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          Chico Dantas

Santa Luzia-PB,1950.Vive etrabalha em Joao Pessoa.

Artista visual,videomakere . Transferiu-se para Joao Pessoa em1964.EstudouPedagogia e

Educa ao Artistica (UFPB).Foi  presidente da Associa ao dos Artistas Plasticos Profissiona is da Paraiba (1983-85) e,desde

1983,tern ministrado cursos de pintura e desenho em institui oes e festivais de arte pelo Nordeste. Diretor da Galeria Archidy Picado (Funesc,Joao Pessoa,1983-90).Participou de saloes de arte e bienais no Brasile no exterior,onde realizou exposi oes individuais e coletivas.Dirigiu workshops e ministrou as palestras: 0 destino do desenho na era digital  e Videoarteem suportedigital (Casarao 34;Usina CulturalEnergisa,Joao Pessoa;Centro CulturalBNB,Sousa-PB).Ministrou a oficina  de edi ao de video 0 Artista Editor [Programa Desafios Contemporaneos/Funarte] (Esta ao das Artes,Joao Pessoa,2013). Exp. ind.: Pinturas (Galeria Visual, Joao Pessoa,1979);Desenho (MZ-ArteArquitetura,Joao Pessoa,1981); Pinturas (Galeria GameIa,Joao Pessoa,1982); Pinturas (IBEU Copacabana,Rio de Janeiro;Escritorio de Arte Guilherme Eustachio,Recife,1989);Pinturas (Galeria da Biblioteca Popular de Botafogo,Rio de Janeiro,1991);Pinturas (Centro de Arte de Sao Joao da Madeira, Portugal,1994); Aguas de Maio  [desenho]  (Aiiana  Francesa, Joao Pessoa, 1994); Pinturas (Cooperativa Arvore,Porto/Portugal,1995);Mostruario [desenho] (Galeria Archidy Picado,Joao Pessoa,2002);Area de Risco (Cooperativa Arvore,Porto/Portugal, 2002);0Costume de Chico Dantas (Usina Cultural Energisa,2007).Exp.col.: Proposta 78 (HotelTambau,Joao Pessoa,1978);liSalao Arte-Universidade- Premio de Pintura (Joao Pessoa,1979);XXXI// Saliiode Artes Plasticasde Pernambuco (Recife,198o);Xerograjias (NAC/UFPB,Joao Pessoa,198o);XVBI ienallnternacional de Sao Paulo [Sala Arte Correio] (Pavilhao da Bienal,1981);I Mostra lnternacional deArt-Door(Ruas do Recife,1981);ISaliio Cidade do Recife- Premio de Pintura (Recife,1982);Cultura Alternativa (Centro CulturalCandido Mendes,Rio de Janeiro,

1982);IX Saliio Nacional de Artes Plasticas (Centro de Conven oes,Olinda,1986);Artistas Paraibanos (Oficina Guaianases

de Gravura,Oiinda,1986);I ArteAtual Paraibana (Funesc,Joao Pessoa1, 988);Artistas Paraibanos (Funda ao Pierre Chalita, Maceio,1989);Clube deGravura (Escola de Artes Visuais do Parque Lage,Rio de Janeiro,1990);Paine/ sobre Artes Plasticas no Brasil (Museu de Arte Brasileira,Sao Paulo,1993);Jane/as do lnfinito (Espao Sebrae,Brasilia,1993);Exposi iio de Natal (Cooperativa Arvore,Porto/Portugal,1994);VISAMAP [artista convidado] (Casarao 34,Joao Pessoa,1994);CumpliCidades (Valongo,Tondela/Portugal,1994);Coletiva de desenho (Cooperativa GESTO,Porto/Portugal,1994);Terra Brasilis- Lugar do Desenho (Funda ao Julio Resende,Gondomar/Portugal,1998);I Bienal de Gravura [IX Fenart] (Funesc,Joao Pessoa,

2003);I Bienal de Desenho (artista  convidado) [X Fenart] (Funesc,Joao Pessoa,2004);Terra lgnota- Homem do Norte (Centro Cultural BNB,Sousa-PB, 2007);Pontos de Vista II (Foundation Brasilea,Basei/Sui a,2009);XV Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira/Portugal,2009);I Festival de Video da Esta iio Cabo Branco (Joao Pessoa,2010);Curta Metragem Experimental- Premio (Academia Paraibana de Cinema,Joao Pessoa,2010);XVIIFestivallnternacional de Arte Contem­ poranea Sese Videobrasil (Sao Paulo,2011); Premio Energisa de Artes Visuais- Premio (Usina Cultural Energisa, 2011); Festival de Cinema e Video Visoes Perifericas (Rio de Janeiro,2011);Setembro Fotogrdfico- Premio (Funjope, 2012);XIV SAMAP- Premio [video] (Funjope,2012);XVIII Festivallnternacional de Arte Contemporanea Sese Videobrasil (Sao Paulo,

2013);X//MI  ostra do Filme Livre (Rio,Brasilia,Sao Paulo,2014);Ill Bienal da Bahia (Salvador,2014).Possuiobras nos acervos

da Funda ao Bienal de Sao Paulo, Espao Sebrae (Brasilia e Joao Pessoa),Usina Cultural Energisa,Pinacoteca da UFPB, Centrode Arte de SaoJoaoda

Ha muito Ionge da terra natal,o hoje cosmopolita Chico Dantas e urn hibridode artesao e artista conceitual,de pratica e de teoria.E tambem pintor de rara qualidade...E sobre a 'morte'da pintura,nao hesita em vaticinar:'A pintura so morreu

nos padroesda arte moderna,mas, oque chamamosde arte contemporanea amplia oconceitode pintura,desenhoetc., quando  incorpora  os elementos  do mundo  como significante e nao somente  como significado'. E, ja pensava assim quando apresentou,em 1981,na XVI Bienal de Sao Paulo,o livro de artista Execu iio sumoria,segundo ele proprio:'urn livro desmontavel,instalavele espectavel,em que o uso do asfalto dissolvido- material ordinario,sujo e malcheiroso­ reflete o carater sumario da impressao que se revela mais pela a ao mordente do solvente e pela expansao dos compo­ nentes oleosos do que por qualquer  relevancia. Repete-se insistente contrastando com a diversidade dos papeis que agregam valores cromaticos,de  textura e formato as paginas. A imagem-texto traz ordenados os nomes proprios dos papeis que,por razoes tecnicas dos fabricantes ou pelo uso a que se destinam,aglutinam os mais variados significados e que remetem o leitor-espectador a rna condi  ao de parte integrante do contexto,desde que se considere qualquer escalade rela aocomo satisfatoria para a semelhan a.'" (Dyogenes Chaves,ABCA/AICA)

[fonte:https:llsites.google.comlsitelwwwchicodantaslhome Icata logos do artista]

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