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Quando sentimos que algo não está bem conosco, se não tivermos forças, compreensão ou discernimento para reagir, façamos uma oração, ou peçamos a alguém para que a faça por nós, dizendo com clareza: “Ore por mim que EU JÁ ESTAREI BEM”! Se fizermos, nós próprios a oração, que ela siga os mesmos parâmetros que utilizamos ao pedir para que alguém outro a faça, dizendo com clareza: “Farei agora uma oração e ao concluí-la já estarei bem e feliz”!
Para que uma oração tenha efeito, produza o resultado, é preciso que ela contenha em si o pedido,
o objeto do pedido e a certeza do resultado, do contrário é apenas um pedido vago e nada mais.
Quando, no meio da multidão, uma mulher enferma procurava uma forma de se aproximar de Jesus, a fim de obter a cura almejada, ela dizia para si mesma: “SE EU TÃO SOMENTE TOCAR nas suas vestes, FICAREI CURADA”! Este é um exemplo de oração afirmativa completa e com fé. Nela, ela fez o pedido, não no sentido de súplica, mas de afirmação e já emitiu o resultado. Isto é orar com FÉ (certeza). Ela, de modo algum, em nenhum momento, duvidou; ela tinha certeza do resultado. Do mesmo modo o centurião que fez um pedido a Jesus, para que salvasse o seu criado que estava sob suas ordens: “Senhor, não sou digno que entreis em minha casa, mas DIGA UMA SÓ PALAVRA, que meu criado "FICARÁ CURADO”! Este é mais um exemplo de oração afirmativa completa e com fé. Nela o centurião fez uma afirmação diante de seu objetivo e já emitiu o resultado, sem nenhum resquício de dúvida. “TUDO que pedirdes com fé, CRENDO que recebestes, RECEBEREIS”.
A oração é uma atitude de abertura e entrega total a Deus, que habita em nós,
com a certeza do resultado almejado.
Basta realizá-la uma única vez. Se surgir a vontade de repeti-la, afirme para si mesmo: A oração já foi feita e atendida. Deus está cuidando de Tudo! Grato(a).
Do livro "Sementes de Luz" - de Odilon Beilner
Observemos a Natureza ao nosso redor, as espécies vegetais e animais. Atenhamos-nos a contemplá-las... Quão belas são... elas não apresentam as deficiências, os problemas que apresentam as espécies domesticadas, produzidas e criadas pelo homem.
Observemos aquela flor silvestre, que se destaca dentre as inúmeras ervas e plantas na capoeira ou na mata. Que cor, que folhas perfeitas. Toda ela é perfeita, envolta por uma aura radiante de inefável beleza e pureza, bem como todas as outras plantas ao seu redor. Todas compartilham desta harmonia natural.
Observemos agora aquele sabiá, que canta no galho de uma frondosa árvore. Vejam só como sua plumagem reluz e se mexe suavemente com a brisa do vento. Ouça como ele canta feliz... e como canta... e que canto...
Apuremos nossos sentidos e observemos; sintamos tudo ao nosso redor. É a Natureza – perfeita, bela, harmônica, saudável, feliz.
Agora saiamos deste lugar, deste santuário natural e adentremos as lavouras cultivadas pelo homem e suas criações de animais. Quanta diferença... que contraste! Já não sentimos a harmonia, a energia, a aura radiante que sentíamos na natureza; pelo contrário, se formos sensíveis, sentiremos tristeza e desconforto, ao vermos uma diversidade de fertilizantes, agrotóxicos, medicamentos e rações, que são ministrados às espécies, para que estas produzam como queremos e possam manter-se “vivas”.
Diante das evidências, ainda nos perguntamos por que na natureza tudo é saudável e se conduz por si e com o homem, apesar de todos seus aparatos, cuidados e ciência e tecnologias, a desarmonia e a doença são quase que constantes?
É fundamental, pois, que nos questionemos e busquemos aprender junto à Natureza a compreender seus mistérios. Ao desvendá-los, estaremos em harmonia com a Criação Divina e desfrutaremos de suas benesses.
Odilon Beilner
Hoje uma das questões que mais nos preocupa é a saúde. Realmente... estamos preocupados com a saúde, mas não com o que devemos fazer para sermos saudáveis.
Subentendemos que quando falamos de saúde, estamos falando em não ficar doentes, de remédios, planos de saúde, ou hospital. Isso já se tornou um padrão de pensamento e com ele passamos nossos 60, 70, 80 ou mais anos de nossa vida, em constante preocupação. Quando duas ou mais pessoas conversam, não demora muito para a questão da doença e da “falta de saúde” se tornar o assunto principal.
Esse nosso estado mórbido de doença soa um tanto estranho, pois se retrocedermos um pouco no tempo e lembrarmos de nossos avós e de nossa infância, veremos que hoje estamos realmente mais doentes.
Hoje temos recursos científicos que há cinquenta anos não havia. Temos conhecimento e oportunidades de conhecimento, que não havia possibilidade de ter. Temos, hoje, acesso a informações infinitas sobre tudo, pois há profissionais qualificados em todas as áreas humanas, mas a doença nos preocupa muito mais do que a saúde.
Nossas avós e nossas mães, sem conhecimentos científicos, mas com muita intuição, sabiam o que fazer, sem maiores alardes, quando ficávamos resfriados. Simplesmente nos preparavam um chá das abençoadas plantas que a Mãe Natureza compartilha e em pouco tempo estávamos a correr descalços na terra, brincando nos córregos, na chuva, subindo nas árvores, jogando bola de gude, futebol, peteca...
Hoje, ao menor espirro, corremos em busca de subterfúgios que abafem o que estamos sentindo. Poucas são as mães que ainda preparam um chá, porque, geralmente, os filhos nem querem tomar, julgando tudo que é natural, tudo que é da Natureza, como antiquado, empírico, contaminado e ultrapassado. A Natureza de repente se tornou uma madrasta malévola e mal vista.
Talvez a maior das doenças que sofremos é a de estarmos doentes por dentro e com isso não queiramos VIVER de modo a ter saúde, a SER saudáveis. Não aprendemos a encarar a SAÚDE como sendo o estado de harmonia e equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual.
No preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde – OMS, encontramos a verdadeira definição de saúde: “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças”.
(WIKIPÉDIA – http://pt.wikipedia.org/wiki/Saúde).
De acordo com este conceito, talvez seja o momento crucial para começarmos a pensar, a falar e sentir tudo que eleve nossa mente e nossos sentimentos a estados e padrões vibracionais de saúde e a viver de modo a tratar nosso corpo com alimentos e modos de vida que o vivifiquem e honrem como templo sagrado do Espírito; assim teremos mais chances de SERMOS verdadeiramente saudáveis e usufruir de uma VIDA saudável e digna.
Odilon Beilner
Nenhum caminho pode conduzir à Verdade, se não tiver a Verdade como Caminho, pois a Verdade, é ela própria o Caminho.
Mas, e o que é a Verdade?
A Verdade é o Ser puro, a Essência, a Vida, o Amor. É o máximo que pode-se dizer da Verdade, tudo mais deriva do pensamento, é do homem, pessoal e, portanto, maleável, mutável, relativo e sendo assim, a verdade de um não é necessariamente a verdade de outro.
Por este fato é que, se cinquenta pessoas lerem o mesmo livro, haverá, provavelmente, cinquenta interpretações diferentes. Quem estará certo e quem estará errado?
Todos estão certos e todos estão errados, pois cada um tem a sua "verdade" segundo aprendeu de outros que tinham as suas verdades aprendidas de outros, e assim por diante, construindo, não A Verdade, mas uma mentalidade, que se popularizou, tornando-se uma verdade coletiva.
Esta verdade coletiva parte da coletividade para o indivíduo, que é moldado pelo meio em que vive.
Até quando perdurou a "verdade" que a Terra era plana e quantos inocentes foram queimados na fogueira como bruxos por afirmarem o contrário?
Até quando perdurará a "verdade" de que podemos dominar a Terra, nosso planeta, nossa casa, como se fôssemos parasitas dela, poluindo-a e destruindo-a de todos os modos?
Até quando perdurará a "verdade" de que somos uns mais importantes que outros neste complexo dinâmico chamado Vida?
O que é verdade para uns e não para outros, não é a Verdade; o que é Lei Universal, inerente a todos e a tudo, é a Verdade.
A Vida, o Ser, a Essência, como queiram chamar, é Verdade para todos e por não valorizá-la, por não respeitá-la, nem compreendê-la, por irmos contra seu fluxo harmônico, estamos doentes, sofremos e fazemos sofrer. O Amor, que é a Essência da Vida, do Ser, é Verdade para todos e por ignorá-lo, por desvirtuá-lo, por não nos amarmos a nós mesmos e, assim, não amarmos ao próximo, competimos, guerreamos, odiamos, nos diferenciamos, nos estressamos, nos deprimimos e destruímos.
Se quisermos ver a Verdade com toda sua naturalidade e beleza, basta contemplar uma criança. Ela simplesmente é o que é, sem as crenças, convenções, preconceitos, distinções e as "verdades" dos adultos. Por isso, Jesus Cristo dizia com ênfase: “Sede como as crianças” e “Ai daquele que atentar contra um destes pequeninos”.
Que nossas verdades sejam diariamente revistas e saibamos compreender a Verdade Universal, muito além das verdades humanas.
Odilon Beilner
A VIDA COMO CENTRO DE TUDO QUE VIVE
Com base no que acontece em relação ao meio ambiente, tais como poluição, devastação das florestas, exploração e destruição dos recursos naturais, Qual seria hoje a melhor medida de preservação da Natureza?
Provavelmente, a retirada do ser humano da face da Terra.
A que ponto chegamos. Nos comportamos, verdadeiramente, como parasitas do Planeta. Somos a única espécie não ecológica, que pode efetivamente e intencionalmente destruir.
O interessante é que nós, seres humanos, chamamos as espécies da Natureza, que vivem permanentemente em harmonia com ela, de pragas, no entanto, a única espécie em desarmonia com ela, que a destrói, somos NÓS!
Como será que as espécies que compõem a Natureza, consideradas irracionais e pragas, nos veem?
Certamente como inimigos; talvez os piores inimigos.
Por isso, é importante olharmos a Criação de um outro ângulo, não nos colocando como centro de tudo, mas sim como parte interagente e interdependente de tudo.
Se, por exemplo, o ser humano fosse varrido, expulso da face da Terra, para a Natureza isto seria um alívio, pois assim estaria assegurada a sua recuperação, preservação e continuidade, visto que ela vive muito melhor sem a espécie humana.
Mas e se fosse o inverso?
Se a Natureza toda nos fosse tirada?
O que nos aconteceria?
Não sobreviveríamos por mais de cinco minutos!
É mesmo. Não mais que cinco minutos, pois o ar que respiramos, do modo como é constituído, existe porque há um sistema, um conjunto todo que possibilita a sua existência.
A água, elemento tão fundamental como o ar, também não haveria, se não houvessem os outros elementos.
Então, enfim compreendemos que não somos o centro, mas sim apenas uma parte, cujo Centro é a Vida e é, portanto, a Ela que devemos tributo.
“A Natureza vive sem o homem, mas o homem não vive sem a Natureza”.
Odilon Beilner
Ao ver tanta coisa acontecendo conosco, nas famílias, nas comunidades, nas cidades e no mundo, chega um momento em que não podemos deixar de refletir sobre o sentido da vida, sobre o porquê de nossa existência.
Quando nascemos, nossos pais, esbanjando felicidade pela nossa vinda, nos encheram de carinho, Amor, mimo e de tudo que eles podiam nos dar. Passamos a ser tudo na vida deles. Mas, sem se darem conta, fomos crescendo, passando pela infância, puberdade, adolescência, juventude, chegando, enfim, à idade adulta... e, de repente, fomos para o mundo. Também constituímos família e repetimos a mesma jornada de nossos pais, que agora se tornaram avós, esbanjando felicidade ainda maior, com a vinda de seus netos. Assim é, desde que o ser humano habita na Terra.
As gerações se sucedem na esperança de que os sucessores prosperem em todos os sentidos e sejam felizes. O ponto central desta reflexão, consiste em ver, diante das evidências, o que aconteceu e o que está acontecendo conosco, que nos vangloriamos pelas conquistas tecnológicas, bélicas, acadêmicas, científicas, profissionais, patrimoniais, sociais, etc... Já fomos até à Lua, estamos vasculhando o espaço cósmico infinito e já cogitamos construir bases terrestres em Marte, mas não sabemos sequer quem somos e porque estamos aqui.
Tínhamos e temos tudo para sermos felizes, mas, nas conversas cotidianas nas ruas, bares, lares, hospitais, consultórios psicológicos, terapêuticos e psiquiátricos - estes cada vez mais lotados - constata-se que, apesar de tudo que externamente conquistamos, nos desconhecemos, somos estranhos de nós mesmos e somos infelizes, doentes.
Recebemos como morada, a Terra, com tudo que precisávamos para viver dignamente nela, mas vivemos, desde os primórdios, hostis uns com os outros, guerreando, destruindo e competindo por uma fatia maior do bolo, ignorando que, se soubéssemos de fato compartilhar o que recebemos, haveria de sobra para todos. A busca desenfreada pelo "querer mais", nos torna obsessivos pelo que há de mais novo "luxuoso" e “melhor”. Somos moldados por um modelo consumista, para sermos um espécime alienado e manipulável, sem vontade própria, programados para sermos obedientes à esta desordem mundial, intencionalmente ordenada e coordenada por um sistema corporativo insaciável e dominador. Desse modo, quanto mais se generalizar a insatisfação e o caos, mais este sistema se expande, “prospera” e domina.
Os noticiários, até parece que competem para ver quem dá a notícia mais trágica, chocante, vulgar, alarmante e macabra, pois se assim não for, perdem pontos na audiência. Os programas que exploram o sexo vulgar e banal são cada vez mais apelativos. Comprazemo-nos em ver a vulgaridade, a banalidade exposta e as notícias de violência, corrupção, doença e morte, para, depois, ficar repetindo e comentando, uns com os outros, como papagaios, sobre tudo que vemos e ouvimos. Quando reclamamos, o mesmo "sistema" nos distrai com festividades, eleições e planos mirabolantes, seguindo um velho chavão de um ditador do passado: "dê pão e circo ao povo e você faz dele o que quiser".
Nosso cérebro virou um depósito de lixo, nosso coração um poço de mágoas e nossa boca um cano de escape de resíduos de um sistema e de uma sociedade doentia. O que está acontecendo conosco neste momento da vida? Sim, conosco... seres humanos, concebidos à imagem e semelhança espiritual do Criador, que nos julgamos o ápice da Criação? Parece que, em vez de evoluirmos, estamos descendo aos ínferos da degradação humana. De um lado a extravagância e a opulência e do outro lado, o retrato mais chocante da fome, da doença, da miséria, da violência... Criamos várias religiões, as quais pregam a adoração de um Deus distante, ditador, austero, punitivo e vingativo, que fecha o olhos à nossa irracionalidade e bestialidade, nos salvando de nossa própria ignorância, se lhe devotamos ofertas e oferendas, mas estamos vazios de espiritualidade, da verdadeira espiritualidade, pregada por Jesus Cristo - o Amor.
Cuidamos de nosso exterior e renegamos nosso interior, nossa alma. Estranhamente, conseguimos conviver com naturalidade em meio a tudo isso, passando por cima de tudo, para ter mais, acumular mais, adquirir mais, curtir mais... Quando chegamos no ponto, em que os valores vitais, éticos e espirituais, são renegados, deturpados e invertidos, é hora de nos avaliarmos, pois há algo muito errado acontecendo conosco.
Vale saber, enfim, que, no final, quando deste mundo partirmos, nada pelo que brigamos, competimos, estressamos e desgastamos, levaremos conosco. Apenas levaremos o que guardamos no coração, seja o bom ou o ruim, SEJA O BOM OU O RUIM..., pois ninguém será melhor ou pior só porque morreu. O porvir, o mundo espiritual, será uma consequência, uma extensão do presente, do que fazemos de nós e do mundo, hoje, agora, nada mais. Simplesmente colheremos os frutos das sementes que plantamos e das plantas que cultivamos quando habitamos na Terra.
Vale a pena, pois, rever nossos reais valores, intrínsecos e extrínsecos, para que nossa partida deste mundo seja abençoada e pranteada pelos que ficam e nossa chegada ao mundo espiritual seja recebida com Amor, numa dimensão de Luz, com mimo e aplausos, pelo bom exemplo que fomos durante a nossa vida terrena.
Odilon Beilner
A matéria por si só não é nada além de um amontoado de átomos e moléculas, que também não são nada, se forem analisados em seu íntimo mais recôndito, através das lentes de um microscópio. Por trás do átomo estão as partículas subatômicas, que por sua vez se dividem em partículas menores ainda, até chegarmos ao “aparente” Nada. Neste “aparente” Nada está o que os olhos não podem ver, as mãos não podem tocar, nem a água e nem o fogo podem destruir: - O Espírito; a Energia, como se queira chamar.
Por mais que se tente provar e convencer que os seres vivos não são nada mais que matéria, a vida nos mostra, a todo o momento, que há algo inteligente, interagente, atuante, que coordena e orienta tudo, a ponto de, frequentemente colocar a ciência analítica e materialista em situações contraditórias que derrubam todas suas teses e certezas.
O que ontem era regra, passa de repente a ser exceção e ultrapassado, abrindo hipóteses para novas investigações. Quem acha que a matéria é a realidade, engana a si e a outros, pois a matéria é apenas Energia condensada, o “aparente” Nada materializado.
A matéria é apenas a transitoriedade de um estágio e em última análise, o princípio da desintegração do palpável, do visível, quando Aquilo que animava a matéria já cumpriu sua missão terrena e passa para outros estágios dimensionais, cumprindo sua viagem cósmica.
Algum dia o homem compreenderá que a matéria não é, em absoluto, a Realidade, mas apenas uma pequena sombra da Realidade. A Realidade está oculta aos olhos. No dia em que compreendermos que a matéria não é causa, mas apenas efeito, que ela não é agente, mas apenas agida, que não é atuante, mas apenas a condição para que Algo atue nela, sendo apenas o visual de Algo invisível aos olhos comuns, estará desvendado o mistério do sofrimento humano, o porquê da vida e não haverá mais necessidade de hospitais, nem de prisões, pois o homem, sabedor de sua Essência compreenderá que tudo está inter-relacionado, interligado, formando um grande corpo que é o Universo e que o que for causado a um dos seus membros é causado a todos os membros que compõem o Corpo Universal.
Odilon Beilner
Toda ação conduz a uma reação equivalente, em cadeia, no mesmo sentido e em sentido contrário. Qualquer um que já plantou alguma espécie vegetal, sabe que colhemos o que semeamos. Esta Lei é vulgarmente conhecida por lei de “causa e efeito” no ocidente e por “karma”, no oriente; ou seja: tudo que plantamos, colheremos, em espécie. Se plantarmos milho, obviamente, colheremos milho; se plantarmos trigo, obviamente, colheremos trigo.
“Não se colhem uvas em pessegueiros, nem tampouco figos em abrolhos”. Tudo que fizermos em nossa vida, seja o que for, terá uma resposta equivalente (igual), em cadeia, no mesmo sentido, ou em sentido contrário Lembremos que “O hoje é a colheita do ontem e a semeadura do amanhã”; Vale lembrar as palavras de Swami Siwananda: “semeia-se um pensamento e colhe-se um ato; semeia-se um ato e colhe-se um hábito; semeia-se um hábito e colhe-se um caráter; semeia-se um caráter e colhe-se um destino”.
Não há como se esquivar a esta Lei. Podemos até enganar alguém, mas, na verdade, estaremos apenas enganando a nós próprios, pois tudo que fizermos fica gravado em nossa consciência tal qual a semente plantada em terra úmida e mais cedo ou mais tarde, com certeza, germinará e produzirá frutos segundo à sua espécie. Nada foge à nossa consciência, nada. Tudo que pensamos é uma semente lançada no solo da mente; o que sentimos, é a semente germinando e crescendo e tudo que nos acontece é a colheita.
O que acontece diariamente em nossa vida é a colheita daquilo que semeamos, não importa se foi ontem, há dez anos, há cinquenta anos, ou até mesmo em vidas anteriores a presente. Tudo fica registrado como num gravador e a cada dia que amanhece, é como se girássemos o botão “ligar”; tudo que gravamos é reproduzido.
Ao iniciar um novo dia, colhemos o que semeamos no dia anterior, ao mesmo tempo em que estamos semeando o que colheremos no dia seguinte. Sejamos sinceros conosco, autocríticos e façamos uma análise fria de nossos pensamentos e ações no dia a dia para ver o que estamos semeando; assim poderemos, literalmente, escolher a nossa colheita. A colheita tanto vale para o que é bom quanto para o que é ruim. Jamais poderemos sofrer o mal de outro ou pagar os erros de outro, nem outros poderão fazê-lo por nós. Somente nós e que teremos que fazê-lo por nós.
Se pensamos e agimos bem, a reação será o bem, mesmo que pareça demorar, pois não se pode colher soja se plantamos milho, nem figos se plantamos laranja. Se agimos em relação à vida como devemos agir, cuidando dela, colaborando com ela, seguindo fielmente suas Leis, vigiando nossos pensamentos e ações para que sejam pela Vida, pelo Amor, pela paz, pela harmonia… Se cuidamos de nosso corpo, da mente e do espírito… Se não fazemos a outrem o que não queremos que nos façam… Mesmo que demore um pouco, pois temos, às vezes, ainda que colher as consequências do passado, a vida será harmoniosa conosco.
“Como um homem pensa em seu coração, assim ele é”; ou seja: somos tudo o que acreditamos, o que sentimos sobre nós e sobre vida. Provérbios 23:7
A reação equivalente que acontece, em cadeia, no mesmo sentido e em sentido contrário, significa que tanto o bem quanto o mal que fizermos se somará a si mesmo em cadeia; isto é: uma boa ação ocasionará ou atrairá outras que se somarão infinitamente gerando ao mesmo tempo um ambiente semelhante ao seu redor, o mesmo acontecendo com uma má ação.
Do livro AS LEIS DA NATUREZA, de Odilon Beilner
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