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É o ato de causar dano físico a si mesmo sem intenção de morrer, geralmente para lidar com emoções intensas.
Lesões no corpo, comportamento isolado, uso excessivo de roupas para cobrir partes do corpo, mudanças no humor, falas negativas sobre si mesmo, tristeza intensa, irritabilidade ou e queda no desempenho escolar.
Dificuldades emocionais, traumas passados, bullying, violência, dificuldades de relação inter e intrapessoal, baixa autoestima e contágio social.
A automutilação não é uma tentativa de chamar atenção. Para muitos adolescentes, ela funciona como uma forma de lidar com dor emocional intensa, aliviar sentimentos difíceis, como raiva ou angústia, ou tentar recuperar o controle sobre algo. Embora traga alívio momentâneo, não resolve o sofrimento e pode se tornar um padrão perigoso.
Sim. Desigualdade, pobreza e insegurança aumentam o estresse e dificultam o acesso a cuidados e oportunidades.
Sim. Situações de exclusão e violência impactam diretamente a autoestima, o pertencimento e o bem-estar emocional.
Eles pode notar sinais de automutilação por meio de comportamentos como o uso constante de roupas que cobrem o corpo, mesmo em dias quentes, a recusa em participar de atividades que expõem partes do corpo (como educação física) e queda no rendimento escolar. Machucados frequentes e explicações vagas para ferimentos também podem ser indícios.
Escutar com empatia, encaminhar para profissionais de saúde, estabelecer um plano de apoio na escola. Um plano de apoio na escola é um conjunto de ações organizadas para acolher e acompanhar um estudante que esteja enfrentando sofrimento emocional ou dificuldades relacionadas à saúde mental.
Apoiar com terapias, trabalho familiar, estratégias de enfrentamento e acompanhamento contínuo por equipe multidisciplinar.
A autolesão é um comportamento para aliviar a dor emocional, enquanto o suicídio tem a intenção de acabar com a vida. Há evidências científicas de que pessoas com autolesão não suicida têm um risco maior de tentativas de suicídio e de suicídio consumado.
Oferecer apoio sem julgamentos, sugerir ajuda profissional e evitar críticas. É importante ainda, solicitar ajuda de um adulto de confiança.
Criar um ambiente acolhedor, educar sobre saúde emocional, estabelecer canais de comunicação e combater o bullying. Educar sobre saúde emocional, promover autoestima, criar apoio social e implementar programas de prevenção escolar.
Um ambiente com bullying, pressão excessiva, falta de escuta ou discriminação pode gerar sofrimento e afetar o bem-estar dos alunos.
Professores, coordenadores e outros profissionais da escola podem identificar sinais de sofrimento, oferecer escuta qualificada e encaminhar para apoio especializado, quando necessário.
Cicatrizes físicas, problemas emocionais e dificuldades no manejo emocional, se o comportamento se tornar um padrão.
Usar terapias baseadas na fala, expressão criativa (arte, música), e abordagens baseadas no vínculo e na confiança.
Medo de julgamento, falta de informação ou experiências anteriores negativas podem dificultar o pedido de ajuda.
Redes sociais podem gerar comparação, pressão, ciberbullying e imitação de comportamentos de autolesão, afetando a autoestima dos adolescentes.
Os pais podem apoiar emocionalmente seus filhos ouvindo com empatia, validando seus sentimentos e evitando julgamentos ou críticas excessivas. Estar atento a mudanças no comportamento, como isolamento ou irritabilidade, é importante para identificar sinais de sofrimento. Criar uma rotina estável, oferecer afeto no dia a dia e manter um ambiente acolhedor e seguro em casa contribuem para o bem-estar emocional.