O Colégio Morumbi Sul, em consonância com sua cultura de melhoria constante, contratou um instituto de pesquisa especializado em educação para avaliar diversos quesitos importantes para seus públicos interno e externo. Trata-se do Great Place to Study®, a mais completa e profunda pesquisa para escolas do Brasil.
Num trabalho conjunto e simultâneo, na semana de 01 a 05 de setembro (segunda a sexta-feira), ouviremos nossa equipe, nossos estudantes e nossas famílias, com a intenção de conhecer melhor a comunidade escolar e atuar para que o MS possa, a partir dos resultados obtidos, implementar melhorias que o consolide, ainda mais, como uma escola de referência em educação.
Famílias: link será enviado via Agenda Digital MS, dia 01/Set (2ªf).
Estudantes: pesquisa aplicada em sala de aula, conforme cronograma.
Educadores: receberão o link via e-mail.
Os critérios avaliados incluem a qualidade do ensino e do ambiente escolar (Índice GPTS® Estudantes), a qualidade da relação com as famílias (Índice GPTS® QRF) e a qualidade do ambiente de trabalho da equipe (Índice GPTS® QAT).
Dentro destes critérios, são avaliados pilares fundamentais para uma boa educação e um ambiente fértil à aprendizagem, como, por exemplo, respeito, bem-estar, senso de desenvolvimento, protagonismo, senso de pertencimento, inovação, equidade, inclusão, infraestrutura e segurança.'
Há quase um ano da publicação da Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares e smartwatches por estudantes nas escolas, ainda não podemos concluir, com segurança, que ela tenha proporcionado os resultados desejados. Mas, claro, sem dúvida alguma essa lei representou uma conquista, pois celular e escola definitivamente não combinam se considerarmos o uso que é feito por alguns.
Aqui no Colégio Morumbi Sul seguimos envolvidos em um enfrentamento diário no que tange aos estudantes que ainda insistem em trazer e “usar” o celular e não o entregam no início das aulas, como deveriam, mantendo-os sob suas roupas, nos bolsos ou pertences pessoais. Nesse aspecto, precisamos do apoio das famílias, pois enquanto escola, somos apenas co-responsáveis por esse cuidado, uma vez que temos que atuar de forma a não extrapolar os limites de contato que se configurem em “invasão”.
Devido ao uso do celular, que não é permitido por lei, temos que tomar atitudes que impactam em advertências, provas zeradas e até suspensões. E não desejamos isto, pois esse tipo de situação toma o tempo que deveria ser ocupado com ações positivas voltadas para o crescimento e desenvolvimento de todos.
Precisamos do apoio das famílias.
A Lei nº 15.100/2025 existe e precisa ser cumprida. Não podemos ficar à mercê de alguns - poucos - alunos que insistem em desafiar as regras e causar prejuízo ao andamento das aulas.
Diante disso, considerando que todos já têm a informação e sabem das regras, reforçamos que caso o aluno se recuse a entregar o celular no início das aulas, e demonstrar estar usando ao longo do período escolar, seremos obrigados a aplicar a suspensão imediata.
O tripé e parceria família-aluno-escola é o caminho para que possamos conquistar os resultados desejados com a formação de nossos alunos.