Bem imaterial[1]
Cantos, Cantos e danças populares, Feiras, Festas religiosas, Festas, Folguedos, Manufatura caseira, Procissões litúrgicas, Produção artesanal, Tecelagem popular, Modos de fazer e criar, Ritos, Ofícios.
Segundo Assunção (2003 p. 23 apud MAGALHÃES, 2006, p. 21), “os bens culturais imateriais são aceitos como aqueles que compreendem a produção cultural de um povo na pluralidade étnica que o compõe podendo abranger a memória oral, a música, a dança, a alimentação. ”
Bem material[2]
Cultura material, bens arquitetônicos. (IPHAN)
Imóvel - (tipos) Edificação, Edifício, Prédio, Igrejas, capelas, palácios, casas, fazendas, quintas, casas de câmara e cadeia, marcos, chafarizes, pontes, conjuntos arquitetônicos e paisagísticos, cidades etc.
Integrado - Elemento Decorativo: Mosaico, Mísulas, Obras de talha, Vitrais, Ourivesaria, Pintura (de forros e paredes), Púlpito/ Tribuna, Sacristia, Nave, Retábulos, Esculturas, Cerâmica, Altar-mor, Capela-mor, Coro, Cruzeiro, Oratório, etc.
Móvel - (tipos) Arcaz, Batistério/ Pia de batismo, Caldeirinha/ Pia de água-benta, credencia, imaginária, imaginária europeia, Mobiliário, Pintura (quadros), Xilogravura etc.
Casa do patrimônio[3]
A casa do Patrimônio tem por objetivo constituir-se como um espaço de interlocução com a comunidade local, de articulação institucional e de promoção de ações educativas, visando fomentar e favorecer a construção do conhecimento e a participação social para o aperfeiçoamento da gestão, proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural.
Facility Management
O conjunto de processos administrativos, técnicos e de gestão (em torno de um edifício), durante o seu ciclo de vida, e que visem garantir as ações necessárias a manter ou repor o edifício no estado para o qual foi concebido. CABRAL (2013 apud CARVALHO, 2016, p. 11)
Formações geológicas ou fisiográficas[4]
Hábitat de espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção.
Interoperabilidade
É a capacidade de trocar dados entre aplicativos, que suaviza os fluxos de trabalho e às vezes facilita sua automação. (Eastman et al., 2014).
Manutenção[5]
A manutenção é um conjunto de atividades, a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional do edifício e das suas partes constituintes, de forma a atender às necessidades e segurança dos seus utilizadores. A manutenção de edifícios inclui todo tipo de necessidades e segurança dos seus utilizadores. A manutenção de edifícios, inclui todo tipo de serviços realizados para prevenir ou corrigir a perda de desempenho da edificação, decorrente da deterioração dos seus componentes, ou de atualizações nas necessidades dos seus utilizadores, durante o ciclo de vida do edifício. Os seus principais objetivos são:
- Aumento do tempo de vida útil do edifício e seus equipamentos;
- Incremento da segurança;
- Redução de custos globais;
- Minimizar o número de emergências e avarias;
- Diminuir os tempos de indisponibilidade do edifício e seus equipamentos.
Manutenção corretiva[6]
Realiza-se reativamente na sequencia de uma avaria ou perda de função. Neste caso podem ter-se alguns tipos de intervenções como, por exemplo, as intervenções urgentes.
Manutenção preditiva[7]
Trata-se de acompanhamento periódico dos equipamentos, com base em dados recolhidos por meio de monitorização ou inspeções que informam o seu desgaste ou processo de degradação.
Manutenção preventiva[8]
Realiza-se de modo planeado de forma a evitar avaria, perda ou mesmo redução das funções. Esta manutenção pode dividir-se em dois modelos, manutenção preventiva sistemática, a qual se realiza por intervalos de tempo pré-definidos, e a manutenção preventiva condicionada que é realizada tendo em conta o controle de determinadas condições.
Monumentos[9]
Obras arquitetônicas, esculturas, pintura, vestígios arqueológicos, inscrições, etc.
Patrimônio cultural[10]
Entende-se por patrimônio cultural todo aquele que sendo objeto, construção ou ambiente, a sociedade lhe atribua um valor especial, estético, artístico, documental, ecológico, histórico, científico, social ou espiritual e que constitua um patrimônio cultural essencial a transmitir às gerações futuras.
Patrimônio imaterial[11]
Patrimônio Imaterial é um conceito adotado em muitos países e fóruns internacionais como complementar ao conceito de patrimônio material na formulação e condução de políticas de proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais, sob a perspectiva antropológica e relativista de cultura. Usa-se, também, patrimônio intangível como termo sinônimo para designar as referências simbólicas dos processos e dinâmicas socioculturais de invenção, transmissão e prática contínua de tradições fundamentais para as identidades de grupos, segmentos sociais, comunidades, povos e nações.
Patrimônio material[12]
O patrimônio material protegido pelo Iphan é composto por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza, conforme os quatro Livros do Tombo: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Os bens tombados de natureza material podem ser imóveis como as cidades históricas, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais; ou móveis, como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos. (IPHAN)
Patrimônio natural[13]
É algo com características físicas, biológicas e geológicas extraordinárias; habitats de espécies animais ou vegetais em risco e áreas de grande valor do ponto de vista científico e estético ou do ponto de vista da conservação.
Sítios[14]
Obras humanas ou naturais de valor estético, histórico, etnológico ou científico.
Sítios naturais[15]
Áreas de valor científico ou de beleza natural.
[1] IPHAN. Disponível em: < http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/CadPesDoc_3_DicionarioIPHAN_m.pdf >. Acesso em 06 mar. 2017.
[2] IPHAN. Disponível em: < http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/CadPesDoc_3_DicionarioIPHAN_m.pdf >. Acesso em 06 mar. 2017.
[3] Carta de Olinda, 2009. Disponível em: < http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Carta_de_nova_olinda.pdf >. Acesso em 06 mar. 2017.
[4] Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO.
[5] SIMÕES, p.19. Disponível em: < https://fenix.tecnico.ulisboa.pt/downloadFile/395145922989/Vers%C3%A3o%20Final%20Tese-Corrigida.pdf >. Acesso em 12 mar. 2017.
[6] COUTO, p. 589. Disponível em: < https://paginas.fe.up.pt/~gequaltec/w/images/LivroDeAtasDoPTBIM_2016.pdf >. Acesso em 12 mar. 2017.
[7] COUTO, p. 589. Disponível em: < https://paginas.fe.up.pt/~gequaltec/w/images/LivroDeAtasDoPTBIM_2016.pdf >. Acesso em 12 mar. 2017.
[8] COUTO, p. 589. Disponível em: < https://paginas.fe.up.pt/~gequaltec/w/images/LivroDeAtasDoPTBIM_2016.pdf >. Acesso em 12 mar. 2017.
[9] Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO.
[10] Acteurs du patrimoine européen et legislation – 2001.
[11] Dicionário do Patrimônio Cultural do IPHAN. Autora: Letícia C. R. Vianna. Disponível em; < http://portal.iphan.gov.br/dicionarioPatrimonioCultural/detalhes/85/patrimonio-imaterial >. Acesso em 06 mar. 2017.
[12] Dicionário do Patrimônio Cultural do IPHAN. Autora: Letícia C. R. Vianna. Disponível em; < http://portal.iphan.gov.br/dicionarioPatrimonioCultural/detalhes/85/patrimonio-imaterial >. Acesso em 06 mar. 2017.
[13] Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO.
[14] Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO.
[15] Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO.