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A Terra, nós herdamos de nossos pais e
tomamos emprestada de nossos filhos
Na terra em que pisamos e temos nossas habitações, nossas plantações e criações, outrora habitavam nossos antepassados, geralmente vindos de outras terras de além-mar.
Através das gerações, essas terras passaram de pais para filhos, seguindo a tradição da herança.
Desde que o homem habita sobre a face da Terra, os filhos herdam as propriedades dos pais, as quais, algumas já atravessam milênios, outras acabam em uma ou duas gerações, seja por mudança de profissão ou mesmo por inconsequência dos sucessores, mas o fato é que a Terra não é de ninguém e ao mesmo tempo é de todos.
Já que o ser humano delimitou fronteiras dividindo os continentes em Países; os Países em Estados; os Estados em municípios; os municípios em comunidades; as comunidades em propriedades e as propriedades em proprietários, a tradição da herança perdura através dos tempos, constituindo-se em patrimônio individual de infinitas famílias tradicionais.
Os colonizadores, que adquiriram estas terras do governo, que as repassou durante a fase da imigração, construíram sua vida e sua história, alimentando ou abortando sonhos e esperanças.
Do período colonial, passamos ao período comercial, industrial e tecnológico - sendo que neste, as máquinas, a informática, a cibernética e a robótica, cada vez mais, infelizmente, substituem o ser humano.
Em todos estes períodos, o destaque foi o domínio do homem pelo homem e a sua pretensa ascensão ao poder, colocando os bens acima de si próprio e do próximo.
Do domínio de territórios ao domínio tecnológico, o ser humano sempre explorou o ser humano para destacar-se perante os demais.
Até o período industrial as dominações eram realizadas, geralmente, pelas armas, através das conquistas territoriais. A partir daí as dominações passaram a caracterizar-se em guerras silenciosas, fechadas – guerras comerciais e de interesses, que perduram até hoje.
As terras herdadas pelos filhos, no auge do período industrial, começaram a ser abandonadas devido a migração rural para as indústrias. A agricultura química e mecanizada, fruto, principalmente, da segunda guerra mundial e da guerra do Vietnã, exauriu com a agricultura familiar.
O maior objetivo da agricultura química e agora, da biotecnológica (filha idolatrada da química) é fazer com que a agricultura familiar dê espaço a uns poucos latifúndios, que produzirão os alimentos que meia dúzia de redes mercadológicas determinarem, através da massificação da mente humana, da padronização de hábitos, costumes e gostos.
A Terra é sagrada. Mesmo a recebendo de herança de nossos pais, ela não é nossa; nós, na verdade, a tomamos emprestada de nossos filhos. Eles é que a herdarão e dela viverão. Sempre, a geração presente é inquilina das gerações futuras.
Portanto, cabe-nos refletir bem neste aspecto: quando emprestamos algo de alguém, devemos ter cuidados redobrados, pois um dia, em algum momento, teremos que devolver aquilo que emprestamos.
E como vamos devolvê-lo?
Em que estado vamos devolvê-lo?
Acaso deixaremos aos nossos filhos somente os restos daquilo que era quando recebemos de nossos pais?
Acima de tudo, recebemos a Terra de nosso Pai Celestial, cujos filhos somos todos nós. Portanto, somos uma grande família e todos irmãos.
Como vamos deixar e devolver o que um dia recebemos de empréstimo?
Se até hoje, todos os períodos visaram o domínio do homem pelo homem e agora, no auge do período tecnológico, acontece o domínio do homem pela máquina, pela tecnologia, a serviço do poder comercial e político, esperamos, que, finalmente, possa, no período que está por vir, estar a tecnologia a serviço do homem para a Vida; que possa o homem, de dominado, dominar a tecnologia, para o homem, para a Vida, afim de que a Terra que recebemos de herança de nosso Pai Celestial, seja o Paraíso de nossos filhos.
Somos os únicos responsáveis pelo nosso futuro. O que acontecer à Terra e nos acontecer, será mérito ou demérito nosso.
Do livro "AS LEIS DA NATUREZA" de Odilon Beilner
O passado está presente em vossa vida como está o sol, que a cada amanhecer desponta no horizonte.
Sois, no atual momento de vossa vida, ainda, um produto do passado. Intimamente sabeis que isto não deveria ser assim, pois sofreis com isso. Se o passado foi bom, passais o tempo a relembrá-lo com saudade e penar, caso o atual momento de vosso viver não vos seja como gostaríeis que fosse. Se o passado foi mau, vos causou dor, sofreis agora, porque qualquer coisa que vedes ou viveis neste sentido, vos reporta aos acontecimentos pretéritos.
Vossos gurus dizem que deveis abençoar o passado e deixá-lo no passado, mas como podeis abandoná-lo se ele é vívido e real para vós? Tão vívido e real que vos faz suar, sentir frio, chorar, rir, suspirar, diante de uma simples lembrança dele.
Na verdade, não existe passado, nem futuro; tudo que está em vossa mente é agora, presente. Sois como um livro, vossa vida é como um livro - uma só, mas com muitas páginas, que são vossas vivências sucessivas, vossas reencarnações. Estais escrevendo e lendo ao mesmo tempo e cada página é sucessiva e a continuidade de outra, compondo os diversos capítulos de vossa história, que fará parte de outras histórias, na infinita Biblioteca Universal.
Como podeis então, alterar o tema de vosso livro, se ele não está sendo prazeroso à leitura e favorável ao viver?
Não basta simplesmente escrever "fim", porque não há "fim". A vida é eterna; é um livro que jamais será concluído e o que está escrito, não pode ser mudado. O máximo que podeis fazer, é, de onde estais, começar a mudar o enredo, escrevendo aquele cujo conteúdo tereis prazer e satisfação de ler.
Sois o escritor, o personagem principal e o leitor de vosso próprio livro e, portanto, podeis escrever nele o que quiserdes e como quiserdes, tendo consciência, porém, que seu conteúdo será exatamente aquele que escrevestes.
Cuidai pois, para que todos, inclusive vós, tenham prazer em ler vossa história.
Odilon Beilner
O mesmo esforço que faço para afirmar: “Estou mal”, farei para afirmar: “Estou bem”! A diferença é que, provavelmente, eu não me sinta realmente bem, neste momento; então esta última afirmação soa como uma mentira, uma enganação, porque estou afirmando algo que não sinto. Assim, o sentimento por trás da palavra, agindo como um pano de fundo, é a a minha realidade. E realmente é, pois durante o dia todo, repito para mim, para a família, para os amigos, para o mundo todo, que estou mal, muito mal.
Assisto ao noticiário e, vendo e ouvindo tudo que de negativo a mídia mostra, convenço-me que realmente “estou mal” e que ficará pior, segundo as estatísticas e previsões mostradas por pessoas conceituadas naquilo que falam. Para cada notícia positiva, são mostradas dez negativas. Os exemplos negativos são destacados; os positivos pouco aparecem.
Nas novelas e filmes, a violência, a traição, a maldade, a intriga, a competição, são o foco do tema. Poucos são os exemplos de Amor verdadeiro. Deste modo, subliminarmente, dia após dia, passo envolto numa nuvem de pessimismo, dor, angústia, preocupação e ansiedade. Então, convenço-me de que não há mais nada de bom neste mundo. Todos com quem falo dizem a mesma coisa... então o que me resta fazer? Fico num beco sem saída... Em casa fico triste e na rua também. Até os amigos me deixam tristes por "despejarem" sobre mim seus problemas.
No trabalho preciso ser eficiente, sempre atencioso e com semblante sorridente, apesar de tudo que sinto e me falta. Então entro em conflito e procuro subterfúgios que me façam sentir pelo menos um pouco melhor, já que os sinais negativos começam a se manifestar exteriormente em mim. Haverá um modo de conviver e viver dignamente num mundo assim, sem ser afetado por ele? Certamente que há, mas exigirá de mim um novo estado de consciência, com o qual buscarei o máximo de coisas que fazem bem a mim e ao próximo. Se eu buscar o bem do próximo, como se fosse o meu próprio bem, contribuirei para que a vida humana num todo mude. Pelas pequenas e positivas ações individuais, chegaremos às grandes ações positivas coletivas. Este é o Poder de cada um e que todos tem.
Se repetirmos constantemente o bem, em vez de digladiarmos com o mal que procura nos atingir, construiremos uma nova consciência e um novo padrão de vida.
É um desafio para cada um de nós...
Odilon Beilner
O que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é determinado pelos pensamentos de nossa mente?
Talvez pudéssemos acalentar uma ideia que, nesse momento, parece pouco natural e estranha para nós, isto é, que nossos pensamentos são a causa e o que vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido acusar o mundo, nem os que habitam nele, das misérias e sofrimentos que sentimos, porque, então, seria possível considerar a percepção como um “espelho e não um fato”.
Imagine também que a mente pode ser comparada a uma câmera de cinema que projeta nossos estados interiores para o mundo. Quando a mente está cheia de pensamentos desagradáveis, vemos o mundo e seus habitantes como desagradáveis. Por outro lado, quando a mente está em paz, o mundo e seus habitantes nos dão a impressão de estarem em paz.
Podemos escolher acordar de manhã e ver um mundo acolhedor por meio de óculos que filtram tudo, exceto o Amor. Talvez conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo. Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior escolhendo os pensamentos que queremos ter na cabeça.
A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente (causa) que surge uma percepção da paz no mundo (efeito).
Gerald Jampolsky
O TEMPO
Texto de minha filha escrito para mim por ocasião do meu aniversário
Os anos se passam, mais uma primavera chega e tudo isso serve para vermos que estamos em constante aprendizado, evolução, amadurecimento e nunca paramos.
A vida é um ciclo cheio de experiências em decorrer do maior mestre chamado TEMPO.
É o tempo que nos faz perceber que tudo na vida acontece por algum motivo; que não importa o que façamos ele continuará passando e nos ensinando em sua maestria tão subjetiva.
Neste infinito tempo temos todas oportunidades de compartilhá-lo com as pessoas que fazem parte dele, aprendendo, ensinando, nos encontrarmos como indivíduos; é uma jornada que traçamos dia após dia. Ele não para, existe para que possamos existir, se renova quando nos renovamos.
Podemos preencher nosso tempo da forma que bem nos agrada. Mas que esse tempo seja o hoje e o amanhã... há, ainda, muito tempo. Tempo de celebrarmos a vida, tempo de ver que há tempo para realizarmos tudo que almejamos; de percebermos que o mais sábio a se fazer é construir em si mesmo mais oportunidades para sermos felizes e realizados como pessoas.
Cada um de nós é dono do próprio tempo e determinamos como ele será.
Jéssica Beilner - Novembro 2018
Estas palavras são de Baruch Spinoza, filósofo holandês que viveu em pleno sèc. XVII. Este texto foi chamado de "Deus segundo Spinoza" ou "Deus Falando com você"
"Para de ficar rezando e batendo no peito. O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Para de ir a estes templos que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nas praias. Aí é onde eu vivo e expresso o meu amor por ti.
Para de me culpar pela tua vida miserável; eu nunca te disse que eras um pecador.
Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar dos teus amigos, nos olhos de teu filhinho... não me encontrarás em nenhum livro...
Para de tanto ter medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem me incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso te castigar por seres como és, se sou Eu quem te fez?
Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos os meus filhos que não se comportam bem pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento; são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita o teu próximo e não faças aos outros o que não queres para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção à tua vida; que teu estado de alerta seja o teu guia.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Para de crer em mim... crer é supor, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho de mar.
Para de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, da tua saúde, das tuas relações, do mundo.
Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, dentro de ti.
Quase todos os nossos sofrimentos, senão todos, vêm dos objetivos da vida, e da razão-de-ser da nossa existência. Infelizmente, a imensa maioria só se interessa pelos objetivos da vida, e por isto leva uma vida de sofrimento.
Os objetivos da vida são todas as coisas do nosso ego periférico, como família, propriedade, profissão, relações sociais, amizades, etc. São circunstâncias fora do nosso centro, sobre as quais não temos domínio direto, e que, por isto, podem falhar – e lá está o nosso sofrimento.
Não podemos viver sem esses objetivos, sem estas circunstâncias. Somente um asceta do deserto, ou um yogui numa caverna do Himalaia poderia viver sem esses objetivos externos, e mesmo assim não estaria totalmente isento de sofrimentos, porque o seu próprio corpo também é um objeto, ou uma circunstância.
É permitido recusar a maior parte dessas circunstâncias.
Razoável é usar, na medida do necessário, esses objetos da vida.
Mas o grosso da humanidade não recusa, nem usa, mas abusa.
O Que é abusar?
Quem vive 24 horas por dia, 365 dias por ano, durante 20, 50, 80 anos, exclusivamente para os objetivos da vida, está em vésperas permanentes de sofrimentos. Quando alguns desses ídolos da sua vida lhe faltarem – adeus, alegria!
E ninguém pode garantir que isto não aconteça, mesmo sem culpa nossa.
As circunstâncias da natureza ou da sociedade nos podem roubar inesperadamente esses objetos idolatrados, inclusive os objetos pessoais da nossa família e amizade.
Por onde se vê que todo o homem profano está sempre incubando sofrimentos, que podem eclodir a qualquer momento.
Por isto, dizia Diógenes, o filósofo cínico de Sínope, que a verdadeira felicidade consistia em nada ter que o mundo nos possa tirar, nem nada desejar que o mundo nos possa dar.
Mas, o grosso da humanidade não pode viver como Diógenes, cuja única casa era um velho barril do mercado de Atenas, em que ele dormia.
O que, porém, todos podem e deveriam fazer é descobrir algo além desses objetivos da vida e estabelecerem certo equilíbrio entre essas duas coisas.
Que coisa é esta?
A razão-de-ser da nossa existência. Que é isto?
A única coisa necessária da nossa existência somos nós mesmos, é a nossa auto realização. Nenhum homem é realizado no seu ser – todos são realizáveis.
Pode ser que muitos sejam ego-realizados, objeto-realizados, coisificados, 90%, talvez 100% – mas não estão auto realizados.
Se o homem estabelecesse um equilíbrio razoável entre o seu ser e os seus teres, entre o que ele é e o que ele tem ou deseja ter, reduziria grandemente a chance dos seus sofrimentos. “Uma só coisa é necessária”, dizia, há quase 2.000 mil anos o maior dos Mestres da humanidade à sua discípula Maria de Betânia. Não proibiu à sua irmã Marta que fizesse o que estava fazendo, mas considerava estas coisas como facultativas, e não como realmente necessárias.
Necessário é realizar o seu próprio sujeito – facultativo é realizar os objetos.
Através da história, uma pequenina elite, sobretudo do mundo oriental, se interessa somente pela razão de ser, negligenciando os objetivos da vida – mas a imensa maioria da humanidade ocidental vive exclusivamente para os objetivos da vida, esquecendo-se totalmente da razão-de-ser da sua existência.
Dois extremos!
Toda a sabedoria do homem sensato consiste em saber harmonizar corretamente esses dois polos da vida humana.
Todo o homem que trata seriamente de realizar a razão-de-ser da sua existência, pode possuir serenamente os objetivos necessários a uma vida decentemente humana, e nunca estará em vésperas de calamidades catastróficas. Aconteça o que acontecer, o principal está garantido e segundo as palavras do Mestre “Nunca lhe será tirado”. Quem realizou a sua substância central, pode sofrer o impacto das circunstâncias periféricas desfavoráveis – mas não será infeliz por dentro, embora sofra por fora.
Nunca deveríamos fazer depender a nossa felicidade de algo que não dependa de nós.
Uma substância central pode sofrer calmamente todos os assaltos das circunstâncias periféricas – e continuar a ser profundamente feliz.
Do livro “POR QUE SOFREMOS”, de Huberto Rohden
A humanidade tornou-se muito possessiva,
só pensando em dinheiro e fazendo tudo por dinheiro.
É o que está causando as guerras, a desunião,
a violência, a corrupção.
Ela está se conectando apenas às coisas materiais,
esquecendo do mais valioso, o sentimento.
Esquecemos que dentro de nós há uma alma
que não conhece maldade.
Temos que nos ajudar enquanto é tempo,
pois se continuarmos a nos ignorar,
a felicidade será apenas uma esperança distante.
Livremo-nos das correrias e olhemos os lírios do campo
que se movem apenas com o vento,
mas se entregam para a vida de tal forma
que não há beleza igual.
Não esperemos que a solução caia do céu.
Perseveremos para alcançar o que quisermos e
quando a vitória vier,
saibamos dar valor ao que nos cerca e o que temos
por dentro e por fora.
Lembremo-nos, sempre, dos lírios do campo,
da vida que nos cerca e que habita em nós.
Não devemos mover-nos pela esperança apenas,
mas sim pela genuína Fé.
Lembremos de Jesus, que pela Fé tudo alcançou,
não só artifícios materiais, mas sim, amor, vida!
Jamais cruzemos os braços enquanto
à nossa volta o mundo gira,
pois precisamos ser a mudança que
gostaríamos de ver no mundo.
Conquistemos o mundo, não pelo que temos,
mas pelo que somos.
Espelhemo-nos sempre em Jesus.
Façamos o que ele fez e o que ele pediu que fizéssemos.
Não busquemos ser o que o outro é;
sejamos o que nós somos.
Não mudemos o que somos,
mas melhoremos o que somos.
Nunca conquistaremos a paz através do ego,
mas através do nosso espírito.
Aceitemos a vida como ela está; não reclamemos,
pois somos os semeadores e os ceifeiros de nós próprios.
Somos responsáveis por nossas ações e resultados.
Se não gostamos do que vivemos,
não quer dizer que nossa vida
deve continuar desse modo;
devemos, através da fé, da coragem
e da confiança melhorá-la.
Provavelmente, não conquistaremos tudo
do dia para a noite,
Teremos que perseverar, talvez sofrer,
mas com o suporte da fé tudo será possível.
Ocupemos nossa vida mental somente com o bem,
assim o mal nunca encontrará espaço para proliferar,
pois como Jesus disse:
“Tudo que eu faço vós também podeis fazer e muito mais!...”
--- Jéssica Beilner ---
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