Numa situação de baixa autoestima, independentemente de causas externas que possam contribuir para tal efeito, no cérebro ocorre uma redução dos efeitos da ação subcortical da Serotonina (neurotransmissor que conduz sensações de prazer).
Até mesmo em função do desinteresse que a pessoa deprimida assume em relação aos cuidados com o próprio corpo, também se ressente a região subcortical pela ausência de ação da Endorfina (neurotransmissor _ e hormônio _ que conduz sensações de euforia, em resposta às atividades físicas, esportivas, etc.).
A baixa autoestima gera uma atitude de apatia, e esta realimenta aquela. Assim, a pessoa vai ficando presa a um círculo vicioso.
Paradoxalmente, ao recorrer a medicamentos (que não se destinam a erradicar a causa, mas apenas atuar sobre os efeitos), a pessoa fica cada vez mais presa a esse indesejável quadro depressivo.