Cícero Bezerra da Silva; Denize dos Santos.
Resumo: Nesse trabalho é realizada a caracterização e a análise geoambiental da sub-bacia hidrográfica dos riachos da Torta e do Mel na região semiárida do estado de Alagoas. Estes são contribuintes da bacia hidrográfica do rio Traipú (alto curso), que por vez é afluente do rio São Francisco. Nesse sentido, buscou-se caracterizar a geomorfologia, a hidrografia e as formas de uso e ocupação da terra da sub-bacia. Essas informações são fundamentais na compreensão dos processos de degradação e da fragilidade socioambiental em ambientes fluviais. A metodologia adotada no desenvolvimento da pesquisa está pautada na análise espacial de informações, subsidiadas por técnicas de geoprocessamento (com dados secundários), análise bibliográfica e visitas a campo. Como resultados obteve-se o mapeamento geomorfológico, hipsométrico e de uso e ocupação das terras da sub-bacia subsidiando a análise das atividades humanas em conjunto com os elementos naturais.
Palavras chaves: Sistemas fluviais. Semiárido. Análise geoambiental.
Data: 24 a 30 de Maio de 2018.
Cabral, J.F; Silva, C.B.; Santos, D. ; Ferro, A.P.C.
Resumo: Esse trabalho tem por objetivo analisar as formas de uso dos recursos naturais e os processos de degradação do meio físico no alto curso da bacia hidrográfica do rio Traipú, inserida na região semiárida dos estados de Pernambuco e Alagoas. Nesse, busca-se ainda caracterizar os principais elementos que constituem a paisagem como as feições geomorfológicas e a vegetação. A metodologia utilizada no desenvolvimento da pesquisa refere-se, especificamente, a análise bibliográfica, visitas a campo e analise espacial de informações a partir de dados georreferênciado. Como resultados constatou-se que o alto curso do rio Traipú apresenta sérios problemas ambientais principalmente àqueles resultantes da degradação e/ou ausência da vegetação. Solo exposto, uso e ocupação de áreas de vertentes e desmatamento da caatinga, bioma endêmico do Nordeste brasileiro, apresentam-se como os principais agentes danosos ao sistema fluvial.
Palavras chaves: Degradação Ambiental; Bacia Hidrográfica; Geomorfologia
Data: 24 a 30 de Maio de 2018.
Eduina Bezerra França; Valdiene Pereira da Silva; Arnaldo Rodrigues da Silva.
Resumo: A agricultura familiar por meio da gestão, propriedade e trabalho familiar é a base para o desenvolvimento econômico do/no espaço rural, em linhas gerais, para o ordenamento territorial do/no campo, possibilitando um processo de alternativas que competem ao uso e ocupação do solo, bem como análises dos tipos de usos mais adequados e participação do poder político para auxiliar no desempenho, planejamento e execução das tomadas de decisões. O escopo do presente é reconhecer o ordenamento territorial na perspectiva de gestão e planejamento da Associação de Agricultores Alternativos (AAGRA) do Município de Igaci - AL. O mesmo trata-se de um estudo empírico, com leituras sobre agricultura familiar, Ordenamento territorial, AAGRA, gestão e socioespacialidade. Em suma, a AAGRA é crucial para a comunidade tradicional compreendendo o desenvolvimento, apropriação e valorização da associação, reconhecendo a ideia de pertencimento e identidade do lugar e entendendo as as interações dinâmicas que configuram o território.
Palavras chaves: Agricultura familiar; ordenamento territorial, socioespacialidade, AAGRA
Data: 01 a 05 de novembro de 2017.
Cleane Santos Nunes; Eduina Bezerra França
Resumo: Unidades de Conservação (UCs) são espaços territoriais criados pelo poder público, como estratégias para proteger os ecossistemas que possuem remanescentes florestais e áreas com grande biodiversidade, e concomitante a isso, incentivar a participação social por meio de atividades recreativas, educacionais e o desenvolvimento de pesquisas científicas que sejam capazes de valorizar a natureza local e incentivar a presença de pesquisadores. O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), incentiva a participação da sociedade através dos conselhos gestores – consultivos e deliberativos, que assessoram a gestão da unidade. Os conselhos devem ter representação paritária de órgãos públicos e da sociedade civil, contribuindo para a transparência da gestão da Unidade de Conservação. As Universidades são instituições representativas relevantes nos conselhos, sendo elas de grande importância para o embasamento científico das discussões e decisões em reuniões. As Universidades têm um importante papel no apoio da integração da comunidade local, e da comunidade acadêmica com as discussões de desenvolvimentos socioeconômicos, valorização da cultura local e incentivo às práticas sustentabilidade ambiental. Nesse interim, a pesquisa traz como objetivo evidenciar as práticas de incentivo à integração e ao desenvolvimento regional proporcionadas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), sendo elas instituições representativas de Ensino, Pesquisa e Extensão do Parque Nacional e Refúgio de Visa Silvestre de Boa Nova, ambas localizadas na cidade de Boa Nova, localizada no centro-sul do Estado da Bahia.
Palavras-Chave: Unidades de Conservação; Universidade; Integração; Desenvolvimento Regional
Data: 27 a 29 de Setembro de 2017.
Eduina Bezerra França; Cleane Santos Nunes.
Resumo: A geografia por meio do espaço geográfico busca superar a dicotomia "Sociedade e Natureza" contribuindo para que haja um ordenamento territorial equilibrado e uma governança eficiente. Neste sentido, o presente artigo tem como objetivo geral analisar a inclusão social para qualidade da democracia e do ordenamento territorial na perspectiva de Governança Participativa. Trata-se de uma de revisão bibliográfica baseada em dois artigos publicados em revistas norte-americanas, à luz especificadamente das concepções de Kess Konnings (2004) e Johanna Speer (2012), que investigaram em prospectivas diferentes o processo de Governança participativa, mas que se complementam e definem-se em ideias centrais como o papel da cidadania e sociedade civil na democracia, e a includente atuação da sociedade nas tomadas de decisões, resinificando o sentido de governança. Para tanto, busca-se compreender os mecanismos da governança participativa, a sua efetividade e os impactos nas políticas públicas que auxiliam de forma direta no fortalecimento e desenvolvimento do território. Em suma, a governança participativa deve estar atrelada a sociedade civil, aos funcionários, as instituições privadas e públicas e ao governo para aderir uma governança de fato significante e com respaldo na melhoria dos serviços, na qualidade e bem-estar social e nas respostas eficazes mediante as tomadas de decisões.
Palavras-chaves: Governança Participativa. Sociedade. Ordenamento territorial.
Data: 27 a 29 de Setembro de 2017.
Eduina Bezerra França; Denize dos Santos
Resumo: O desenvolvimento de competências e habilidades ligadas a tecnologia é um fator pertinente para era globalizada, as geotecnologias de informação estão cada vez mais presentes na vida das pessoas através da capacidade produtiva de equipamentos com baixo custo operacional, necessitando que o professor seja capaz de dominar e repassar para seus alunos o que de melhor oferece essas ferramentas. O escopo desta pesquisa é analisar e discutir o uso do software livre Qgis como elemento tecnológico crucial de ensino e aprendizagem nas aulas de Geografia, de modo categórico o processo e a formação dada através do software, incitando e discutindo o papel articulador do professor em formação. O mesmo trata-se de um fragmento do Trabalho de Conclusão de Curso com base em autores que discutem a Cartografia, Geografia e Geotecnologia, além do acervo fornecido através de órgãos como o IBGE, IMA e outros. O presente divide-se em dois momentos: na construção do manual e o segundo na sua aplicação através da ferramenta. Sendo executado com a turma do sétimo período da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL/ Campus III, Palmeira dos índios- AL. As análises obtidas foram realizadas através de questionários, uso do software e desempenho dos alunos envolvidas na formação. Contudo, faz-se necessário compreender o uso das novas tecnologias, destacando o software livre Qgis, resultante na construção de mapas. Em suma, decodifica-se o compromisso de romper com as dificuldades fomentadas para um trabalho de qualidade e menos monótono, rompendo as barreiras e as adversidades de uma Geografia tradicional.
PALAVRAS-CHAVE: Geografia. Educação. Formação Superior. Software livre Qgis.
Data: 09 a 11 de Agosto de 2017.
Cícero Bezerra da Silva; Denize dos Santos Pontes; Jailma Ferro Cabral.
Resumo: O movimento de renovação da ciência geográfica que teve sua culminância nas décadas de 1960 e 1970 apontava para a necessidade da busca de novos métodos de investigação, de novas técnicas de análise (MORAES, 2005). Essa nova busca se deve a ineficácia dos métodos tradicionais que já não davam mais conta de realizar estudos em diferentes escalas geográficas. Em outra perspectiva, o crescente avanço da técnica se deve ao desencadeamento da ciência da computação, da informatização do território. Agora, seria preciso desenvolver mecanismos a fim de analisar a organização do espaço geográfico, os fenômenos nele ocorrentes e as questões ambientais que se colocam em pauta. As novas tecnologias se constituem em uma importante forma de disseminação do conhecimento e reconhecimento do espaço geográfico. A geração de documentos cartográficos com objetivos de gestão dos recursos naturais, podem facilitar estudos de bacias hidrográficas, principalmente de áreas semiáridas onde as bases cartográficas são escassas. A partir dessas abordagens, este trabalho objetiva apresentar alguns caminhos metodológicos usadas para se adquirir e gerar a base cartográfica, e a posterior análise das informações pertinentes as características fisiográficas, do alto curso do rio Traipú no sertão alagoano. Nesse contexto, a metodologia utilizada no desenvolvimento do presente trabalho refere-se a aquisição sobre o funcionamento do software QGIS, software livre e das bases de dados disponíveis na internet, para o mapeamento e a extração das caracterização da área em estudo. Dentre os dados disponíveis tem-se, bases do IBGE, com limite do estado para fins de orientação; carta da SUDENE da década de 70, digitalizadas pelo Instituto de Meio Ambiente do Estado de Alagoas – IMA e a hidrográfica vetorizadas correspondente ao rios alagoanos. Com essa base cartográfica do alto curso do rio Traipú, ter-se-ia o limite da bacia, sua delimitação baseada na representação do espaço físico, utilizando de critérios técnicos, e todos os elementos que possibilita descrever e analisar as características fisiográficas da mesma. O rio Traipú nasce no estado de Pernambuco e deságua no rio São Francisco no estado de Alagoas, no município de mesma toponímia. Esse fato criou um problema com a base cartográfica, não tínhamos toda a bacia com sua hidrografia, curvas de nível e outras informações pertinentes a área de estudo, somente do território alagoano. Diante desse fato procurou-se formas de gerar as informações pertinentes ao estado de Pernambuco. Usando como base os dados do projeto Topodata/SRTM, disponibilizado pelo INPE, que oferece o Modelo Digital de Elevação (MDE) e suas derivações locais básicas em cobertura nacional. Com as ferramentas do sistema de informação geográfica foi possível gerar as curvas de nível e a hidrografia da sub-bacia em estudo. Desta forma pode-se extrair as informações pertinentes as características fisiográficas descritas por Christofoletti (1980), Cunha (1996) e Novo (2006). O avanço da tecnologia vem influenciando de modo eminente as pesquisas geográficas e, dessa forma é de responsabilidade do pesquisador se apropriar dos aspetos práticos e teóricos dessas inovações. Nesse contexto, essas ferramentas se constituem em uma importante forma de disseminação do conhecimento e reconhecimento do espaço geográfico. Dessa forma, com as geotecnologias, a partir das representações espaciais a ciência geográfica encontra a possibilidade de melhor analisar e representar o ambiente já que, as análises espaciais dos fenômenos podem revelar coisas e fenômenos que de outro modo seriam invisíveis, tornam explicito o que antes era implícito. Assim, parafraseando Moraes (2005), a Geografia rompe com seus métodos tradicionais e anseia por novas técnicas de analises espacial representada pelo sensoriamento remoto ou mesmo pelas imagens de satélites.
Data: 24 a 30 de julho de 2016
Denize dos Santos Pontes; Cícero Bezerra da Silva; Jailma Ferro Cabral; Ana Paula Cabral Ferro.
Resumo: Compreende-se por bacia hidrográfica a área da superfície da terra drenada por um rio principal e seus tributários. Essas bacias são responsáveis pela drenagem de água, sedimentos e demais detritos de origem antrópica (GUERRA; CUNHA, 2012). Esse tipo de ambiente é reconhecido como unidade de planejamento, compreendida segundo Botelho (2012) como uma célula natural de análise onde seu estudo pode levar à elucidação dos elementos que atuam na paisagem como o solo, a água e as relações entre sociedade e natureza. Os estudos relacionados a bacias hidrográficas ganham enfoque por essas serem parte integrante do sistema hidrológico, responsável pela drenagem das precipitações e pela circulação da água na superfície terrestre. Nesse contexto, esse trabalho objetiva realizar o mapeamento de uso da terra e dos impactos ambientais ocorrentes na sub-bacia do riacho dos Cágados, pertencente à rede de drenagem do rio Coruripe - Alagoas. A partir desse mapeamento será possível a identificação das características fisiograficas da referida bacia, e como essas características estão sendo influenciadas pela ação antrópica. A sub-bacia hidrográfica do riacho dos Cágados está inserida na zona rural dos municípios alagoanos de Palmeira dos Índios e Igaci. Mesmo sendo caracterizada como uma sub-bacia, a mesma apresenta-se de forma bastante alongada estendendo-se por diversos povoados da região. O desenvolvimento desse estudo ocorreu de forma a integrar a teoria com a prática, onde, inicialmente foram realizadas discussões conceituais e metodológicas a cerca da temática. O levantamento realizado em campo objetivou a observação e análise dos processos atuantes ao longo da sub-bacia, dando ênfase as relações sociedade-natureza, foram coletados dados referentes aos usos atribuídos ao solo, aspectos econômicos, recursos hídricos e impactos ambientais. A visita in loco foi auxiliada por GPS, câmeras fotográficas, mapa base da sub-bacia e a caderneta de campo, posteriormente foi realizado o mapeamento de uso do solo com o auxilio do software QGIS. O riacho do Cágado é formado por uma bacia endorreica, ou seja, não desagua diretamente no mar, é uma bacia interior que converge para rio Lunga afluente do Coruripe, uma das maiores bacias do estado de Alagoas. A partir do mapeamento e da delimitação foi verificado que o riacho do Cágado é formado por cursos de primeira, segunda e terceira ordem de acordo com a classificação de Strahler (1952) apud Christofoletti (1980) e possui um regime fluvial intermitente, o que pode ser justificado por sua localização geográfica, estando essa em uma área de transição entre o Agreste e Sertão. De forma simplificada, os diferentes usos da terra ao longo da bacia em estudo está associado as condições socioespaciais da região, onde há concentração de pequenas propriedades rurais que em geral dependem das águas da sub-bacia, seja para a dessedentação ou mesmo para o consumo humano. O uso do solo evidenciado no mapeamento refere-se ao predomínio da pastagem que aos poucos substituiu a vegetação nativa, deixando as margens dos cursos d’água totalmente desprotegidos propícios à erosão e a consequente descaracterização do leito do rio. As margens e vertentes desprotegidas tendem a acelerar a erosão e o consequente carreamento do material orgânico para o leito do rio deixando-o assoreado. Nas margens do riacho do Cágado e de seus afluentes é desenvolvida também a agricultura de subsistência e o plantio da Palma que serve para a alimentação animal no período de estiagem. Assim, verifica-se que a ação antrópica deixa este ambiente fluvial totalmente vulnerável, sendo essas atividades desenvolvidas de forma intuitiva, causando danos não apenas no ambiente, mas ao próprio homem.
Data: 24 a 30 de julho de 2016
José William Leite da Fonsêca; Graciele Ferreira da Silva.
Resumo: O presente artigo tem como escopo a construção de maquetes, em sua representação tridimensional sobre recursos hídricos, caracterizando os aspectos físicos de bacias hidrográficas e seus elementos. Realizou-se com alunos dos 6° Anos (A e B) do Ensino Fundamental da Escola Municipal de Educação Básica Edgar Tenório Lima, zona rural de Taquarana/AL. Esta maquete é fruto do resultado final de aulas teóricas sobre hidrologia na interação entre o ensino e esse conteúdo fundamental à Geografia. As aulas teóricas e expositivas, através do uso de slides, foram aplicadas por alunos da Universidade Estadual de Alagoas, Campus III, Palmeira dos Índios/AL, assim, houve interação dos alunos e, em seguida, construíram as maquetes.
Palavras-chave: Maquetes, Bacias hidrográficas, Riacho Lunga.
Data: 26 a 29 de Novembro de 2015.
Larissa Géssyca Ferreira de Albuquerque Pinto; Eduina Bezerra França; Elizabeth Belarmino de Melo; Cícero Bezerra da Silva
Resumo: Problemas referentes a enchentes e inundações são recorrentes nas cidades brasileiras, isso, em decorrência da ocupação indevida de áreas de descarga natural dos rios, mas que pela dinâmica natural dos cursos d’água, só são ocupadas nos momentos das chuvas mais intensas. Este artigo traz uma discussão teórica metodológica sobre as áreas de risco de inundação na área urbana do município de Bom Conselho – PE, estas áreas referem-se às planícies de inundação do rio Papacaça ao passar pela área urbana do referido município. Para subsidiar essa pesquisa foram usadas referencias bibliográficas para a construção do arcabouço teórico, foram realizados também trabalhos de campo com a coleta de dados e registro de coordenadas, que com outras informações compõem a caderneta de campo que subsidiaram a analise da realidade local. Com as informações coletadas foi possível mapear as áreas de risco na área urbana de Bom Conselho. As margens desse rio foram ocupadas de forma desordenada pelo processo de urbanização, o que favoreceu o desenvolvimento das áreas de risco. Essas ocupações ocorrem na fisiografia fluvial, as área em que ocorrerem as inundação são elementos do sistema hidrográfico do Papacaça, ocupadas indevidamente pela população local. As inundações ocorridas já trouxeram inúmeros prejuízos ambientais, sociais e econômicos para a população desta cidade.
Palavras chaves: Áreas de inundação. Dinâmica fluvial. Papacaça.
Data: 28 de junho a 04 de julho de 2015.
Eduina Bezerra França; Mabely Carlos da Silva Curvelo; Clóvis Albérico Ramos Soares; Denize dos Santos.
Resumo: Conhecer a linguagem cartográfica é de extrema importância para compreender a relação de espaço e de tempo,permitindo ao aluno entender e atender as atividades cotidianas, conhecer sua própria rotina, o caminho de casa, os bairros da cidade, sua própria localização no processo de lateralidade. Os mapas contribuem para formação do raciocínio espacial, pois permite ao educando orientar-se, e interpretar o espaço geográfico. O objetivo deste trabalho é a utilização da linguagem cartográfica nas aulas de geografia, para facilitar o processo de ensino e de representação do espaço local. Esta prática, foi vivenciado no colégio Monsenhor Macedo, localizado na cidade de Palmeira dos Índios- AL, nas turmas de segundo ano do ensino médio. Trabalhou-se a associação dos conteúdos à prática da alfabetização cartográfica, com o manuseio e as leituras e interpretações dos mapas, em que os mesmos deixam de ser apenas meras ilustrações e passam a ser um elemento crucial de conhecimento e aprendizagem. Neste caso, este trabalho contribui com a integração e utilização dos mapas na formação dos discente. Foram utilizados os mapas mentais e mapas mudos. Contudo,os alunos mapearam a área urbana do município através do mapa mental, fazendo uso dos elementos que compõem o mapa: título, legenda, pontos cardeais, possibilitando demostrar aos discentes princípios básicos de localização e as análises que os mesmos suscitam. As representações construídas pelos alunos denotam a fragilidade da alfabetização cartográfica, impedindo que os mesmos compreendam o espaço na qual vivem. Outras atividades foram pensadas para corrigir essas lacunas na formação dos alunos, o uso de mapas mudos onde os princípios de localização, as relações de vizinhança e os elementos gráficos para a confecção dos mapas, foram introduzidos nas aulas para uma melhor assimilação e caracterização do território de Palmeira dos Índios/AL. A partir destas articulações entre conteúdos e os saberes dos alunos percebe-se um avanço na formação dos alunos, como construtores de mapas e leitores críticos do espaço.
PALAVRAS-CHAVE: Cartografia, Espacialidade, Educação Escolar.
Data: 08 a 12 de Dezembro de 2014.
Pontes, D.S. ; Fonsêca, J.W.L. ; Silva, C.B. ; Silva, G.F. ; França, E.B.
Resumo: O presente trabalho aborda o mapeamento do uso da terra na sub-bacia hidrográfica do riacho Lunga/AL, contribuinte do médio curso do rio Coruripe/AL. O levantamento de dados ocorreu através de pesquisa in locu, com informações sobre a influência humana na região, onde predomina a pastagem, e cultivos de subsistência, além de grande impacto nas margens dos rios em decorrência do uso intenso dessas áreas, por conseguinte foi feito o mapeamento caracterizando ou espacializando tais dados.
Palavras chaves Riacho. Solo. Mapeamento.
Data: 18 a 22 de Outubro de 2014.
José William Leite da Fonsêca; Cícero Bezerra da Silva; Denize dos Santos Pontes.
Resumo: A água é o recurso responsável pela existência da vida na terra, estando associada diretamente ao desenvolvimento da sociedade moderna. Este recurso está relacionado com a maior parte das atividades humanas, com a economia e a dessedentação animal. Apesar de existir em abundância no ciclo hidrológico, seu uso inadequado vem provocando sérias consequências, destacando-se assim a poluição, o assoreamento de rios e lagos, entre outros. Assim, a temática aborda de uma forma geral as bacias hidrográficas, responsáveis pelo movimento de água, presente em determinados locais do solo, e no curso de água (parada e corrente), na biota e os impactos que estas sofrem mediante o uso indevido do solo e da água. Ao conhecer a realidade podem-se identificar suas características fisiográficas, como também saber como ela está sendo influenciada pela ação antrópica. O mapeamento da sub-bacia do riacho Lunga e seus impactos ambientais, identificando focos de poluição e de degradação do solo e da água, foi realizado com a coleta de dados em bases documentais (imagens, mapas e demais documentos) com a coleta de pontos no trabalho de campo, sendo possível identificar as características fisiográficas, a interação do homem com o meio e a sua interferência resultante nas ações de degradação. O presente trabalho tem como objetivo mapear a sub-bacia hidrográfica do riacho Lunga em seus aspectos sociais e ambientais zoneando os usos do solo e da água, neste caso específico enfatiza-se aos impactos promovidos por essas ações sobre os recursos naturais.
Data: 10 a 16 de Agosto de 2014
Denize dos Santos; Janio Euzébio Leoriano; José William Leite da Fonsêca; Elisabeth Belarmino de Melo
Resumo: A cartografia é um importante instrumento para a ciência geográfica, seja no desenvolvimento de atividades técnicas ou mesmo no ensino da Geografia. Na prática do ensino esse importante instrumento é cotidianamente esquecido nas aulas de Geografia. Esse não uso implica na em dificuldades do processo ensino-aprendizagem dos conteúdos geográficos. Tais dificuldades tem gerado alunos que não conseguem “ler” o espaço, seja ele local ou não, desta forma a Geografia não cumpre o seu papel de ensinar o cidadão a “ler” o mundo. Por isso, o objetivo dessa pesquisa foi o de diagnosticar como esta ocorrendo o uso dos mapas nas aulas de Geografia. Buscou-se construir os conceitos básicos que permeiam o entendimento sobre a importância da cartografia com a discussão de uma bibliografia específica, bem como a realização de entrevista com os professores e a coordenação da escola. Os resultados encontrados mostram que a escola não dispõe de muitas opções de materiais cartográficos possuindo, se podemos assim classificar, o básico: globo e mapas políticos, apenas para aulas expositivas dos professores. Apesar dos profissionais mostrarem interesse, a falta de material didático e de uma estrutura adequada não possibilita o uso da cartografia de forma ampla não contribuindo para as aulas de Geografia.
Palavras- Chave: Geografia. Ensino. Cartografia
Data: 14 a 17 de Outubro de 2013.
Denize dos Santos; Janio Euzébio Leoriano; José William Leite da Fonsêca; Elisabeth Belarmino de Melo
Resumo: O ensino da Geografia tem na cartografia um importante instrumento de trabalho, só que apesar da relevância da cartografia para a geografia e no ensino desta,nas relações de ensino esse importante instrumento é continuamente “esquecido” nas aulas. Esse não uso implica em dificuldades do processo ensino-aprendizagem dos conteúdos geográficos. Tais dificuldades têm gerado alunos que não conseguem “ler” o espaço, seja ele local ou não, desta forma a Geografia não cumpre o seu papel de ensinar o cidadão a “ler” o mundo. Por isso, o objetivo dessa pesquisa foi o de buscar entender como esta ocorrendo o uso dos mapas nas aulas de Geografia nas escolas públicas: Estadual Estado de Nova Jersey e Escola Municipal Pedro Rodrigues Gaia, essa localizada na zona rural do município de Palmeira dos Índios. Para alcançar esse objetivo foram aplicadas entrevistas com os professores, direção e a coordenação das escolas. Desta forma identificou-se que as escolas não dispõem de muitas opções de materiais cartográficos possuindo, se podemos assim classificar, o básico: globo e mapas políticos, apenas para aulas expositivas dos professores. Alguns desses profissionais têm disposição e o interesse pela cartografia, mas mostram uma fragilidade na sua formação, sendo que o uso da cartografia na sala de aula só ocorre de forma atrofiada, sem utilizar a potencialidade que esse instrumental oferece.
Palavras chaves: Escolas Públicas. Cartografia. Ensino de Geografia.
Data: 19 a 22 de setembro de 2013.