Nesta edição, entrevistamos a Matilde Beline, uma intercambista italiana de 16 anos que veio para a nossa escola há um mês. Nós perguntamos sobre como ela está se sentindo aqui no Brasil, sobre sua língua nativa, e muito mais. Confira!
Gazeta Piaget: Por que você escolheu o Brasil para o seu intercâmbio?
Matilde Beline: Eu escolhi o Brasil porque eu acho um país muito bonito por conta da natureza, que eu amo muito. Eu fui um pouco influenciada por vídeos do Instagram e do TikTok, que mostravam as pessoas aqui.
GP: Como tem sido sua experiência no Brasil?
MB: Eu estou por aqui por uma semana, mas a minha experiência está sendo muito boa. Minha família é muito legal comigo e meus colegas de sala são muito gentis.
GP: O que você mais sente falta da Itália?
MB: Eu acho que não sinto falta de algo em particular, mas acho que umas das coisas de que mais sinto saudades da Itália é que as aulas duravam menos tempo e que, nos fins de semana, eu normalmente fazia muitas coisas.
GP: Tem alguma comida específica que você sente mais falta?
MB: Eu acho que o macarrão (“pasta”), porque na Itália nós comemos ela todos os dias, mas, no Brasil, não.
GP: qual sua matéria favorita aqui?
MB: Acho que é matemática, porque não é muito diferente da Itália.
GP: O que você acha da música brasileira? Você tem alguma preferida?
MB: Eu não escutei muitas músicas daqui, mas eu conheço algumas que são divertidas e muito boas para festas.
GP: Você experimentou alguma comida típica do Brasil? Qual sua favorita?
MB: Sim, eu estou gostando muito das carnes em geral. Eu também experimentei algumas comidas aqui da escola e gostei muito de uma, mas não consigo me lembrar do nome, era alguma com pão e frango.
GP: Do que você está gostando mais aqui no Brasil?
MB: Eu acho que das pessoas, porque, como eu já disse, todos estão sendo muito legais e gentis comigo desde o primeiro dia que cheguei.
GP: O que você está achando da escola, é muito diferente das escolas italianas?
MB: É bem diferente. Na Itália, nos íamos para a escola de tarde e as aulas duravam uns 55 minutos. Acho que a coisa mais diferente é que nós temos muitas lições, livros e fazemos bastante exercícios, e na aula nós passamos a maior parte do tempo conversando com os professores.
GP: Você já visitou algum ponto turístico aqui do Brasil?
MB: Ainda não.
GP: Você acha que o português é muito diferente do italiano?
MB: Eu acho que elas são bem parecidas, o que é mais difícil é a pronúncia.
GP: Você acha que as conjugações verbais em português são mais complicadas do que as em italiano?
MB: Não, acho que realmente o mais complicado é a pronúncia, então eu consigo escrever bem em português, só não consigo falar muito.
GP: Você já aprendeu a falar alguma coisa em português?
MB: Não. Na verdade, eu falo mais com as pessoas aqui da escola e com a minha familia em inglês e em espanhol.
Redatores: Lívia Souza e Alice Muniz (8B).