

Se os alimentos estão em propagandas, é quase certo que eles são ruins para você. Quando foi a última vez que você viu um comercial de rabanetes? Couve?


Compre alimentos orgânicos, integrais e cozinhe a partir do zero. Isto irá reduzir automaticamente o consumo de açúcar, que é a causa raiz de resistência à insulina e ganho de peso. Se você compra produtos orgânicos, você também corta a sua exposição a pesticidas e ingredientes geneticamente modificados, e cortando de sua vida os alimentos processados, você automaticamente evita adoçantes artificiais e gorduras processadas prejudiciais.

As gorduras saudáveis são essenciais, então certifique-se que não está consumindo as gorduras erradas. Fontes de gorduras saudáveis para adicionar à sua dieta incluem abacate, coco e óleo de coco, óleos de nozes orgânicos (prensadas à frio) e nozes e sementes cruas.

Opte por recipientes de vidro para evitar desreguladores endócrinos.

Tore o processo uma jornada de aprendizagem, implemente mudanças lentas e divirta-se ao longo do caminho. Comer saudável não tem que ser uma luta.


Pesticidas e Saúde


O ser humano, durante o início dos tempos era nômade, ou seja, vivia migrando de um lugar para outro em busca de melhores condições, o que se resume em alimento e sobrevivência. Conforme o tempo foi passando, esse homem que antes era nômade, passou a fixar-se num determinado local, se tornando, então, sedentário. Essa fixação se deve, entre outros fatores, à agricultura, o cultivo de alimentos.
Foto: oticki / Shutterstock.com

Foto: oticki / Shutterstock.com

O homem aprendeu a produzir seu alimento para subsistência, depois passou a utilizá-lo como moeda de troca e hoje, também o comercializa. Com a crescente necessidade de se produzir cada vez mais alimento, foram surgindo várias técnicas que garantem uma boa colheita, como a irrigação, adubação, entre outros. Mas para se ter um bom resultado do plantio, era necessário eliminar as pragas que infestavam as lavouras, causando danos ao alimento e principalmente afetando a comercialização. A partir dessa tentativa de exterminar pragas surgiram os pesticidas, também conhecidos como agrotóxicos, que são compostos orgânicos capazes de banir o desenvolvimento dessas pragas em plantações.


O papel de pesticida pode ser desempenhado por uma substância química ou por um agente biológico (bactéria, vírus). São sempre tóxicos, porém, nem sempre venenosos.

Existem vários tipos de classificação para os pesticidas, uma delas é dada de acordo com a praga a ser combatida, sendo assim:

  • bactericidas são pesticidas usados no controle de bactérias nocivas ao plantio;
  • inseticidas, no controle de insetos;
  • herbicidas, no controle de ervas daninhas;
  • fungicidas, no controle de fungos;
  • acaricidas, no controle de ácaros
  • entre outros.

Uma outra classificação, muito utilizada é a dada levando em conta a composição desses pesticidas. Veja:

  • Botânicos: composição à base de nicotina, sabadina, piretrina e retenona.
  • Orgânicos de síntese: composição à base de Carbamatos (nitrogenados), clorados, fosforados e clorofosforados.
  • Inorgânicos: composição à base de Arsênio, Tálio, Bário, Nitrogênio, Fósforo, Cádmio, Ferro, Selênio, Chumbo, Mercúrio, Zinco, Cobre, etc.
O primeiro pesticida utilizado foi o Enxofre, que depois deu lugar a outros compostos químicos como o Arsênio e o Mercúrio. A partir do século XVII, passaram a utilizar em larga escala pesticidas à base de nicotina, extraída da folha do tabaco. A partir daí, a indústria desses compostos só cresceu e se expandiu, dando origem às mais modernas fórmulas encontradas no mercado atual.

Os pesticidas causam sérios riscos ao meio ambiente e à saúde do ser humano. Aplicações de pesticidas em lavouras podem contaminar lençóis freáticos e rios, levando à morte de seres que vivem nesses locais. Quando utilizado excessivamente provocam na praga uma resistência cada vez maior a esses compostos, o que leva à necessidade de usar doses maiores e produtos mais fortes. A planta também sofre impactos com o uso de pesticidas, já que isso afeta sua estrutura física, bem como seu metabolismo. O ser humano, evidentemente, é também é muito prejudicado pelo uso de agrotóxicos, tanto para os que manipulam, quanto para os que consomem alimentos cultivados com essas substâncias.

Um dos principais danos causados por pesticidas á saúde humana é mutação dos genes das células, o que posteriormente desencadeia o câncer em várias partes do corpo.


Pesquisa demonstra perigo no consumo de hidropônicos

Pesquisa recente conclui que o teor de nitrato nas folhas de alface é maior no cultivo hidropônico que no convencional, sendo que o cultivo orgânico apresenta a menor taxa de concentraçào de nitrato. Isto devido ao uso de fertilizantes com baixo teor de nitrogênio, como esterco bovino e vermicomposto. A pesquisa conduzida por pesquisadores do IAPAR (MIYAZAWA et. al., 2001) mostra que alfaces cultivadas em sistema hidropônico apresentam um teor de nitrato extremamente elevado: 70% das amostras tinham entre 6.000 a 12.000 mg/kg e apenas 3% das amostras tinham teor inferior a 3.000 mg/kg. Nesse cultivo, o fertilizante nitrogenado é fornecido nas formas nítrica e amoniacal facilmente absorvidos pela raiz em quantidades muito acima da capacidade da planta assimilar, acumulando, assim, o excedente no tecido vegetal. No organismo humano, o nitrato ingerido passa à
corrente sangüínea podendo reduzir-se a nitritos que são ainda mais venenosos. Quando combinados com aminas, formam as nitrosaminas, substâncias cancerígenas, mutagênicas e teratogênicas. O monitoramento dessas substâncias é essencial para garantir a qualidade dos alimentos. De acordo com a FAO, o índice de máxima ingestão diária admissível (IDA), de nitrato é de 5 mg/kg de peso vivo e, 0,2 mg/kg, para o nitrato. A ingestão admissível para uma pessoa de 70 kg seria de 350 mg de nitrato por dia. Assim, se considerarmos que quatro cabeças de alface pesam aproximadamente 1 kg e tem em média 160 folhas, concluí-se que uma pessoa de 70 kg comendo entre 4 e 9 folhas de alface hidropônica por dia, já estará atingindo a dose diária máxima de nitrato permitida. No caso de crianças, a quantidade de folhas ingeridas é proporcionalmente menor. Esta mesma pessoa poderia
comer em média mais de 50 folhas de alface produzida no sistema orgânico, para atingir o mesmo nível de nitrato. Sendo assim, o consumo de alface cultivadas no sistema hidropônico deve ser cauteloso, pois pode trazer riscos à saúde humana.



Vantagens e desvantagens dos alimentos transgênicos

Você já deve ter ouvido falar na sigla OGM, que quer dizer Organismo Geneticamente Modificado; ou, simplesmente transgênico. Especificamente, trata-se de um ser vivo cuja estrutura genética (a parte da célula onde está armazenado o código da vida), foi alterada pela inserção de genes de outro organismo, de modo a atribuir ao receptor características não programadas pela natureza. Uma planta que produz uma toxina antes só encontrada numa bactéria. Um microorganismo capaz de processar insulina humana.

A engenharia genética utiliza enzimas para quebrar a cadeia de DNA em determinados lugares, inserindo segmentos de outros organismos costurando a seqüência novamente. Os cientistas podem "cortar" e "colar" genes de um organismo e manipulando sua biologia natural a fim de obter características específicas (por exemplo, determinados genes podem ser inseridos numa planta para que ela produza toxinas contra pestes). Este método é muito diferente do que ocorre naturalmente com o desenvolvimento dos genes.

Vantagens 

1. O alimento pode ser enriquecido com um componente nutricional essencial. Um feijão geneticamente modificado por inserção de gene da castanha do Para passa produzir metionina, um aminoácido essencial para a vida. Um arroz geneticamente modificado produz vitamina A;

2. O alimento pode ter a função de prevenir, reduzir ou evitar riscos de doenças, através de plantas geneticamente modificadas para produzir vacinas, ou iogurtes fermentados com microorganismo geneticamente modificados que estimulem o sistema imunológico;

3. A planta pode resistir ao ataque de insetos, seca ou geada. Isso garante estabilidade dos preços e custos de produção. Um microorganismo geneticamente modificado produz enzimas usadas na fabricação de queijos e pães o que reduz o preço deste ingrediente; Sem falar ainda que aumenta o grau de pureza e a especificidade do ingrediente e permite maior flexibilidade para as indústrias;

4. Aumento da produtividade agrícola através do desenvolvimento de lavouras mais produtivas e menos onerosas, cuja produção agrida menos o meio ambiente. 

Desvantagens 

1.  O lugar em que o gene é inserido não pode ser controlado completamente, o que pode  causar resultados inesperados uma vez que os genes de outras partes do organismo podem ser  afetados.

2. Os genes são transferidos entre espécies que não se relacionam, como genes de animais em vegetais, de bactérias em plantas e até de humanos em animais. A engenharia genética não respeita as fronteiras da natureza – fronteiras que existem para proteger a singularidade de cada espécie e assegurar a integridade genética das futuras gerações.

3. A uniformidade genética leva a uma maior vulnerabilidade do cultivo porque a invasão de pestes, doenças e ervas daninha sempre é maior em áreas que plantam  o mesmo tipo de cultivo. Quanto maior for a variedade (genética) no sistema da agricultura, mais este sistema estará adaptado para enfrentar pestes, doenças e mudanças climáticas que tendem a afetar apenas algumas variedades.

4. Organismos antes cultivados para serem usados na alimentação estão sendo modificados para produzirem produtos farmacêuticos e químicos. Essas plantas modificadas poderiam fazer uma polinização cruzada  com espécies semelhantes e, deste modo, contaminar plantas utilizadas exclusivamente  na alimentação.

5. Os alimentos transgênicos poderiam aumentar  as alergias. Muitas pessoas são alérgicas a determinados alimentos em virtude das proteínas que elas produzem. Há evidências de que os cultivos transgênicos podem proporcionar um potencial aumento  de alergias em relação a cultivos convencionais.



O que são alimentos transgênicos? Fazem mal? Como identifica-los?

Vá até a sua dispensa, verifique a existência do símbolo ao lado em algum de seus alimentos.

Você sabe o que ele significa?
Alimento Transgênico, não é isso?

Apesar de estarem tentando esconder isso de nós, o Ministério da Saúde sabiamente aprovou o Decreto nº 4680/03 e a Portaria nº 2.658/2003 que determinaram a obrigatoriedade da rotulagem de produtos com mais de 1% de transgênicos em sua composição.

Porém, apesar da obrigatoriedade, ninguém que eu conheça sabe o que significa este símbolo, ou seja, colaram uma figurinha nos produtos e não disseram o que ele significa. Claro lobby da Monsanto…

Alimentos Transgênicos são todos os alimentos geneticamente modificados.
De acordo com a FDA, esses produtos não podem ser destinguidos dos demais pelo fato de serem “iguais” ao alimentos não transgênicos, mas vários estudos demonstram contradições nos relatórios da FDA.

Há mais informações sobre Alimentos Transgênicos no site transgenicosnao.blogspot.com

Se fazem mal, bem, deêm uma olhada em como a Monsanto agiu durante seus anos dourados e veja que ela sempre escondeu a verdade sobre diversos de seus produtos.
Os documentários que mencionamos aqui tem bastante informações referentes.

Monsanto é a maior empresa de biotecnologia do mundo (na marra), líder mundial em alimentos transgênicos, com 90% do mercado. Fabricante das marcas Roundup (herbicída líder a 30 anos), soja para roundup (soja roundup ready), aspartame (edulcorante substitúto do açúcar nos produtos diet), hormônio do crescimento (proibido no Canadá e na Europa), dentre outros produtos altamente tóxicos como o Agente Laranja (desfolhante utilizado na guerra do Vietnã), e PCB (conhecida no Brasil como Ascarel), uma substância extremamente tóxica, que foi proibida em 1971 nos EUA e 1981 no Brasil.

O Grupo Monsanto atua no Brasil por meio das seguintes empresas:
Monsanto do Brasil Ltda., Agroeste Sementes S.A., Monsoy Ltda., Monsanto Nordeste Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda., Alkagro do Brasil Ltda., Stoneville Brasil Ltda., Agroeste Participações Ltda., MDM Sementes Algodão Ltda., D&M Brasil Algodão Ltda., D&PL Brasil Ltda., Sementes Selecionadas Ad Ltda. e WestSeeds Participações Ltda.

O maior mito utilizado para legimitar o mercado dos transgênicos é que “o aumento de produção dos alimentos resolveria a fome”. Não precisa ser nenhum economista pra saber que o problema da fome e da miséria não é a escassez de alimentos, mas a má distribuição de riqueza produzida. Ainda mais em um novo modelo onde você terá de pagar royalties e taxas paras poucas transnacionais que monopolizam o mercado.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei dois documentários de tirar o fôlego, que já fazem parte de nossa lista de doumentários.

Sweet Misery - Aspartame
O primeiro foi Sweet Misery, sobre o aspartame, o qual aparentemente é a causa do aumento de doenças raras.

O segundo é O Mundo segundo a Monsanto, que demonstra claramente que estamos sendo engolidos pelo corporativismo selvagem, que transforma o ser humano em mais um obstáculo que precisa ser transposto.

Aos estudantes de direito, recomendo assistir ambos documentários, além de A Corporação, que também toca no assunto.

Cuidado, o seu alimento pode estar lhe causando donças.

Saiba mais em: http://www.algosobre.com.br/biologia/alimentos-trangenicos.html

http://busca.uol.com.br/buscar.html?q=alimento+transgenico

http://transgenicosnao.blogspot.com/

Conheça a lista de produtos transgênicos elaborada pelo Greenpeace em http://www.greenpeace.org.br/transgenicos/pdf/guia_consumidor_4.pdf

Em tempo, como esses desgraçados são aliados no plano contra a população mundial, e pretendem sujar os gênes das espécies naturais, já criaram (não estes) um banco de dados vegetal com mais de 4milhões de sementes, o que chamamos alienadamente de Arca de Noé Vegetal, a qual será assunto por aqui mais futuramente.

O NOVO INIMIGO DO SETOR DE TRANSGÊNICOS

A matéria abaixo revela qual é o novo alvo a ser eliminado da Legislação brasileira: o símbolo “T” que identifica os produtos que possuem transgênicos. O setor da indústria alimentícia é muito poderoso e está incomodado com o símbolo, pois pode provocar na população consumidora um despertar para a qualidade dos produtos. É bom a sociedade brasileira ficar atenta. A obrigação pela identificação dos produtos que se utilizam de OGMs (organismos geneticamente modificados) ou simplesmente, de transgênicos, constitui uma das conquistas mais importantes da cidadania brasileira, que tem o direito de saber o que está consumindo. Como consumidores que pagam pelo que consomem, todos temos o direito de escolher o que consumir. Se alimentos com transgênicos, se com produtos convencionais ou se orgânicos. Ninguém pode tirar esse direito. Fiquemos atentos. Marino Elígio Gonçalves.  

O símbolo que identifica os produtos que contêm transgênicos tornou-se uma preocupação para as empresas de alimentos

Por Melina Costa , Revista EXAME, Edição 0929, 16/10/2008, EcoDebate.

O “T” da questão - Quando o governo brasileiro decidiu rotular os alimentos feitos com matéria-prima transgênica, escolheu um símbolo que não passasse despercebido. Trata-se de uma letra “T” inserida em um triângulo amarelo que vem acompanhado de inscrições como “Produto feito a partir de transgênico”. O desenho e as cores lembram de imediato os sinais de alerta usados para identificar material radiativo ou lixo hospitalar. A medida é, de longe, a mais radical já tomada por um governo. Até a União Européia, que reúne os países mais rigorosos do mundo em matéria de plantas geneticamente modificadas, contentou-se apenas com uma discreta frase na embalagem, como as que avisam que o produto contém glúten, açúcar ou adoçante. Passados cinco anos da decisão de rotular os transgênicos do Brasil, o que deveria ser apenas um recurso para informar os consumidores menos atentos transformou-se no terror dos departamentos de marketing das grandes empresas de alimentos - em especial as que usam soja como matéria-prima, a principal planta transgênica cultivada no país. Preocupadas com o prejuízo que o “T” pode trazer à imagem de seus produtos, as companhias têm se esforçado para escapar das atuais regras. “O símbolo passa claramente a seguinte imagem: ‘Cuidado! Esse alimento é perigoso!’ Quem quer isso no seu produto?”, diz Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).


Ruim para o produtor e para o consumidor

A introdução de transgênicos na natureza expõe nossa biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio genético de nossas plantas e sementes e o aumento dramático no uso de agrotóxicos. Além disso, ela torna a agricultura e os agricultores reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco a saúde de agricultores e consumidores. O Greenpeace defende um modelo de agricultura baseado na biodiversidade agrícola e que não se utilize de produtos tóxicos, por entender que só assim teremos agricultura para sempre.

Plantação de arroz vermelho, variedade que pode desaparecer com a plantação de arroz transgênico. © Greenpeace / Lunaé Parracho

Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza, como, por exemplo, arroz com bactéria.

Por meio de um ramo de pesquisa relativamente novo (a engenharia genética), fabricantes de agroquímicos criam sementes resistentes a seus próprios agrotóxicos, ou mesmo sementes que produzem plantas inseticidas. As empresas ganham com isso, mas nós pagamos um preço alto: riscos à nossa saúde e ao ambiente onde vivemos.

O modelo agrícola baseado na utilização de sementes transgênicas é a trilha de um caminho insustentável. O aumento dramático no uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos é exemplo de prática que coloca em cheque o futuro dos nossos solos e de nossa biodiversidade agrícola.

Diante da crise climática em que vivemos, a preservação da biodiversidade funciona como um seguro, uma garantia de que teremos opções viáveis de produção de alimentos no futuro e estaremos prontos para os efeitos das mudanças climáticas sobre a agricultura,

Nesse cenário, os transgênicos representam um duplo risco. Primeiro por serem resistentes a agrotóxicos, ou possuírem propriedades inseticidas, o uso contínuo de sementes transgênicas leva à resistência de ervas daninhas e insetos, o que por sua vez leva o agricultor a aumentar a dose de agrotóxicos ano a ano. Não por acaso o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de agrotóxicos em 2008 – depois de cerca de dez anos de plantio de transgênicos – sendo mais da metade deles destinados à soja, primeira lavoura transgênica a ser inserida no País.

Além disso, o uso de transgênicos representa um alto risco de perda de biodiversidade, tanto pelo aumento no uso de agroquímicos (que tem efeitos sobre a vida no solo e ao redor das lavouras), quanto pela contaminação de sementes naturais por transgênicas. Neste caso, um bom exemplo de alimento importante, que hoje se encontra em ameaça, é o nosso bom e tradicional arroz.

A diversidade do arroz brasileiro congrega desde o arroz branco plantado no Rio Grande do Sul, que é adaptado a temperaturas amenas, àquele plantado no interior do nordeste, vermelho, resistente a climas quentes e secos. Ambos são necessários, sem seus respectivos climas e solos, para garantir que o cidadão brasileiro tenha sempre arroz em seu prato, em qualquer região do país.

Rotulagem como direito básico


Ativistas do Greenpeace protestam em um supermercado contra a falta de rotulagem adequada nos produtos fabricados pelas empresas Bunge e Cargill.
©Greenpeace/Ivo Gonzalez

“É melhor prevenir do que remediar”. Esta expressão cai como uma luva quando falamos de liberação e consumo de transgênicos.

Consumimos hoje diversos alimentos com ingredientes à base de transgênicos, produzidos para matar insetos e resistir a agrotóxicos. Você deve achar que exaustivos testes foram feitos, e todas as pesquisas que apontam possíveis riscos foram levadas em consideração, para que transgênicos fossem liberados. No entanto, isso não acontece.

Não existe consenso na comunidade científica sobre a segurança dos transgênicos para a saúde humana e o meio ambiente. Testes de médio e longo prazo, em cobaias e em seres humanos, não são feitos, e geralmente são repudiados pelas empresas de transgênicos.

Neste contexto, o Greenpeace considera que a liberação de transgênicos é uma afronta ao princípio da precaução, e uma aposta de quem não tem compromisso com o futuro da agricultura, do meio ambiente, e do planeta.

Desde que os transgênicos chegaram clandestinamente ao Brasil, em 1997, o Greenpeace trabalhou para que o consumidor pudesse identificá-los e decidir se compraria ou não.

Em 2003, foi publicado o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um “T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.

A resistência das empresas foi muito grande, e muitas permanecem até hoje sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O cenário começou a mudar somente após denúncia do Greenpeace, em 2005, de que as empresas Bunge e Cargill usavam transgênicos sem rotular, como determina a lei. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito em 2008.

A partir de 2007, parlamentares da bancada ruralista, impulsionados pela indústria da alimentação e empresas de transgênicos, propuseram projetos de lei que visam acabar com a rotulagem. O Greenpeace está de olho nestas iniciativas que visam bulir com nosso acesso à informação.

A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

Fome no mundo: a solução é agricultura para sempre

Para os agricultores que cultivam plantações convencionais ou orgânicas, a contaminação e a inserção em massa de sementes transgênicas no mercado têm implicado em prejuízo. Eles têm perdido o direito de vender suas safras como convencionais ou orgânicas, que são mais valorizadas no mercado, e ainda por cima são obrigados a pagarem royalties por algo que eles não queriam.

Os defensores dos transgênicos dizem que eles podem ser uma solução ao problema da fome no mundo, pois podem levar ao aumento da produção de alimentos. Mas realidade é bem diferente.

A totalidade dos transgênicos plantados no Brasil, e a quase totalidade dos transgênicos plantados no mundo são plantas resistentes a agrotóxicos ou com propriedades inseticidas. A produtividade dos transgênicos não é superior à dos convencionais e orgânicos, e a semente é mais cara por conta dos royalties a serem pagos, o que aumenta o custo de produção.

Considerando isso, e somando-se seus impactos sobre a biodiversidade agrícola e aumento no uso de agrotóxicos, só uma conclusão é possível: os transgênicos são um problema, e não a solução, para a fome no mundo.

Soluções

- Proibição de aprovações de novas culturas transgênicas, em especial aquelas que são a base da alimentação de nossa população.

- Rotulagem dos produtos transgênicos, para atender plenamente a um direito do consumidor de saber o que está comprando.

- Fiscalização e cuidado na cadeia para que não haja contaminação.


Monsanto: Milho, censura e corrupção na ciência

A revista científica que, em 2012, publicou um artigo que adiantava que 70% dos ratos alimentados com milho transgénico da Monsanto tinham desenvolvido cancro retrata-se após contratar ex-funcionário da empresa como editor especial. Artigo de Sílvia Ribeiro, publicado em La Jornada.

Imagem de Eric Drooker.

Em 2012, uma equipa científica liderada por Gilles-Éric Séralini publicou um artigo que mostrava que ratos de laboratório alimentados com milho transgénico da Monsanto, durante toda a sua vida, desenvolveram cancro em 60-70% (contra 20-30% em um grupo de controlo), além de problemas hepático-renais e morte prematura. Agora, a revista que publicou o artigo retratou-se, em mais uma amostra vergonhosa de corrupção nos âmbitos científicos, já que as razões apresentadas não são aplicadas a estudos similares da Monsanto. O editor admite que o artigo de Séralini é sério e “não apresenta incorreções”, mas avança que “os resultados não são conclusivos”, algo característico de uma grande quantidade de artigos e que faz parte do processo de discussão científica.

A retratação surgiu após a revista ter contratado Richard Goodman, ex funcionário da Monsanto, como editor especial, e como corolário de uma agressiva campanha de ataque contra o trabalho de Séralini, orquestrado pelas transnacionais. O caso lembra a perseguição sofrida por Ignacio Chapela, quando publicou na revista Nature que existia contaminação transgénica no milho camponês de Oaxaca.

Noutro contexto, mas sobre o mesmo tema, Randy Schekman, premiado com o Nobel de Medicina 2013, ao receber o prémio pediu o boicote às publicações científicas, “como Nature, Science e Cell” (e poderia ter incluído a que agora retratou Séralini) pelo “dano que estão a causar à ciência”, ao estarem mais interessadas em impactos mediáticos e lucros do que na qualidade dos artigos. Schekman assegurou que nunca mais publicará nessa revista e apelou aos cientistas que publiquem em revistas de acesso aberto, com processos transparentes. Soma-se a outras denúncias sobre a relação incestuosa das indústrias com este tipo de revista, para conseguir a autorização de produtos através da publicação de artigos científicos.

Tortilhas

O estudo de Séralini é muito relevante para o México porque os ratos foram alimentados com milho 603 da Monsanto, o mesmo que as transnacionais pretendem plantar em mais de 1 milhão de hectares, no norte do país. Caso seja aprovado, esse milho entraria massivamente na alimentação diária das grandes cidades do país por meio das ‘tortillerías’ (que fabricam tortilhas feitas de milho). Como o México é o país onde o consumo humano direto de milho é o mais alto do mundo e durante toda a vida, o país converter-se-ia numa repetição da experiência de Séralini, com pessoas em vez de ratos, com altas probabilidades de desenvolverem cancro em alguns anos, num lapso de tempo suficiente para que o governo tenha mudado e as empresas neguem a sua responsabilidade, alegando que foi há muito tempo e não se pode demonstrar o milho transgénico como causa direta.

O artigo de Séralini foi publicado na revista Food and Chemical Toxicology após uma revisão de meses por outros cientistas. Poucas horas após a sua publicação e de forma totalmente anti científica (já que não podiam avaliar os dados com seriedade nesse tempo), cientistas próximos à indústria biotecnológica começaram a repetir críticas parciais e inexatas, curiosamente iguais, já que provinham de um tal Centro de Meios de Ciência, financiado pela Monsanto, pela Syngente, pela Bayer e por outras transnacionais.

Dois pesos

Para retratar o artigo, agora alega-se que o número de ratos do grupo de controlo foi muito baixo e que os ratos Sprague - Dawley usados na experiência têm tendência a tumores. Omitem dizer que a Monsanto usou exatamente o mesmo tipo e a mesma quantidade de ratos de controlo numa experiência publicada na sua revista, em 2004, mas por apenas 90 dias, reportando que não havia problemas, conseguindo a aprovação do milho Monsanto 603. Séralini prolongou a mesma experiência e ampliou-a, durante toda a vida dos ratos, e os problemas começaram a aparecer a partir do quarto mês. Fica claro que a revista aplica um duplo padrão: um para a Monsanto e outro para os que mostram resultados críticos.

A equipa de Séralini explicou que o número de ratos usados é padrão na OCDE em experiências de toxicologia; porém, para os estudos do cancro são utilizados mais. Porém, o seu estudo não procurava cancro, mas possíveis efeitos tóxicos, o que ficou amplamente provado. O maior número de ratos em estudos de cancro serve para descartar falsos negativos (que haja cancro e não se veja); porém, nesse caso, a presença de tumores foi tão grande que, inclusive, para essa avaliação seria suficiente. Desde o início, a sua equipa também assinalou que mais estudos específicos de cancro devem ser feitos. Num âmbito global, há vários comunicados assinados por centenas de cientistas defendendo o estudo de Séralini; porém, no México, a Cibiogem (Comissão de Biossegurança), fazendo jus à sua falta de objetividade e compromisso com a saúde da população, publica somente o lado da controvérsia que favorece às transnacionais, ignorando as respostas de inúmeros cientistas independentes.

Isso é mais preocupante já que o governo afirma que a liberalização do milho transgénico no México será decidido por critérios científicos. No entanto, consulta somente cientistas como Francisco Bolívar Zapata, Luis Herrera Estrella, Peter Raven e outros que têm conflitos de interesse devido à sua relação com a indústria biotecnológica.

O tema do milho no México excede os aspetos científicos; porém, qualquer consulta deve ser aberta e com cientistas que não tenham conflitos de interesse.

Por exemplo, levar em consideração os documentos da Unión de Científicós Comprometidos con la Sociedad, apoiados por mais de 3 mil cientistas em âmbito mundial.

Publicado originalmente em espanhol no La Jornada: http://www.jornada.unam.mx/2013/12/14/index.php?section=opinion&article=027a1eco&partner=rss

Tradução da Adital



Conheça os perigos dos corantes artificiais!

Publicado em 10/06/2013 por Nyle Ferrari

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Seja em um doce multicolorido, um xarope para a tosse, uma tintura de cabelo ou até um batom, os corantes estão bem presentes no nosso dia a dia e se dividem em dois tipos: os naturais e os artificiais. Os naturais podem ser obtidos de insumos vegetais, minerais ou animais, e os artificiais são obtidos ou através de derivados de petróleo, ou do alcatrão de carvão mineral.

Dado a relevância dos corantes no mercado e em nossa vida, saber quais são nocivos à saúde e quais não é imprescindível. Muitas mães dão doces aos seus filhos sem nem ter noção de que eles contêm corantes que podem provocar desde alergias até câncer!

Corantes naturais: praticamente inofensivos, mas com ressalvas…

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Foto: Reprodução

Usado em doses aceitáveis, a maioria dos corantes naturais derivados de ativos vegetais são inofensivos, tais como o urucum, betacaroteno, extrato de beterraba, licopeno, etc. Os derivados de minerais, que geralmente são óxidos, também não dão muita dor de cabeça (desde que não sejam nanopartículas, aí é outra história). No entanto, alguns corantes naturais merecem atenção especial. São eles:

Corante Caramelo (caramel coloring)

  • Como é obtido: originalmente, o corante caramelo foi obtido através de um processo bem simples, que consistia em esquentar o açúcar até que ele se caramelize (daí o nome) – esse processo, inclusive, ainda é muito usado, e é o menos nocivo. No entanto, o corante caramelo ainda pode ser obtido através da reação entre açúcares e amônia/sulfitos.
  • Qual é a cor fornecida por esse corante? Tons que variam do amarelo-palha até o marrom bem escuro.
  • Onde ele é encontrado? Molhos industrializados, caldos em tablete, refrigerantes, bebidas alcoólicas como o uísque, biscoitos, cereais matinais, energéticos e até aveia que não seja 100% pura.
  • Motivos pelos quais você deve evitá-lo: o corante caramelo obtido através da caramelização do açúcar pura e simples não oferece muito perigo. Já alguns corantes caramelo obtido através da reação entre açúcares e amônia/sulfitos podem gerar subprodutos como o 2-methylimidazole e 4-methylimidazole, que são cancerígenos (fonte). Muitos refrigerantes contém corantes derivados desse processo.
  • Qual identificar o nome do corante na embalagem? Geralmente vem escrito “corante natural caramelo” ou “corante caramelo”. Os corantes caramelo III e IV (existem 4 tipos) são os mais nocivos, e levam o nome de “corante Caramelo IV” (ou “INS 150d”) e “corante Caramelo III” (ou “INS 150d”).

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Corante carmim (carmine) ou cochonilha (cochineal)

  • Como é obtido? O corante carmim é basicamente obtido de um animal, o inseto Dactylopius coccus, e o processo é alvo de críticas porque implica, necessariamente, na morte do mesmo. Toneladas desses insetos são esmagados para esse fim.
  • Qual é a cor fornecida por esse corante? Varia do rosa claro ao vermelho.
  • Onde ele é encontrado? Alimentos (iogurtes, doces) e cosméticos (batons e blushes, qualquer produto que tenha cor rosada).
  • Motivos pelos quais você deve evitá-lo: aos engajados na causa animal, evitar esse tipo de corante é importante para evitar mortes desnecessárias, já que é possível obter tons de vermelho e rosa através de pigmentos da beterraba, bem como argilas e minerais em determinados casos.

Corantes artificiais e seus malefícios para a saúde

Ao contrário dos corantes naturais, os corantes artificiais, como o nome mesmo sugere, são sintetizados ou por meio de derivados do petróleo, ou por meio do alcatrão de carvão. Eles conferem cores mais vívidas e atrativas aos alimentos (principalmente os doces) que os corantes naturais, mas seus efeitos no organismo a curto, médio e longo prazo podem ser devastadores.

Substâncias usadas para sintetizar corantes artificiais e o câncer

A “encrenca” com os corantes artificiais se dá porque são sintetizados principalmente através dos hidrocarbonetos aromáticos (benzeno, xileno, tolueno) e dos HAPs (hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, “PHAs”, em inglês), como o naftaleno. Esses compostos são obtidos do alcatrão de carvão e também do petróleo.

De acordo com o EWG, organização especializada em estudar os impactos das substâncias químicas (dentre outras atuações), os PHAs recebem nota 9/10 na escala que mede o grau de “perigo” de algum composto (quanto maior a nota, mais nocivo). Essa pontuação se dá porque os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos são apontados como possivelmente cancerígenos por diversas instituições, inclusive pelo conceituado IARC (International Agency for Research on Cancer). Hidrocarbonetos aromáticos, tais como o benzeno e tolueno, são tóxicos e comprovadamente cancerígenos (fontes: Cancer.org).

Os efeitos dos corantes artificiais mais usados

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Além do excesso de sódio, uso de glutamato monossódico e transgênicos, o salgadinho Doritos leva corante artificial em sua composição

Os corantes artificiais podem ser encontrados em uma infinidade de alimentos (se for colorido demais, desconfie), mas principalmente em guloseimas (chicletes, balas, doces em geral), suquinhos de caixinha, etc. Em maquiagens, não é raro encontrar batons e sombras que levem corantes artificiais. Em remédios, idem: xaropes coloridos, comprimidos com cores atrativas, etc.

Em linhas gerais, qualquer alimento que seja multicolorido ou com cores “divertidas” certamente terá corante sintético, o mesmo vale para maquiagens convencionais, que não sejam verdadeiramente minerais ou orgânicas. Remédios que não sejam brancos ou transparentes (no caso dos líquidos), provavelmente terá corantes, ou caramelo ou algum artificial. Mas, claro, não basta só olhar a aparência do alimento, é preciso olhar o rótulo e identificar os corantes na composição (saiba como mais a frente).

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De acordo com a Food Standards Agency britânica, a mistura entre certos corantes artificiais e o conservante benzoato de sódio pode estar relacionado a comportamento hiperativo em crianças.

Caso alguém venha a se perguntar qual o significado das letras que compõe o nome dos corantes que citarei abaixo, aí vai a explicação: “F” significa aprovado para uso alimentar (food). “D” significa aprovado para remédios (drugs). “C” significa aprovado para cosméticos (cosmetics).

Dito isso, conheça melhor alguns dos corantes sintéticos mais famosos e seus efeitos:

Tartrazina (Tartrazine)

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Foto: Reprodução

  • Qual a cor fornecida por esse corante? Amarelo-limão, geralmente.
  • Onde ele é encontrado? Remédios (como Coristina D), salgadinhos (tais como Doritos), bebidas (Gatorade, Tang), gelatinas e cosméticos (shampoos, hidratantes, produtos de coloração aparentemente “artificial”), chocolates (como o Confete da Lacta, M&M’s), cereais matinais, etc. 
  • Quais são seus efeitos? O corante tartrazina é fortemente relacionado ao surgimento de alergias, resultando em urticária e/ou asma (fonte). Seu uso é proibido na Noruega.
  • Como reconhecer esse corante nos rótulos? Além do “Tartrazina” ou “Tartrazine”, esse corante pode vir como FD&C Yellow 5 (mais comum), FD&C Yellow No. 5, C.I. 19140 ou E102 (na Europa)

Amarelo crepúsculo (Sunset Yellow)

Corantes artificiais é bastante comum em isotônicos (Foto: Reprodução)

Corantes artificiais são bastante comuns em isotônicos (Foto: Reprodução)

  • Qual a cor fornecida por esse corante? Laranja, geralmente
  • Onde ele é encontrado? Doces, salgadinhos, refrigerantes sabor laranja, algumas geleias, salgadinhos, bebidas (como Gatorade), remédios e cosméticos.
  • Quais são seus efeitos? De acordo com o Daily Mail, a produção do amarelo crepúsculo pode gerar o subproduto Sudan 1, que é cancerígeno. Além disso, o corante estaria ligado a reações alérgicas e hiperatividade em crianças. Foi proibido na Noruega e Finlândia.
  • Como reconhecer esse corante nos rótulos? Além do “Amarelo Crepúsculo” ou “Sunset Yellow”, esse corante pode vir como FD&C Yellow 6 (mais comum),  FD&C Yellow No. 6, C.I. 15985 ou E110 (na Europa)

Azul brilhante (Brilliant Blue)

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

  • Qual a cor fornecida por esse corante? Como o nome sugere, tons de azul. Pode ser misturado a outros corantes para gerar cores secundárias, como o verde.
  • Onde ele é encontrado? Cremes dentais, doces (principalmente aqueles que pintam a língua), bebidas como o licor Curaçau Blue, maquiagens, remédios, etc.  
  • Quais são seus efeitos? De acordo com a Fox News, pesquisadores descobriram que esse corante pode chegar à corrente sanguínea através da pele, língua e do aparelho digestivo. A descoberta seria ruim porque estudos apontam que o Azul Brilhante pode inibir a respiração celular – essencial para a vida. Além disso, o corante é relacionado a alergias e asma.
  • Como reconhecer esse corante nos rótulos? Além do “Azul Brilhante” ou “Brilliant Blue”, esse corante pode vir como FD&C Blue 1, FD&C Blue No.1, C.I. 42090 ou E133 (na Europa).

Complementando os corantes artificiais citados, existem outros menos comuns, mas que também estão associados a alergias, hiperatividade, câncer, tumores na tireoide, (dentre outros) e é prudente que sejam evitados. São eles:

  • FD&C Blue No. 2 – confere coloração azul. Também chamado de Indigotina, Anil, Indigotine, E132, CI 73015
  • FD&C Green No. 3 – confere coloração verde turquesa. Fast Green FCF, C.I. 42053, E143
  • FD&C Red No. 40 – confere coloração verde. Também chamado de Vermelho Allura AC, Vermelho Allura, Allura Red AC, E129, C.I. 16035
  • FD&C Red No. 3 – confere coloração rosa-cereja. Também é chamado de Eritrosina, Erythrosine, E127, C.I. 45430

Sei que ninguém vai ficar decorando o nome de cada um dos corantes, mas é importante lembrar que se aparecer no rótulo do produto qualquer composto que tenha “FD&C”, “D&C” e/ou “Lake” no nome, evite-o. Caso você esteja longe do computador e veja o nome do composto escrito em “C.I” (exemplo: C.I. 16035), provavelmente é alguma substância que o fabricante prefere que você não identifique com facilidade (por que será?).

Para fechar, você deve estar se perguntando porque os corantes artificiais, mesmo com todos os estudos apresentando seus aspectos negativos, continuam sendo usados amplamente. A resposta é um tanto simples: corantes naturais são mais caros, encarecem o produto final e diminuem o consumo. Não é vantajoso economicamente.

A questão é: seria justo com as nossas crianças, que são o principal alvo do amplo uso desses corantes? Qual é o real preço que todos esses alimentos, medicamentos e cosméticos, levando em conta todos os danos para a saúde que eles podem causar? É algo importante para todos, principalmente as mães, pensarem.

Estou ciente de que lidar com criança não é fácil e é praticamente impossível proibi-los de ter qualquer tipo de contato com doces e alimentos que tenham corantes artificiais – isso fora de casa. Dentro de casa, a alimentação dos filhos é controlada pelos pais: se não tem, a criança não come. Simples assim. Ela pode até querer, mas vendo que não tem, ela pode até resmungar, mas logo vai esquecer e nem vai lembrar disso. No começo é difícil, mas é necessário e para o bem dela.

Fontes e Referências: Cancer.org; Food.gov.uk; Corpo a Corpo; Idec.org; Super; Healthy Child; Cspinet


Fabricantes de alimentos trocam corantes por pressão de mídias sociais

Mais que as agências reguladoras, têm sido as mídias sociais e os grupos de defesa dos consumidores que, nos Estados Unidos, têm levado fabricantes de alimentos e bebidas a substituírem os corantes artificiais – os quais, suspeita-se, sejam responsáveis pelo aparecimento de alergias e também estejam associados ao surgimento da hiperatividade e de casos de câncer – pelos produtos naturais à base de plantas e especiarias. Embora não existam estudos conclusivos a respeito dos problemas de saúde que eles possam causar, alguns países da Europa também têm feito a troca.

Nos Estados Unidos, foi depois que a blogueira Renee Shutters, de Jamestow, em Nova Iorque, reuniu quase 150 mil assinaturas na Internet favoráveis a retidada do componente que a Mars - fabricante dos tradicionais chocolates M&M – cogitou trocar um corante derivado de petróleo empregado em seus produtos por outro extraído da alga marinha, seguindo o exemplo da Europa – naquele continente, o produto derivado do petróleo já não é mais usado. A rigor, corantes artificiais não possuem valor nutritivo e são incorporados ao alimento para acentuar sua cor e sabor.

Já no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de grupos de consumidores para que as substâncias tartrazina e caramelo 4 (que estão presentes, entre outros produtos, nas fórmulas de energéticos, cervejas, sucos e refrigerantes) fossem substituídos -  supostamente uma das substâncias presentes nesses corantes pode causar câncer. A agência, porém, acabou rejeitando a solicitação concluindo, com base em estudos internacionais, que a substância não é tóxica ou cancerígena e não oferece perigo na quantidade que é empregada. Porém, na Califórnia, nos Estados Unidos, o governo daquele estado determinou a redução do caramelo 4 em bebidas do tipo cola.

Para o químico Paulo Garcia de Almeida, membro da câmara técnica de alimentos do Conselho Regional de Química de SP, a pergunta que deve ser feita é a seguinte. “Se pode diminuir a quantidade sem alterar a qualidade do produto, por que a indústria não adota esse novo padrão em todo o mundo em vez de expor a população a riscos?”.

A Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) considera não existir evidência que justifique mudanças. Para o nutrólogo Edson Credidio, pesquisador da Unicamp, nem sempre os corantes naturais são mais saudáveis. Ele cita o exemplo do vermelho do corante carmim, que vem do inseto cochonilha, e relata a existência de casos de choque anafilático relacionados com seu uso. “O rótulo de natural não quer dizer inofensivo, nem o artificial quer dizer perigoso. É preciso bom senso”, argumenta.

Para os fabricantes nem sempre é fácil fazer a troca dos corantes e o custo da troca também costuma ser alto. “Os produtos não ficam tão brilhantes ou coloridos nem tão estáveis quanto à versão industrializada”, explica o pesquisador da Unicamp, acrescentando, porém, que, quando são produzidos corretamente, corantes naturais apresentam tingimento similar ao dos sintéticos.

Mas, de acordo com a ABIA, toda substituição de aditivo alimentar tem impacto direto nas propriedades dos produtos. “O desafio da indústria da alimentação é desenvolver tecnologias e processos que aliem as exigências regulatórias e seu compromisso com a saúde da população com a expectativa do consumidor em relação ao produto (cor, odor, textura e sabor)”, esclareceu a ABIA através de nota. A associação informou ainda, ser necessário um período de ajustamento técnico, tecnológico e produtivo, que varia muito de acordo com os produtos em questão. (Com informações do jornal Folha de São Paulo – 12.01.14)


Uma alimentação dependente do petróleo



Nós comemos petróleo, mesmo que não percebamos. O atual modelo de produção, distribuição e consumo de alimentos é dependente do “ouro negro”. Sem petróleo não poderíamos comer tal qual o fazemos atualmente. Todavia, frente a um cenário no qual será cada vez mais difícil extrair petróleo que também será cada vez mais caro, como iremos nos alimentar? Essas são algumas reflexões que Esther Vivas, espanhola, ativista e escritora de diversos livros sobre movimentos sociais e consumo responsável, apresenta nesse artigo, publicado por El Publico, 05-05-2014. A tradução é do Cepat.

Eis o artigo.

A agricultura industrial nos tornou dependentes do petróleo. Desde o cultivo, a colheita, a comercialização até o consumo, ele tornou-se uma necessidade. A revolução verde, as políticas que diziam que iriam modernizar a agricultura e acabariam com a fome, e que foram implementadas entre os anos 40 e 70, nos transformaram em “junkies” (dependentes) deste combustível fóssil, em parte graças a seu preço relativamente barato. A mecanização dos sistemas agrícolas e o uso intensivo de fertilizantes e pesticidas químicos são o melhor exemplo de tal cenário. Estas políticas significaram a privatização da agricultura, deixando-nos, agricultores e consumidores, nas mãos de poucas empresas do agronegócio.

Apesar de a revolução verde insistir que aumentaria a produção de comida e, como consequência, iríamos ter o fim da fome, na realidade não observou-se esse resultado. Por um lado, sabemos que a produção por hectare cresceu. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), entre os anos 70 e 90, o total de alimentos per capita a nível mundial subiu cerca de 11%. Contudo, isto não repercutiu, como assinala Jorge Riechmann em sua obra “Cuidar la (T)tierra’”, em uma diminuição real da fome, já que o número de pessoas famintas no planeta, nesse mesmo período e sem contar a China, cuja política agrícola, regia-se em outros parâmetros, ascendeu, também em 11%, isto é dos 536 milhões para os 597.

Em troca, a revolução verde teve consequências muito negativas para pequenos e médios agricultores e para a segurança alimentar em longo prazo. Concretamente, o poder das empresas agroindustriais aumentou em toda a cadeia produtiva, provocando a perda de 90% da agro e biodiversidade, reduzindo-se massivamente o nível freático, aumentando-se a salinização e a erosão do solo, e deslocando milhares de agricultores do campo para cidades miseráveis, desmantelando os sistemas agrícolas tradicionais e nos tornando dependentes do petróleo.

Uma agricultura “junkie”


A introdução da maquinaria agrícola em grande escala foi um dos primeiros passos. Nos Estados Unidos, por exemplo, em 1850, como indica o informe Food, Energy and Society, a tração animal era a principal fonte de energia no campo e representava cerca de 53% do total, seguida da força humana, com cerca de 13%. Cem anos mais tarde, em 1950, ambas somavam apenas 1% frente à introdução das máquinas de combustível fóssil. A dependência da maquinaria agrícola (tratores, colheitadeiras, caminhões,...), cuja necessidade atual em grandes plantações e monocultura é enorme. Desde a etapa de produção, a agricultura está “viciada” no petróleo.

O sistema agrícola atual, com o cultivo de alimentos em grandes estufas, independente da temporalidade e o clima mostra que, mesmo assim, a necessidade de derivados de petróleo e o consumo energético ainda são elevados. Desde mangueiras passando por contêineres, acolchoados, malhas até o teto e cobertas, tudo é de plástico. O Estado espanhol, de acordo com os dados do Ministério da Agricultura e Meio Ambiente, está no centro do cultivo com o plástico na Europa mediterrânea com 66 mil hectares cultivados, a maior parte em Andaluzia e, em particular em Almería, seguida, mais distantemente, de Múrcia e das Ilhas Canárias. E, o que fazer com tanto plástico uma vez que sua vida útil chega ao fim?

O uso intensivo de fertilizantes e pesticidas químicos são uma mostra a mais da dependência do modelo alimentar do petróleo. A comercialização de fertilizantes e pesticidas aumentaram em 18% e 160% entre os anos de 1980 e 1998, respectivamente, de acordo com o relatório Eating oil: food suply in a changing climate. O sistema agrícola dominante necessita de altas doses de fertilizantes elaborados com petróleo e gás natural, como amoníaco, ureia etc., que substituem os nutrientes do solo. Multinacionais petroleiras, como Repsol, Exxon Mobile, Shell, Petrobrás contam em suas carteiras com os investimentos em produção e comercialização de fertilizantes agrícolas.

Os pesticidas químicos de síntese são outra fonte importante de dependência deste combustível fóssil. A revolução verde, como analisávamos, generalizou o uso de pesticidas e, em consequência, a necessidade de petróleo para elabora-los. E tudo isto, sem mencionar o impacto sobre o meio-ambiente que tais agrotóxicos, a contaminação e o esgotamento de terras e de águas, além das consequências para a saúde de campesinos e consumidores.

Alimento viajante

Observamos a necessidade de petróleo, assim como, das longas viagens que os alimentos realizam: desde o local de seu cultivo até o lugar em que serão consumidos. Calcula-se que a comida viaja em média cinco mil quilômetros do campo até o prato, segundo o informe dos Amigos da Terra, com o hidrocarboneto necessário e impacto ambiental consequente. Estes “alimentos viajantes”, de acordo com tal informe, geram quase cinco milhões de toneladas de CO2 ao ano, contribuindo para o agravamento da mudança climática.

A globalização alimentar, em sua corrida para obter o máximo benefício, desloca a produção de alimentos, como o fez com tantos outros âmbitos da economia produtiva. Ela produz-se em grande escala nos países do Sul, aproveitando-se de condições de trabalho precárias e da legislação ambiental inexistente e, posteriormente, vende sua mercadoria na Europa a um preço competitivo. Ou produz ao Norte, graças a subvenções agrárias que estão nas mãos de grandes empresas, para depois comercializar as tais mercadorias subsidiadas na outra ponta do planeta, vendendo abaixo do preço do custo e fazendo uma concorrência desleal à produção interna. Aqui reside o porquê dos alimentos “quilométricos”: o máximo benefício para alguns poucos e a máxima precariedade, pobreza e contaminação ambiental para a maioria.

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No ano de 2007, o Estado espanhol importou mais de 29 milhões de toneladas de alimentos, cerca de 50% a mais que em 1995. Três quartos foram cereais, preparados de cereais e alimentos para o gado industrial, a maior parte vinda da Europa, América Central e do Sul, como indica o relatório Alimentos Quilométricos. Inclusive os alimentos típicos, como o grão de bico ou o vinho, acabaram sendo consumindo a milhares de quilômetros de distância. Cerca de 87% do grão de bico que comemos na Espanha vem do México, no estado Espanhol seu cultivo caiu progressivamente. Qual é o sentido de tal atividade internacional tão intensa, a partir de um ponto de vista social e meio-ambiental? Nenhum.

Uma comida típica dominical na Grã Bretanha, ou as batatas da Itália, cenouras da África do Sul, feijões da Tailândia, vitela da Austrália, brócolis da Guatemala e o morango da Califórnia e uvas da Nova Zelândia como sobremesa geram, de acordo com o relatório Eating oil: food suply in a changing climate, 650 vezes mais gases de efeito estufa, devido ao transporte, do que se tal comida tivesse sido cultivada e comprada localmente. O total de quilômetros que o conjunto destes “alimentos viajantes” somam do campo até a mesa é de 81 mil, o equivalente a duas voltas inteiras no planeta terra. Algo irracional se tivermos em conta que muitos destes produtos também são cultivados no próprio território.  A Grã Bretanha importa grandes quantidades de leite, de porco, cordeiro e outros alimentos básicos, apesar de exportar quantidades similares dos mesmos. Na Espanha, ocorre o mesmo.

Comendo plástico

E uma vez que os alimentos chegam ao supermercado, o que ocorre? Plástico e mais plástico, com derivados do petróleo. Assim, encontramos uma embalagem primária que contém o alimento, uma embalagem secundária que permite uma exibição atrativa no estabelecimento e, finalmente, sacolas para levá-lo do “super” a casa. Na Catalunha, por exemplo, dos quatro milhões de toneladas anuais de resíduos, cerca de 25% correspondem a sacos de embalagens de plástico. Os supermercados embalam tudo, a venda a granel é algo do passado. Um estudo encomendado pela Agência Catalã do Consumo, concluiu que comprar no comércio local gera cerca de 69% a menos de resíduos do que um supermercado ou  uma grande área.

Uma anedota pessoal ilustra bem esta tendência. No início, as casas compravam a água engarrafada, em grandes garrafas de vidro de oito litros, hoje quase toda a água que é comercializada está engarrafada em embalagens plásticas. E está na moda, inclusive, compra-las em “packs” de seis unidades de um litro e meio. Não é de estranhar, pois, que dos 260 milhões de toneladas de resíduos plásticos no mundo, a maior parte seja de recipientes de água ou leite, como indica a Fundação Terra. O Estado espanhol, de acordo com a fonte, é o principal produtor na Europa de sacolas plásticas de apenas um uso e o terceiro consumidor. Calcula-se que a vida útil de uma sacola plástica é de 12 minutos em média, contudo sua decomposição pode demorar cerca de 400 anos. Então, tirem suas próprias conclusões.

Vivemos em um planeta de plástico, como retratou brilhantemente o austríaco Werner Boote em seu filme “Plastic Planet” (2009), no qual afirmava: “A quantidade de plástico que temos produzido desde o início da era do plástico é suficiente para circular até seis vezes o planeta com sacolas”. E não é só isso, que impacto há na saúde essa onipresença em nossa vida cotidiana? Um depoimento em tal filme dizia: “Comemos e bebemos plástico”. E isto, como denuncia o documentário, tarde ou cedo, nos trará a fatura.

A grande distribuição não apenas generalizou o consumo de grandes quantidades de plástico como, também, do uso do carro para ir às compras. A proliferação de hipermercados, grandes armazéns e centros comerciais na periferia das cidades forçou o uso de carros particulares para deslocar-se até estes estabelecimentos.  Ao tomarmos a Grã Bretanha como exemplo, e como indica o relatório Eating oil: food suply in a changing climate, entre os anos de 1985/86 e 1996/98 o número de viagens na semana, por pessoa, para fazer compras com o carro passou de 1,7 para 2,4. O total da distância percorrida também aumentou, dos 14 km por pessoa na semana, para 22 km, um aumento de 57%. Mais quilômetros, mais petróleo e mais CO2, em detrimento, além de tudo, do comércio local. Se no ano de 1998 existiam no Estado espanhol 95 mil estabelecimentos, em 2004 este número foi reduzido em 25 mil.

O que fazer?

De acordo com a Agência Internacional da Energia, a produção de petróleo convencional alcançou seu pico em 2006. Em um mundo onde o petróleo é escasso o que e como vamos comer? Em primeiro lugar, é necessário ter em conta que enquanto maior for da agricultura industrial, intensiva, quilométrica, globalizada, maior será a dependência do petróleo. Em contramão, quanto mais estivermos em um sistema de pequena agricultura, agroecológica, local, de temporada, menor será a “dependência” dos combustíveis fósseis. A conclusão, creio, é óbvia.

É urgente apostar em um modelo de agricultura e alimentação antagônico ao dominante, que coloque no centro as necessidades da maioria e do ecossistema. Não se trata de uma volta romântica ao passado, mas da necessidade urgente de cuidar da terra e garantir a comida para todos. Ou apostamos na mudança ou, quando não houver mais remédio, outros farão, como tantas vezes, negócio com nossa miséria. Não deixemos que a história se repita.

Veja também:


Um espanto: fotógrafa documenta diariamente um lanche do McDonald’s que, mais de QUATRO anos depois de comprado, ainda não se deteriorou

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“Happy Meal Project”: as batatas fritas e o hambúrguer fotografados no primeiro dia

ATUALIZADO DIA 29 DE OUTUBRO DE 2014

Passados mais de dez anos do documentário Super Size Me, que obrigou a rede de fast food McDonald’s a reformular seu cardápio no mundo inteiro, incluir alimentos saudáveis nos famosos combos, como frutas e saladas, e investir pesadamente numa campanha para melhorar sua imagem de disseminadora de alimentação prejudicial à saúde — o que o documentário sugeria fortemente –, a cadeia internacional está já há quatro anos e meio diante de um novo desafio.

Trata-se do Happy Meal Project, da artista plástica e fotógrafa novaiorquina Sally Davies que, em 2010 resolveu registrar em fotografias diárias o processo de decomposição de um McLanche Feliz, formado por um hambúrguer e uma porção de batatas fritas. O lanche não está em geladeira nem nada parecido: fica no ambiente natural de uma casa.

Com o passar do tempo, a fotógrafa ficou estupefata: o sanduíche e as batatinhas continuavam com a mesma aparência, não mostrando sinais de alteração. Como se fossem de borracha ou de isopor.

No dia 10 de abril, passado, o projeto completou 4 anos e — pasmem! — estava tudo igualzinho ao primeiro dia. As fotos, todas as 1.545 delas, estão expostas em seu site, e em seu espaço no flickr, e mostram que a única variação se deu no pão do hambúrguer, que se partiu em alguns pedaços devido ao ressecamento.

“Eu demoro a acreditar que se passaram dois anos desde o dia em que o comprei”, disse a fotógrafa dà agência espanhola de notícias EFE dois anos e meio atrás. “Eu pareço dois anos mais velha, mas para o hambúrguer o tempo não passa”.

As batatinhas e o hambúrguer, 1660 dias depois: tudo o que aconteceu foi que o pão secou e se partiu em alguns pedaços; a carne do hambúrguer encolheu um pouco e endureceu, e as batatas fritas têm quase o mesmo aspecto

As batatinhas e o hambúrguer, 1660 dias depois: tudo o que aconteceu foi que o pão secou e se partiu em alguns pedaços; a carne do hambúrguer encolheu um pouco e endureceu, e as batatas fritas têm quase o mesmo aspecto, apenas um pouco murchas

“Continuarei fotografando o hambúrguer até que ele se desintegre, o que pode custar o resto da minha vida natural”, explicou a artista, que constatou como nos 751 dias em que se dedica a fotografar esse exemplo de fast-food muito pouco mudou nos componentes do lanche infantil.

Davies acha que o lanche que comprou há mais de dois anos sofreu algum tipo de desidratação mas não iniciou nenhum processo de putrefação. E se pergunta que qualidades nutricionais que pode ter “um alimento que não apodrece nem se corrompe com a passagem do tempo”.


Um mês só comendo no McDonald’s — e o cineasta ficou péssimo

Em 2004, o cineasta americano Morgan Spurlock passou 30 dias se alimentando exclusivamente no McDonald’s: café da manhã, almoço e jantar, sendo monitorado por exames clínicos e acompanhado por um médico, para realizar o Super Size Me.

Chegou a consumir em média 5000 kcal (o equivalente de 6,26 Big Macs) diáriamente durante o experimento.

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“Super Size Me”: em 30 dias, o cineasta Spurlock ganhou 11 quilos, problemas no fígado, disfunção erétil e depressão

Spurlock, antes do experimento, mantinha uma dieta variada, era saudável e magro, com 1,88 metro de altura e 84,1 quilos. No final dos 30 dias, havia engordado 11,1 quilos, seu índice de massa corporal se elevara de 23,2 para 27 (grande aumento de gordura), sofreu problemas como mudanças de humor (um começo de depressão) e disfunção sexual, além de danos ao fígado. O cineasta precisou de 14 meses para perder o peso que havia ganhado.


Como Comer de Maneira Saudável Sendo Vegetariano

Criado por Jack.aw, Rafael Bemerguy

Adotar uma dieta saudável vegetariana não significa somente retirar a carne do prato e comer o que sobrou nele. Você precisa tomar alguns cuidados adicionais para garantir o consumo de suas necessidades nutricionais diárias. Uma dieta vegetariana bem equilibrada consistente principalmente de alimentos derivados das plantas, como frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes.

Passos

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    Em vez de usar uma pirâmide alimentar padrão, usar uma pirâmide vegetariana pode ser melhor. Essa pirâmide destaca os vários grupos alimentares e escolhas que ajudam a formar a base de uma dieta vegetariana saudável.

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    Procure alternativas para a carne, como tofu, soja ou tempeh. Esses produtos são frequentemente encontrados em supermercados. Alguns deles possuem o mesmo gosto e textura da carne, enquanto outros apenas carregam o mesmo valor nutricional.
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    Encontre alternativas para os ovos e para os laticínios caso deseje seguir uma dieta vegan.
    • Leite – Beba leite de soja fortificado, leite de arroz ou leite de amêndoas para substituir o leite de vaca. Alguns desses leites podem ser insossos, mas os que contêm baunilha na composição são bastante bons. Leite de coco também está se tornando popular, e possui 50% mais cálcio do que o leite integral regular.
    • Manteiga – Ao fazer um sauté, use azeite de oliva extra virgem, água, caldo vegetal, vinho ou spray de cozinha sem gorduras. Para alimentos assados, use o óleo de canela.
    • Queijo – Use queijo de soja.
    • Ovos – Para alimentos assados, você pode usar um substituto para os ovos, que são produtos secos feitos principalmente de amido de batata.
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    Garanta a ingestão de todos os nutrientes necessários para o corpo. Quanto mais restritiva sua dieta, mais ficará difícil obter tudo o que é preciso. Você precisa obter conscientemente todas as vitaminas e nutrientes necessários.
    • Proteína – Ovos e laticínios, produtos de soja, substitutos de carne, legumes, lentilhas, nozes, sementes e grãos integrais.
    • Cálcio – vegetais verde-escuros (espinafre, nabo, couve-galega, couve-de-folhas e brócolis), tofu enriquecido com cálcio, leite de soja fortificado, sucos de frutas.
    • Vitamina B-12 – leite, ovos e queijo, cereais enriquecidos, produtos de soja fortificados, suplementos vitamínicos.
    • Ferro – feijões e ervilhas secos, lentilhas, cereais enriquecidos, produtos de grãos integrais, vegetais folhosos verde-escuros, frutas secas.
    • Zinco – grãos integrais, produtos de soja, nozes, germe do trigo.
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    Comece com pratos vegetarianos assim que se familiarizar com a dieta. Faça uma lista de algumas refeições sem carne que possam ser preparadas, como espaguete com molho de tomate e uma macarronada altamente proteica com alguns acompanhamentos. O espaguete pode ser feito com lentilhas e ervilhas. Vegetais mexidos fritos também são bons. Você pode substituir a carne pelo feijão para obter mais proteínas.
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    Opte por refeições sem carne. Escolha refeições que poderiam ser livradas da carne com algumas substituições. Muitas receitas precisam apenas de uma ou duas trocas!
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    Experimente novas ideias de refeições. Procure receitas vegetarianas online ou pesquise livros de receitas para obter algumas ideias. Quanto mais variedade você adicionar em sua dieta vegetariana/vegan, mais fácil será saciar suas necessidades nutricionais.
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    Localize o mercado local de fazendeiros. Ao comprar em lugares próximos de sua casa, você estará colaborando com fazendeiros locais. Comprar em tais ranchos garantirá que você obtenha alimentos mais frescos, descontos (visto que os alimentos não serão transportados de países estrangeiros – países estes QUE podem permitir o uso de pesticidas). É provável que o alimento não venha revestido com um resíduo ceroso que o faz parecer mais brilhante e menos amadurecido artificialmente. A sujeira nos vegetais não é algo tão ruim!
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    Coma suas verduras! Verduras e frutas fornecem nutrientes e vitaminas. Tente comprá-las em mercados locais e organicamente se possível. Para melhores resultados, cultive seu próprio alimento. Vegetais folhosos e escuros, como o espinafre e suas contrapartes semelhantes, tendem a carregar muito ferro. Coma vegetais coloridos e frescos. Quanto mais cor e variedade, mais vitaminas e nutrientes você ingerirá. Visto que muitas pessoas ingerem mais proteínas do que o necessário, você não terá de se preocupar em substituir toda a proteína que antes era consumida através da carne.
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    Encontre proteínas e fibras em legumes. Feijões são baratos, disponíveis o ano inteiro e são fáceis de preparar. A lentilha possivelmente é o alimento perfeito, pois contém mais proteínas que a carne – além de ser rica em fibras e nem um pouco gordurosa. Ela também é encontrada em diversas variedades.
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    Grãos integrais são essenciais em qualquer dieta e devem ser consumidos em todas as refeições. Coma muito arroz marrom, arroz selvagem e evite as misturas de arroz com sabor e excessivamente fervidas. Adicione nozes e sementes em sua dieta. Elas fornecem gorduras saudáveis. Não se confunda com “grãos mistos” e etc., pois eles podem conter apenas uma pequena quantidade de elementos saudáveis misturados com farinha processada. Leia as tabelas nutricionais e compre sempre na seção de alimentos orgânicos ou saudáveis de seu mercado. É provável que pães refrigerados tenham menos conservantes e elementos químicos.
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    Evite alimentos processados. Mesmo alimentos que indiquem serem fortificados não chegam perto do conteúdo nutricional original do item orgânico. Isso simplesmente significa que os nutrientes (do alimento fortificado) foram retirados e apenas alguns foram reinseridos depois.
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    Não beba refrigerantes, nem os Diet. Alguns acreditam que refrigerantes possuem muitos aditivos químicos que afetam o cérebro e o corpo, além de o adoçante extra ser extremamente pernicioso por causar convulsões e sintomas de esclerose múltipla. Faça pesquisas. Utilize açúcar natural e orgânico caso precise adoçar algo.
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    Beba leite de soja, de arroz ou de outras opções que não derivem da vaca. O leite de vaca é incrivelmente gorduroso e normalmente é carregado com esteroides e antibióticos.
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    Tome um bom café da manhã. Experimente batidas, cereais integrais quentes ou gelados, frutas e um copo de chá verde ou de café orgânico. Cereais devem conter pouco açúcar, e ricos em trigo integral e grãos mistos.
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    Planeje seus almoços e jantares e não sinta a necessidade de comer apenas saladas o tempo todo. Tente criar saladas mais exóticas com verduras picantes, frutas secas, queijos e nozes para sair do marasmo dos pratos gelados.
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    Procure a delicatessen de suas lojas de saúde locais para obter ótimas ideias. Este é um grande meio de experimentar frutos do mar e itens vegetarianos que sejam difíceis para você (cozinheiro amador) preparar.

"Vegetarismo" é derivado do termo francês végétarisme.3 A Vegetarian Society, fundada em 1847, reivindica ter "criado a palavra vegetarian (vegetariano) do latim vegetus, que significa "vivo" (que é como os primeiros vegetarianos disseram se sentir com a dieta)".4 Entretanto, o dicionário de inglês Oxford, entre outros dicionários padrões, afirmam que a palavra foi formada do termo "vegetable" (vegetal) e do sufixo "-arian".5

O dicionário de inglês Oxford também aponta a evidência que indica que a palavra já era usada antes da fundação da Vegetarian Society:

  • 1839 - "Se eu tivesse que cozinhar, inevitavelmente me tornaria vegetariano." (F. A. Kemble, Jrnl. Residence on Georgian Plantation (1863) 251)
  • 1842 - "Dizer a um vegetariano saudável que sua dieta é bastante antipática com os desejos de sua natureza." (Healthian, Apr. 34)

Mas observa que: "O uso geral da palavra aparente aumentou muito devido à criação da Vegetarian Society em Ramsgate em 1847."

Formas de vegetarianismo

Há principalmente cinco formas de dietas vegetarianas, classificadas de acordo com os tipos de alimentos que são consumidos:

Tabela de alimentos consumidos nas principais dietas vegetarianas
Nome da dieta Carne vermelha e suína Carne branca Ovos Laticínios Mel
Ovolactovegetarianismo Não Não Sim Sim Sim
Lactovegetarianismo Não Não Não Sim Sim
Ovovegetarianismo Não Não Sim Não Sim
Vegetarianismo semiestrito Não Não Não Não Sim
Vegetarianismo estrito Não Não Não Não Não6 7 8

Ovolactovegetarianismo

Dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Nesta dieta só há a exclusão de qualquer tipo de carne da alimentação.

Lactovegetarianismo

Dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne. Essa é a dieta tradicional da população indiana.9

Adesivo com a frase "don't meat!" (traduzido do inglês, "não coma carne!") em rua de Barcelona

Ovovegetarianismo

Dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos, havendo a exclusão dos produtos lácteos e seus derivados e de carne.

Vegetarianismo semiestrito

Dieta que exclui quase todos os alimentos de origem animal, abrangendo somente o mel.

Vegetarianismo estrito

Também chamado de vegetarianismo verdadeiro, é uma dieta que exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel etc., retirando, da dieta, todos os produtos de origem animal. Essa forma de dieta é frequentemente confundida com o veganismo, mas, embora veganos sejam vegetarianos estritos, não são a mesma coisa:

Cquote1.svg Apesar de [nutricionalmente] classificarmos os 'vegetarianos verdadeiros' apenas pela alimentação, existe uma diferença entre o vegano e o vegetariano estrito. Geralmente o vegano também não utiliza produtos não alimentícios provenientes de animais, como lã, couro, seda e pele. Quando falamos em termos [exclusivamente] nutricionais, não faz diferença essa classificação.10 Cquote2.svg
Pintura pró-vegetarianismo em rua de Le Mans

Enquanto o vegetarianismo estrito é apenas um regime alimentar, veganismo é respeito aos direitos animais - o que inclui o vegetarianismo estrito por razões éticas, mas não apenas (circo com animais, rodeios, produtos testados em animais, e qualquer outra forma de exploração animal é boicotada pelos veganos). Existem também outras dietas semelhantes como o crudivorismo e o frugivorismo.

Confusão de termos

"Vegetarianismo" é uma palavra ambígua, ou seja, que tem mais de um sentido. No sentido de gênero, fala abrangendo todas as formas de vegetarianismo. No sentido de espécie, designa o verdadeiro sentido da palavra, o vegetarianismo estrito (que não consome nenhum produto de origem animal).

Nisso, fazem-se diversas confusões. As mais comuns são: simplificar o ovolactovegetarianismo por vegetarianismo; e confundir vegetarianismo estrito com veganismo. Devido a isso, se emprega o termo "dieta vegana" para indicar a dieta vegetariana estrita. Veganismo não é dieta alimentar, vegetarianismo sim. O correto é sempre "dieta vegetariana". Ao referir-se a alguém que não se alimenta com nenhum produto de origem animal, usa-se o termo "dieta vegetariana estrita".

Vídeo do YouTube



Conheça um pouco mais sobre alimentação macrobiótica


Conheça um pouco mais sobre alimentação macrobióti

A palavra macrobiótica é uma palavra grega que significa: macro (grande) e bio (vida). Esta filosofia é baseada em um estilo de vida diferente, na teoria yin (negativo) e yang (positivo), objetivando o equilíbrio entre si, em todos os aspectos da vida. O fundador dessa filosofia foi George Ohsawa.

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O yin e o yang são duas forças opostas, yin é o lado flexível, frio e yang é o lado forte, quente, dinâmico. O objetivo da macrobiótica é equilibrá-los para promover a saúde e bem estar.  

A alimentação macrobiótica é baseada em uma alimentação rica em cereais integrais, legumes, leguminosas e frutas, tudo sendo equilibrado pelos elementos yin e yang.

Alimentos Yin: centeio, aveia, milho, cevada, berinjela, tomate, pimenta, pepino, espinafre, alcachofra, abóboras, cogumelos, ervilhas, beterraba, alho, couve-flor, lentilhas, pescado, porco,

vaca, iogurte, natas, manteiga, margarinas, frutos, mel, açúcares, café, vinho, cerveja, chá verde, pimenta, refrigerantes.

Alimentos Yang: arroz, trigo, alface, repolho, alho-porro, grão-de-bico, rabanete, nabo, cebola, salsa, cenoura, agrião, linguado, atum, salmão, camarão, sardinhas, pato, peru, ovos, leite, queijos, amêndoa, azeitonas, óleos vegetais não refinados, alecrim, vinagre, mostarda, baunilha, açafrão, sal marinho não refinado.

Seguindo este estilo macrobiótico deve ser excluído o consumo de alimentos de origem animal, porém deve ser retirado aos poucos da alimentação, até que o próprio organismo não sinta mais essa necessidade. Também devem ser excluídos alimentos processados, congelados ou enlatados. Segundo os seguidores deste tipo de estilo de vida, consumir alimentos yin e yang pode influenciar nas características pessoais do individuo, pessoas que possuem alimentação extremamente yang podem adquirir caráter agressivo, impaciente, dominador, ao passo que pessoas que possuem alimentação extremamente yin podem tornar-se pessoas depressivas, dependentes, com comportamento relaxado.

Sabendo utilizar yin e yang no dia-a-dia todos tem a capacidade de escolher como ressaltar pontos em sua personalidade, tornando-se pessoas mais calmas, tranqüilas, sérias ou divertidas.

Segundo esta filosofia, a quantidade a ser consumida dos alimentos yin e yang depende das características individuais de cada indivíduo. Esta filosofia é baseada apenas em equilibrar o yin e o yang, portanto não considera a distribuição dos macronutrientes, micronutrientes e calorias.

Uma grande vantagem deste tipo de alimentação é o consumo elevado de fibras, podendo contribuir para prevenção de diversas doenças e contribuindo para o bom funcionamento do intestino. A dieta macrobiótica propõe a cura de doenças físicas, purificando-as, porém muitas vezes acreditando nesta teoria, as pessoas interrompem tratamentos médicos sem orientações, o que pode ser prejudicial.

Lembre-se de consultar sempre um médico ou nutricionista antes de adotar qualquer tipo de prática alimentar. Seu organismo agradece!

Dieta Macrobiótica

Como funciona a Dieta Macrobiótica?

Dieta Macrobiótica

George Ohsawa, o criador da dieta, garantiu curar uma doença séria através da dieta macrobiótica, baseada na filosofia chinesa Yin e Yang. A dieta tem como princípios um estilo de vida em harmonia com a natureza e uma alimentação simples, equilibrada e balanceada.

Sendo assim, a dieta associa a comida e a suas propriedades com efeitos maiores nas nossas vidas do que pensamos, atingindo não apenas nossa saúde física, mas também no nosso bem-estar mental.

A dieta está relacionada à alimentos naturais, com pouco ou nenhum processamento. A comida é comparada com as características da filosofia chinesa, o Yin e Yang, representando sempre os opostos. O Yin o doce, frio e passivo e o Yang é o salgado, quente e agressivo. Na dieta macrobiótica, o Yin e o Yang devem estar sempre em equilíbrio para uma vida saudável.

Lembrando que esta dieta pode levar a perda de peso, no entanto, requer mudanças profundas, relacionadas aos hábitos alimentares, por isso, adotar a dieta macrobiótica exige grande dedicação e compromisso para um estilo de vida.

Nessa dieta a preferência é por comidas cultivadas localmente, plantadas e preparadas da maneira tradicional. Veja abaixo os alimentos permitidos e proibidos da dieta:

Alimentos permitidos:

Grãos, vegetais, feijões, soja fermentada, sopa, peixes, nozes, sementes e frutas

Alimentos proibidos

Carne, alimentos lácteos, açúcar, café, chá cafeinado, bebida estimulante, álcool, chocolate, farinha refinada, pimentas muito picantes, produtos químicos e conservantes, aves e batatas.

Vantagens da Dieta Macrobiótica

A dieta possui como vantagens o consumo de alimentos naturais, além do alto consumo de frutas e vegetais. A dieta também evita o consumo de bebidas açucaradas, como refrigerante e bebidas alcoólicas.

Desvantagens da Dieta Macrobiótica

A dieta possui elevado consumo de carboidratos e cereais, o que não irá ajudar no processo de emagrecimento. Além de possuir um baixo consumo de proteínas. Não é aconselhado fazê-la com o intuito de perda de peso, devido sua complexidade e alto grau de dedicação, o que levará a poucos resultados com relação ao emagrecimento.


FONTES:
http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2014/11/5-motivos-pouco-conhecidos-que-fazem.html
http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28593-o-que-sao-alimentos-organicos
http://www.organicsnet.com.br/consumo-responsavel/10-motivos-para-consumir-organicos/
http://www.infoescola.com/agricultura/pesticidas/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesticida
http://www.tierramerica.net/2002/1201/pconectate.shtml
http://ltc.nutes.ufrj.br/toxicologia/mXII.orga.htm
https://nutricaosadia.wordpress.com/2009/12/10/seguranca-da-concentracao-de-nitrato-em-cultivos-hidroponicos-do-alface-e-pesquisada-em-rondonia/
http://www.amaranthus.esalq.usp.br/hidroponic2.htm
http://www.portalorganico.com.br
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732003000100011
http://soja.tudosobre.org/transgenicos/riscos-dos-transgenicos-na-saude.html
http://aumagic.blogspot.com.br/2014/06/alimentos-transgenicos-esclarecendo.html
http://www.olibertario.org/2010/o-que-sao-alimentos-transgenicos-fazem-mal-como-identifica-los/
http://marino.goncalves.zip.net/arch2008-10-16_2008-10-31.html
http://www.agrisustentavel.com/trans/moeda.htm
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABJhcAL/alimentos-transgenicos
http://www.sulmed.com.br/sulmed/popups/dica_impressao.php?cdDica=3
http://www.coladaweb.com/biologia/alimentos/alimentos-transgenicos
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Transgenicos/?gclid=Cj0KEQiAqYCkBRC4xNiSu5-Y-PcBEiQA96OM9Dka72DFRUFPhpaL4ehHgQvhsS7mVsZ9G9oWYqiCBB8aAp6J8P8HAQ
http://www.abiad.org.br/index.php/noticias/464-fabricantes-de-alimentos-trocam-corantes-por-pressao-de-midias-sociais
http://nutri-ale.blogspot.com.br/2013/06/corantes-alimenticios.html
http://super.abril.com.br/ciencia/criatividade-nao-petroleo-686633.shtml
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/530994-uma-alimentacao-dependente-do-petroleo
http://www.esquerda.net/opiniao/uma-alimentacao-viciada-em-petroleo/32558
http://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2014/11/01/mcdonalds-tem-piores-vendas-globais-em-uma-decada.htm
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/um-espanto-fotografa-documenta-que-um-lanche-do-mcdonalds-751-dias-depois-de-comprado-nao-se-deteriorou/
http://pt.wikihow.com/Comer-de-Maneira-Saud%C3%A1vel-Sendo-Vegetariano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetarianismo
http://macroexotic.com/o-que-e-a-macrobiotica/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macrobi%C3%B3tica
http://www.dietaesaude.com.br/dietas/41-dieta-macrobi%C3%B3tica
http://www.funverde.org.br/blog/tag/agricultura-urbana/
http://candeiascidadedasluzes.blogspot.com.br/2010/01/tempo-de-decomposicao-de-lixos-no-mar-e.html
http://www.jn.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=2994180
http://ideiaweb.org/?p=6973
http://crisvogt.blogspot.com.br/2011/04/o-lado-escuro-da-comida-industria-da.html
http://nutricaosadia.wordpress.com/2010/04/12/lista-de-alimentos-transgenicos-guia-do-consumidor-elaborado-pela-greenpeace/
http://www.idec.org.br/mobilize-se/campanhas/fim-da-rotulagem-dos-alimentos-transgenicos-diga-no
Link das imagens dessa postagem: https://drive.google.com/folderview?id=0ByugdrMFiyUdRHV5QmtyUHk0UzQ&usp=sharing

I Encontro de Cultura e Religiosidade Afro-Ameríndia de Campina Grande

postado em 16 de nov de 2014 04:29 por ONG Nova Consciência   [ 16 de nov de 2014 04:37 atualizado‎(s)‎ ]


DATA: 11 de Dezembro de 2014

Museu de Artes Assis Chateaubriand

Endereço: Rua João Lélis, N° 581, Catolé. Campina Grande - PB


13h - 13h30
ABERTURA COM SAUDAÇÃO SIMBÓLICA A EXÚ

13h30 - 14h
APRESENTAÇÃO DO GRUPO JUVENTUDE DE TERREIRO DE CAMPINA GRANDE 

14h - 14h30
GRUPO DE CAPOEIRA BADAUÊ 

14h30 - 15h40
PALESTRA
POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE   INTEGRAL DA POPULAÇÃO NEGRA


14h40 - 16h10
DOCUMENTÁRIO
MALUNGUINHO - O GUERREIRO DO CATUCÁ, O REI DA JUREMA


16h15 - 17h15
MESA REDONDA
ESTADO LAICO E AS RELIGIÕES AFRO-AMERÍNDIAS  


17h20 - 19h30
ARIEL COLETIVO LITERÁRIO &  GRUPO MARACA GRANDE







ASSINE A PETIÇÃO em favor do Estado Laico nas Eleições 2014

postado em 3 de set de 2014 11:16 por ONG Nova Consciência   [ 3 de set de 2014 12:37 atualizado‎(s)‎ ]

Bloco do Estado Laico
Em defesa da Laicidade nas Eleições 2014

ASSINAR A PETIÇÃO:

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR74306

NOTÍCIAS SOBRE O ESTADO LAICO

Causa-nos profunda preocupação, nessas eleições presidenciais de 2014, a corrida das principais candidaturas para conseguir votos de líderes religiosos que negociam a fé de fiéis no período eleitoral. O diálogo privilegiado com um setor religioso compromete qualquer futuro governo e ameaça a laicidade que marca o Estado brasileiro. 

Entendemos que o Estado Laico é uma conquista de muitas mulheres e homens que sacrificaram suas vidas defendendo seus cultos em cenários de imposição religiosa que marcaram a história do mundo - como a Inquisição. Assim, foi para garantir a liberdade de crença a todas as demais religiosidades que o Estado tomou para si o ideal da laicidade furtando-se da adoção de um sistema religioso oficial.

A forma como essa disputa tem sido feita, soa para nós como um sinal de retrocesso do ponto de vista deste princípio republicano, nos acende um sinal de alerta. Entendemos que a pauta que abarca as religiões é a da liberdade de culto e credos e da diversidade religiosa. Reafirmá-las não pode tornar-se antagônico a garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, da igualdade racial e de gênero, da luta antimanicomial e da reforma psiquiátrica, da redução de danos e de uma nova política sobre drogas que não sirva ao encarceramento e extermínio da população jovem, pobre e negra. A religiosidade não pode ser elemento obstrutor do processo democrático, histórico, afirmativo e reparatório em curso no Brasil.

Entendemos que a busca pelo poder ou a sua manutenção não deve ser justificativa para ações e/ou alianças não republicanas, que envolvam candidaturas baseadas em lógicas rasas e meramente eleitoreiras, não contribuindo para as mudanças profundas e as reparações tão necessárias que necessitam o povo brasileiro. Acreditamos na conquista de corações e mentes e que é preciso respeitar as heranças culturais que marcam a historicidade e religiosidade da nossa nação, repudiando assim alianças que venham marcadas por atitudes contrárias aos princípios democráticos e as liberdades de expressão e manifestação, sejam de crenças ou afetos, em nome de uma desesperada corrida eleitoral.

Entendemos a importância de todas as religiões como uma decisão de foro íntimo. Não pertencemos a um Estado religioso. Convocamos todas para somarem-se no próximo período a uma ampla mobilização e defesa da laicidade nas eleições 2014. Conclamamos a organizações e pessoas, candidaturas e plataformas, democratas, republicanos e progressistas, a igualmente somarem-se na constituição de um grande bloco histórico e plural que defenda o Estado laico.

Somos diversidade! Lutamos por uma democracia que respeite nossa pluralidade, sem privilégios ou sobreposições de nenhum grupo ou setor em relação às agendas e necessidades dos demais. Somos umbanda, espiritismo, candomblé, catolicismo, budismo, islamismo, protestantes, de tradições indígenas, judaísmo, ateísmo, hinduístas, agnósticos! Somos lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais! Somos quilombolas! Somos cidadãs e cidadãos! Somos povo brasileiro - a verdadeira aliança capaz de refletir a democracia que queremos. 


PORQUE DEVERÍAMOS RESPEITAR A LEI DO ESTADO LAICO NAS ELEIÇÕES?

Estado Laico e Eleições no Brasil
VOCÊ VOTA EM ALGUÉM APENAS POR SER DA SUA RELIGIÃO OU ANALISA SE ELE TEM PROPOSTAS SÉRIAS?

A sua religião não pode se sobrepor aos direitos civis da Constituição Federal Brasileira.


Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;

II - recusar fé aos documentos públicos;

III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si.

Porque estamos diante de uma gama de políticos que recorre a partidos religiosos (Veja: Partidos religiosos e conservadores são os mais processados - http://www.eleicoeshoje.com.br/partidos-religiosos-e-conservadores-estao-entre-os-mais-processados/#axzz27xzGL8pt ) já que a Constiuição Federal nos diz que o estado é laico, isto é, não interfere nas igrejas e nem se beneficia delas. Partidos como o PSC, por exemplo, segundo a CF nem sequer deveriam existir. Deixando claro que "a colaboração de interesse público" não significa que pregação religiosa é algo útil para a sociedade. Significa que se a igreja tem projetos para ajudar a sociedade (pela educação, contra a miséria, pelos direitos civis), o estado pode ajudar apenas no trabalho social e não na pregação religiosa.

O estado tem que tratar todas as crenças e não-crença de forma igualitária. Ensino religioso não deve ser obrigatório se não contemplar todas as crenças. Políticos não podem usar igrejas para pedir votos.

Nem todos sabem, mas segundo a Lei 9.504/97 e de acordo com o artigo 13 da resolução 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral é proibida a propaganda eleitoral, impressa ou verbal, nos templos religiosos, e o desrespeito a esta regra pode acarretar a aplicação de multa de até R$ 8 mil.

Vejam as leis:

Constituição Federal

Lei 9.504/97, Art. 39.

Partidos religiosos e conservadores são os mais processados

Porque ainda existem tantos candidatos que dizem que Deus vai fazê-los vencer, que Deus vai abençoar a campanha, etc, mas não apresentam propostas políticas úteis ou que não sejam apenas requentadas de outros políticos que não cumpriram o que prometeram?

Quem vai governar é Jesus ou o candidato? Se ele disser que é Jesus vamos perguntar o número oficial do filho de Deus e votar diretamente...

Por um Brasil onde o cidadão professa sua religião longe das urnas.


Assinam

Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT
Associação Nacional de Travestis e Transexuais - ANTRA
Coletivo de Entidades Negras - CEN
Rede Latinoamericana de Pessoas que Usam Drogas – LANPUD
Associação Brasileira de Saúde Coletiva - ABRASCO
ABEH Associação Brasileira de EStudos da HOmocultura
ANAIDS - Articulação Nacional do Movimento de Luta contra a aids
ABESUP - Associação Brasileira de Estudos sobre Psicoativos
REJU - Rede Ecumênica da Juventude
Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil)
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
União da Juventude Brasileira - UJB
MOBILIZA-RAPS
Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)
Agentes Pastorais Negros do Brasil – APNs
Nação Hiphop Brasil
União de Negros pela Igualdade – UNEGRO
Mães de Maio
Levante Popular da Juventude
Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB)
CANDACES - Coletivo de Lésbicas negras e mulheres bissexuais.
GPH - Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais
Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, São Paulo-SP
União Nacional dos Estudantes, São Paulo-SP
União da Juventude Socialista, São Paulo-SP


NUCLEOS de PESQUISA E/OU GRUPOS e FORUNS LOCAIS 

GEERGE Grupo de EStudos de Educação e RElações de Gênero PPGEDU UFRGS
Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Substâncias Psicoativas - Universidade Federal da Bahia
Núcleo de Estudos para a Prevenção do HIV/Aids, da Universidade de São Paulo - NEPAIDS/USP
SOMOS - COMUNICAÇÃO, SAÚDE E SEXUALIDADE
Fórum Ong aids RS
FORUM PARANAENSE ONG AIDS
Instituto Steve Biko
GEDS - Grupo de Estudos Drogas e Sociedade da USP
Libertos Comunicação, Saúde e Cidadania
COREP-SP (Conselho Regional de Estudantes de Psicologia do Estado de São Paulo)
KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço
CUS – Grupo de Pesquisa em Cultura e Sexualidade
Comissão da Diversidade Sexual da OAB Bahia
Associação Paulista de Saúde Pública (APSP)
Associação de Redução de Danos do Acre - Aredacre
Associação de Mulheres do Acre Revolucionarias - AMAR
Associação Agá & Vida
Associação Riobranquense de Deficientes Fisicos - ARDEF
Associação das Travestis do Acre - ATRAC
Associação dos Homosexuais do Acre - AHAC
Associação de Lesbicas do Acre - ELA
Rede Acreana de Defensores da Amazonia e Rios - RADAR
Federação dos Povos Hunikuin do Acre - FEPHAC
Movimentos Acreano de Inclusão Social - MAIS
Fórum Social de Manguinhos – RJ
Fórum de Juventude – RJ

GRUPO ACONTECE ARTE E POLÍTICA LGBT. FPOLIS / SC.
Grupo arco - íris RJ
CEPAC - Centro Paranaense da Cidadania – Curitiba - PR
Grupo Atitude, Marabá-PA
Grupo Lambda LGBT-PR, Curitiba-PR
Movimento Itabiritense de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis – ITA LGBT, Itabirito-MG
Movimento por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Catalão, Catalão-GOLGBTSOL – Grupo de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros de Jequié-BA
Associação de Gays, Lésbicas e Profissionais do Sexo – AGLEPS, Caxias-MA
Grupo Gay das Residências – GGR, Salvador-BA
Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Estado de Roraima – ATERR, Boa Vista-RR
Federação Amapaense de LGBT, Macapá-AP
Grupo Lambda LGBT-SP, São Paulo-SP
Grupo Rota das Cores, Curitiba-PR
Grupo Acontece – Arte e Política LGBT, Florianópolis-SC
ASTRAES – Por Direitos Humanos e Visibilidade LGBT, Estância-SE
Associação Musas de Castro Alves do Recôncavo, Castro Alves-BA
Grupo Livre – Liberdade Sexual, Educação e Cidadania, Itaberaba-BA
Instituto Cultural Intimus, Presidente Tancredo Neves-BA
Instituto Casa da Cidadania de Serrinha-BA
Associação de Homossexuais do Acre - Rio Branco - AC
Sohmos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de Arapiraca - AL
Grupo de Gays, Lésbicas da Cidade de Delmiro Gouveia – GLAD - Delmiro Gouveia - AL
Afinidades – GLSTAL – Maceió - AL
Associação de Homossexuais de Complexo Benedito Bentes – AHCBB – Maceió - ALAssociação de Jovens GLBTs de Alagoas – ARTJOVEM – Maceió - AL
Filhos do Axé – Maceió - AL
Grupo Gay de Alagoas – Maceió - AL
Grupo Gay de Maceió - AL
Pró-Vida – LGBT – Maceió - AL
Grupo Enfrentar – Viçosa - AL
Grupo Direito à Vida – Maceió - AL 
MGLTM - Movimento de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Manacapuru - AM
Associação Amazonense de GLT – Manaus - AM
Associação das Travestis do Amazonas – ATRAAM – Manaus - AM
Associação Homossexual do Estado do Amazonas – Manaus - AM
Associação Orquídeas GLBT – Manaus - AM
Grupo Ghata - Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá – Macapá - AP
Movimento de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia
Grupo Humanizar-se de Alagoinhas-BA
Organização Homossexual Geral de Alagoinhas – OHGA – Alagoinhas - BA
Grupo Gay de Camaçari – Camaçari - BA
Grupo Realidade Colorida – Camaçari-BA
Fund e Assoc de Ação Social e DH GLBT de Canavieiras e Região – Canavieiras - BA
Grupo Gay de Dias D'Ávila - BA
Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH - Feira de Santana - BA
Transfêmea - Feira de Santana - BA
Eros – Grupo de Apoio e Luta pela Livre Orientação Sexual do Sul da Bahia – Ilhéus - BA
Grupo Saphos LGBT – Ilhéus-BA
Grupo Humanus – Itabuna - BA
Grupo Gay de Lauro de Freitas - Lauro de Freitas - BA
Arco-Íris – Grupo LGBTs – Madre de Deus-BA
Associação da Parada do Orgulho LGBT de Mata de São João – GRITTE - Mata de São João - BA
Movimento Anti-Homofobia de Paulo Afonso-BA
Movimento de Articulação Homossexual de Paulo Afonso - Paulo Afonso - BA
Grupo Fênix - Movimento em Defesa da Cidadania LGBT de Pojuca - BA
Associação Beco das Cores - Educação, Cultura e Cidadania LGBT (ABC-LGBT) – Salvador - BA
Associação das Travestis de Salvador – ATRÁS – Salvador - BA
Associação de Defesa e Proteção dos Direitos de Homossexuais - PRO HOMO – Salvador - BA
Grupo Felipa de Sousa - Salvador - BA
Grupo Gay da Bahia – Salvador - BA
Grupo Homossexual da Periferia – Salvador - BA
Grupo Licoria Ilione – Salvador - BA
KIU! – Coletivo Universitário pela Diversidade Sexual – Salvador-BA
Quimbanda Dudu – Salvador - BA
Grupo Contra o Preconceito – Simões Filho-BA
Grupo de Resistência Flor de Mandacaru – Caucaia - CE
Associação de Travestis do Ceará – ATRAC – Fortaleza - CE
Grupo de Resistência Asa Branca – GRAB – Fortaleza - CE
Movimento Arco-Iris da Sociedade Horizontina – MAISH – Horizonte - CE
GALOSC – Grupo de Apoio à Livre Orientação Sexual do Cariri - Juazeiro do Norte - CE
Grupo de Amor e Prevenção pela Vida - GAP - Pela Vida – Maracanaú - CE
Ações Cidadãs em Orientação Sexual – Brasília - DF
Estruturação – Grupo d Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Trans de Brasília - DF
ELOS - Grupo de Lésbicas, Gays, Travestis e Trans. do Dist. Federal e Entorno – Sobradinho - DF
GOLD - Grupo Ogulho Liberdade e Dignidade – Colatina - ES
Associação Gabrielense de Apoio à Homossexualidade – AGAH - São Gabriel da Palha - ES
Associação das Travestis do Espírito Santo – ASTRAES - São Mateus - ES
Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás
AGTLA - Associação de Gays, Transgêneros e Lésbicas de Anápolis – Anápolis - GO
Associação Goiana da Diversidade LGBT de Anápolis-GO
Sociedade Oasis – Anápolis - GO
AGLST-RAQ - Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros da Região Águas Quentes - Caldas Novas - GO
Associação Desportiva de Gays, Lésbicas, Travestis e Transgêneros de Goiás – Goiânia - GO
Associação Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros – AGLT – Goiânia - GO
Associação Ipê Rosa –Goiânia - GO
ASTRAL-GO – Goiânia - GO
Fórum de Transexuais do Goiás – Goiânia - GO
Grupo Oxumaré- Direitos Humanos Negritude e Homossexualidade – Goiânia - GO
Associação Jataiense de Direitos Humanos - Nova Mente – Jataí – GO
ACDHRio – Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO e Região - GO
Grupo Flor de Bacaba – Bacabal - MA
Associação Gay de Imperatriz e Região – Imperatriz - MA
GAPDST - Grupo de Apoio e Prevenção – Imperatriz - MA
Grupo Passo Livre - Paço do Lumiar - MA
Grupo Solidário Lilás - São José de Ribamar - MA
Grupo Expressão - São Luis - MA
Grupo Gayvota - São Luis - MA
Grupo Lema - São Luis - MA
Organização dos Direito e Cidadania de Homossexuais do Estado do Maranhão - São Luis - MA
Movimento Gay e Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas - MG
Movimento Gay de Barbacena – MGB – Barbacena - MG
ALEM - Associação Lésbica de Minas - Belo Horizonte - MG
Associação de Transexuais e Travestis de Belo Horizonte – ASSTRAV - Belo Horizonte - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual – CELLOS - Belo Horizonte - MG
Instituto Horizontes da Paz - Belo Horizonte – MG
Libertos Comunicação - Belo Horizonte – MG
Movimento Gay de Betim - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Contagem- CELLOS – Contagem - MG
MGD - Movimento Gay de Divinópolis – Divinópolis - MG
MGS - Movimento Gay e Simpatizantes do Vale do Aço – Ipatinga - MG
GALDIUM - Grupo de Apoio Luta e Defesa dos Interesses das Minorias – Itaúna - MG
MGM - Movimento Gay de Minas - Juiz de Fora - MG
MGG - Movimento Gay dos Gerais - Montes Claros - MG 
Organização LGBT de Muriaé-MG
Movimento Gay de Nanuque – MGN – Nanuque - MG
Shama - Associação Homossexual de Ajuda Mútua – Uberlândia - MG
Movimento Organizado de Combate à Homofobia – Contagem-MG
Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul - Campo Grande - MS
Grupo Iguais - Campo Grande - MS
Movimento de Emancipação Sexual, Cidadania, Liberdade e Ativismo do MS - Campo Grande - MS
SADHLOESTUR – Sociedade Araguaia pelo Ambiente, Cultura, Desporto, Diversidade, Direitos Humanos, LivreOrientação e Expressão Sexual, Saúde, Segurança e Turismo – Barra do Garças-MT
Associação de Gays, Lésbicas e Travestis de Cáceres – Cáceres - MT
GRADELOS - Grupo Afro-descendente de Livre Orientação Sexual – Cuiabá - MT
Grupo Livre-Mente – Cuiabá - MT
LIBLES - Associação de Direitos Humanos e Sexualidade Liberdade Lésbica – Cuiabá - MT
Associação GLS- Vida Ativa – Rondonópolis - MT
Associação das Travestis do Mato Grosso – ASTRAMT - Cuiabá - MT
Alessa – Associação de Livre Orientação Sexual de Ananindeua – PA
APOLO - Grupo Pela Livre Orientação Sexual – Belém - PA
Cidadania, Orgulho e Respeito – COR – Belém - PA
Grupo Homossexual do Pará – Belém - PA
Movimento Homossexual de Belém – Belém - PA
Associação LGBT de Tucuruí - PA
LesbiPará - PA
Associação dos Homossexuais de Campina Grande, Estado da Paraíba - AHCG/PB - Campina Grande - PB
Gayrreiros do Vale do Paraíba – GVP – Itabaiana - PB
Associação das Travestis da Paraíba – ASTRAPA - João Pessoa - PB
Movimento do Espírito Lilás – MEL - João Pessoa - PB
TABIRAH - Associação de Homossexuais, Lésbicas, Travestis... – Tabira - PE
Grupo Homossexual do Cabo - Cabo Santo Agostinho - PE
Articulação e Movimento Homossexual de Recife – AMHOR – Jaboatão - PE
Movimento Gay Leões do Norte – Recife - PE
Atos de Cidadania - São Lourenço da Mata - PE
Grupo Unificado de Apoio à Diversidade Sexual de Parnaíba – O GUARÁ – Parnaíba - PI
Associação de Travestis do Piauí – ATRAPI – Teresina - PI
Grupo Guaribas de Livre Orientação Sexual – Picos-PI
Grupo Expressões - direitos humanos, cultura e cidadania – Cascavel - PR
Aliança Jovem LGBT – Curitiba-PR
Associação Paranaense da Parada da Diversidade – APPAD – Curitiba - PR
Dom da Terra – Curitiba - PR
Grupo Dignidade – Curitiba - PR
Inpar 28 de Junho- Instituto Paranaense 28 de Junho – Curitiba - PR
Transgrupo Marcela Prado – Curitiba - PR
Grupo Renascer - Ponta Grossa - PR
Grupo União pela Vida – Umuarama - PR
Grupo Arraial Free - Araial do Cabo - RJ
Grupo Triângulo Rosa - Belford Roxo - RJ
Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual - Cabo Frio - RJ
Grupo Iguais - Conscientização Contra o Preconceito - Cabo Frio - RJ
Grupo Esperança - Campos dos Goytacazes - RJ
Grupo Pluralidade e Diversidade - Duque de Caxias - RJ
ONG Movimento da Diversidade Sexual – Macaé - RJ
Associação de Gays e Amigos de Nova Iguaçu e Mesquita – AGANIM – Nova Iguaçu - RJ
Grupo Atividade EN'atividade – GAEN – Natividade - RJ
GDN - Grupo Diversidade Niterói – Niterói - RJ
Grupo Sete Cores – Niterói - RJ
Amores- Organização Não Governamental de Apoio à Diversidade Sexual - Nova Friburgo - RJ
Grupo 28 de Junho- pela Cidadania Homossexual - Nova Iguaçu - RJ
ATOBÁ- Movimento de Afirmação Homossexual - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual - Rio de Janeiro - RJ
Instituto Arco-Íris de Direitos Humanos e Combate à Homofobia - Rio de Janeiro - RJ
Movimento D´ELLAS - Rio de Janeiro - RJ
Turma OK - Rio de Janeiro - RJ
Cidadania Gay - Sao Gonçalo - RJ
Aldeia Diversidade - São Pedro da Aldeia-RJ
Cores da Vida – Rio das Ostras- RJ
Associação das Travestis do Rio Grande do Norte – ASTRARN – Natal - RN
Associação das Travestis Reencontrando a Vida do Rio Grande do Norte – Natal-RN
Grupo de Afirmação Homossexual Potiguar – GAHP – Natal - RN
Grupo Habeas Corpus Potiguar – Natal - RN
GAYRO - Grupo Arco-Íris de Rondônia – Cacoal - RO
GGR - Grupo Gay de Rondônia - Porto Velho - RO
Tucuxi- Núcleo de Promoção da Livre Orientação Sexual - Porto Velho - RO
Grupo Beija-flor Organização em Defesa da Livre Orientação e Expressão Sexual – Vilhena - RO
Associação Roraimense Pela Diverrsidade Sexual - Boa Vista - RR
Grupo Igualdade de Guaíba – Guaíba - RS
Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS
Outra Visão – Grupo GLTB - Porto Alegre - RS
Grupo Igualdade de Tramandaí – Tramandaí - RS
Associação Arco-Iris – Joinville - SC
GATA - Associação de Transgêneros da Amurel – Tubarão - SC
Associação de Defesa Homossexual de Sergipe – ADHONS – Aracajú - SE
ASTRA – Direitos Humanos e Cidadania GLTB – Aracajú - SE
Unidas de Travestis – Aracajú - SE
MOLS - Movimento de Lésbicas de Sergipe – Aracaju-SE
ASTRAL – Lagarto-SE
Vanguarda Esperança – Atibaia-SP
Associação Borboleta – Bady Bassitt-SP
Centro Cultural Império do Samba – Bebedouro-SP
Comunidade Ilê Axé Ya Locy – Bebedouro – SP
Identidade - Grupo de Luta pela Diversidade Sexual – Campinas - SP
Grupo Gay de Guarujá – Guarujá - SP
Lésbicas Organizadas da Baixada Santista – LOBAS – Guarujá - SP
SEIVA – Serviço de Esperança e Incentivo à Vida Agora – Ilha Solteira-SP
ONG Reintegrando Vidas – REVIDA – Jacareí - SP
Centro de Apoio à Diversidade – Limeira-SP
ELO LGBT – Expressão Livre do Orgulho LGBT – Mauá-SP
CASVI - Centro de Apoio e Solidariedade à Vida – Piracicaba - SP
Grupo Rosa Vermelha - Ribeirão Preto - SP
Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual - ABCD'S - Santo André - SP
Lésbicas e Gays do Litoral – LEGAL – Santos - SP
ONG Visibilidade LGBT - São Carlos - SP
Associação de Populações Vulneráveis – APV - São José do Rio Preto - SP
Associação Rio-Pretense de Travestis, Transexuais e Simpatizantes - ARTT'S - São José do Rio Preto - SP
Grupo de Amparo ao Doente de Aids – GADA - São José do Rio Preto - SP
OLGA – Organização de Lésbicas e Garotas Ativistas – São José do Rio Preto – SP
Associação de Pessoas GLSBT – Ser Humano - São Paulo - SP
CFL - Coletivo de Feministas Lésbicas - São Paulo - SP
Instituto Edson Néris - São Paulo - SP
CORSA - Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade, Amor - São Paulo - SP
Associação Vida Esperança - São Vicente - SP
ACEPUB - Associação e Centro de Estudos e Pesquisas da Unidade Brasileira – Ubarana-SP
Associação Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual – GIAMA – Palmas – TO
Centro de Tradições Afro-Brasileiras – Cetrab, Rio de Janeiro/RJ
Movimento LGBT de Sete Lagoas-MG
Associação de Gays, Lésbicas e Simpatizantes, Taguatinga/DF
Diretório Central Estudantes Livre Fernando Santa Cruz – UFF, Niterói-RJ
Grupo Diversidade LGBT Chapada Diamantina, Seabra-BA
Associações de Mulheres Entendidas de Pernambuco – AME-PE, Camaragibe-PE
Sindicato dos Professores do Distrito Federal
ONG Metamorfose LGBT – Santa Luzia do Norte-AL
GAAC- Grupo Anti-aids de Camaçari – Camaçari - BA
Centro Anti-aids de Feira de Santana - Feira de Santana - BA
Associação dos Moradores do Pontal – AMOP – Ilhéus - BA
Associação dos Renais Crônicos e Transplantados do Sul da Bahia – Ilhéus-BA
Centro Baiano Anti-Aids – Salvador - BA
Centro de Cidadania Sexual do GAPA-BA – Salvador - BA
Grupo Palavra de Mulher Lésbica – Salvador - BA
Grupo de Lésbicas Safo – Vitória da Conquista-BA
Associação das Prostitutas do Ceará – Fortaleza - CE
Rede Solidariedade Positiva – CE
Campanha Nacional pelo Fim da Exploração, violência e turismo sexual contra crianças – Brasília - DF
Associação Linharense de Apoio à Homossexualidade – ALAH – Linhares-ES
Sociedade Oásis – Anápolis - GO
Grupo Amor e Vida – Ceres - GO
Associação de Negros do Estado de Goiás – Goiânia - GO
Centro de Valorização da Mulher – Goiânia - GO
Comunidade Asha – Goiânia - GO
GOS - Grupo de Orientação ao Soropositivo HIV+ - Goiânia - GO
Grupo Identidade LGBT – Bacabal-MA
Centro de Protagonismo Juvenil - Campo Grande - MS
Grupo Assistencial Experiência e Vida Ivandro Reis de Matos – GAE-Vida - Três Lagoas - MS
GAPA-PA - Grupo de Apoio à prevenção à Aids do Pará – Belém - PA
Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Estado do Piauí – ATRAPI
GRUVCAP- Grupo de Voluntário de Cajueiro da Praia - Cajueiro da Praia - PI
Associação de Luta pela Vida – PR
Grupo Semente da Vida – Colombo - PR
Rede Solidariedade – Curitiba - PR
RNP+ Curitiba e Região Metropolitana – Curitiba - PR
Núcleo de Ação Solidária à Aids – NASA - Foz do Iguaçu - PR
Voz pela Vida – Maringá – PR
AVIVER – Paranaguá - PR
ABDS- Associação Afro-Brasileira de Desenvolvimento Social - São José dos Pinhais - PR
Assistência Filantrópica a Aids de Araruana – AFADA – Araruana - RJ
ONG Lilás – Libertárias, Igualitárias, Lésbicas, Ativistas Sociais – Cabo Frio-RJ
Associação Irmãos da Solidariedade – Campos - RJ
Associação Viver – Itaperuna - RJ
Grupo Pela Vidda Niterói – Niterói - RJ
Movimento Acorda Cabuçu - Nova Iguaçu - RJ
AMOLP - Rio de Janeiro - RJ
Blog Ativismocontraaidstb – Rio de Janeiro-RJ
GCC- Grupo de Convivência Cristã - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Água Viva de Prevenção à Aids - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Pela Vidda/ RJ - Rio de Janeiro - RJ
Instituto Atitude – Rio de Janeiro-RJ
Programa Integrado de Marginalidade – PIM - Rio de Janeiro - RJ
RNP+ Núcleo - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Milagre da Vida – Macaé-RJ
ICABO - Instituto Cultural Afro-Brasileiro Olufon Deyi – Cabo Frio-RJ
STVBrasil - Sociedade Terra Viva – Natal - RN
Grupo Esperança – Alegrete - RS
Movimento pela Livre Orientação Sexual – Se Ame – Alvorada-RS
FAPA- Frente de Apoio e Prevenção da Aids - Caxias do Sul - RS
Associação Gaúcha de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Pais e Amigos – Novo Hamburgo-RS
GESTO - Pelotas-RS
Diversidade Movimento pela Orientação Sexual de Viamão – Viamão-RS
Instituto Arco-Íris – Florianópolis - SC
GAIVP – Grupo de Apoio e Incentivo à Vida Positiva - Campo Limpo Paulista - SP
GASA- Grupo Ap. Sol. Paciente com AIDS – Catanduva - SP
Centro de Convivência Joanna d'Arc – Guarujá - SP
Grupo de Apoio Amor à Vida - São Bernardo do Campo - SP
APRENDA- Associação Paulista de Redutores de Danos - São José do Rio Preto - SP
Associação Rio-pretense de Travestis, Transexuais e Simpatizantes – ARTTS – São José do Rio Preto-SP
GADA - Grupo de Amparo ao Doente de Aids - São José do Rio Preto - SP
Grupo de Amparo ao Doente de Aids – GADA - São José do Rio Preto - SP
GAPA SJC – Grupo de Apoio à prevenção à Aids- São José dos Campos - SP
APTA - Associação para Prevenção e Tratamento da Aids - São Paulo - SP
Associação Civil Anima - São Paulo - SP
Associação de Incentivo à Educação e à Saúde de São Paulo – AIESSP - São Paulo- SP
Grupo Prisma - São Paulo – SP

ASSINATURAS DE PESQUISADORAS/ES E INDIVIDUAIS

Paulo Miguez, vice-reitor da Universidade Federal da Bahia
Maurício Nogueira Tavares - professor da UFBA
Carlos Duarte, Movimento Nacional de Luta contra AIDS
Alexandre Peixe dos Santos - Ativista independente
Veriano Terto Jr. - Professor Visitante do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC/UFRJ
Maria Amelia de S.M.Veras, MD, MPH, PhD , professora universitária
Luiz Fabio Alves de Deus - Pesquisador - Núcleo de Estudos para Prevenção da Aids (NEPAIDS)
Cristiane Gonçalves da Silva - Profa. Adjunta UNIFESP/Baixada Santista
Maria Fernanda Terra - diretoria da Associação Paulista de Saúde Pública
José Eluf Neto - Departamento de Medicina Preventiva - Faculdade de Medicina - Universidade de São Paulo
Maria Ines Battistella Nemes. - Professora Associada. Departamento de Medicina Preventiva - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
SANDRO OURIQUES CARDOSO (SANDRO KA), ativista LGBT
Claudia Penalvo, ativista LGBT
Ana Maria de Brito - Médica/Pesquisadora CPqAM/Fiocruz - Profa Adj Faculdade Ciências Médicas, Universidade de Pernambuco/UPE
Raiane Patrícia Severino Assumpção - Profª Drª - Curso Serviço Social
Monica Malta – Pesquisadora - Escola Nacional de Saude Publica Sergio Arouca - Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ)
Ricardo Rodrigues Teixeira - Professor Doutor do Departamento de Medicina Preventiva - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Mônica de Oliveira Nunes de Torrenté, ativista do MOBILIZA-RAPS
Maria Dea Conti Nunes - Filósofa
Lia Thieme Oikawa Zangirolani - Profa. Dra. Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva – DPPSC – UNIFESP/Baixada Santista
Edgar Merchan Hamann - Médico Epidemiólogo, Universidade de Brasilia


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