Reflexão sobre o filme: “A Fuga Dos Lulus”
A minha turma teve uma visita de estudo em que fomos ver o filme "A fuga dos LuLus” ao cinema de S. Jorge à pouco tempo, em francês, para estimular o nosso vocabulário estrangeiro.
Eu, pessoalmente, gostei da visita, porque penso que há mais formas de aprender do que na sala de aula, e devíamos experimentar mais das mesmas, na minha opinião.
Quanto ao filme em si, também gostei, tentei me focar mais no francês e na pronúncia do que nas legendas, penso que me ajudou bastante.
O filme, aborda temas como a orfandade, igualdade de género e a perda, durante a época de 1900 a 1920, estes temas são refletidos nas personagens principais ao longo da história.
José Lima
O filme “La Guerre des LuLus” do realizador francês Yann Samuell é baseado num grupo de adolescentes órfãos: os Lulus, composto por Lucien, Lucas, Luigi, Ludwig e Luce que têm como objetivo sair de Fraça (país onde moram) e ir até à Suíça.
Toda a ação do filme decorre durante a Primeira Guerra Mundial, por isso os cenários são sempre de conflito ou destruição. Sendo França um país sobre ataque , os Lulus querem fugir e ao longo do filme encontram várias pessoas que os vão ajudando, até chegarem o Moussa que os ajuda a chegar por fim à estação de comboio, apesar de o destino não ter sido o desejado!
Eu gostei bastante do filme e acho que aborda temas muito importantes e que deviam ser mais falados como o racismo, a desigualdade de género e o mais acentuado durante toda a história: a amizade e união.
Mariana Madeira
«La Guerre des Lulus» ou, em português, «A Fuga dos Lulus» é um filme francês realizado por Yann Samuell, baseado numa coleção de banda desenhada escrita por Régis Hautière. Esta obra retrata a fuga de cinco jovens órfãos de França, no início da primeira guerra mundial, em 1914.
Este filme retrata diversos assuntos, muitos dos quais relacionados com as consequências de conflitos armados. É mostrada a sobrevivência de crianças que, apesar de não estarem diretamente relacionadas com as divergências internacionais, têm a sua integridade e segurança postas em risco. São também abordados temas ligados ao amor, quer romântico, quer familiar, como: o abandono, o luto e a criação de novas relações, importantes em situações de crise, e as suas complicações. Por fim, ainda é explorado o tema da descriminação: racial, de género e de identidade, ainda mais intensa no princípio do século passado.
Esta longa metragem está diretamente relacionada com tópicos discutidos em «Cidadania». Podemos associar as lições desta obra com temas como «Direitos Humanos» e «Objetivos do Desenvolvimento Sustentável». O assunto retratado é, infelizmente, muito atual, tendo em conta situações como Rússia - Ucrânia e Israel - Palestina. Percebemos que não evoluímos tanto como era esperado e que ainda estamos longe de alcançar as metas mundiais.
Madalena Rei
O filme “A Guerra dos Lulus”, é um filme francês criado por Yann Samuell, que narra a história de um grupo de adolescentes órfãos durante a 1ª Guerra Mundial.
As ações do filme decorrem durante agosto de 1914 na França, o filme oferece a oportunidade de aprender sobre a 1ª guerra mundial, pois relata acontecimentos e lugares cruciais da guerra.
O filme destaca a importância da amizade e de temas como os refugiados, cultura e diversidade, desigualdades etc…
Talvez a amizade seja a mensagem mais importante que o realizador do filme quis passar, por ao longo do filme estar sempre presente, mas também a cultura e a diversidade, por os personagens principais serem de origens diferentes não só de partes diferentes de França como também de outras nacionalidades. O filme destaca como pessoas de nacionalidades e origens diferentes se encontram no meio da guerra e se entreajudam, o que sublinha ainda mais a ideia de que apesar das diferentes culturas, a cooperação é fundamental em tempos difíceis.
Na questão das desigualdades, podemos perceber que não é o tema com mais ênfase no filme porém aparece sutilmente, em algumas partes, dando a entender que na época havia bastante esta divisão e ideia de que as mulheres eram mais frágeis e menos capazes do que os homens em situações de conflito, e não só. Essa mentalidade ainda existe hoje em dia, mas já não é tão comum.
Margarida Araújo