Marcas d’Água é uma linha do tempo que narra e mescla a transformação das noções de pirataria digital, cultura livre, democratização do conhecimento, difusão da informação, preservação cultural e acesso aberto como forças culturais, políticas e tecnológicas.
De 1980 a 2025, o projeto explora como o ato de copiar, remixar e redistribuir conteúdos tornou-se parte essencial da memória coletiva digital, ao mesmo tempo em que leis, plataformas e corporações erguem novas formas de exclusão.
Mais do que um panorama histórico, Marcas D’Água é um convite à reflexão: quem controla o acesso à cultura controla também o que guardamos.