Situação atual no mundo e no Brasil: baixa taxa de aleitamento exclusivo na alta da UTI neonatal, possibilidades atuais de melhoria.
Colostro na colostroterapia e na alimentação precoce do prematuro. Como obter em maior volume. Revisões sistemáticas mostram seus benefícios. Novas pesquisas estendem seu possível benefício no desenvolvimento, modulação e na reparação do SNC.
Comparação da composição do leite da própria mãe (LPM) em relação ao da doadora externa. Benefícios exclusivos do LPM para prematuros e seus possíveis mecanismos de ação. CMV e uso de leite da própria mãe cru para prematuros: atualização.
Período crítico dos 7 primeiros dias para o estabelecimento da ativação secretória. Dificuldade de recuperação após esse período.
Comparação da extração manual X uso de bomba elétrica, aspectos fisiológicos. Uso combinado pode oferecer melhores resultados.
Técnica de Marmet: como fazer, combinação e timing com os 3 tipos de massagem. Limitações no uso isolado e como usar em combinação com as bombas.
Bomba elétrica com programa INICIAR: imita a sução do RN a termo, ajuda a “encomendar” leite, 11 pesquisas demonstram sua eficácia superior. Bomba elétrica com 2 fases para retirada efetiva e eficaz de leite. Bomba manual, como empréstimo, para retirada em casa e manter o número adequado de 6 retiradas por dia.
Manual Meu Leitinho, orientações e registros feitos pela mãe.
Prontuário materno para individualizar cada abordagem, registro da produção e possibilitar intervenções no momento oportuno.
Estratégias diferenciadas para os 3 (até 5) primeiros dias, e para do 3º ao 7º dia.
Enfermaria Mãe+5dias: estender a internação materna para facilitar a ida ao Banco de Leite Humano, estimular a produção materna e atingir a meta de 500ml por dia até o 7º dia após o parto.
Estratégias para a manutenção da produção de leite durante a internação na UTI neonatal e, depois, atender as diferentes demandas da unidade intermediária.
Estratégias para a recuperação da produção láctea. Uso da domperidona como lactagogo eficaz.
Da sonda ao seio: abordagem sequencial, baseada na literatura mais recente, para facilitar essa transição e poder atingir alta em leite materno exclusivo. Avaliação adequada do volume sugado para evitar perda de peso.
Ambulatório para egressos da UTI neonatal: avaliação, intervenções possíveis para recuperar a produção e facilitar a transferência de leite com resultados surpreendentes.
Pesquisas em andamento: veja na aba Pesquisas
Aula teórica, com informações de qualidade e atualizadas, para profissionais e estudantes que lidam com bebês prematuros na UTI Neonatal e tem interesse no maior uso do leite da própria mãe (LPM).
Apresentará os avanços crescentes em termos do conhecimento da composição e dos efeitos benéficos do uso do LPM X leite de doador pasteurizado.
Apresentará estratégias que possibilitem que a mãe prematura atinja um volume de leite ordenhado de 500ml/dia, no 5º dia após o parto, e o mantenha durante a internação de seu bebê pré-termo na UTI Neonatal. Para tanto utiliza a bomba elétrica no hospital e a manual em casa, ambas complementadas pela ordenha manual segundo a técnica de Marmet. Tudo registrado no prontuário e no manual da mãe.
Discutirá como ocorre o desenvolvimento da coordenação da sucção, deglutição e respiração nos prematuros e uma sequência de procedimentos para a transição de sonda ao seio.
Dará condições para que a maioria dos bebês prematuros na alta ou no follow-up imediato estejam em aleitamento materno exclusivo e com bom ganho de peso.
Apresentará nossa experiência atual com o ambulatório de aleitamento materno para egressos da UTI Neonatal
Apresentará o programa Meu Leitinho - SIMPLES para facilitar a implementação na maternidade
Curso já realizado.
Informações de qualidade e atualizadas para todos os profissionais e estudantes que lidam com leite da própria mãe (LPM) e de bebês prematuros na UTI Neonatal.
Definir a diferença entre leite humano (LH), leite da própria mãe (LPM) e leite de doadora pasteurizado. Esclarecer os conceitos de dose, exposição e efeito cumulativo do LPM. Discutir alta de prematuros em leite materno exclusivo no mundo e no Brasil.
Proporcionar a plena utilização de colostro desde o nascimento; utilização exclusiva de leite materno cru (pelo menos nos primeiros 28 dias de vida do bebê pré-termo) e manutenção de produção adequada de leite durante toda a internação.
Permitir a disponibilidade de grandes volumes de leite humano das mães prematuras para o BLH (Banco de Leite Humano), a fim de permitir adequada "engenharia láctea" desse leite.
Discutir as vantagens da colostroterapia e do leite materno fresco, incluindo efeitos no eixo cérebro/intestino/microbiota, no estresse oxidativo , na inflamação, no crescimento somático e no neurodesenvolvimento.
Apresentar estratégias que possibilitem que a mãe prematura produza um volume de leite ordenhado maior que 500ml/dia durante a internação de seu bebê pré-termo na UTI Neonatal.
Detalhar as estratégias para iniciar, elevar e manter a produção de leite materno na mãe prematura.
Dar condições para que a maioria dos bebês prematuros saiam de alta em aleitamento materno exclusivo e com bom ganho de peso.
Apresentar o projeto de pesquisa multicêntrico e seus resultados preliminares.