A pegada da nossa roupa
Impulsionados por preços cada vez mais baixos e pela velocidade com que a moda chega aos consumidores — fast fashion — compramos cada vez mais roupa e usamo-la menos vezes. Por ano, em todo o mundo são fabricadas 20 peças de roupa por pessoa. A indústria têxtil é considerada uma das mais poluentes, desde a produção, fabrico, transporte e uso (lavar, secar e engomar). Os impactos ambientais sentem-se sobretudo ao nível do consumo de água, da erosão dos solos, da emissão de CO2 e dos resíduos e desperdícios resultantes.
De onde vem a energia que move o país
Com a ambição de ser neutro em carbono daqui a três décadas, Portugal tem nos seus planos a crescente eletrificação dos consumos energéticos nos vários sectores de atividade. Por enquanto, aquilo que temos é um país muito dependente dos combustíveis fósseis e da sua importação, ainda que as energias renováveis tenham vindo a ganhar terreno nos últimos anos e se espere que sejam cada vez mais relevantes.
A energia na Europa
Empenhada em ser um dos pilares mundiais do Acordo de Paris, a União Europeia ambiciona atingir a neutralidade carbónica em 2050. O PÚBLICO faz um retrato dos principais indicadores da produção e consumo de energia nos Estados-membros que mostram que ainda há um longo caminho a percorrer para reduzir o peso dos combustíveis fósseis nas economias europeias, mas que há também uma Europa a várias velocidades na transição energética.
Borboletas, a biodiversidade a voar pelos ares
Garridas e esvoaçantes, as borboletas são um dos insetos mais facilmente reconhecidos pelo olho humano e são também uma das melhores formas de identificar a perda de biodiversidade no mundo dos insetos. Particularmente sensíveis às alterações climáticas, são excelentes indicadores da qualidade dos habitats naturais e da diversidade.