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A vida


A vida é o bem mais precioso que alguém pode ter.

É como uma flor que, se for bem cuidada, cresce e desabrocha, deixando de ser uma semente, para ser uma linda flor. Pode ser uma rosa, um narciso, uma camélia, um lírio, uma violeta. Tantas variedades! Mas se, pelo contrário, for mal cuidada e esquecida, nunca vai passar de broto, que tinha tudo para ser belo, mas nunca saiu da terra.  

A vida é uma coisa maravilhosa, embora nem sempre nos sorria. Assim como uma flor tem momentos de glória e prosperidade durante a primavera e o verão quente, e quando chega o inverno, tem de dar o seu melhor para continuar a existir, continuar a ser bela e seguir a sua vida ultrapassando o frio do inverno para depois poder desfrutar da primavera.

A vida é cheia de oportunidades e permite-nos ver tantas coisas novas, tal como uma flor quando o seu pólen é levado pelas abelhas para sítios novos e desconhecidos. No entanto, se ela se esconder das abelhas e não quiser soltar o seu pólen, nunca vai ver nada novo.

Perder o dom da vida não significa apenas murchar, mas sim partir o caule, ficar com a cabeça no chão, sem conseguir erguer-se novamente e perder todas as suas pétalas e a sua beleza. Quando se perde a vida, perde-se tudo! Quer se morra, quer não, a beleza da vida desaparece.

 Dinis Pinho 7ºF

Ano letivo 2023/2024

Primavera

Após longas horas, dias, meses de inverno pesado, sombrio, triste, húmido, bolorento, doentio, misturado de espirros e vírus de muitas espécies, começa a surgir, colorida, crescente, quentinha, perfumada, romântica, a ansiada estação primaveril. 

Nesta, toda a Criação rejuvenesce anos de vida, esperança e entusiasmo, querendo apressadamente antecipar a evolução natural e calma dos acontecimentos, a somar a alegria de mais uma prova vencida.

Nesta época, convém referir a ação dedicada, atenta, incansável das pequeninas abelhas, que são as pioneiras no aproveitamento dos meios oferecidos pela estação através da polinização, sem a qual a sobrevivência seria impossível neste planeta. Parece insignificante, para a maioria até passa despercebido, ignorado; contudo, os pequeníssimos pormenores da natureza estão na causa do equilíbrio ecológico, os pilares da vida na terra.

Sejamos honestos, verdadeiros e contribuamos, pois, por mil e uma oportunidades à nossa disposição, para o bem-estar e felicidade daqueles que nos rodeiam, partilhando, colaborando com nossos dons, num esforço conjunto, facultando o melhor e o belo, nesta breve, mui breve mordomia terrena.


Jorge Ferreira, assistente operacional

Ano Letivo 2022/2023

Foto de Paula Pinho, professora

Amor fictício 

Os seus olhos dançavam e cantavam ao ritmo da música que era descrita pelo livro que ela estava a ler e, ao folhear as finas páginas com os seus dedos húmidos e sensíveis, ao observar atentamente todos os detalhes da personagem predileta que ela tanto adorava e ao sentir os infinitos sentimentos que o livro lhe oferecia, apercebeu-se de que era aquele o seu destino. 

O seu coração vivia e morreria para salvar cada palavra e cada ponto final do seu livro. Sentia-se atraída por uma personagem que sabia que não era real, mas estava tão perto de o ser: as suas ações, os seus sentidos, a sua personalidade eram mais verdadeiros do que um verdadeiro ser humano. 

Questionava-se que talvez o amor, que sentira por um alguém que não existia, não fosse apenas fictício.

Juliana Marques, 11º E

Ano Letivo 2022/2023

O outro lado 

Por vezes, quando ela pensa que nada pode piorar, fecha os olhos e no centro da sua mente surgem memórias felizes e inesquecíveis. Os suores frios e os pensamentos negativos transformavam-se em lágrimas de felicidade e num coração aquecido; se pudesse pegar nele sentiria mil e uma emoções ao ritmo de mil e uma batidas rápidas e coordenadas. Talvez nem tudo fosse negativo. Sempre ouvira dizer que se deve olhar para o outro lado da história e ela olhou e viu um conto de fadas, atores que interpretavam os seus sentimentos e as suas memórias de uma forma perfeita e realista. 

O amor, que ela sempre afirmara não receber, apanhou-a, e quando ela menos esperava começou a sentir-se amada; era um sentimento agradável, um sentimento que sempre parecera impossível e que agora se encontrava nas suas mãos, pequenas e frágeis, que desejavam que aquele sentimento nunca acabasse. 

Foi quando tudo mudou e a rapariga invisível tornou-se aquela que toda a gente admirava, por transformar um pesadelo num sonho finalmente alcançável.

Juliana Marques, 11º E

Ano Letivo 2022/2023

CARTAS DE AMOR 

A propósito da dimensão epistolar* de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco…

PASTICHE**

Lisboa, 6 de abril de 1970

Meu querido amor:

Morro por te conhecer, nesta guerra onde as armas matam amores!

Transpiro lágrimas de desejo de ti.

Ontem sonhei que te tinha junto de mim; pareceu tão real que hoje a tua falta dilacerou os tecidos da minha alma e do meu coração.

Sinto que os nossos dias escasseiam e que nem estas palavras me levam a ti.

Viva, morta, aqui ou no céu, esperarei por ti e o meu último suspiro está prestes a soltar-se… O meu ar foge tentando encontrar-te…

Que no teu coração permaneça o meu ser. Não é um adeus, mas sim um “até já”…

Da tua amada

Violante

Matilde Tavares, 11º A 

Ano letivo 2021/2022

PARÓDIA***

Lisboa, 6 de abril de 1970

Meu bolinho de arroz:

Estou desejosa por te dar uma dentada. 

Será que ainda estás inteiro ou falta-te uma migalha?

Sonhei que te tinha metido na forma e que o clima aqueceu. Saíste-me tão perfeitinho que até o meu coração derreteu!

Eu sem ti sou como uma cebolada sem cebola, uma feijoada sem feijão, uma limonada sem limão.

Vem matar a minha fome, meu docinho, que só pensar em ti me faz crescer água na boca.

Abraços e dentadinhas da tua

Esfomeada

P.S. Esqueci-me de ti no forno. 😊

11º A

Ano letivo 2021/2022

Glossário

epistolar*: relativo ao género literário cuja forma é a carta (ex.: romance epistolar);

pastiche**: imitar o estilo; criar “à maneira de”;

paródia***: imitação burlesca de uma obra séria.

(Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org [consultado em 26-04-2022]). 


11º A e professora Paula Pinho

Ano letivo de 2021/2022

Agrupamento de Escolas de BúzioBúzioInforma © 2025

FICHA TÉCNICA

Professoras

Clarisse Costa

Cristina Filipe

Dores Coutinho

Paula Pinho

Rosa Ferreira

Alunos Secundário

Leonor Tavares - 11ºA

Santiago Godinho - 11º B

Simão Soares - 11º B

Clara Costa - 11º E

Marta Paiva - 11º E

Leandro Costa - 12º F

Beatriz Soares -12º F1


Logotipo | Professor César Garcia

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