A derrota militar de Napoleão, a abdicação do trono (1814) e o seu exílio na ilha de Elba, vez com que a Confederação não sobrevivesse. Os aliados vitoriosos, inclusive a Prússia e a Áustria, as únicas grandes potências alemãs que não fizeram parte da Confederação do Reno, decidiram no “Congresso de Viena” (1814-1815) redesenhar o mapa político do continente europeu. Realizaram-se restaurações dinásticas, apesar de algumas das consolidações de Napoleão terem sido mantidas. A divisão territorial resultou numa versão consolidada de quarenta e um estados-membros, outrora trezentos. No tratado 1815 foram incluídos trinta e cinco estados, em 1820 o tratado inclui mais cinco estados e em 1839, mais um.
A Confederação Alemã foi uma associação de estados na Europa Central que serviu para coordenar as economias dos países separados de língua alemã e tentar substituir o antigo Sacro Império Romano. Servia como um amortecedor entre os poderosos estados da Áustria e da Prússia. A Confederação acabou por ser ineficaz e também um obstáculo às aspirações nacionalistas alemãs. A rivalidade entre a Prússia e a Áustria, conhecida como dualismo alemão, a guerra, a revolução de 1848 e a incapacidade dos vários estados-membros de fazer concessões, a Confederação foi dissolvida com a vitória da Prússia na Guerra das Sete Semanas e do estabelecimento da Confederação Alemã do Norte em 1867, que incluía a Prússia, mas excluiu a Áustria e os estados, do Sul da Alemanha.