Na história em quadrinhos abaixo, intitulada "Estratégias para o Acolhimento de estudantes com autolesão não suicida no ambiente escolar", você será apresentado aos personagens José, o diretor, Maria, a coordenadora pedagógica, e Ana, a professora. Juntos, eles irão demonstrar como identificar e acolher um estudante que apresenta sinais de autolesão não suicida dentro da escola.
Ao longo da trama, as personagens irão compartilhar orientações práticas sobre como lidar com esse delicado tema de maneira empática e eficaz, mostrando a importância do acolhimento e do suporte adequado no ambiente escolar. Você verá como cada um, em seu papel, pode contribuir para criar um espaço seguro e de confiança para o aluno, promovendo o diálogo e buscando as melhores estratégias de intervenção.
Vamos embarcar nessa jornada de aprendizado e descoberta?
Através dessa história, esperamos que você se sinta mais preparado para reconhecer as necessidades dos estudantes e para agir de forma acolhedora e assertiva diante de casos de estudantes adolescentes com autolesão não suicida.
Fonte: Elaborado pelos autores utilizando a ferramenta https://app.pixton.com/#/ (2025).
Pesquisas mostram que muitos educadores não se sentem preparados para discutir a autolesão não suicida com os adolescentes, pois temem que isso possa incentivá-los a adotar esse comportamento. Alguns acreditam que os jovens podem estar apenas buscando chamar a atenção das pessoas próximas (Evans e Hurrel, 2016).
Muitos alunos relatam que os professores não demonstram sensibilidade ou abertura para tratar desse assunto (Evans e Hurrel, 2016).
Outras vezes, os professores são as pessoas que os alunos procuram quando precisam de apoio (Rowe et al., 2014). Ter alguém confiável na escola pode ajudar os adolescentes a reduzir o estresse e os sentimentos negativos (Wilkinson, 2010). Adolescentes que recebem pouco apoio dos professores e se sentem deslocados na escola estão em maior risco de praticar a autolesão não suicida (Madjar et al., 2017).
Os gestores escolares devem providenciar qualificação aos profissionais da educação para que eles consigam conversar sobre sofrimento emocional de forma aberta e sem preconceitos (Scavacini et al., 2021).
Programas de treinamento nas escolas para reconhecer a autolesão não suicida podem ajudar tanto os profissionais quanto os alunos a buscarem apoio em momentos difíceis (Knowles et al., 2022; Wilkinson, 2010).
O envolvimento da família, o apoio da escola e o suporte social são fundamentais para diminuir o comportamento de autolesão não suicida entre os adolescentes (Lan et al., 2022; Forster et al., 2020).