Ficha Técnica:
Texto: Victor M. Sant’Anna
Encenação e Interpretação: Eduardo Faria
Assistência de Encenação: Ana Lídia Pereira
Cenário e Figurinos: Joana Soares
Ruído Sonoro: Eduardo Faria
Desenho de Luz: Eduardo Faria e José Raposo
Produção: Joana de Sousa
Classificação Etária: Maiores de 6 anos
Duração: 60 minutos aproximadamente
Sinopse:
“Vocês viram o meu cão?”
É com esta pergunta que se inicia esta comédia e é esta pergunta que dá o nome a este espetáculo. Um espetáculo repleto de humor, altamente corrosivo e pleno de sarcasmo como convém a qualquer tragicomédia que se preze!
Uma comédia onde o trágico é, a gargalhada que se nos solta ao olharmos para nós mesmos, enquanto elementos – perfeitamente integrados – de uma sociedade vincadamente estratificada.
Uma estória, feita de muitas estórias surreais – ou talvez não – de um quotidiano que nos é absurdamente próximo – ou talvez não -, que nos é contada por um personagem que parece não fazer sentido – ou talvez sim -.
“Vocês viram o meu cão?”
O texto original de Victor M Sant’Anna de 1999, “Vocês viram meu cachorro?” é um texto absolutamente atual e politicamente comprometido com o Ser Humano e o seu direito inalienável à dignidade, em que a sua estrutura dramática nos remete para uma linguagem característica, do Teatro do Absurdo, do Nonsense e do Surrealismo.
Na tradução, do português do Brasil para o de Portugal, procurou-se preservar toda a essência do texto original numa adaptação à realidade política e social do Portugal contemporâneo.
“Vocês viram o meu cão?”
É um espetáculo com uma linguagem de encenação: fresca, arejada, divertida e que assenta a sua estrutura nas bases do Teatro do Absurdo, que recorre ao minimalismo com o sentido de desprender a atenção do espectador de qualquer outro foco que não seja o ator e o seu trabalho, que transporta o espectador para um universo poeticamente surreal.
“Vocês viram o meu cão?”
É uma tragicomédia: hilariante e corrosiva, divertida e inquietante, leve e sufocante, que nos é próxima e – talvez – não distante, à qual ninguém vai ficar indiferente!
Poeta fracassado, professor de informática e fotógrafo, não necessáriamente por esta ordem. Escreve textos para teatro desde 1987, embora seus textos só tenham começado a ser encenados a partir de 2003 quando começou a publicá-los na Internet. Atualmente tem textos encenados em todas as regiões do Brasil. Além de escrever para teatro e stand-up, mantém dois blogs de poesias e redige roteiros para vídeo e desenhos animados para a produtora Spectrum Video Digital em Porto Alegre, RS.
Nasce no Porto, a 14 de Setembro de 1968.
Em 1996 faz Curso Intensivo de Iniciação Teatral com coordenação de Castro Guedes, com vertente de interpretação, dramaturgia, história do teatro e bases técnicas de iluminação cénica.
Conclui no ano de 2011 pós-graduação em Gestão Artística e Cultural no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, tendo como área de investigação o Investimento Cultural e o seu impacto sócio-económico na Comunidade.
Fez em 2021 formação na área de Gestão e Produção Cultural e Artística com Vítor Martelo, e, no âmbito do projeto Coriolis, com Francisco Cipriano, Inês Câmara, Mafalda Sebastião, Maria Vlachou, Vânia Rodrigues, Vera Borges, entre outros.
É um dos fundadores da Varazim Teatro, em 1997, e é desde essa data o seu Diretor Artístico assumindo a função de programador da Temporada Teatral na Póvoa de Varzim e do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro.
Colaborou com o Teatro do Noroeste, Teatro Art’Imagem, Casino da Póvoa e Bottega degli Apocrifi (Itália).
Como ator trabalhou com encenadores como Castro Guedes, Manuel Guede Oliva, Guillermo Hueras, José Leitão, William Gavião, Anabela Garcia, José Gonçalinho, Júlio César, José Martins, Cláudia Negrão, Cossimo Severo, Alexander Vorontsov, José Caldas e Gonçalo Guerreiro. Fez formação com Vera Mantero, José Carlos Garcia, Miguel Seabra, Carlos Martinez entre outros.
Tem desenvolvido trabalhos comunitários, quer com adultos, quer com crianças, no âmbito da formação e criação de espetáculos.
É responsável pela encenação dos espetáculos da Varazim Teatro e desde 2018 da sua Companhia Certa. Destaca-se no seu trabalho enquanto encenador a pesquisa de novas formas de relação entre o público e a abordagem de grandes problemáticas sociais.
Em cinema participa no filme “Videovigilância”, de Carlos Soto e Nuno Machado, pela Academia RTP e na curta-metragem “Orfeu no Fim do Mundo”, de Michelle Silva (UBI). Interpreta o personagem Augusto para a longa-metragem “1618” de Luís Ismael.
Palco: Caixa negra com mínimo 10x6m
Rider de luz:
12 projetores recorte
4 PC’s
6 pares
torres (luz lateral)
24 canais dimmer
A Companhia viaja com a sua própria Mesa de Luz
Rider de som:
1 leitor USB
1 monitor de palco
Tempo de montagem: 8 horas
Tempo de desmontagem: 30 minutos
A cargo da entidade contratante:
Cachet
Deslocação de equipa (4 pessoas) + Cenário
Alimentação e estadia para dias de montagem e espetáculo.
ESTE ESPETÁCULO POSSUI GUIÃO PARA AUDIODESCRIÇÃO
Caso tenha interesse contacte-nos para saber as condições e como agendar o espetáculo com este recurso.
Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim em Setembro de 2019, Novembro de 2019 e Novembro de 2020
Vila Nova de Stº André em Novembro de 2019
Quinta da Caverneira, Águas Santas, Maia em Novembro de 2020
Festival de Teatro de Viana do Castelo em Novembro de 2021
Festival Amo-Teatro, Camacha - Ilha da Madeira em Março de 2022
Sala Quarteto Contratempus, Porto em Fevereiro de 2023
a bruxa Teatro, Évora em Junho de 2023
FITA Festival Internacional de Teatro no Alentejo, Montargil, Junho de 2023
O Lugar, Porto em Julho de 2023
Programação da Escola de Mulheres - Sala de Teatro do Clube Estefânia, Lisboa em Dezembro 2023
Há Teatro na Moagem, Fundão em Dezembro de 2023
Kaaminho Krisálida acolhe no Alto Minho, Teatro Valadares, Caminha, em Outubro de 2024
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