15 a 18 de março
Estão abertas as inscrição para realizar as oficinas do I Encontro sobre Estágio e Formação Inicial [FAALC 2023].
As oficinas estão programadas para acontecer no dia 18/03 (sábado), entre 8h e 12h e terão relação com o tema do evento: aspectos e práticas referentes aos estágios obrigatórios ou não obrigatórios, propondo atividades e reflexões que podem ter um viés interdisciplinar, lúdico, ou mão-na-massa.
Título da oficina: Oficina de sonorização cinematográfica: uma introdução ao foley
Ministrante(s): João Gabriel Pelosi Pereira e Aram Amorim Missirian (minibios)
Local: Anfiteatro
Ementa: Responsável por produzir ruídos e efeitos sonoros de forma artesanal a fim de sonorizar sequências após as filmagens, o foley consiste em gravar sons de objetos do cotidiano para em seguida colá-los às imagens, sejam elas gravadas no set ou animadas, fazendo com que eles pareçam verossímeis – ou, em outras palavras, que aparentem pertencer às cenas. Através dele, derrubar sal no papel pode virar barulho de chuva; a quebra de cenouras pode emular uma quebra de ossos; e fogueiras podem ser sonorizadas com o movimento de papel celofane. A “Oficina de sonorização cinematográfica: uma introdução ao foley” trata-se de uma apresentação a essa técnica e é direcionada a estudantes da FAALC interessados na produção cinematográfica no espaço universitário. Através dela, pretende-se estabelecer o contato direto dos inscritos com os materiais de sonorização e, de forma dinâmica, fazê-los descobrir a natureza coletiva da produção cinematográfica através do estímulo à criatividade e trabalho em grupo. É um momento de capacitação instrumental para futuras produções dentro da faculdade, o qual torna-se oportuno também para a formação de grupos de alunos com afinidades parecidas e troca de experiências com os estudantes veteranos ministrantes. A dinâmica consiste na breve explicação desse conceito a partir de exemplos projetados com o datashow seguida de atividades práticas guiadas pelos oficineiros. Nestas, os quinze alunos são divididos em dois grupos e neles exercem funções diferentes, alternando-se com os colegas, a fim de que todos possam participar ativamente da sonorização de trechos de filmes. Os inscritos, então, manuseiam objetos a fim de produzir os sons pretendidos, usam o gravador de celular para captá-los e editam o material final no aplicativo de montagem gratuito chamado Capcut, disponível em dispositivos móveis iPhone e Android. Vale ressaltar que a escolha pelo celular visa permitir que os alunos repliquem as dinâmicas em casa e em futuros trabalhos da faculdade (tanto o gravador quanto o Capcut são aplicativos de fácil uso).
Número de vagas: 15 (quinze)
Material que os/as participantes devem trazer: Celular
Título da oficina: Linguística Sistêmica Funcional um recurso para aprimorar a leitura e compreensão de textos
Ministrante(s): Cleovia Almeida de Andrade (minibio)
Local: sala Aquário (antigo bloco da Letras)
Ementa: Esta oficina tem como objetivo principal desfazer a crença de que cabe apenas ao professor de língua portuguesa a responsabilidade de desenvolver a competência leitora e escritora dos alunos. Apresentaremos a Linguística Sistêmica Funcional, doravante LSF, como um suporte teórico prático e eficiente. A LSF rompe com os paradigmas do formalismo linguístico, parte de uma perspectiva social do uso da linguagem, que considera o contexto de situação e o contexto de cultura. Dito de outra forma, ensinaremos aos futuros professores de todas os cursos de licenciatura, como desenvolver nos seus alunos a competência leitora e escritora com proficiência nos mais diversos textos e contextos, identificando o quê é dito, como é dito, a quem e por quem é dito.
Número de vagas: 30 (trinta)
Material que os/as participantes devem trazer: não há
Título da oficina: Oficina de fotografia com o celular
Ministrante(s): Silvio da Costa Pereira (minibio)
Local: Estúdio de Rádio (prédio de Jornalismo)
Ementa: Ementa: O smartphone (ou, simplesmente, o celular) hoje está no bolso ou na bolsa de quase todes. Usamos ele pra muitas coisas, e uma das mais populares é captar fotografias. Mas quais são os limites e as possibilidades de trabalhar com um equipamento tão singelo? Como aproveitar melhor aquele que temos conosco? Essa oficina busca apresentar um breve panorama técnico do aparelho para que seja possível entender suas possibilidades. Depois seguiremos pelo caminho das possibilidades estéticas via noções de enquadramento e composição. E, claro, fecharemos praticando e conversando sobre as imagens produzidas.
Número de vagas: 20 (vinte)
Material que os/as participantes devem trazer: Celular próprio
Título da oficina: “Boys sit over here, and girls sit over there”. Vamos falar de identidades de gênero e orientações afetivo-sexuais nas aulas de inglês?
Ministrante(s): Marta Banducci Rahe (minibio)
Ementa: A BNCC (2017) destaca entre as competências gerais da educação básica, a valorização da “diversidade de saberes e vivências e saberes culturais” (p. 10), bem como, a promoção dos direitos humanos e o acolhimento à “diversidade de indivíduos e grupos sociais e suas identidades” (p. 10) sem preconceitos. Dessa forma, é preponderante que incluamos, em nossas práticas cotidianas de salas de aula, temas e atividades que levem ao questionamento de nossas relações com manifestações racistas, misóginas, sexistas, xenófobas e LGBTQIAP+fóbicas (medo, preconceito, discriminação, pensamentos negativos, violência contra pessoas da comunidade LGBTQIAP). Autores como Bortolini (2012), Seffner (2009), Junqueira (2009), Guacira Lopes (2007) apontam para a necessidade da presença dos estudos de gênero na educação básica e nos provocam a repensarmos e reconhecermos que muitas vezes a escola, os materiais didáticos e as práticas escolares ainda reproduzem noções sobre o masculino e feminino sem incluir as diversidades. Recebemos, diariamente, em nossas salas de aula, crianças e adolescentes de diferentes espaços, com constituições familiares, orientações afetivo-sexuais e identidades de gênero diversas. Nesse contexto, é relevante considerarmos que esses estudantes constroem suas personalidades e práticas sociais na relação com as concepções de masculinidade e feminilidade e que a sala de aula é um espaço significativo nessa construção. Com isso, proponho para esta oficina, questionarmos a naturalização de uma educação heterocisnormativa tão presente nas escolas e de atos preconceituosos e discriminatórios contra pessoas LGBTQIAP+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros, queer, intersexos, assexuais, pansexuais e o “+” busca incluir outras identidades) nesses espaços, assim como possibilidades para a produção e inclusão de atividades que promovam ações afirmativas em relação às identidades de gênero e orientações afetivo-sexuais nas aulas de inglês.
Número de vagas: 30 (trinta)
Material que os/as participantes devem trazer: não há
A oficina foi cancelada por motivo de saúde
Título da oficina: Introdução a Direção de arte em animações: princípios básicos da criação de um mundo animado
Ministrante(s): Adilton Cassimiro de Oliveira e Mileny Miyashiro de Sousa (minibios)
Local: Laboratório de Redação II (Prédio do Audiovisual)
Ementa: A "Oficina de direção de arte em animações" propõe, de início, uma conversa sobre a relevância da direção de arte em um filme de animação, as diferenças entre sua versão em live action e sua versão animada, as funções dessa etapa, suas relações com outras áreas do filme, entre outros assuntos. Além disso, traz exemplos de direção de arte em animações famosas e procura ajudar na análise do filme e no processo criativo do mundo imaginário. Também vamos compartilhar experiências do nosso trabalho com o curta-metragem “Na minha época” e "Boitatá", abordando sobre os diferentes estilos produzidos em cada animação. O foco da oficina é a criatividade, então, em grupos, vamos propor criar uma história curta, dividindo a turma em dois grupos, um responsável por desenvolver a arte do mundo e o outro o personagem. Assim como uma equipe de produção Audiovisual, iremos desenvolver as basas da forma visual uma "bíblia de arte", através das pesquisas realizadas pelos dois grupos, correlacionando os resultados para que mundo é personagem sejam compatíveis. Para isso, buscamos materiais como mesa digitalizadora ou papel e lápis de cor. Por fim, debatemos a melhor maneira de animar essa história, se a via digital ou "analógica" e suas implicações na produção da animação.
Número de vagas: 16 (dezesseis)
Material que os/as participantes devem trazer:
Título da oficina: Atividades no Google Forms: exercitando o letramento crítico
Ministrante(s): Letícia de Leon Carriconde (minibio)
Local: Sala Externa (Antigo Bloco de Letras)
Ementa: Apresentação do conceito de letramento crítico. Apresentação da ferramenta digital Google Forms. Discussão e reflexão sobre as possibilidades de exercitar o letramento crítico por meio de atividades com o uso do Google Forms. Análise de atividades e elaboração de uma atividade durante a oficina.
Número de vagas: 15 (quinze)
Material que os/as participantes devem trazer: dispositivo móvel que esteja conectado com uma conta Google.
Título da oficina: Processos criativos na escola: Materiais e Incertezas
Ministrante(s): Gabriel Tavares Rodrigues Brito (minibio)
Local: Laboratório de desenho 2 (Prédio de Artes Visuais)
Ementa: Os materiais e as incertezas dos processos de criação em sala de aula é o eixo temático central da oficina. A proposta é levar para as experiências de estágio um olhar acerca dos processos criativos dos alunos frente a realidade das escolas públicas e seus diferentes contextos. Considerando a simplicidade de materiais e recursos disponíveis, quais caminhos o professor ou professora irá tomar para dar sequência ao desenvolvimento das criações dos alunos? Esse questionamento frente às incertezas será a base da oficina, buscando refletir sobre uma criação poética particular que surge do acaso, mas que busca o objetivo da aula proposta no planejamento do docente. Sendo assim, inicialmente serão apresentados por meio de slides experiências de criação de alunos do ensino fundamental e os diferentes percursos encontrados; reflexões sobre os acasos na criação artística; seguido da apresentação de artistas e obras que serão referências para as construções visuais a serem realizadas durante a oficina utilizando-se de materiais distintos; por fim o compartilhamento das experiências sobre os processos de criação vivenciados
Número de vagas: 15 (quinze)
Material que os/as participantes devem trazer: caixas de papelão, caixas de leite, garrafas
Título da oficina: Leitura de poesia: sintaxe, semântica e sentimento
Ministrante(s): Geraldo Vicente Martins (minibio)
Local: Sala Queimada (antigo prédio de Letras)
Ementa: A oficina tem como objetivo a proposição de atividades de leitura individual e/ou em grupo de textos poéticos, considerando que esse exercício pode, a partir das especificidades de construção sintático-semântica presentes na elaboração do poesia, contribuir para "o resgate e a exploração" da sensibilidade dos alunos nas turmas finais do ensino fundamental e no ensino médio. Para tanto, mais que uma visada teórica particular para o estudo desses textos, pretende recorrer à própria experiência linguageira dos participantes.
Número de vagas: 20 (vinte)
Material que os/as participantes devem trazer: não há
Título da oficina: Guache Lavado: Experimentações Pictóricas
Ministrante(s): Antonio José dos Santos Junior (minibio)
Local: Laboratório de Pintura (Prédio de Artes Visuais)
Ementa: A proposta da oficina ocorre primeiramente com um diálogo e apresentação de alguns artistas que possuem uma aproximação com o guache lavado. Essa técnica é de fácil execução e poderá ser utilizada como atividade durante os estágios na área de Artes. A criação parte de referências visuais e pessoais. Nesse sentido, elas podem ser experimentadas de modo simples e sem um controle exato do resultado, propondo ao aluno uma experimentação pictórica diante de materiais acessíveis como tinta guache, nanquim, papéis e pincéis, auxiliando um plano de aula com foco em criação e/ou pintura. Após realizada a atividade, iremos compartilhar os resultados com o grupo e as escolhas das imagens e cores utilizadas durante o processo.
Número de vagas: 18 (dezoito)
Material que os/as participantes devem trazer: caixas de leite usadas